E aí pessoal, tranquilos? Hoje vamos a mais uma Quimera de Aventuras utilizando o jogo Hearthstone (jogo de cartas da Blizzard ao estilo Magic, que utiliza como base o universo de Warcraft). A expansão Kobolds e Catacumbas faz referência ao nosso conhecido Dungeons and Dragons.
Aqui os aventureiros exploram as catacumbas onde vivem os kobolds pegavela. Assim, a expansão serve de homenagem (e sátira) com o arquétipo mais comum do RPG que é os rastejadores de tumbas e masmorras. Nesta expansão foi a primeira vez que apareceu cartas de armas lendárias, uma para cada uma das 9 classes existentes na época.
Quimera de Aventuras
As quatro magias
No fundo de uma masmorra, depois de uma longa caverna esquecida sob uma montanha em meio a uma floresta densa e úmida, há quatro poderosos itens ligados a cada uma das quatro fontes de magia (Arcana, Divina, Primordial e Ocultismo. Depois de passar por várias armadilhas, guardiões e criaturas, será possível localizar os itens.
O Galho Primordial teria sido feita com parte da raiz da primeira árvore dos deuses. Ela permite que, uma vez por dia, um usuário de magias naturais (geralmente druidas e rangers) possa recuperar todas suas magias, sem qualquer ônus.
Arco da Alma desvenda todos os segredos do ocultismo conforme o usuário a utiliza. Em termos práticos, as magias relacionadas às artes ocultas tem algum descritor em dobro, ou até mesmo são lançadas duas vezes seguidas.
O Cajado Fenomenal permite que seu usuário recupere, após o uso de cada magia, um terço de seu poder arcano, seja recupera de mana ou de espaços de magia. Já o Pingente Dracônico permite que um canalizador de magia divina consiga evocador um dragão dourado adulto transcendental (como um fantasma) para ajudá-lo numa cena de luta, uma vez por dia.
Velas do Fim do Mundo
Uma cimitarra torta pode ser crucial para evitar o fim do mundo (ou causá-lo). Para isso, a igreja da maior religião do cenário, ou então, uma importante ordem de paladinos necessita de auxílio de um grupo importante e experiente como a dos jogadores. Eles devem descobrir onde é a localização atual da cimitarra Ruína dos Deuses, a qual teria sido perdida após ser usada na morte de um deus menos. Entretanto sua descoberta pode ser a causa de um desastre mundial.
A espada possui 60 marcadores mágicos de vela derretida. Cada um deles armazena uma magia temporária que foi lançada sobre ela ou seu portador, inclusive, acumulando os efeitos de magias iguais. Porém, a cada magia acumulada uma entidade chamada apenas de Escuridão fica mais próxima de ser trazida a este mundo. O que ocorrerá se os 60 marcadores forem preenchidos.
Kobolds recrutadores
Kobolds geralmente são fracos, porém o Grande Rei Kobold e o Geomante Imperial Kobold são adversários temíveis e estão reunindo um exército para avançar contra a superfície em busca de todas as gemas que puderem encontrar. Isso seria um problema por si, porém, a cidade grande mais próxima é um centro na confecção de joias.
Investigações preliminares feitas pelo grupo (ou outros aventureiros) informam que o que parecia ataques de kobolds desgarrados se trata de um invasão coordenada com muitas criaturas invocadas, inclusive corruptores, elementais e seres feéricos e mágicos corrompidos.
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Vamos fugir dos monstros por enquanto e aprender que criar aventuras épicas em um cenário de literatura fantástica é uma maneira poderosa de expandir seu worldbuilding e mergulhar profundamente nos mistérios e desafios do mundo que você está construindo. Essas aventuras se tornam os grandes eventos que moldam a história, influenciam civilizações, culturas e os próprios heróis. Ao escrever um mundo de fantasia, é essencial ter em mente que aventuras épicas não são apenas histórias sobre conquistas pessoais, mas sobre mudanças no curso da história de uma terra inteira.
Abaixo, exploraremos diferentes estilos de aventuras épicas que podem guiar os heróis em jornadas de transformação, e ao mesmo tempo, enriquecer a mitologia e cultura do seu mundo literário.
1. Aventuras de Origem
A origem de heróis e vilões costuma servir como base para aventuras épicas. Ao descobrir as raízes de uma linhagem perdida, ou ao desenterrar segredos do passado, os personagens podem moldar o futuro de um reino. Nesse cenário, uma profecia antiga que prevê o retorno de um herói esquecido ou o ressurgimento de uma dinastia pode motivar os protagonistas a explorar catacumbas ou enfrentar inimigos ancestrais. Além disso, essa jornada não apenas aprofunda o passado dos personagens, mas também revela mistérios sobre a formação do próprio mundo, como uma ordem mística esquecida.
2. Exploração de Territórios Desconhecidos
O fascínio por territórios inexplorados e terras desconhecidas alimenta muitas aventuras épicas. Ao explorar continentes distantes, atravessar desertos intermináveis ou descobrir ilhas flutuantes escondidas entre as nuvens, os personagens podem encontrar culturas, espécies e magias até então ignoradas. Essas missões revelam aspectos inexplorados do seu mundo e fornecem ganchos valiosos para a criação de novas culturas e histórias. Por exemplo, a descoberta de um continente que surge a cada mil anos pode expor civilizações perdidas e segredos milenares, enriquecendo o desenvolvimento da narrativa.
3. Missões de Salvação Mundial
Histórias de salvar o mundo ou proteger grandes reinos de uma catástrofe iminente capturam a essência das aventuras épicas. O apocalipse iminente força os personagens a tomar decisões difíceis que podem impactar o destino de milhares de vidas. Por exemplo, uma lua em decadência que ameaça colidir com o mundo pode obrigar os heróis a formar alianças inesperadas com antigos inimigos. Essa dinâmica não só intensifica o drama, mas também explora novas relações políticas e sociais, enriquecendo ainda mais o universo literário.
4. Conflitos Entre Reinos e Batalhas de Guerra
Guerras épicas entre nações formam a base de narrativas que moldam tanto a política quanto a geografia do mundo. As aventuras dos heróis podem focar em evitar uma guerra iminente ou em liderar batalhas decisivas que selarão o destino de várias nações. Cada reino envolvido carrega suas motivações políticas, recursos limitados ou disputas por antigas fontes de magia, o que adiciona uma rica complexidade à criação de personagens secundários e nações. Por exemplo, imagine uma guerra em que uma nação poderosa busca dominar uma fonte mágica crucial para o equilíbrio mundial, enquanto um reino menor resiste com medo de ser completamente aniquilado.
5. Crescimento e Ascensão de Heróis
Histórias de crescimento pessoal e ascensão de figuras comuns a lendas são a espinha dorsal de muitas aventuras épicas. Esse tipo de narrativa mostra a transformação gradual de heróis inexperientes em figuras míticas que moldam o destino do mundo. Por exemplo, a história de um jovem plebeu que herda um artefato mágico e se torna líder de uma resistência contra um império opressor. Esse tipo de narrativa explora como os eventos moldam indivíduos e influenciam o mundo ao seu redor.
6. O Despertar de Forças Antigas
O despertar de forças antigas e o desequilíbrio que isso provoca no mundo é um dos pilares das aventuras épicas. Criaturas poderosas, deuses adormecidos ou artefatos mágicos podem ser redescobertos e causar uma reviravolta em seu mundo. Este tipo de aventura impacta tanto a história quanto a cultura das civilizações envolvidas, pois estas forças podem ser reverenciadas ou temidas. Um exemplo seria o renascimento de uma divindade há muito esquecida, que altera o equilíbrio das forças naturais, obrigando os personagens a buscar maneiras de impedir um colapso mundial.
