Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos sobre criaturas poderosas, ícones dos cenários fantásticos medievas. Aquelas que estão no nome do sistema mais popular e conhecido de todos. Porém, os dragões de Recchá não são os dragões padrões de D&D ou outros sistemas e cenários. Em Recchá não há a divisão nem a quantidade de dragões de outros mundos, há apenas 8 tipos de dragões, os quais não possuem divisões de tipos entre si. São eles os Amarelos, Bélicos, Cinzas, Feéricos, Laranjas, Radiantes, Uivantes e Violetas. Veremos os quatro primeiros hoje e os outros quatro veremos no próximo texto. Vamos a eles:
Amarelo
Os dragões amarelos, também chamados de dragões da areia, são os mais conhecidos do continente de Recchá. Por isso são considerados, erroneamente, os mais comuns. Vivem em lugares áridos, semiáridos, desérticos e litorâneos quentes, coincidindo com grande parte dos territórios humanos (Império Recchá e Yuruon Kenvah). Suas escamas possuem quase todas as variações de amarelo, com algumas partes em preto. Seus corpos são mais esguios que dos demais dragões, sendo extremamente adaptados e funcionais para se locomoverem sob a areia. Auxiliando-os nas suas habilidades de camuflagem e combate de emboscada.Territorialistas e muito poderosos fisicamente, tiveram muitos confrontos com humanos e algumas outras espécies. Figurando uma das maiores guerras da história do continente: A Guerra Amarela. Onde a mais poderosa família dracônica amarela foi dizimada após séculos de combates contra os humanos.
Bélico
Os dragões bélicos são os mais temidos generais e lutadores num campo de batalha. Suas escamas são foscas e variam do marrom escuro ao negro. Entretanto, quando expostos a luzes fortes, como a do sol, suas escamas se tornam muito brilhantes e refletivas.Gostam de força e acreditam que somente seres fortes devem viver. Porém, seu conceito de força leva em consideração o quanto aquela pessoa ou criatura se esforça para ser forte e melhorar. Assim, um dragão bélico pode considerar um poderoso, porém preguiçoso dragão, seja fraco; enquanto um pequeno kobold, sobrevivente de inúmeras batalhas, seja considerado um valoroso e forte aliado. Por essa razão é o tipo de dragão que mais faz acordos com outras criaturas, especialmente humanoides.Em combate procuram fortalecer seus aliados para, em seguida, utilizar a combinação de sua fúria, sopro e presença aterradora no intuito de debandar os inimigos mais fracos e, assim, se concentrar nos inimigos mais poderosos.
Cinza
Os dragões cinzas vivem em áreas pantanosas e manguezais. Sua coloração tende a se mesclar com o ambiente no qual vivem e fazem seus covis. Assim, seus tons de cinza e verde se mesclam à vegetação em decomposição, as quais também se prendem as suas escamas.Quando se tornam jovens os dragões cinzas deixam o lar de seus pais e partem para conquistar algum covil pelas proximidades. Tornando comum uma mesma família, com vários membros, dominando uma única e grande região.Os dragões cinzas são antissociais e isolacionistas, excluindo o convívio com sua família e durante os períodos de acasalamento. Por isso, usam do ambiente e de armadilhas (de preferência não mágicas, para dificultar sua detecção) contra quaisquer criaturas as quais considerem como intrusas.Possuem apetite especial por hidras, as caçando e devorando todas suas cabeças, exceto uma, permitindo, assim, que a hidra se regenere. Tornando-as uma fonte quase ilimitada de comida ao dragão. Gostam, também, de gemas e moedas, desprezando obras de arte.
Feérico
Os dragões fadas se assemelham a grandes borboletas quadrúpedes. São multicoloridos ou, então, possuem uma única cor muito brilhante. São menos inteligentes e astutos que os demais dragões, bem como são muito brincalhões, desatentos e impertinentes. Preferem a companhia de outros seres feéricos e animais. Seus tesouros, quase sempre, são constituídos por obras de arte, as quais eles começam a guardar desde filhotes.
*
Se quer saber mais sobre Recchá, acompanhe as lives aqui.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo Pix ou através do Catarse.
Dessa forma, conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos, como participar de mesas especiais em One Shots, de grupos ultrassecretos e da Vila de MRPG!
