Oeste Sombrio – Guia de Construção de Personagem

Oeste Sombrio é um jogo de RPG que mistura a aventura e selvageria da mitologia do Velho Oeste Americano com toques de terror e horror sobrenaturais característicos de obras do gênero, junto com um sistema e dinâmico, extremamente simples e capaz de proporcionar aventuras épicas e divertidas. Você pode conhecer mais desse incrível jogo conferindo a Resenha que eu fiz AQUI.

Oeste Sombrio – O Jogo

Misturando o Velho Oeste Americano com terror e horror sobrenatural, Oeste Sombrio tem game design de Jordan Tabosa, design de Jonas Marques, revisão de Bruno Palhano, edição de Fernando Machado e chega ao mercado agora em 2023 pela Covil Lúdico.

O livro tem 81 páginas, capa em papel cartonado com uma contracapa formando um desenho de cenário muito bacana. Contém todas as regras necessárias para jogar, e traz o inédito sistema 6 Balas (chamado de 6B), um mapa do cenário, ficha para criação de personagens, descrição do cenário e suas figuras notáveis.

Oeste Sombrio – Personagens

Os personagens de Oeste Sombrio são inspirados e baseados na cultura norte-americana da época do Velho Oeste, período que ficou culturalmente famoso pelos filmes de Western, principalmente os Italianos.

Seja um pistoleiro, um caçador de recompensas, um nativo das tribos originárias ou até mesmo um membro de ordem religiosa, é possível fazer qualquer tipo de personagem em Oeste Sombrio, e ainda apimentar e melhorar com aquele toque de terror e sobrenatural.

Capítulo 1 – Conceito

O primeiro passo para criar um personagem em Oeste Sombrio é, como de praxe em jogos de RPG, estabelecer qual será o conceito do personagem, sua base principal para alimentarmos depois com os detalhes e pontos.

Será o personagem um caçador de monstros? Um pistoleiro habilidoso? Um xamã com poderes sobrenaturais? Um sobrevivente em busca de vingança?

Para esse exemplo, vamos criar o personagem Jack “Coroinha” Bradley. Jack era um fiel católico que por anos fez parte da Igreja, atuando como coroinha até seus 14 anos, quando viu sua família inteira ser massacrada a mando, como descoberto depois, por uma misteriosa mulher. Jack abandonou a Igreja e seu trabalho como coroinha depois disso, e aprendeu a manusear armas e se tornar um caçador, buscando vingança pela sua família.

Capítulo 2 – Definindo os pontos

A pontuação de Oeste Sombrio se baseia no resultado da rolagem de 3D6, dessa forma possibilitando personagens iniciais de 3 a 18 pontos.

Considerando que 3 é o mínimo do resultado, e 18 seria o expoente de um personagem inicial de certa forma já veterano e hábil no que faz.

Para deixar o exemplo mais completo, vamos estabelecer que Jack tem o máximo de sucesso na rolagem (6+6+6) e um total de 18 pontos, que agora nós vamos iniciar preenchendo a ficha.

Capítulo 3 – Perícias

Em Oeste Sombrio, tudo se baseia nas Perícias. São as perícias que determinam o quão habilidoso o personagem é em alguma característica, e existem ao todo 24 perícias, sendo elas: Acrobacia, Atletismo, Blefe, Ciência Estranha, Conhecimentos Biológicos, Conhecimentos Naturais, Cultura, Diplomacia, Empatia, Engenharia, Furtividade, Intimidação, Medicina, Misticismo, Montaria, Percepção, Prestidigitação, Profissão e Sobrevivência. Além destas perícias, ainda há mais três perícias focadas em combate: Armas Curtas à Distância, Armas Longas à Distância, Corpo a Corpo.

Jack é um personagem que foi criado em um ambiente religioso e aprendeu muito lá dentro, e na sequência foi aprender a se tornar um caçador e pistoleiro em busca de vingança, e isso deve ser refletido em suas Perícias. Por ser um personagem de Nível 1, mesmo que no seu expoente, nenhuma perícia de Jack pode ficara cima de 2 (Nível do Personagem +1).