7. Restauração de Civilizações ou Artefatos Perdidos
O tema da restauração também é central em aventuras épicas. Tramas que envolvem a restauração de um reino destruído, a recuperação de uma relíquia sagrada ou a cura de uma terra devastada criam momentos de esperança e renovação. O conceito de restauração pode envolver tanto a recuperação física quanto espiritual de um lugar, e os heróis podem precisar enfrentar desafios físicos e morais para alcançar esse objetivo. Por exemplo, restaurar uma cidade lendária destruída por uma guerra mágica pode gerar novas disputas entre facções e revelar segredos ocultos.
8. Jornadas Entre Dimensões ou Reinos Paralelos
Aventuras que transcendem as fronteiras do mundo físico adicionam uma camada de complexidade épica. Viagens entre dimensões ou para reinos paralelos oferecem desafios que vão além da simples geografia. Essas jornadas permitem a exploração de conceitos filosóficos e existenciais, e oferecem oportunidades de explorar como a mágica ou as leis da física operam de maneira diferente nesses reinos. Imagine heróis que precisam viajar para uma dimensão onde o tempo corre de maneira diferente, e onde decisões tomadas podem ter impactos inesperados no mundo real.
9. Confrontos com Entidades Sobrenaturais
Enfrentar entidades de poder imenso, como deuses, demônios ou espíritos primordiais, é um dos maiores testes de uma aventura épica. Os heróis não apenas lutam fisicamente, mas também enfrentam dilemas morais e espirituais. Esses encontros frequentemente moldam o destino das nações ou até mesmo de todo o universo, exigindo que os personagens façam escolhas que impactam diretamente o equilíbrio cósmico. Um exemplo criativo seria uma luta contra uma entidade que se alimenta do medo coletivo, obrigando os heróis a combater não apenas o monstro, mas também os próprios sentimentos de terror e dúvida.
10. Conquistas e Unificações
As aventuras de conquista e unificação podem levar os heróis a se tornarem governantes ou líderes, moldando o futuro de grandes regiões. Eles podem precisar unir tribos rivais, assumir o controle de uma cidade caótica ou fundar um novo império em terras selvagens. Essas histórias exploram a construção de poder e a responsabilidade que vem com ele, oferecendo um pano de fundo épico para a narrativa política e social de um mundo. Um exemplo seria um herói que, após derrotar um tirano, deve lidar com as intrigas e traições que surgem ao tentar consolidar sua nova liderança.
Conclusão
Aventuras épicas em um cenário de literatura fantástica não são apenas histórias de batalhas e grandes feitos, mas narrativas que moldam e transformam o mundo ao seu redor. Elas permitem que os personagens impactem o destino de civilizações inteiras, descubram segredos ocultos e enfrentem forças além de sua compreensão. Incorporar diferentes estilos de aventuras épicas ajuda a enriquecer seu worldbuilding, oferecendo aos leitores ou jogadores uma experiência completa e imersiva.
Tranquilos Aprendizes de Mestre? Hoje abordaremos como ter encontros realmente aleatórios. Nada de encontros programados com criaturas do nível exato dos personagens ou que apenas lutarão com os mesmos. Bora testar nossa criatividade.
Há algo de errado com as tabelas usuais?
Não e sim. As tabelas de encontro aleatórios que geralmente existem nos sistemas básicos são bem básicas. Dificilmente demonstram variedade de criaturas para uma região, ou então, quando o fazem, focam em um monte de encontros aleatórios sociais.
E embora isso sirva para por uma luta ou interação social quando se está em meio a uma exploração, pouco ajuda a levar a história para frente. E mesmo assim, facilmente encontros aleatórios podem se tornar maçantes. Por isso vários autores ou mestres buscam, em seus sistemas ou aventuras, diversificar seus encontros aleatórios.
Tais encontros trazem a possibilidade dos jogadores encontrarem mercadores, nobres ou similares para terem encontros amigáveis e não somente combates contra criaturas hostis que por algum motivo resolveram atacar o grupo. Porém mesmo assim os encontros podem não serem diversificados o suficiente.
Não faça só encontros, narre eventos
Uma dica para diversificar encontros aleatórios é não existir qualquer nivelamento dos desafios com o grupo. Possibilite que criaturas fortes e poderosas estejam na mesma tabela que outras que são fracas e facilmente vencíveis pelos aventureiros.
Para o uso de criaturas poderosas eu sugiro que elas desejem alguma informação, tesouro ou serviços em troca de permitir a passagem segura do grupo. Por isso, sua tabela aleatória deverá ter criaturas condizentes com o local e história da campanha.
Já as criaturas fracas, como kobolds, goblins e similares, possibilite que haja um diálogo no combate. Ou então, se o combate for excessivamente desequilibrado, faça com que os jogadores narrem o acontecido, inclusive sobre o destino dos inimigos. Talvez algum jogador queira um pupilo ou um pet vindo dos inimigos. Isso seria algo que potencialmente mudaria a campanha por completo.
Dentre os encontros amigáveis, ponha potenciais mentores, tutores ou aprendizes para seus aventureiros. Quem sabe eles podem aprender uma técnica diferente, encontrar um parente distante ou ter que cuidar do filho de um casal de viajantes a pouco mortos.
O Clima também é importante
Acontecimentos climáticos são algo que geralmente passam desapercebidos e só são observados se alguma magia ou habilidade de um personagem funciona diferente com climas diferentes.
Entretanto, já pensou em usar ter uma nevasca, chuva tropical e até um tornado dentre as possibilidades de sua tabela de encontros? Numa campanha aleatoriamente caiu o tornado. Por um erro de estratégia do grupo, o batedor deles estava muito distante e não conseguiu um abrigo seguro contra o tornado. Por pouco ele não morreu sozinho e sequer seria encontrado (os testes de morte foram 3 positivos contra 2 negativos).
Assim, coisas simples podem impactar fortemente uma aventura ou até mudar o rumo de uma campanha. Aí sim, os encontros deixarão de serem meramente aleatórios e farão parte da história dos personagens.
Uma tabela de exemplo
Para facilitar o uso diferenciado das tabelas pegarei parte de uma tabela que fiz para minha grande campanha em meu cenário. A tabela original tinha 20 possibilidades, essa terá 8. Ao lado do encontro explicarei uma sugestão de uso:
Casal de ursos-corujas estão em busca de um território para fazer seu ninho. eles estão vagando furiosos e, talvez, feridos. E podem não quererem atacar o grupo visto estarem debilitados e ou com foco em algo mais importante (seu filhote). – este encontro é direcionado à causar tensão aos personagens e jogadores. os ursos-corujas não querem lutar, mas qualquer passo em falso do grupo os levará ao combate.
Um gigante, ettin ou outro humanoide monstruoso grande, está dormindo numa pequena caverna ou no ao lado de uma trilha na floresta. Ele está indefeso, sozinho e, aparentemente, não possui qualquer tesouro. – aqui o objetivo é testar a moral dos personagens. Eles farão um ataque “preventivo” ou deixarão um, até então, inocente descansar em paz?
Leões, panteras ou outro tipo de animais estão visivelmente levando comida para uma toca ou similar a fim de alimentar filhotes. – aqui o encontro pode ser algo padrão ou então ter todo um laço emocional. Os filhotes podem aparecer antes ou depois do combate conforme a vontade do mestre.
Uma tropa hobgoblin deseja “proteger” os aventureiros visto ali ser uma região perigosa. Seus personagens estarão dispostos a pagar algo a tais golpistas?
Uma medusa, elfa ou humana parece estar perdida em meio aos ermos. Porém, logo será possível compreender que isso não passa de um fingimento. Se ela for desmascarada atacará o grupo, visto ser muito mais forte que o mesmo.
Chuvas fortes dificultam qualquer movimentação do grupo e pode complicar o caminho a seguir, com enchentes de pequenos rios e desmoronamentos.
Uma névoa densa cobre toda a região, tornando quase impossível se localizar pela floresta. Quaisquer testes de sobrevivência e afins são feitos com desvantagens ou grandes redutores.