Ou então, apoie nossa revista digital, a Aetherica, através deste link! Ela também traz contos e novidades para você!
Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo Pix ou através do Catarse.
Dessa forma, conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos, como participar de mesas especiais em One Shots, de grupos ultrassecretos e da Vila de MRPG!
Ou então, apoie nossa revista digital, a Aetherica, através deste link! Ela também traz contos e novidades para você!
Tranquilos Aprendizes de Mestre? Não são todas pessoas que gostam ou preferem mestrar online. Entretanto, para a maioria que faz uso deste meio, é o único jeito de se jogar RPG. Eu mesmo só pude voltar a jogar e mestrar RPG por causa da possibilidade de se fazer isso online. Antes disso fiquei de 2008 a 2017 sem contato direto com o RPG.
Este texto iniciará uma série de textos sobre o assunto e servirá para introduzir o tema. Então não espere muito aprofundamento, mas se sentir falta de algo deixe um comentário que eu responderei e, se for o caso, tratarei num texto futuro.
Conhecendo alguns programas
Para se jogar é necessário ter acesso a alguns programas para isso. Basicamente possuindo um programa que permita a conversa por áudio já é possível se jogar RPG online. Desta forma, programas como meet, zoom e até o skype são possíveis. Entretanto, na minha opinião, nenhum deles supera o discord.
Além de permitir reuniões sem tempo limite e ser voltado para comunidade de jogos, é possível configurar bot para receber os jogadores, tocar músicas, rolar dados, entre outras funções. Com isso, é possível jogar qualquer RPG se utilizando o teatro da mente e, quando necessário, pode-se puxar uma imagem de referência e colar no chat de texto do discord.
Porém, muitos sistemas de RPGs fazem uso e se baseiam em tabuleiros para suas regras e ações. Para isso, e também para se guardar as fichas dos personagens de um modo adequado, podemos utilizar os programas chamados VTTs, ou Virtual Tabletop.
Como exemplos temo Roll20, Fantasy Grounds e Foundry. Alguns desses programas possuem acesso gratuito que será suficiente para você usar várias ferramentas para suas mesas, como mapas, imagens e principalmente, as fichas. Embora tais plataformas permitam usar áudio e vídeo em seus próprios programas, nem sempre eles são bons e confiáveis o suficiente. Preferindo-se utilizá-los em conjunto com o discord ou programa similar.
Facilidades pra se mestrar online
A facilidade mais perceptível que mestrar online tem é o fato de você poder mestrar para pessoas de qualquer lugar do mundo. Havendo conexão, pode-se ultrapassar qualquer barreira geográfica para se jogar RPG. A pessoa pode jogar em qualquer lugar. Já tive jogadores participando de seus trabalhos ou durante o trajeto para casa. Excetuando-se breves interrupções, pode-se jogar enquanto houver conexão.
Depois vem as facilidades ligadas aos programas, como organizar e reunir todas as fichas, anotações e imagens num só lugar. Geralmente com boa quantidade de armazenamento de dados. Há também, dependendo do programa, efeitos visuais e sonoros que é possível colocar em sua mesa para aumentar a imersão. Não é necessário somente a capacidade dos jogadores em imaginar a cena, você mesmo pode aprofundar a imersão com vários elementos disponíveis.
Creio que a facilidade que mais me manteve mestrando online foi a facilidade de se conseguir jogadores. Pois, sem barreiras geográficas, pode-se conseguir jogadores com simples postagens em redes sociais. Eu possuí uma mesa que durante as primeiras sessões sempre tinha um jogador novo e outro saindo. Foi até difícil manter a lógica e enredo da campanha (estavam atrás de um assassino). Porém, como era fácil recuperar jogadores, conseguimos manter a mesa até chegar ao nível 16, concluindo toda a campanha.
Dificuldades do online
A primeira dificuldade e a que mais incomoda é a conexão. Ou a falta dela. Esse problema é tão costumeiro que você pode observar em algumas mesas do Movimento as falhas de comunicação gerada por conexões intermitentes.
Câmeras travando, áudio cortando ou ficando com voz robótica e esse tipo de coisa é muito comum. Isso, porquê, a maioria das pessoas não consegue ter computadores e conexões boas e estáveis. Inclusive tenho jogadores que, se chover, é quase certo que não conseguirá jogar.