Dessa forma, as perícias de Jack são: Acrobacia 1, Atletismo 1, Cultura 2, Diplomacia 2, Empatia 1, Furtividade 1, Intimidação 1, Medicina 1, Montaria 2, Percepção 1, Sobrevivência 2, Armas Curtas à Distância 1, Armas Longas à Distância 1, Corpo a Corpo 1.

Capítulo 4 – Equipamentos

Claro que um personagem de Oeste Sombrio não é apenas um monte de perícias, mas também uma soma de todos os seus equipamentos e recursos, um fato de muita importância no jogo.

Por se inspirar na cultura do Velho Oeste, a economia da região é mais precária, com um alto índice de diferenças econômicas e pobreza constante. Os personagens iniciais de Oeste Sombrio começam com 10 dólares, e o próprio livro já traz uma tabela de custos de equipamentos e itens.

Dessa forma, os equipamentos de Jack seriam: Mochila de Viajante, Roupas Normais, Kit de Acampamento, Coldres, Munição leve, Munição pesada, Lâmina Curta, duas pistolas leves, um rifle.

Capítulo 5 – Jack “Coroinha” Bradley

E nosso personagem está, enfim, pronto e preparado para iniciar a sua história em Oeste Sombrio.

Jack era um fiel católico que por anos fez parte da Igreja, atuando como coroinha até seus 14 anos, quando viu sua família inteira ser massacrada a mando, como descoberto depois, por uma misteriosa mulher. Jack abandonou a Igreja e seu trabalho como coroinha depois disso, e aprendeu a manusear armas e se tornar um caçador, buscando vingança pela sua família.

PeríciasAcrobacia 1, Atletismo 1, Cultura 2, Diplomacia 2, Empatia 1, Furtividade 1, Intimidação 1, Medicina 1, Montaria 2, Percepção 1, Sobrevivência 2, Armas Curtas à Distância 1, Armas Longas à Distância 1, Corpo a Corpo 1

EquipamentosMochila de Viajante, Roupas Normais, Kit de Acampamento, Coldres, Munição leve, Munição pesada, Lâmina Curta, duas pistolas leves, um rifle.

Mas não deixe de continuar acompanhando aqui o MRPG! Afinal de contas eu não parei aqui, e tem muita coisa bacana ainda esse ano por vir! Teremos Oeste Sombrio em uma One-Shot, os textos da Liga das Trevas, os materiais da Teikoku Toshokan, os perigos da Área de Tormenta e muito mais!

Festival do Solstício – Eventos da Vila de MRPG #03

Este conto chamado “Festival do Solstício” faz parte da coleção de histórias da Morada e Refúgio dos Primeiros Guardiões, ou como é popularmente conhecida, Vila de MRPG. Ao longo desta série de contos, vamos narrar como a votação e seu resultado afetaram a Vila de MRPG. Esses eventos são decididos pelos Patronos e Patronas do MRPG que possuem personagens na Vila.

Festival do Solstício

Após as Bruxas terem sido derrotadas, a floresta, lentamente, começou a voltar à sua normalidade. Consequentemente, a Vila se animou para retomar antigos costumes e realizar o evento que todos aguardavam ansiosamente: O Festival de Solstício de Verão.

Esse festival se iniciou há tempos, quando os seguidores dos primeiros guardiões se estabeleceram na região. E, agora, sem as bruxas, poderiam comemorar sem medo de que algum ataque acontecesse durante o evento.