Um beholder vagueia por uma clareira quando se depara com o grupo. – este é um encontro com alguma criatura MUITO mais forte que o grupo. Permita que haja possibilidade de fuga, de preferência deixando algo para trás. Porém, negociações, acordos e dinheiro podem ser alternativas para que o grupo não lute contra algo que, certamente, não darão conta.
Esta é uma mera exemplificação do que uma tabela diferenciada permite fazer. Há muitas formas de vocês explorar sua história, inclusive com NPCs com ligação à campanha, para transformar encontros aleatórios em algo relevante e não um combate qualquer.
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Neste Quimera de Aventuras, vamos falar de EPIC: The Musical – A Saga do Ciclope. EPIC é um álbum conceitual baseado na historia da Odisséia de Homero (Que já falamos sobre o primeiro álbum aqui). Mas hoje vamos falar do segundo álbum desse musical conceitual; A Saga do embate do exército de Itáca contra o Ciclope!
Sobre o Musical
Já falamos anteriormente que EPIC: The Musical é dividido em Atos e Sagas. Hoje vamos falar sobre o album A Saga do Ciclope, aonde o exército de Odisseu tem um embate contra o Ciclope Polifemo.
Nossa Visão sobre o Musical (Pode conter spoilers!)
EPIC é um musical muito gostoso de ouvir, tanto pela qualidade das músicas quanto pela qualidade da comunidade. Mas nesse album, diferente de boa parte das músicas da Saga de Troia, as coisas começam a ficar tensas.
Todo o álbum tem um clima bem diferente, já que esse é um album de divergências entre Odisseu e Atena, após uma decisão vinda do herói. É um album mais épico, mas também mais denso.
Apenas um simples criador de ovelhas, o que poderia dar errado?
Quimera de Aventuras
Nessa seção, vamos dar ideias para mesas usando o musical como refêrencia!
Cenários e Sistemas
Qualquer sistema e cenário voltado para fantasia pode servir para fazer uma aventura baseada na Saga de Troia. Principalmente sistemas que tenha mecânicas ou possibilidades de guerra. Mas quero trazer luz a um sistema voltado para mitologia Grega, AGON que estava previsto para ser trago pela Editora Vanishting Point. Que é pensado para simular histórias épicas da mitologia.
Partes das Aventuras baseadas nas músicas
Polyphemeus: Após o fim da parte anterior, o exército dos personagens entram na caverna apontada pelo Lotófagos. E encontram diversas ovelhas, mantimentos e riquezas praticamente intocavéis. Depois de alguns minutos, o dono dessas coisas aparece; O Ciclope Polifemo. A príncipio ele conversa com os personagens, mas caso tenham mexido em suas coisas ou, pior ainda, matado uma de suas ovelhas, o ciclope estará menos amistoso. Os personagens podem tanto negociar com o ciclope ou enfrentar ele diretamente. Uma boa jogada é oferecer vinho com a flor de lótus dos lotófago.
Survive: Após a negociação com o Polifemo não dar tão certo, caso tenham mexido nas coisas dele, o Ciclope ataca o exército dos personagens. Ele começa por baixo, mas ao se armar de um tacape, ele começa a arrastar o exército dos personagens. Caso tenha bebido o vinho com a flor de lótus, em pouco tempo Polifemo cai no sono, mas não sem ter levado alguns soldados.
Acertar o olho é covardia.
Remember Them: Depois que o ciclope cai no sono, os soldados se unem e fazem uma arma perfurante para cegar o ciclope. Ele cego, é derrotado e o exército precisa fugir antes que os demais ciclopes apareçam.
My Goodbye: Dependendo das ações dos jogadores, Atena ou o equivalente a ela aparece e julga as ações. Baseado no julgamento dela em Warrior of The Mind, ela continua ou abandona os jogadores.
Conclusão
A Saga do Ciclope é o primeiro ponto crítico da saga de EPIC, Odisseu lida com sua primeira falha, e caso faça uma aventura baseada no album, deixe isso claro na dificuldade que os jogadores tem ao enfrentar o ciclope. Espero que tenham florescido as ideias lendo acima e boa jogatina!
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O tempo pode ter fechado na última matéria, mas nada nos impedirá de aprender que criar monstros e criaturas únicas para um mundo de RPG é uma das partes mais divertidas e desafiadoras da construção de um cenário. Eles são essenciais para enriquecer a narrativa, representar ameaças ou aliados inesperados e provocar emoções nos jogadores. Além disso, essas criaturas podem servir como metáforas para aspectos do mundo, como seus medos, lendas e até mesmo as suas culturas. No entanto, para que esses seres tenham impacto na história, é necessário construir suas características de maneira coerente e criativa. A seguir, vamos explorar 10 tópicos que podem te ajudar a criar monstros e criaturas fascinantes para o seu mundo de RPG.
1. Origem do Monstro
Todo monstro precisa ter uma origem clara. Ele pode ter sido criado por um experimento que falhou, surgido das forças naturais ou sempre feito parte do mundo. Por exemplo, uma criatura gigante e incontrolável pode ter sido gerada a partir da fusão entre a magia ancestral e o poder destrutivo de uma catástrofe natural. Assim, ela se torna um símbolo do equilíbrio entre o caos e a ordem.
2. Função no Ecossistema
Monstros e criaturas precisam desempenhar um papel claro no ecossistema do mundo. Eles podem agir como predadores, presas ou até viver de maneira simbiótica com outras espécies. Por exemplo, imagine uma criatura subterrânea que, apesar de perigosa, é essencial para fertilizar as terras ao escavar túneis profundos. Assim, isso pode gerar dilemas morais para os heróis, que precisam decidir entre enfrentá-la ou preservar seu papel ecológico.
3. Habilidades Sobrenaturais
Criaturas fantásticas geralmente possuem habilidades extraordinárias. Elas podem manipular os elementos, demonstrar força descomunal ou até influenciar a mente dos outros. Por exemplo, uma criatura que uiva para a lua cheia controla as marés dos oceanos. Assim, isso acrescenta um desafio não apenas físico, mas também estratégico para os personagens, que precisam lidar com as consequências de seus poderes.
4. Mitologia Local
Os monstros frequentemente se tornam o centro de lendas e mitos no mundo criado. Eles podem ser adorados, temidos ou até reverenciados como divindades. Por exemplo, uma fera mítica que habita o pico mais alto de uma montanha é vista como uma divindade pelos povos locais. No entanto, para outros, ela representa apenas um grande desafio a ser superado. Assim, isso traz diferentes perspectivas sobre seu papel no mundo.
5. Interações com a Civilização
As criaturas podem interagir com as civilizações de maneiras variadas e impactantes. Elas podem tanto evitar grandes cidades quanto atacar vilarejos indefesos, dependendo de sua natureza. Por exemplo, uma criatura que só se manifesta em áreas urbanas abandonadas pode surgir como consequência do descaso com os antigos espíritos da natureza. Isso poderia transformar a reconstrução ou preservação ambiental em um tema central, obrigando os heróis a encontrar um equilíbrio entre o progresso humano e o respeito pelos elementos naturais.
6. Fraquezas e Vulnerabilidades
Assim como os heróis, monstros também devem ter fraquezas. Essas fraquezas podem ser físicas, mágicas ou psicológicas. Um monstro que se alimenta de medo, por exemplo, pode ser derrotado por aqueles que conseguem manter a calma e a coragem. Esse detalhe transforma o encontro com a criatura em algo mais do que apenas uma luta física, exigindo dos jogadores estratégia e controle emocional.
7. Aparência Física
A aparência de uma criatura pode ser tanto um reflexo de seu ambiente quanto uma pista sobre suas habilidades e fraquezas. Por exemplo, a pele coberta por limo, as garras longas e os dentes afiados de uma criatura que vive em pântanos podem indicar que ela é uma caçadora ágil. Além disso, isso sugere que o terreno pantanoso é o seu território de vantagem.