Outro fator complicante é o delay nas conversas. A pessoa não consegue ouvir direito e fica esperando a outra terminar, mesmo que isso já tenha ocorrido. Ou então, o mestre faz uma pergunta e um jogador interrompe o outro para responder. Ou também não conseguirem entender direito o que o mestre ou outra pessoas esteja falando, gerando algumas situações cômicas e outras “trágicas”.
Só neste tópico daria para escrever várias linhas listando todos os problemas que já tive por causa do áudio. Porém a falta de vermos os demais participantes agrava eventuais ruídos de comunicação.
Outra questão importante, embora não seja bem um problema, é a necessidade de se preparar mais para sessões online do que para sessões presenciais. Enquanto você consegue mestrar sem música ou efeitos sonoros quando é presencial, isso é quase obrigatório para sessões virtuais. Exemplos de imagens também são quase obrigatórias.
Para finalizar a listagem de problemas, a facilidade da saída de jogadores. Pois como é fácil entrar, também é fácil sair. E demora um tempo até que se consiga fechar um grupo de jogadores coeso e na mesma sintonia (e mesmo assim, alguns jogadores podem se sentirem deslocados).
Porém, em resumo, jogar online tem mais vantagens do que desvantagens e permite que pessoas sem acesso a grupos presenciais (como eu) possam jogar e, no nosso caso, mestrar. Facilitando muito a vida de pais e profissionais com pouco tempo livre para o RPG.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo Pix ou através do Catarse.
Dessa forma, conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos, como participar de mesas especiais em One Shots, de grupos ultrassecretos e da Vila de MRPG!
Ou então, apoie nossa revista digital, a Aetherica, através deste link! Ela também traz contos e novidades para você!
E aí pessoal, tranquilos? Seguindo com mais uma Quimera de Aventuras sobre as expansões de Hearthstone ( jogo de cartas da Blizzard no universo de Warcraft). A terceira expansão do ano da Hidra trouxe uma das mais aguardas classes do Warcraft: o Cavaleiro da Morte.
Entretanto, somente com as cartas lançadas na expansão A Ascensão do Lich Rei não seria suficiente para fazer a classe de Cavaleiro da Morte ser jogável. E também porque não queriam cometer o mesmo erro que fizeram com Caçador de Demônios, o deixando superpoderoso e se sobrepondo às demais classes. Assim, criaram O Caminho de Arthas, onde um conjunto próprio de cartas foi criado.
Por fim, a classe de Cavaleiro da Morte possui duas mecânicas próprias: as Runas e o uso dos cadáveres. Este se obtém quando seus lacaios morrem no tabuleiro. Já as Runas seguem o padrão de Gelo, Sangue e Profano da classe em Warcraft.
Quimera de Aventuras
Gélido Lamento
Boatos de que a arma lendária, Gélido Lamento, foi descoberta num dos lugares mais frios e congelantes do planeta. Várias expedições de mercenários, reis ambiciosos e aventureiros oportunistas foram realizadas. Entretanto, o frio extremo do local congela e mata qualquer um que não esteja extremamente preparado. Apenas loucos e os desejosos em construir um império em cima de muitos cadáveres podem almejar uma arma tão nefasta.
Alguns dizem que até gigantes de gelo e outras criaturas acostumadas com frios rigorosos perecem perante o frio ao redor desta arma mortal. Os cadáveres, dizem, não conseguem descansar e se tornam mortos-vivos raivosos.
Embora não haja um guardião ou possuidor para a arma, uma dragonesa anciã espreita pelas montanhas próximas à arma. Alguns dizem que ela era, em vida, uma dragonesa azul, ou então de gelo. Entretanto isso não importa mais, pois agora ela despeja gelo e morte por onde passa. Seus alvos podem morrer ao primeiro toque de seu hálito gélido.
Castelo de Sangue
Num castelo em ruínas, abandonado em meio a uma floresta escura e vazia, há um vampiro que está há séculos maquinando sua vingança contra os descendentes daqueles que o aprisionaram. Entretanto, de tempos em tempos, alguns aventureiros se perdem (ou são loucos) e se aproximam do antigo castelo.
As proximidades com o castelo demonstram o que aguardará aqueles que conseguirem adentrar a pérfida construção: esqueletos e fantasmas enlouquecidos caçam os vivos atrás de suas preciosas gotas de sangue.