O evento sempre trouxe inúmeras pessoas diferentes para prestigiarem suas atrações inusitadas. Permitindo, assim, que houvesse circulação da economia e na ampliação de contato de pessoas vindas de vários lugares. Entretanto, como era de se esperar, a realização do festival demanda investimentos. E sem muitos recursos devido à maldição que se abateu sobre a Vila, onde houve escassez de alimentos advindos da caça e da pesca e plantio, são levantadas algumas possibilidades para que o Festival acontecesse:

As ideias para o Festival

A primeira ideia vem de Tavu, o prefeito administrativo, que sugere que a Vila pegasse um empréstimo com a Capital do Reino de Intarnat. Assim inclusive, facilitaria para atrair pessoas de lá para a Vila, podendo, também, ganhar algum suporte e apoio de grandes famílias das regiões próximas para fazer a moeda girar.

Dervain, o Capitão da Guarda, porém se preocupa. Afirma que eles não estão preparados para um evento tão grande que atraísse tantos olhares. Ainda mais considerando que os soldados estavam em treinamento. Visto que, anteriormente, eram fazendeiros e pescadores e precisavam se adaptar à vida como homens de espada e escudo. Ou seja, provavelmente demoraria um pouco para que houvesse, realmente, uma guarda de prontidão. Então, se a cidade fosse realizar algum tipo de evento, mesmo que pequeno, uma Guarda terceirizada deveria ser contratada para a proteção de todos. E o empréstimo ainda deveria ser pego, mas investido em segurança.

Ouvindo atentamente as ideias apresentadas, Taior, o outro prefeito, sugere que um festival não é uma boa ideia, e que esse ano poderiam fazer algo diferente. Incentivando aos cidadãos para realizarem uma festa em homenagem à natureza, jejuando por uma semana ou não comendo quaisquer tipos de alimentos provenientes de animais. Assim, eles iriam permitir que a natureza conseguisse se recuperar após sofrer com a maldição recente.

A Votação

Com as três ideias sugeridas, o prefeito decide falar abertamente as opções para os habitantes da Vila e, assim, todos votariam. Desta maneira, a decisão tomada seria a mais justa para todos. Mas algo inusitado acontece, após cada cidadão escolher aquilo que mais gostaria, o prefeito percebe que houve um empate!

A mesma quantidade de pessoas quer realizar a festa, contratando uma guarda externa que possa ajudar, e também querem jejuar para acabar de vez com a maldição e honrar a natureza. Todos ficam abismados com a coincidência do empate e, pensando em como realizar o desempate de forma justa. Entretanto um recém chegado a vila, que não havia votado até então por estar em missão, inclusive a missão que acabou com a maldição da bruxa. Este era Sanderwind, que decide desempatar e vota publicamente em realizar a festa com a Guarda Terceirizada, o que leva os cidadãos à loucura e à felicidade de poderem relaxar após alguns dias angustiantes sofrendo com situações adversas.

Sendo assim, os preparativos para o Grande Festival começam!

Preparativos para o Grande Festival do Solstício

Alguns dias antes do festival, Antônio e Cornélio vão juntamente com Alladyn e Phalcol espalhar as boas novas nas cidades e vilarejos próximos.

Alê é enviado em uma missão urgente, para o mais longe da cidade possível até o fim do festival, escoltado pelo próprio Marcelonour e Eldir.

O Dia do Evento

No estábulo Garner já é possível ver os melhores cavalos sendo trazidos e expostos para quem tiver interesse adquirir. Grandes alazões de pelos listrados e ferraduras prateadas brilhando como se tivessem sido polidas há pouco.

O Anão Tagarela, Koch e Durrak arrumam a taverna para o grande evento. Organizam mesas e cadeiras, escolhem as melhores bebidas para expô-las atrás do balcão, atraindo curiosos que pagarão para consumir os líquidos diferenciados. Não somente isso, também já se preparam para possíveis brigas de taverna, que são extremamente comuns em eventos desse tipo.

Enquanto isso o Capitão Dervain, que teve a ideia inicial da Guarda Terceirizada, juntamente com os sargentos Gornog e Fúria, começam a escolher os melhores mercenários para proteger a cidade. Eles se encontram com Duncarin que cumpre sua promessa e mantem os guardiões em prontidão.