8. Influência na Geografia
Os monstros colossais podem até mesmo moldar a geografia do mundo. Talvez montanhas inteiras tenham sido derretidas por um dragão com seu fogo, ou ilhas tenham sido erguidas por uma criatura marinha gigantesca ao surgir das profundezas. Além disso, esses detalhes podem dar um peso épico à presença de tais monstros no cenário, afetando diretamente as escolhas estratégicas dos jogadores.
9. Evolução e Ciclo de Vida
Pensar no ciclo de vida das criaturas adiciona profundidade à criação. Um monstro pode se tornar mais perigoso na fase adulta, enquanto sua forma juvenil pode ser manipulada ou até capturada. Imagine, por exemplo, um monstro cujas crias pequenas são usadas como fonte de energia mágica, mas que, ao atingirem a idade adulta, se tornam incontroláveis e começam a caçar seus antigos capturadores.
10. Personalidade e Inteligência
Nem todo monstro age de forma irracional ou puramente violenta. Alguns exibem extrema inteligência e até possuem personalidade própria. Isso possibilita a criação de criaturas com as quais os heróis podem negociar, formar alianças temporárias ou que seguem seus próprios objetivos e motivações. Um exemplo seria um golem que, criado para proteger um templo, desenvolve consciência e agora escolhe, por conta própria, quem ou o que proteger.
Conclusão
Criar monstros e criaturas para o seu mundo envolve muito mais do que simplesmente definir o quão perigosos eles são. É essencial integrá-los ao mundo de maneira que suas origens, papéis e motivações sejam coerentes e contribuam para a narrativa. Além disso, ao usar habilidades sobrenaturais, mitologia, geografia e interações com os personagens, você cria criaturas únicas e memoráveis. Pensando nesses detalhes, você transforma encontros com monstros em experiências emocionantes e imersivas para seus jogadores, tornando o seu mundo de RPG muito mais rico e intrigante.
Viagens no tempo e RPG, Aprendiz de Mestre! Quem nunca sonhou em voltar no tempo? Alterar o passado, para melhorar o presente, e o futuro? Vamos nesta viagem temporal de sentido único (será?), rumo ao futuro!
Após falarmos de criar situações de discórdia, Vamos explorar o universo. Até onde sabemos, a única viagem no tempo possível é para o futuro. Como nós vivemos, todos nós, um segundo de cada vez, uma hora de cada vez, um dia de cada vez. Até o último dia, última hora, último segundo.
Todavia, no nosso querido hobby, NÃO precisa ser assim. Já pensou em …
Viagens no tempo…
Para o passado, primeiro? Na cultura pop, temos filmes clássicos como:
Em algum lugar do passado… – a procura de um grande amor
De volta para o Futuro – uma super conhecida trilogia, em que um carro é uma maquina do tempo!
A Máquina do tempo – os clássicos livro e filme, já com remakes, escrito por H G Wells
O Exterminador do Futuro — uma máquina assassina, tenta impedir um nascimento, já produzidos filmes, séries, animes, videogames
Vingadores – Ultimato – Porque Super-heróis também viajam no tempo, não sabia?
Um conto de Natal, livro e filmes, escrito por Charles Dickens – passado, presente e futuro
Mas e se eu quiser viajar para o futuro?
Bem, algumas obras também abordam essa questão. Você vai perceber que algumas, você já viu antes (será um déjà vu? Ou uma falha na Matrix?)
A Máquina do tempo – os clássicos livro e filme, já com remakes, escrito por H G Wells
Um Século em 43 minutos – filme – H G Wells viaja para o futuro, na caçada de um notório assassino!
De volta para o Futuro – uma super conhecida trilogia, em que um carro é uma maquina do tempo!
Um conto de Natal, livro e filmes, escrito por Charles Dickens – passado, presente e futuro
Entretanto, viagens no Tempo e RPG, podem gerar aventuras?
Você já percebeu que podem, e como podem. Os exemplos você já tira dos citados acima, e te lembro que até na Turma da Mônica, o Franjinha inventou uma máquina do tempo.
Alguém pensou em Doctor Who?
Sem falar na série de jogos Assassins Creed, e filmes como Efeito Borboleta.
Usar RPGs de fantasia urbana, como Urbana Bellica, Delta Green, 3DeT.
Então, o Mestre pode criar uma equipe de viajantes no tempo, ou uma polícia contra viajantes do tempo, com missões de:
Salvar alguém de um acidente
Frustar um assassinato
Assassinar alguém que será um monstro quando adulto, ainda bebê.
Impedir que uma máquina do tempo seja criada
Destruir uma máquina do tempo que foi inventada
Roubar os planos para criar uma máquina do tempo
Sinceramente, eu NÃO gosto do enredo de viagens no tempo
Isto é uma impossibilidade física. Acaba virando um Deus ex Machina.
Você pode fazer o tempo passar mais “devagar“, com a teoria da relatividade de Einstein:
Tudo no Universo se move a uma velocidade distribuída entre as dimensões de tempo e espaço. Para um corpo parado, o tempo corre com velocidade máxima. Mas quando o corpo começa a se movimentar e ganha velocidade na dimensão do espaço, a velocidade do tempo diminui para ele, passando mais devagar.
Você pode entrar em sono criogênico, ou criogenia humana, é um processo que consiste em reduzir a temperatura do corpo para que ele possa ser preservado por longos períodos de tempo, entrando em hibernação, e assim reduzindo muito o metabolismo. Alguém assim dormiria por um ano para nós, mas para o “dorminhoco” seria apenas uma noite de sono normal.
Se é assim, o que posso fazer para utilizar este tema de Viagem no tempo?
Isto não me impede de fazer uma trama em que os jogadores pensem que estão viajando no tempo, assim como seus antagonistas, mas no final revelar que :
Estão num mundo de realidade virtual, que simula tudo que viram, ouviram, cheiraram, sentiram.
Estão viajando por universos paralelos, e que na verdade seu universo original continua lá, o que eles mudaram foi o futuro de outras versões de seu próprio mundo
Estão como prisioneiros de um mestre dos sonhos, um super computador que os aprisionou nesta fantasia de viagens temporais, em um mega sonho compartilhado
Continuemos nossa viagem pela Quarta Dimensão – o Tempo
Todavia, nós NÃO podemos vê-lo. Nem sentir, com nossos 5 sentidos.
Mas podemos medir e perceber sua passagem.
Por enquanto é isso, Aprendiz de Mestre. Obrigado por compartilhar o seu tempo comigo com este POST.
Até a próxima Viajantes do tempo. Que vocês tenham tempos felizes. (E não tempos interessantes, como diz a praga chinesa …)
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E aí pessoal, tranquilos? Hoje vamos a mais uma Quimera de Aventuras utilizando o jogo Hearthstone (jogo de cartas da Blizzard ao estilo Magic, que utiliza como base o universo de Warcraft). A expansão Cavaleiros do Trono de Gelo é baseada num “what if”, ou seja, em versões alternativas de uma história canônica do cenário de Warcraft.
Nesse “e se”, é imaginado como cada um dos heróis de classe de Hearthstone seriam se eles tivessem sido corrompidos e se tornado o Lich King. Foi a introdução de cartas de heróis, onde, ao se jogar a carta, ela substitui seu herói e o poder deste. Agora passamos a uma ideia de aventura ou campanha para cada uma dessas cartas de heróis.
Quimera de Aventuras
O Druida Pestilento
O maior arquidruida conhecido, o Guardião das Florestas, cujo nome é oculto ante sua função milenar protegendo a natureza, se corrompeu. Sua antiga floresta agora despeja insetos venenosos e crias grotescas sobre as vilas e cidades próximas. Muitos foram os que faleceram vitimados por grandes aranhas e besouros venenosos e famintos.
Alguns aventureiros vão à floresta para descobrir o que houve. Entretanto a descoberta é terrível, o Guardião das Florestas se tornou o Arquidruida Pestilento e reúne um exército de aranhas de várias dimensões, besouros de vários tamanhos e funções além de alguns mortos-vivos e outras criaturas venenosas. Tudo isso, para rumar contra a civilização conhecida, transformando os seres sencientes em carniçais purulentos e cheios de veneno. Será que o grupo conseguirá obter tais informações e retornar a tempo para convencer as autoridades do reino que devem declarar guerra à natureza?