Para aqueles que conseguirem adentrar o castelo, sofrerão ataques contínuos do vampiro. O maior problema é que metade de qualquer dano sofrido pelos aventureiros, mesmo que de armadilhas, irá para o vampiro. Inclusive aumentando o máximo de vida do Senhor do Castelo de Sangue…
Horda Profana
Aqui vamos de um clássico. Uma horda de mortos-vivos avançam sobre vilas, fazendas e estradas. Aqueles que tombam pela fome da horda acabam se erguendo como seus soldados. Aparentemente não há um líder ou criatura poderosa específica. Apenas o caos e destruição gerados pela morte andante de centenas ou milhares de esqueletos, zumbis e outros mortos-vivos corpóreos.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.
Tranquilos pessoal? Hoje falaremos sobre o RPG O Assalto Extraordinário ao Tesouro do Dragão publicado pela Universo Simulado e que está em financiamento coletivo até dia 09/08/2025. Como o próprio jogo se apresenta, ele não é um RPG de alta fantasia mas sim de heist fantasy, ou seja, fantasias de golpes, assaltos e malandragem. Aqui, o golpe e malandragem continuam até mesmo quando os personagens estão contando sobre seus golpes, no melhor estilo de histórias de pescador.
Abertura
O livro se apresenta em quatro tomos. Porém, antes disso, o jogo faz sua Ode à Vadiagem e um conto sobre sorte com um divertido nome. Tudo para iniciar nossa ambientação neste mundo malandro. O jogo não se preocupa em seguir uma lógica linear e até aconselha os mais experientes a nem lerem todo o livro. Principalmente para quem já conhece o Sistema TTT, usado também em Sinistros e Monstros, Super TV Show e outros RPGs. O jogo usa cartas de baralho comum com dois coringas e naipes vermelhos valem 1 ponto e naipes pretos valem 0 pontos. E o objetivo aqui não é conseguir realizar façanhas, mas convencer os outros que você as fez. Assim, quantos mais pontos nas cartas você tiver, mais convincente será sua história. E, claro, como todo bom golpe, é necessário saber improvisar. Então improvise bem o que seu personagem fez ou não para dar o golpe, ou mesmo como ele conseguiu se safar depois de tentar um. O importante é conseguir convencer os demais. E para saber se uma história chegou ou não ao seu fim. Há modelos, organogramas e fluxogramas pelo livro. É só consultar rapidinho e voltar ao jogo, que pode ser moldado conforme a necessidade dos jogadores. Como padrão os golpes possuem 8 cenas, mas podem ter de 4 a 16.
Regras
Como o próprio livro diz: “É preciso conhecer as regras para saber burlar cada uma.” Então, além de explicar como funcionam as cartas e a formação das cenas para o golpe. Há, também, explicações sobre o que são e para que servem as fichas. O qual poderíamos dizer, de um outro modo, que se comportam como a vida do golpista. E isso pode ocorrer ao final das cenas, conforme o risco daquela cena específica. A qual segue uma tabela que corresponde o valor à carta virada. Entretanto, perder fichas não é exatamente como perder vida. Aqui violências, tiros e ferimentos fazem o golpista perder credibilidade com quem está ouvindo sua história. Além disso, fichas podem ser perdidas ao serem usadas para ativar trunfos e truques, que nada mais são que habilidades e poderes.
Finalizando
No Tomo 3 há alguns cenários do Reino dos Baralhos que podem ou não serem sorteados para que se passe a história do golpe. Tais baralhos servem como tabelas de outros RPGs e são usados, também, para determinar Elenco, Situações, os Dragões. Já o Tomo 4 funciona como um capítulo destinado ao mestre, ou Crupiê. Aqui explana-se modos de jogo e formas de lidar com variações dentro do jogo. E é isso pessoal. Quem quiser saber mais do jogo pode apoiar o financiamento coletivo que está no seus últimos dias e só falta bater duas metas extras.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.
Nos dias 21 e 22 de Junho tivemos o DOFF 2025 o maior evento de Board Games e RPG de mesa do Brasil. Hoje falaremos dos expositores da Indie Alley, focando em nosso parceiros.
O espaço físico
A Indie Alley, este ano, estava bem localizada, entre o palco e a loja oficial do evento. Havia bom espaço para se circular, conversar e ver os produtos. A iluminação estava boa e a disposição das tendas das editoras fez com que o lugar parecesse uma feira livre, bem acolhedor.