Jeff, Alenca e Pietro convidam a Guilda de Mercadores do Reino para venderem seus produtos na feira, e é claro, pagar tributos à vila por isso. Enquanto o anão Ferreiro Rocher prepara suas obras primas para vender, um grande arsenal de armas únicas entalhados em metais preciosos e raros, capazes de fazer até o mais muquirana gastar um pouco a mais para ter um item colecionável. Rumpple não fica de fora e monta uma barraca com antiguidades, e aproveita de pequenas distrações para tirar dos mais abastados sem ninguém perceber.

E tantos outros vendedores e mercadores que, graças aos grandes heróis que acabaram com a maldição que assolava a vila, podem agora expor suas mercadorias sem medos maiores do que alguns trombadinhas ou negociações acaloradas, as quais tipicamente acontecem em eventos como esse.

Problemas Acontecem

Entretanto um grande imprevisto acontece e alguns Guardiões, como Arlech e Shakan são chamados, de última hora, para uma missão nas distantes terras de Deadlands juntamente com Cysgod e Thommas, com isso poucos protetores ficam no evento.

Felizmente Durvain teve a ideia da Guarda Terceirizada, já que no meio do evento, alguns baderneiros aparecendo querendo causar confusão e situações desconfortáveis no meio da multidão. Empurraram cidadãos comuns e tentaram azucrinar os vendedores que estavam nas ruas. Nesse momento, a Guarda mostra sua prontidão e consegue resolver a situação sem que existam lutas, desgastes ou derramamento de sangue que cancelassem o evento.

A primeira vista tudo estava ocorrendo conforme o planejado, porém, como nem tudo são flores, ao tentar tirar os baderneiros da cidade sem mortes, um ou outro item são quebrados, e os valores são restituídos aos proprietários para que as vítimas não sofressem prejuízo e o festival não seja mal falado pelas terras ao redor.

E os heróis? Bem, Crash, Sanderwind e Willy são convidados a descansar graças ao grande desgaste da batalha contra a bruxa dragão. Aproveitam o evento do jeito que podem, mesmo que as dores no corpo sejam muitas. Ganham algumas bebidas grátis em agradecimento pelo esforço que tiveram, e uns olhares assanhados de senhoras um pouco mais bêbadas.

E ao fim, Acumare, Cedro Velho, Taior, Agoor e Travesso ficam responsáveis por restaurar o dano causado pela grande pedra de metal que caiu do céu, indo até a floresta para restaurar o equilíbrio entre a natureza e a cidade.

Conclusão

Por fim mesmo com alguns contratempos, a noite do Solstício não poderia ser melhor, permitindo que os cidadãos se sintam felizes e mais uma vez em paz por morar naquela Vila. O empréstimo para a guarda terceirizada foi pago com os lucros do evento, os cofres da vila continuam com o saldo baixo, mas o moral da população foi elevado graças as comemorações.

Em Termos de Jogo

O Moral na vila subiu graças ao evento ser um sucesso. Entretanto a Vila de MRPG ainda está em um status crítico.

Ficha:

Defesa: Relevante [2]
Atrativos: Baixo [1,25]
Fé: Básica [1,25]
Influência: Irrelevante [1]
Mercado: Básico [1]

Status:

Finanças: Pobre
Moral: Média
População: Baixa


Assim sendo, se você gostou desta história e está interessado em participar, torne-se um Patrono do MRPG e junte-se à Vila de MRPG para experimentar essas aventuras emocionantes!


Festival do Solstício – Eventos da Vila de MRPG #03

Autores: Douglas Quadros, Raquel Naiane.
Revisores: Douglas Quadros, Ricardo Kruchinski.
Arte da Capa: Douglas Quadros.

Híbridos – Guia de Monstros em The Witcher

No quinto Guia de Monstros em The Wicher vamos conhecer os Híbridos, de longe os híbridos são a categoria mais estranha de monstros. Como o nome sugere, eles parecem ser parte de uma coisa e parte de outra.