Zumbichos
Um cientista, Dr Putricida, se embrenhou pelas matas para fazer seus experimentos com animais. Infelizmente a maioria dos experimentos não sobreviveram e, para não perder tanto material disponível, o cientista passou a unir partes de animais vivos com os restos mortos de seus experimentos.
Um renomado caçador da região anunciou que investigaria o ocorrido e traria o cientista para ser julgado. Infelizmente semanas se passaram e o caçador não retornou. Acreditando no pior o nobre local contratou os aventureiros para eliminarem qualquer ameaça no lugar, seja bichos zumbis, seja o cientista. Porém, antes de enfrentar o cientista, o grupo deverá derrotar seu grande campeão: o caçador transformado num zumbi senciente e que invoca zumbichos como seus companheiros animais.
A Rainha de Gelo
Um proeminente maga enlouqueceu após encontrar uma estranha coroa. Tempos depois a região onde ficava sua torre se tornou um vale gélido cheio de elementais de água e gelo. Os aventureiros dispostos a enfrentar o forte frio se depararão com muitos mortos-vivos e elementais até chegarem à torre. Onde avistarão uma imponente dragonesa morta-viva servindo de guarda-costas da Maga do Gelo.
O Paladino Ressurgido
Um grande mal se levantava nos confins do mundo até que um dedicado paladino conhecido como Lâmina de Ébano reuniu um pequeno exército e rumou contra esse mal. Um sobrevivente relatou que o paladino conseguiu derrotar a criatura, mas ao preço de quase todo seu exército e da sua própria vida.
Exatamente um ano depois um grupo de mortos vivos passam a atacar vilas e povoados a partir do local do combate. Segundo sobreviventes o líder se parece com uma versão corrompida do antigo campeão Lâmina de Ébano e clamava por encontrar seus quatro generais cavaleiros. Estudiosos de um monastério, ao saberem dessas histórias, informaram ao rei que há uma profecia de que o fim do mundo ocorreria quando houvesse quatro cavaleiros da morte.
Para evitar isso o rei comandou seu exército contra o antigo campeão. Infelizmente, tornou-se o primeiro cavaleiro da morte ao ser derrotado. Agora, o desespero tomou conta de todos daquele reino e muitas bandeiras de aventureiros rumam contra o Lâmina de Ébano para, infortunadamente, aumentarem as legiões do inimigo.
Porém, ainda há esperança visto os outros três cavaleiros ainda não terem sido encontrados ou descobertos…
O Vampiro Alto Sacerdote
Um grupo de alto nível derrotou um lorde vampírico, porém apenas o clérigo sobreviveu e resolveu sepultar seus companheiros de batalha e tomar o castelo para si. Porém o tempo foi-lhe corrompendo e agora ele mesmo se tornou um poderosíssimo vampiro com a habilidade de sugar a vida de seus inimigos (como um vampiro) até mesmo com suas magias.
A Assassina das Sombras
Um contra espião do reino informou que uma mítica assassina foi contratada para matar o rei a qual o grupo trabalhar, serve ou tem fortes ligações. O grupo deverá protegê-lo até que consiga derrotar a assassina ou encontre outra solução. Além dela ter um nível de combate e furtividade digna de deuses, também possui uma arma letal com muitas propriedades e que pode matar ao primeiro ferimento.
A Reencarnação complicada
O grupo conseguiu localizar um xamã com capacidade de lançar reencarnação num aliado falecido. Entretanto, durante o ritual da magia, algo ocorre e todos os membros do grupo se transformam em outras criaturas. Infelizmente o xamã não sabe o que aconteceu de errado e não tem ideia de como resolver isso, porém pensa que sua mãe, uma bruxa velha que se esconde em meio a montanhas longínquas, possa saber algo a respeito.
Demônios sempre voltam!
Um necromante carniceiro destronou a rainha e agora a capital está sob seu domínio. Porém, falta-lhe poder para se consolidar como governante em todo o reino. Os aventureiros deverão armar um plano de invasão para passar pelos guarda-costas humanoides, mortos-vivos e demoníacos e acabar com o necromante. Porém, isso tudo deve acontecer num único dia, visto que o necromante consegue trazer de voltar todos seus lacaios ao início da noite.
E a Horda vem de novo…
Mais um chefe orc quer fazer seu nome frente a humanos, elfos e anões. Para isso ele possui uma poderosa arma que causa dano e enfurece todos ao seu redor. Isso permite que seu grupo de bárbaros sangrentos avancem ferozmente contra os oponentes, sendo quase impossíveis de derrotarem. Inclusive magias de controle mental ou similares se tornam inócuas perante o poder desse novo chefe orc.
A Marcha dos Mortos-vivos
Nada mais clássico que um grande exército de mortos-vivos invadindo e acabando com reinos! Então use o Lich King e sua Gélido Lamento para cavalgar em suas montarias mortas-vivas (seja em cavalos ou dragões) e destruir toda a vida existente. Ele não quer domínio nem bens ou recursos, seus únicos interesses são a morte e o medo de seus inimigos: os vivos.
Para isso contará com príncipes vampíricos, abominações, esqueletos, teriantropos amaldiçoados, sacerdotes, cientistas loucos e uma miríade de criaturas que estão fazendo tempo extra sobre o mundo.
*
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Olá aventureir@s, estou eu novamente aqui, Victor Alonso no Aprendiz de Mestre. Hoje venho relatar um fato e salientar a importância de se ouvir bem seus jogadores. Pois bem, este fato ocorreu aqui mesmo no Movimento RPG, foi divertido e, de certa forma, pôde vir a contribuir com o plot da aventura.
Pois que, estávamos entrando numa cidade e um querido Bardo nos chamou para entrar numa taverna. Lá nos deparamos com um lugar ostentoso e cheio de luxo e riqueza. Meu personagem, um ladino, ficou atônito com o lugar e ouviu o Bardo pedir para a garçonete uma rodada para todos ali.
Eis que meu Ladino pergunta: “Você pediu o quê?” e o Bardo retruca: “Algum problema?”. Meu Ladino, percebendo que talvez ofendeu o Bardo desconversa, mas com o passar do tempo percebe todos os garçons saindo do balcão com as mão lotadas de canecas e distribuindo-as por todas as mesas. Pronto, a ficha do Bardo caiu: ele acidentalmente havia pedido, com o movimento das mãos, uma rodada para todos dentro da taverna.
Então o Narrador recebe uma pergunta: “Todos mesmos?”. Não me recordo quem perguntou, pode até ter sido eu, mas dessa forma e nesse instante o Bardo diz que não pediu para todos na taverna e sim para todos na mesa. Porém, tanto narrador como outros jogadores haviam entendido o mesmo. Então, neste caso, não foi o Narrador que não ouviu direito e sim o Jogador que não percebeu o que estava realmente pedindo.
Escute bem o que você diz
E assim a confusão se fez! Vejam bem, não deu briga nem nada, mas estava ali um imbróglio totalmente novo e fora da imaginação do Mestre acontecendo de forma natural e totalmente orgânica. Isso me fez pensar neste tema para hoje!
A dica que venho dar é conheça as fichas que estão na mesa, se está narrando preste atenção em tudo que os jogadores dizem, pode acabar virando ótimas histórias e até quem sabe algo mais.
Além disso, também vos digo, aproveitem cada brecha ou sinalização dada pelos seus jogadores em on ou off. Lhes garanto que se eles perceberem você utilizando elementos dados por eles, a história ganha e eles se tornarão cada vez mais engajados e inseridos no contexto da aventura em questão. E sabemos que engajamento nem sempre é fácil de se conseguir dos jogadores. Então mantenha sua atenção sempre ativa e aproveite o conceito de Percepção Passiva do RPG para a sua vida como Narrador/Mestre, isso vai ajudar bastante.