Na parte central da Alley havia diversas mesas para se jogar. Além de uma grande maquete (chamarei assim, pois amo maquetes). O único porém do local foi o fato do forte frio causado pelos ares-condicionados trabalhando muito. Algo que foi comentado, também, por expositores fora da Indie Alley.
Os expositores da Indie Alley eram Athos Beuren, Black Mamba, Bravura Jogos, Candango RPG, Caçadores de Aventura, Chave Mestra Lab, Clube dos Taberneiros, Coterie da Magia, Cyber Rhino, Daico Studio, Dedalus, Dharilya e Pedro Leonelli, Caleidoscópio, Educa Meeple, Fantastic Hub, IndieVisível Press, Jooo.art, Jotun Raivoso, Kupka Games, Monhangá Jogos, Nozes Game Studio, Oblivion House, Piquinim, Secular Games, South Bird, e Titio Ogro.
Parceiros
Titio Ogro
Alguns de nossos parceiros estavam na Indie Alley e, por coincidência, todos estavam nas pontas da “feira”. Apesar do intenso movimento, conseguimos conversar um pouco com eles. Os quais teceram elogios sobre o local da Alley e sobre o público.
Jotun Raivoso
Nozes
Caleidoscópio
Prêmios e indicações das editoras presentes
Algumas editoras conseguiram figurar entre as melhores nas premiações do evento. Mostrando que não é necessário “tamanho” para se fazer bons produtos.
Motim — Secular GamesIndicado emMelhor Coesão de regras do Goblin de Ouro.
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.
Tranquilos Aprendizes de Mestre? Quebra-cabeças fazem sucesso pois desafiam nossa capacidade de raciocínio e intelecto. No RPG são desafios para os jogadores muito mais do que para os personagens. Entretanto, desafios difíceis demais se tornam chatos e podem trancar uma aventura, enquanto desafios simples demais serão totalmente esquecíveis para seus jogadores.
Conhecendo seu grupo
A primeira questão a ser pensada antes de preparar um quebra-cabeça para seu grupo é o quanto seu grupo é acostumado a eles. Por isso escolha quebra-cabeças simples para grupos desacostumados. Como sugestão simples, deixo ideias de quebra-cabeças de posicionamento de estátuas ou agrupamento e correspondência de itens com cores. Grupos mais preparados podem ser confrontados com quebra-cabeças mais complexos e em várias etapas como puxar alavancas em aposentos separados ou acionamento simultâneos de botões ou similares. Porém, não basta só conhecer seus jogadores. Tens que saber escolher…
Quebra-cabeças condizentes
Os quebra-cabeças são melhores caso eles se alinhem ao tema da campanha, aventura ou da situação enfrentada pelo grupo. Seria muito estranho um quebra-cabeça de inundação no meio de um deserto. Ou um quebra-cabeça muito difícil que parece ser instalado ou mantido por relés bandidos. É interessante seguir o assunto da masmorra. Se é um templo perdido, é legal que o quebra-cabeça seja algo relacionado a deuses ou a religião que construiu aquele templo. Isso não tem muitos segredos ou dicas a serem dadas, mas sim o cuidado de ser condizente consigo mesmo. O que é importante, também, é escolher o tipo de desafio condizente à situação. Vamos ver alguns tipos:
Desafios lógicos: envolvem números e padrões. São uma grande parte dos nossos quebra-cabeças e, talvez, os que mais nos lembramos.
Desafios físicos: são interação com objetos, como alavancas e acionamentos de mecanismos. Podem ser associados a outros quebra-cabeças, como os desafios lógicos.
Desafios sociais: esses possuem uma pegada de alguns RPGs eletrônicos, ao estilo de precisarem conseguir alguma dica ou informação com algum personagem para, assim, descobrirem algo que permitirá que outro NPC possa dar outra informação, passagem ou objeto que o grupo busca. Ou seja, os NPCs são como peças de um quebra-cabeça.
Desafios criativos e/ou éticos: esse aqui é interessante para debates filosóficos ou religiosos dentro do mundo. Seriam algo como o questionamento se você deve ou não puxar a alavanca de um trem para salvar 5 pessoas e, assim, matar uma ou, então, não fazer nada e condenar 5 pessoas à morte.