De súcubos a manticoras e harpias, os híbridos passam de criaturas sencientes a monstros babacas. Na verdade, a classificação de híbrido é uma grande rede para um grande agrupamento de monstros. Uma grande variedade de monstros com aspectos físicos de vários animais ou características de humanos se enquadram na mesma categoria.

– Erland de Larvik

São três monstros na categoria Amaldiçoados:

  • Harpias
  • Mantícora
  • Súcubo e Incubo

Vamos conhecer cada um deles:

Harpias

Harpias são fáceis e simples de enfrentar e derrotar. Essas criaturas ferais, contudo, são conhecidas por todo o povo como perigosas em bando. Portanto, é melhor enfrentá-las em lugares fechados, e sempre que possível, derrubá-las no chão. No entanto, as pessoas comuns acreditam que as harpias roubam os sonhos dos viajantes e se tornam capazes de ler a mente de suas vítimas. Mas isso não é verdade. Um bruxo sabe que apenas uma espécie de harpias, as Celaeno, são capazes de roubar sonhos, e com esse material, fazem joias. Ainda assim, elas não se tornam leitoras da mente de ninguém.

Mantícora

Enfrentar uma Mantícora é algo Difícil, e complexo de derrota-la, apesar de ser uma criatura Feral possui duas habilidades especiais: Visão no escuro e Rastrear através do cheiro. As Mantícoras são criaturas perigosas, que irão de estraçalhar com as garras ou matar envenenado. Não siga as dicas do ferreiro que te disse para cortar o rabo com o ferrão. Ao invés disso, busque uma oportunidade de cravas a espada no pescoço dela. E certamente é indicado ter uma poção Papa-Figo e um Óleo de Hibrido com você.

Súcubo e Incubo

São criaturas até que simples e fáceis de serem enfrentadas e derrotadas, e se você for bom de lábia pode negociar com elas caso encontre uma no seu caminho. Os aldeões acreditam que seja criaturas com pactos demoníacos e que roubam a energia vital de suas vitimas/amantes. Mas a verdade é que essas criaturas possuem uma luxuria insaciável, e levam seus parceiros sexuais a morte por exaustão ou por brutalidade. E se for enfrenta-las, tome cuidado, pois elas dominam a magia do fogo.

Sugestão de Aventura

A aventura se passa na floresta densa e sombria de Grimwald, onde o perigo espreita em cada sombra. Além disso, a floresta é conhecida por suas criaturas ferozes e a presença constante de uma névoa mística que confunde os sentidos. No coração dessa floresta, entretanto, reside uma caverna ancestral que guarda segredos antigos e monstros terríveis.

Enredo

Rurik, um bruxo experiente, e Vaz, um arqueiro habilidoso, foram contratados para eliminar uma Mantícora que tem aterrorizado a vila de Eldoria. Dezessete pessoas já desapareceram, e a floresta está repleta de sinais do predador implacável. Ao seguir os rastros da Mantícora, eles se deparam com um confronto mortal, testando suas habilidades e coragem ao limite.

Missão Principal

Os jogadores devem se unir a Rurik e Vaz para caçar e matar a Mantícora, salvando a vila de Eldoria de sua ameaça mortal. A missão exige encontrar a caverna da Mantícora, enfrentar a criatura em uma batalha feroz e coletar provas de sua morte para retornar à vila.

Desafios

Rastrear a Mantícora:

  • Desafio de Percepção e Sobrevivência: Os jogadores precisam seguir os rastros deixados pela Mantícora, evitando armadilhas naturais e outros predadores da floresta.
  • Desafio de Investigação: Encontrar pistas sobre os desaparecimentos recentes e reunir objetos pessoais das vítimas para levá-los de volta à vila.

Confronto com a Mantícora:

  • Desafio de Combate: Enfrentar a Mantícora em sua caverna, onde ela tem a vantagem do terreno. A batalha será dividida em fases, com a Mantícora usando diferentes ataques e táticas.
  • Desafio de Coordenação: Trabalhar em equipe para executar ataques coordenados. Rurik deve usar seus sinais mágicos para proteger e fortalecer o grupo, enquanto Vaz e os jogadores atacam a Mantícora.