Dito isso caio numa coisa talvez bem batida, pense suas aventuras, mas não conclua nada. Deixe a história rolar por si só e você, caso não narre ainda mas gostaria de fazê-lo, atente para isso como jogador. Preste atenção no que diz, como diz e no que o narrador apresenta, e se engaje com a narrativa, com o mundo e seus mistérios, foram todos pensados com tempo e carinho pelos Mestres.
Faça anotações
Anote sempre que der e até grave. Esse momento em questão, virou um momento de muito riso e diversão. Entretanto poderia ter se tornado em desespero se um jogador inexperiente estivesse a frente do personagem que talvez não tenha como pagar. Digo isso porque essa aventura ainda está em curso no momento que escrevo esse texto e continuará em breve, assim saberemos se essa conta da taverna foi ou não paga.
Tanto Mestres como Jogadores devem se manterem fiéis a história, é verdade, mas esse exemplo mostra como as vezes a história ganha vida própria. Aproveite isso, será no mínimo interessante, divertido e talvez até épico, só depende de vocês para a magia do RPG acontecer.
Conlusão, a Mesa fala, escutem ela, tudo fará sentido no fim da história.
Fico por aqui, hoje foi curto mesmo, mas não poderia deixar essa história passar. Espero que ajude na dinâmica de vocês para se tornarem Mestres ou melhorarem sua mestragem, um grande abraço e que os dados sejam sempre favoráveis. Não deixe de conferir outros textos do Movimento RPG e da Liga das Trevas e Aprendiz de Mestre
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O telefone preto e Outras Histórias – é um livro de contos, sendo que um deles foi adaptado para o cinema, como ” O telefone preto”, combina perfeitamente com sexta-feira 13. Pela Produtora Blumhouse. Editora Harper Collins. Anteriormente publicado no Brasil como “Fantasmas do Século XX”.
Escrito por Joe Hill ( filho de Stephen King, na verdade – olha a foto:), e tradução por Ulisses Teixeira.Joe Hill, filho de Stephen King, a cara do pai
O telefone preto
O conto original é bem curto. Foi MUITO aumentado em volume, personagens e eventos para se transformar no filme de sucesso que assistimos.
Apesar disso, não diria que foi “apenas” adaptado para tela grande, foi melhorado mesmo. Como conto, achei mediano, sinceramente.
Há estórias melhores e piores que o Telefone preto …
No mesmo livro de contos. Vamos citar todas aqui e agora.
Melhor estréia de terror
Fantasma do Século XX
Pop ART
Você ouvirá o canto do gafanhoto
Os filhos de Abraham
Melhor que lá em casa
O telefone preto
Entre as bases
A capa
Último suspiro
Natureza morta
O café da manhã da viúva
Bobby Conroy volta dos mortos
A máscara do meu pai
Internação voluntária
Agradecimentos (há um conto a mais escondido nos agradecimentos)
Nesta edição de contos…
O telefone preto e outras histórias
Alguns eu gostei muito, outros acho que nem fariam falta (embora o escritor da introdução, no livro, discorde de mim).
O que gostei, e o que não gostei:
Melhor estréia de terror – nível Além da Imaginação, e com dois plots no mesmo conto. Gostei muito.
O fantasma do Século XX – mais como uma homenagem a sétima arte, do que uma boa estória.
Pop ART – talvez haja uma metáfora que não entendi muito bem. Não curti.
Você ouvirá o canto do gafanhoto — muito bom, uma homenagem a Kafka, um manifesto anti bullying, terror, muitas pautas que achei bem amarradas num único texto. Excelente.
Os filhos de Abraham – um exercício de imaginação e homenagem a Drácula. Eu não gostei do resultado final.
Melhor que lá em casa. — Agridoce. Um pouco panfletário demais pro meu gosto. Médio.
O telefone preto – o prato principal da coletânea me decepcionou um pouco. Não que seja ruim, mas o filme é muito maior e melhor.
Entre as bases – Eu gostei bastante deste.
A Capa – todo vilão tem um passado. Um motivo para se tornar o que é. Este foi um bom exemplo. Gostei.
Último suspiro – mais um bem típico de Além da Imaginação. Bem do meu gosto.
Natureza morta – boas ideias podem estar em textos curtos, de apenas 2 páginas. Gostei dessa curiosidade.
O café da manhã da viúva – eu gostei, de uma forma estranha, que não sei explicar. Acho que era isso que o autor queria causar.
Bobby Conroy volta dos mortos – homenagem a George Romero e Robin Williams. Eu gostaria que fosse menos clichê. Não gostei.
A máscara do meu pai – mais um que gostei, mas causou certa estranheza. Achei médio.
Internação voluntária – um dos melhores está no final. Aborda questão de autismo e exclusão, mas não achei panfletário. Mais um que achei as diferentes pautas bem amarradas num conto de terror, todavia senti muita influência de Stephen King.
Agradecimentos – achei que foi plágio de um dos contos do pai. Não reclamo, visto ser um extra, mas achei sofrível mesmo.
Fique a vontade para discordar.
Como você deve ter notado,…
Eu não sou um escritor profissional,
Mas talvez haja algumas coisas nesta coletânea que eu e você possamos fazer melhor, em 317 páginas de papel Pólen.
Observe que em outras resenhas, eu coloco pontos fortes e fracos de certos jogos e/ou RPGs.
Se você é um fã de Stephen King, como eu, vai perceber influência importante em alguns pontos, embora o autor tente se distanciar no estilo em outros.
Dentre alguns trechos de Stephen King que mais gosto, coloco:
” … Fulano é incapaz de achar o próprio traseiro com as 2 mãos livres e uma lanterna..”
“… Se há um sujeito puramente mais idiota que um novaiorquino, é um sujeito de Nova Jersei…”
” …Mais inglório que morrer na explosão de uma esterqueira…”
Não achei passagens tão espontâneas neste livro de contos, mas achei que passou perto.
Até breve, querido RPGista, leitor, ou mestre. (Ou escritor/crítico literário …)
E uma Sortuda e Feliz Sexta-feira 13…(afinal, o que mais pode dar errado?)
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Song of Nunu: A League of Legends Story (A Canção de Nunu: Uma História de League of Legends, em tradução livre) é um jogo de plataforma lançado em 2023 pela Tequila Works e publicado pela Riot Forge, antigo braço indie da Riot Games (League of Legends, Valorant). No jogo, controlamos Nunu, um personagem do famoso MOBA League of Legends que busca um item conhecido como O Coração do Azul, e deve viajar pela região conhecida como Freljord em busca deste item com seu companheiro, o Yeti Willump.
Sobre o Jogo
Song of Nunu é um jogo que tem suas raízes nos antigos jogos de plataforma do Playstation 1 e 2, como Ratchet & Clank, Jak & Dexter e Sly. Os dois personagens são extremamente carismáticos e tem uma sinergia muito divertida pelo jogo. Quando fora das costas do Yeti Willump, você controla o menino Nunu. O jogo é mais focado em cenas de puzzle e em encontrar a melhor maneira de atravessar um local especifico.
Há combates e boss battles, mas o verdadeiro charme do jogo está em ser um jogo de plataforma e puzzle. Baseado nele, trazemos as fichas de ameaça para os protagonistas, Nunu & Willump, a ficha da principal antagonista do jogo, a Rainha Gélida Lissandra e regras de devoção para os semideuses de Freljord, Anivia, Orrn e Volibear.
Os Protagonistas
O Garoto e seu Yeti são amigos inseparáveis.