Exemplos
Para finalizar, vamos a alguns exemplos de quebra-cabeças:
9 Estátuas
Nove estátuas estão num quadrado, dispostas como se fosse num teclado numérico e não possuem linhas diagonais. Ao tocar numa das estátuas, linhas ligando-a as outras estátuas próximas se acendem. Entretanto, quando se mexer numa estátua que esteja com essa linha acesa, ela se apagará. O objetivo é ligar todas as linhas entre as estátuas.
Enigma das cores
Um painel na parede, ao lado de uma porta, possui blocos de diferentes cores. É necessário acertar a sequência para entrar. Para esquentar a situação, você pode por inimigos se aproximando ou que, a cada falha, haja uma rajada ou raio que atinja quem estiver tocando no painel.
A Charada do Tempo
Escolha algumas charadas sobre tempo e horário. Os jogadores deverão marcar os horários no relógio para liberar a passagem. Há várias outros exemplos, mas a questão aqui é direcionar suas ideias para ampliá-las. Aproveitando, pesquise na internet e, assim, você encontrará muitas outras sugestões.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.
E aí pessoal, tranquilos? Seguindo com mais uma Quimera de Aventuras sobre as expansões de Hearthstone ( jogo de cartas da Blizzard no universo de Warcraft). A segunda expansão do ano da Hidra foi o Assassinato no Castelo de Nathria, buscando transpor uma história de Warcraft para as cartas de Hearthstone. E dentro dessa ideia trouxeram a mecânica de imbuir, que é quando os lacaios que morreram no tabuleiro ativam algum efeito de cartas na mão. Outra novidade foi um novo tipo de cartas: os lugares. São cartas que são lançadas no tabuleiro e representam lugares específicos do Castelo Nathria e seus arredores.
Quimera de Aventuras
O grande assassinato
Vamos abordar o tema principal da expansão e criar uma história baseada no assassinato em Nathria: O grupo estava numa grande festa num castelo de um nobre excêntrico e sem descendentes. Quando, entre o jantar e o baile, o nobre é encontrado morto, aparentemente assassinado. Um famoso detetive estava entre os convidados e logo manda os serviçais fecharem o castelo e manterem todos no Grande Salão. Após rápidas conversas com o mordomo-mor Órion e algumas autoridades presentes, o Detetive Murloc os chamam para uma conversa e, se nada de errado for dito, ele pedirá auxílio dos aventureiros na investigação.
Para isso vocês terão que investigar os principais lugares do castelo e descobrir o que houve em cada um.
Canil do castelo: aqui é onde ficam as feras do castelo (e não só cães). Algumas feras estão soltas, demonstrando que o cuidador Aralon esteve fora. Ao chegar está acompanhado de um antigo empregado do castelo (demitido após uma forte discussão com o nobre) e do advogado Nath. Só o advogado fala, alegando que seus clientes não se manifestarão sobre a morte do nobre.
Labirinto de Sebe: um labirinto de plantas controlado pelo dragão-planta Taigar e seus filhotes e uma habitante misteriosa…
Poços de Lodo: saindo do jardim e indo à capela e sacrário, o grupo se depara com diversos poços de lodo com criaturas mortas-vivas neles. Logo as criaturas saem de seus buracos e atacam o grupo. Porém essas criaturas se transformam em criaturas mais fortes (de um nível a mais) a cada dois turnos. Por sorte, elas não podem sair dos poços de lodo.
Cemitério: entre túmulos e fantasmas, o grupo encontra uma renomada ladina se escondendo. Se ela possui algum segredo a revelar, não o fará sem uma boa luta.
Sacrário: aqui o grupo encontra o mordomo-mor conversando com uma espécie de lich. Ao serem vistos, Órion foge e o lich levanta uma horda de esqueletos para enfrentarem o grupo e o detetive.
Capela: na catedral é possível encontrar o irmão “esquecido” do nobre. Chamado apenas de Ceifador, ele parece orar antes do grupo se aproximar. Ele alega que, embora não goste do irmão, não poderia ter feito algo, mesmo se quisesses, pois sofre de uma maldição específica de vampiro: ele só pode sair da capela quando seu irmão permite.
Dos Porões ao Salão
Biblioteca: ao chegarem na biblioteca o grupo se depara com inúmeros diabretes causando o caos no lugar enquanto uma criatura sombria flutua enquanto parece recitar um ritual de um livro.