Sobrevivência Pós-Batalha:

  • Desafio de Cura: Após derrotar a Mantícora, os jogadores precisam tratar as feridas graves de Rurik e de qualquer outro membro ferido do grupo.
  • Desafio de Fuga: A caverna começa a desmoronar após a batalha. Os jogadores precisam escapar rapidamente, enfrentando obstáculos e inimigos menores que aproveitam o caos.

Recompensas

Tesouro da Caverna:

  • Ouro e artefatos antigos encontrados na caverna da Mantícora.

Reconhecimento na Vila:

  • Os jogadores recebem o título de “Defensores de Eldoria” e ganham a gratidão eterna dos moradores, incluindo descontos e favores na vila.

Equipamentos e Poções:

  • Itens mágicos e poções raras fornecidas por Rurik como agradecimento por sua ajuda na batalha.

Experiência e Reputação:

  • Pontos de experiência significativos para evolução dos personagens e aumento de reputação entre outros caçadores e mercenários da região.

Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PicPay, PIX ou também no Catarse. E com isso, torne-se um Patrono do Movimento RPG e tenha benefícios exclusivos! Ou então, apoie nossa revista digital, a Aetherica através deste link!

Aventuras inspiradas em Chanbara – Usagi Yojimbo RPG

Você viu recentemente nossa resenha sobre o incrível Usagi Yojimbo RPG, à venda pela RetroPunk. Se não viu nossa resenha, clique aqui para ler e entender um pouco mais sobre essa novidade antes de ver nossas ideias de aventuras inspiradas em filmes Chanbara a seguir.

Lobo Solitário: Espada da Vingança (1972)

Seus seis filmes, lançados em apenas alguns anos, seguem o taciturno Itto Ogami (Tomisaburo Wakayama), o carrasco do xogum. Ele viaja pelo campo como um assassino com seu filho a reboque. Ele não é apenas um ronin errante; ele lentamente distribui uma vingança furiosa em nome de sua esposa assassinada. A série inteira mantém a dor emocional do lobo solitário em seu núcleo, mas também apresenta uma contagem de corpos no nível de um filme de guerra, muito estilo e sequências de ação intensamente coreografadas.

Harakiri (1962)

Harakiri segue a história de um idoso Hanshiro Tsugumo que chega à casa de Kageyu Saito. Depois que Hanshiro pede para cometer seppuku na propriedade, Saito se recusa, pensando que é uma conspiração para conseguir um emprego de Saito. Saito conta a história de Chijiwa que ameaçou suicídio para conseguir o que queria, mas foi forçado a seguir em frente. Numa reviravolta, Tsugumo revela que Chijiwa era seu genro, preparando os dois para um conflito épico de chanbara.

Lady Snowblood (1973)

O filme gira em torno da jovem Yuki criada por um padre depois que sua mãe foi abusada sexualmente e toda a sua família foi brutalmente assassinada. Em seu aniversário de 20 anos, Yuki busca vingança contra os homens que tiraram sua família.

Os Sete Samurais (1954)

Uma aldeia rural implora a um ronin, Kambei Shimada (Shimura), para protegê-los dos bandidos que aterrorizaram a cidade e roubaram suas colheitas, deixando-os na miséria. Sua precária posição geográfica exige que os ronin reúnam um grupo de pelo menos sete samurais para proteger a cidade. O que se segue ao longo de suas quase três horas e meia de duração é um filme dramático e emocional, carregado de ação e capacidade de surpreender, mesmo 70 anos após seu lançamento.