Nunu & Willump ND 11
“Qualquer aventura é melhor com um amigo!” Um garoto que queria provar que é um herói, acabou se aproximando de uma criatura temível… A príncipio. Porém, tanto o garoto quanto a criatura acabaram se tornando amigos, unidos por um golpe por aventuras e bolas de neve. Nunu & Willump andam por Freljord, desvendo o ambiente e procurando a mãe do garoto Nunu e do artefato que pode ajudar a encontrá-la; O Coração do Azul. Humanoide (humano) Pequeno Solo Iniciativa+11, Percepção +8, habilidades Defesa32, Fort+20, Ref+11, Von+16, resistência a magia +5, redução a frio 10 Pontos de Vida610 Deslocamento9m (6q), montado 12m (8q)
Corpo a Corpo Duas garras +28 (3d6+14 mais 1d12 de frio) e Mordida +26 (2d6+18 mais frio) Á DistânciaBola de Neve x3 +26 (2d8+12, impacto mais 2d6 pontos de dano de frio)
Eu e Você, Juntinhos Nunu luta montado no Yeti Willump, que é um parceiro montaria Grande. Ele passa automaticamente em testes de Cavalgar para não cair de Willump quando sofre dano, e não sofre penalidades para atacar à distância enquanto montado. Se cair das costas de Willump, Nunu não pode fazer os ataques corpo a corpo, todas as suas resistências diminuem pela metade, ele perde a sua resistência a magia e todas as habilidades abaixo até voltar ao Yeti. O Garoto e Seu YetiQuando fazem um teste de resistência, Nunu & Willump rodam dois dados e escolhem o melhor resultado. Chamado de Freljord (Livre) Uma vez por rodada, Nunu & Willump recebem +6m de deslocamento e +2d12 em rolagens de dano corpo a corpo. Recarga (acertar dois ataques de Garra). Consumir (Livre)Quando leva um alvo Animal ou Monstro Pequeno ou menos a 0 PV ou menos com um ataque de Mordida, Willump pode consumir a criatura. A criatura é morta automaticamente e Nunu & Willump curam 2d12 pontos de vida para cada pontos de ND da criatura. A Maior Bola de Neve de Todas! (Completa) Nunu e Willump andam o dobro do seu deslocamento enquanto construem uma bola de neve (Mesmo que o terreno não tenha neve, a dupla gera gelo mágico),. A primeira criatura no caminho de Nunu & Willump é atingida pela bola de neve, recebendo 6d6 pontos de dano de frio mais 1d6 para cada 1,5m percorrido pela dupla. Recarga (Atingir um alvo com um ataque de Bola de Neve). Zero Absoluto (Completa) Nunu & Willump canalizam uma nevasca ao redor deles que dura 3 rodadas. Durante esse tempo, eles ficam imóveis e a área em um raio de 9m ao redor deles se torna terreno difícil e ele recebem 3d12+14 PV temporários. Caso eles percam todos os PV temporário, sejam empurrados ou usem uma ação livre, a nevasca explode e inimigos dentro do raio sofrem 6d6+10 pontos de dano de frio mais 3d6+5 para cada rodada que Nunu & Willump canalizaram a nevasca (Fortitude CD 31 reduz à metade). Recarga (Completa).
Svellsongur (conta como um Instrumento musical), equipamento de viagem.
Tesouro
Nenhum
A Antagonista
Por qual motivo a rainha gélida está atrás de um simples garoto?
Lissandra, A Rainha Gélida ND 17
“Enterrarei o mundo em gelo” Uma líder reclusa dos Preaglacius, Lissandra é a principal antagonista do jogo, tentando de tudo para descobrir o segredo de Nunu e do Coração do Azul. Humanoide (glacinata) Médio Especial Iniciativa+20, Percepção+17, Imunidade a efeitos de sentidos, percepção às cegas (alcance médio) Defesa42, Fort+17, Ref+22, Von+28 Pontos de Vida 749 Pontos de Mana 98 Deslocamento9m (6q)
Á Distância Estilhaços de Gelo x3 +42 (3d6+20 mais 2d6 pontos de dano de frio).
A Bruxa Gélida Lissandra sempre anda acompanhada de 2d4+2 Inquisitores Draklorn, no inicio do combate, ela posiciona suas tropas em locais em alcance curto, eles agem no turno dela. Submissão Glacinata (Reação) Quando uma criatura que foi alvo de Reanimação Impura é destruida, ela explode, causando 6d6+10 pontos de dano de frio em todas as criaturas em alcance curto dela (Reflexos CD 44 reduz à metade). Recarga (movimento). Círculo Ártico (Movimento) Lissandra congela o terreno ao redor dela, todas as criaturas em um raio de 9m sofrem 4d6 pontos de dano de frio e ficam imóveis por uma rodada e lentas por 1d4 rodadas (Reflexos CD 44 reduz à metade e muda para lento por 1 rodada). Recarga (Um inimigo falhou em um teste de resistência para qualquer habilidade), Caminho Glacial (Movimento)Lissandra cria uma garra de gelo que atravessa uma linha de 12m, criaturas na área sofrem 6d8+8 pontos de dano de frio (Reflexos CD 44 reduz à metade). Como uma ação livre, Lissadnra pode se transportar para o fim da linha, como a magia Salto Dimensional, mas ela precisa ter linha de efeito do final da linha. Recarga (Movimento). Túmulo Congelado (Completa) Lissandra petrifica um alvo em alcance curto por 1d4 rodadas, gelo sombrio surge ao redor, explodindo e causando 10d6 pontos de frio e deixando os inimigos em um raio de 9m do alvo lentos. Caso Lissandra seja o alvo desta habilidade, ela é considerada apenas imóvel ao invés de petrificada e recebe redução a dano 30 e cura acelerada 30. Lissandra pode libertar o alvo da condição com uma ação livre, Recarga (Levar um alvo a 0 PV ou menos). Magia Glacinata Lissandra lança magias como uma bruxa de 15º nível (Atributo-chave Inteligência, CD 44, limite de PM 23)
Armadura Arcana (Reação, 12 PM) Quando é alvo de um ataque, Lissandra cria um escudo mágico que fornece +10 na Defesa contra o ataque.
Conurar Mortos-vivos (Padrão, 11 PM) Lissandra conjura oito soterrados de tamanho médio em espaços desocupados em alcance curto. Ela pode usar uma ação de movimento para fazer eles andarem (eles tem deslocamento 9m) ou uma ação padrão para fazê-los atacar criaturas adjacentes (Eles causam 1d6+2 pontos de dano de trevas cada, criaturas atingidas devem fazer um teste de Fortitude CD 44 ou ficam enredadas por 1 rodada).
Criar Elementos (Padrão, 6 PM) Lissandra arremessa um cubo de gelo Enorme contra uma criatura em alcance curto, a criatura sofre 4d6+8 pontos de dano de impacto.
Dardo Gélido (Padrão, 7 PM) Lissadnra dispara três dardos de gelo contra três criaturas em alcance curto, que sofrem 6d6+8 pontos de dano de frio e ficam lentos por 1 rodada (Fortitude CD 44 reduz à metade e evita a condição).
Erupção Glacial (Padrão, 15 PM) Lissandra cria estacas de gelo que irrompem do chão. Criaturas em um quadrado de 6m de lado em alcance médio sofrem 10d6 pontos de dano de frio e 10d6 pontos de dano de corte e ficam caídas (Reflexos CD 44 evita o dano de corte e a queda). As estacas duram pela cena, torna o terreno difícil e fornece cobertura leve para criaturas dentro da área ou atrás dela. As estacas são destruidas caso sofram qualquer quantidade de dano de fogo mágico.
Reanimação Impura (Completa, 15 PM) Lissandra reanima uma criatura morta recentemente que esteja adjacente a ela. A alma volta ao corpo como um Servo Congelado a serviço de Lissandra, o tipo dela muda para morto-vivo (soterrado), mas ela não retém as memórias de quando era vivo, apenas as habilidades, podendo inclusive soltar magias. A criatura obedece cegamente aos comandos de Lissandra e age no turno dela. Quando a cena termina ou a criatura é destruída, ela volta a ser apenas morta. Se a criatura foi morta por Lissandra, ela pode usar essa magia sem gastar PM.