Câmara das Relíquias: três importantes relíquias foram roubadas (dos Fantasmas, das Dimensões e da Extinção). O ladrão foi o próprio Artífice das relíquias, que alega que o nobre as teria roubado e não que ele as deu de presente como popularmente é dito.
Calabouços: no mais fundo porão do castelo o grupo se depara com uma cena dantesca de corpos mutilados por vários lugares. O responsável está bem visível e não deixará sobreviventes: uma enorme espada mágica inteligente e assassina avança contra o grupo.
Grande Salão: conseguindo escapar com vida. o grupo retorna e precisa auxiliar o Detetive Murloc a decretar o culpado. Os principais suspeitos são a Condessa, esposa do nobre; o Príncipe Renato e o mordomo Órion. Porém, o que Murloc anuncia é que o nobre Barão Nathrio está vivo e arquitetou isso para “resolver” alguns assuntos pendentes com antigos desafetos.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.
Olá pessoal! Neste mês temos poucos financiamentos coletivos. Isso possivelmente se deve à ressaca pós-DOFF, onde muita gente gastou muito dinheiro. Porém nos dias 07 e 08 temos a abertura de vários financiamentos. Acompanhe nossas postagens durante o ano para se informar a respeito.
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo Padrim, PicPay, PIX ou também no Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.
Neste último final de semana (21 e 22 de junho) tivemos o DOFF 2025. E no sábado, graças aos pedidos dos produtores e editoras, ocorreram as premiações de RPG e tabuleiros. Estou falando das premiações do Goblin de Ouro e da Ludopedia.
Goblin de Ouro
O Goblin é o maior prêmio do RPG nacional. Embora não possua a participação popular, conta com uma grade de jurados experientes que consegue analisar, selecionar e, incrivelmente, diversificar as obras participantes e vencedoras do concurso.
Em várias categorias houve empates, técnicos ou não, entre os finalistas. Poucos foram os candidatos que se sobressaíram sobre os demais. Conforme pode ser vista na premiação completa em nosso canal no Youtube. Agora aos finalistas e vencedores:
A Ludopedia é uma premiação com maior participação do público. E neste ano houve uma mudança de critérios, fazendo com que o voto popular se juntasse a análise dos jurados para se formar os indicados e vencedores do prêmio.
Tal mistura, acabou acarretando em algumas escolhas que somaram a popularidade da premiação e os critérios técnicos do júri. Outra observação, é o fato de que há somente quatro categorias destinadas ao RPG e várias outras focadas em boardgames. De qualquer forma, vamos aos indicados, finalistas e vencedores:
Jambô foi a editora que mais recebeu prêmios, 3 goblins de ouro e todos os 4 prêmios da Ludopedia para RPG. Sacramento e Guerra Artoniana receberam 3 prêmios cada. Porém, Kalymba mostrou-se forte e conseguiu 2 estatuetas, inclusive a do maior prêmio do dia.
Mais uma vez um RPG com temática africana é premiado (ano passado foi Mojubá), demonstrando a força que a fantasia africana (se assim podemos chamar) tem para o público e jurados.
A Retropunk está transformando Vaesen numa máquina de prêmios, recebendo mais um este ano. Tendo O Reino Mágico de Baixo da Cama trazido o outro prêmio à editora.
A Capycat também levou um estatueta. Por fim, As 7 Baladas do Oeste – Bandos & Bandidos levou a Nozes Studio à final das premiações da Ludopedia, embora não tenha sido indicada no Goblin de Ouro.
Isso demonstra que, embora a Jambô continue sendo a maior editora de RPG no Brasil, as outras editoras têm se mostrado fortes. E mesmo editoras que podemos chamar de independentes (indies) conseguem fazer produtos merecedores de prêmios.
Ou seja, o RPG brasileiro é grande e vem crescendo. Talvez, daqui alguns anos, consiga atravessar nossas fronteiras de forma coesa e dispute prêmios internacionais.
Caso compre nas lojas de algum de nossos parceiros aproveite nossos códigos promocionais:
Se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse! Conheça nosso serviço, o Lendas de Cerração, e escolha qual é o melhor benefício para você. Inclusive sendo um Patrono do Movimento RPG com benefícios exclusivos.