Yojimbo (1961)

Yojimbo, dirigido por Akira Kurosawa e lançado em 1961, é um clássico filme de samurai que conta a história de um samurai sem mestre, ou ronin, chamado Sanjuro, que vagueia por uma pequena cidade que está sendo destruída por facções rivais que disputam o controle. O aspecto mais memorável de Yojimbo é seu personagem principal, interpretado pelo lendário ator Toshiro Mifune. Sanjuro é um herói complexo e multifacetado, que tem tanta probabilidade de contar uma piada quanto de desembainhar a espada para um épico de chanbara.

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Into the Madness – Guia de Criação de Personagem

Tranquilos pessoal? Hoje faremos meu personagem Cysgod para o jogo Into the Madness, escrito por Jona Picholaro e produzido pela Nozes Game Studio, utilizando o Sistema Nefastus. Veremos o que um elfo ranger se tornará num jogo de horror cósmico pulp.

Arquétipos e Atributos

Começamos o personagem escolhendo qual arquétipo será nosso personagem. Há cinco arquétipos, quatro deles ligados a cada um dos atributos e o quinto é um geral e versátil. Então, entre Audaz (versátil), Combatente (Corpo), Ágil (Agilidade), Negociante (Astúcia) e Envolvente (Presença), escolheremos Ágil para Cysgod. Recebemos, assim, 1 em Agilidade, 1 em Reflexos e alterando nossa defesa base de 12 para 11.

Os atributos podem variar de -3 a +5 e existe três formas de escolhê-los. A primeira é distribuindo 3 pontos entre os 4 atributos e pode-se diminuir um ponto em um atributo para aumentar em outro, duas vezes apenas e não no mesmo atributo. O segundo método é rolar 4d6, com cada dado servindo a um atributo. Resultado 1 equivale a um atributo de -1, 2 e 3 representam um atributo 0, 4 e 5 concedem 1 no atributo e um resultado 6 equivale a 2 pontos de atributo. Pode-se, também, fazer a troca de pontos de atributo como no primeiro método. Entretanto, se você for azarado e não tiver o valor de +2 na soma dos atributos você pode rerrolar tudo.

O terceiro método é rolar 3d6 para cada atributo, sendo que resultados 5 e 6 dão um bônus de +1 no atributo, dois resultados 1, desacompanhados de 6 impõe um atributo -1. Demais resultados não implicam bônus ou redutores. Como nos outros dois métodos pode-se realizar diminuir 1 ponto em 2 atributos para subir em 1 os outros dois atributos.

Assim, seguindo as normas dos combeiros, maximizarei meu controle sobre a ficha e usarei o primeiro método. Cysgod é atlético, ágil e rápido para agir; portanto receberá 1 ponto em cada atributo, exceto em Presença.

Atributos derivados

Começando a definir os demais atributos por Sanidade, característica ideal  para esse tipo de jogo. Calculamos Sanidade jogando 3d6, retirando o dado com menor valor e somando o valor de Astúcia. Ao rolar os dados tive muita sorte e rolei 5, 6 e 4; eliminado o menor número fico com 5 e 6 que, somados a 1 da Astúcia, me dá um valor 12 de Sanidade.

Saúde segue o mesmo esquema de Sanidade. aqui não fui tão sortudo e rolei 2, 4 e 5. Excluindo o menor número, fico com 4 + 5 + 1 de Corpo, totalizando 10 de Saúde. Se um personagem chegar a 0 pontos de Saúde deve fazer testes de Fortitude, devendo obter 3 sucessos antes de 3 falhas para não morrer.

Proficiência também é definida pela rolagem de 3d6, entretanto o número escolhido será o menor de todos. E, embora números baixos sejam esperados, pode acontecer de se ter sorte como eu e conseguir três vezes o número 5, ou seja, Cysgod terá uma proficiência muito alta no início do jogo.

Determinação é gasta para dar vantagem em algum teste para seu personagem ou um aliado. Todos personagens começam com 0 exceto o Arquétipo Envolvente que inicia com 1.

Defesa é a soma de Agilidade, equipamentos e outros bônus. O valor deste ficará para o final da ficha.