Vidência (Completa, 6 PM) Lissandra pode enxergar sobre o gelo eterno qualquer criatura escolhida (Vontade CD 44 anula a magia).
“Minha senhora chama por mim, e eu obedeço” Os Inquisitores Draklorn são os soldados dos Praeglacius de Lissandra, eles fazem a guarda do castelo de Lissandra e da ponte Howling Abyss. São soldados rasos, completamente devotados a Rainha Gélida. Humanoide (humano) Médio Lacaio Iniciativa+10, Percepção+4, visão na penumbra Defesa26, Fort+19, Ref+12, Von+8 Pontos de Vida 55 Deslocamento9m (6q)
Corpo a Corpo Espada bastarda x2 +24 (1d12+14 mais 2d6+2 pontos de dano de frio, 19)
Devotado a Rainha Gélida Se o Inquisitor Draklorn estiver em alcance médio de Lissandra, ele recebe +2 em testes de perícia e +4 em rolagens de dano. Se receber uma ordem direta dela, esses bônus dobram. Ataque em ConjuntoSe o Inquisitor estiver adjacente a outro, ele recebe +2 em Defesa e em rolagens de dano.
For 5 Des 3 Con 4 Int 1 Sab 1 Car -1
Equipamento
Espada bastarda de gelo eterno
Tesouro
Nenhum
Glacinatas são os únicos capazes de empunhar armas de Gelo Verdadeiro.
Nova Raça: Glacinata
Constituição +2 e +1 em um atributo diferente.
Glacinatas são criaturas alteradas pelas propriedades mágicas de Freljorn. A maioria é humanoide, mas já foi avistado Glacinatas que tem a aparência de outras raças. Glacinatas são mais resistentes ao frio e podem manipular armas de Gelo Verdadeiro e Gelo Sombrio.
Resistência Glacinata.Você recebe +2 em Fortitude, redução de frio 5 e resistência a efeitos climáticos de frio extremo +10. Poder Glacinata. Você é considerado proficiente com qualquer arma de gelo eterno ou congelante. Enquanto estiver empunhando uma dessas armas, você causa mais 2d6 pontos de dano de frio em suas rolagens de dano.
Os Deuses de Freljord
Anivia, a Criofênix
Anivia é um espirito alado benevolente que tem dominio sobre os ciclos de vida, morte e renascimento. Ela protege o Freljord com seus poderes elementais, guiando e protegendo as tribos no norte, que a adoram como um símbolo de esperança e mudança. A principal tribo que adora Anivia são os Notai, tribo do menino Nunu.
Crenças e Objetivos.Abraçar a mudança, as tradições e a vida de nomadê, evitar o conflito e sempre procurar uma solução pacífica. Símbolo Sagrado.Uma criofênix com suas asas abertas. Canalizar Energia. Positiva. Arma Preferida. Bordão Devotos.Glacinatas, anões, dahllans, elfos, qareen, suraggel, klirens, arcanistas, bardos, bucaneiros, caçadores, centauros, gnolls, Meio-orc, moreau, nezumi, pteros, velocis e druidas. Poderes Concedidos. Sopro do Inverno, Viajante Gélido, Liberdade Divina, Constituição Glacinata. Obrigações & Restrições. Devotos de Anivia não podem se contentar em ficar em apenas um lugar, não podem ter residências fixas, passar 2d4 semanas na mesma cidade e não podem governar ou comandar Domínios.
Sopro do Inverno
Você pode gastar uma ação padrão e 1 PM para soprar vento gelado em um cone de 6m. Criaturas na área sofrem 2d6 pontos de dano de frio (Reflexos CD Sab reduz à metade). Você pode aprender Sopro das Uivantes como uma magia divina. Se fizer isso, o custo dela diminui em —1 PM.
Viajante Gélido
Enquanto estiver viajando pelos ermos ou em um terreno natural, você é tem resistência a efeitos de cansaço +5.
Constituição Glacinata
Você recebe redução a frio 5 e resistência a frio extremo +5.
Ornn, O Fogo Debaixo da Montanha
Ornn é o deus freljordiano da forja e da manufatura. Ele trabalha solitário em uma imensa forja, martelando na lava abaixo do vulcão de Hearth-Home.
Crenças e Objetivos. Defender o óficio e a forja, construir armas para defender seu lar, não para a guerra, aquecer aqueles aflingidos pelo frio. Símbolo Sagrado. Uma forja sob um fundo de chamas ou o rosto de Ornn Canalizar Energia. Positiva Arma Preferida. Martelo de guerra Devotos. Anões, goblins, minotauros, suraggel, medusas, kliren, golens, trogs, hobgoblin, minauros, cavaleiros, druidas, guerreiros, inventores. Poderes Concedidos. Forja Viva, Ferro e Fogo, Montanha Resoluta, Senhor das Armas Obrigações & Restrições. Deve fabricar alguma coisa pelo menos uma vez por aventura, com o preço mínimo variando de acordo com seu patamar (T$ 150 para Iniciante, T$ 1000 para veterano, T$ 3000 para campeão e T$ 6000 para lendário). Não pode negar a manutenção de equipamentos de seus aliados e não pode quebrar armas e armaduras.
Forja Viva
Você pode fabricar armas e armaduras por 1/4 do preço, ao invés de 1/3. Além disso, pode gastar um movimento para melhorar um equipamento de um aliado adjacente, concedendo +1 em testes de ataque ou rolagens de dano.
Ferro e Fogo
Você pode gastar 3 PM e um movimento para adicionar uma melhoria em uma arma ou armadura, gastando 1/5 do preço do item. A melhoria funciona até o fim da cena, mas o item fica avariado quando a cena chega ao fim.
Montanha Resoluta
Você recebe RD 2 contra corte, perfuração e impacto, RD 5 se a arma for mágica.
Senhor das Armas
Enquanto estiver usando uma arma fabricada por você nessa aventura, você recebe +2 em testes de ataque. Se estiver usando uma armadura fabricada por você nessa aventura, você recebe +2 em Defesa. Ao fim da aventura, os bônus são perdidos.
Volibear, a Tempestade Implacável
Valhir, ou o Volibear, é a manifestação da tempestade em Freljord. Destrutivo, selvagem e resoluto, ele existiu antes dos mortais em Freljord e é completamente protetor da terra em que ele e seus irmãos nasceram. Com a chegada da civilização, ele se enfureceu e luta para manter o Freljord do seu jeito original; Indomavél e selvagem.
Crenças e Objetivos. Impedir a civilização, acabar com a fraqueza dos corações Freljordianos, demonstrar poder e superioridade ante aos supostos avanços de Freljord. Símbolo Sagrado. A pata de um urso em azul escuro. Canalizar Energia. Negativa Arma Preferida. Machado de guerra Devotos. Lefou, suraggel, osteons, medusas, trogs, bugbears, centauros, ceratops, hobgoblins, kallyanarchs, kaijins, meio-orcs, moreau, ogros, orcs, soterrados, voracis, yidishans, bárbaros, caçadores, druidas, guerreiros, lutadores. Poderes Concedidos. Fúria Divina, Urro Divino, Constituição Glacinata, Tempestade Implacável Obrigações & Restrições. Devotos de Volibear devem rejeitar os modos civilizados e se entregar à ferocidade. Você é proibido de preparar uma ação, escolher 10 ou 20 em testes e lançar magias sustentadas.
Tempestade Implacavel
Você canaliza as energias do Volibear para aprimorar seus ataques. Você aprende e pode lançar uma das magias entre Armamento da Natureza ou Arma Mágica. Se aprender uma dessas magias novamente, ela custa -1 PM.
Conclusão
The Song of Nunu é um jogo que me fez voltar aos antigos jogos de plataforma que eu amava tanto. É um jogo leve, divertido, e que traz o melhor para quem quer um jogo leve para desestressar.
Espero que tenham gostado da adaptação para T20, e até a próxima!
Ah, se você ficou sentindo saudade de um certo herói de Freljord, ele vai aparecer no futuro…
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