Salvaguardas é definido pelo valor de seu atributo, mais o bônus do arquétipo. Além disso, uma das salvaguardas recebe o bônus de proficiência, a qual é escolhida pelo jogador. Para representar a rapidez de Cysgod, eu poderia escolher a salvaguarda na qual ele é proficiente tanto em Reflexos como em Iniciativa. Porém, visto que ele já possua 3 em Reflexos, escolhei Iniciativa para ele receber o bônus de 5 da proficiência.

 

Demais características

Depois devemos escolher uma profissão dentre as seguintes: autor, antiquário, investigador particular, arqueólogo, doutor, socialite, professor, psicólogo, cientista, mecânico, performista, repórter, bonvivant, caçador, explorador, femme fatale, capanga, apostador, gângster, aviador, assassino, militar, mística, ocultista, agente federal, detetive, espião, atleta e padre.

A definição de Cysgod é ele ser um caçador, então a escolha da profissão está feita e, assim, recebe Lidar com Animais, Sobrevivência, Luta (+1 de dano em luta desarmada), Armas Brancas (+1 de dano em combate próximo) e Armas de Fogo (pesada).

Poderíamos rolar 2d20 para escolher as virtudes e vícios de nossa personalidade, entretanto, escolherei uma característica de cada da lista apresentada. Assim, Cysgod é Corajoso e Irrefletido. Para definir a Motivação do Cysgod rolei 1d12 e deu 2. Desta forma, o personagem está numa missão para conseguir algo ou resgatar alguém vindo de um pedido ou de uma ordem de um mentor ou chefe.

Cysgod tem mais duas perícias e pode falar mais um idioma além do nativo por ter 1 em Astúcia. Portanto, Cysgod falará Português e Inglês e saberá usar armas de fogo leve e seguir pessoas.

 

Equipamentos

Inicialmente o personagem  terá todo o equipamento necessário ao seu trabalho, no caso de Cysgod, armadilhas, equipamentos de localização e rastreamento, armamentos, jaulas e afins. Para definir o dinheiro do personagem, se necessário, role 3d6 e fique com o resultado intermediário, no caso de Cysgod foi 2 (rolei 1, 2 e 2), devendo reduzir 1 do resultado. Portanto o caçador Cysgod tem 1 de nível de recursos, tendo uma renda comparável a de um assalariado mínimo.

A carga possui 4 níveis, leve, média, pesada e máxima. O valor básico é 10 + Corpo, e sobe em 5 para cada novo nível. Cargas acima da básica/leve impõem certas desvantagens e custo em Saúde. Bolsas acrescem 2 ao valor total de carga, Mochilas 5 e Malas 8. A carga básica de Cysgod é 11.

Assim, temos um personagem cheio de equipamentos, mas com dificuldades financeiras. Possivelmente se ele não conseguir alguma boa grana em seu  próximo trabalho terá que se desfazer de alguns de seus equipamentos, possivelmente seu fuzil.

Terminamos a ficha do personagem, a seguir seguem os dados completos.

 

Ficha

Atributos: Corpo 1, Agilidade 2, Astúcia 1, Presença 0.

Sanidade 12. Saúde 10. Proficiência 5. Determinação 0. Defesa 4.

Salvaguardas: Fortitude 1, Reflexos 3, Vontade 0, Iniciativa 6.

Perícias: Lidar com Animais, Sobrevivência, Luta, Armas Brancas, Armas de Fogo (leve), Armas de Fogo (pesada), Seguir Pessoas. Idiomas: Português e Inglês.

Carga base 11. Equipamentos de caçador. Faca, facão, pistola leve, fuzil de assalto. Casaco de couro, fósforos, isqueiro, kit primeiros socorros, kit exploração, mochila, armadilha de urso, corda e comida.

Ataques: Desarmado, dano 3; Faca, dano 1d4+3 (Arremessável curta, Discreta, Perfurante, Precisa); Facão, dano 1d6+3 (Cortante, Perfurante, Precisa); Pistola leve, dano 2d6+1 (Alcance médio, Letal, Tiro duplo); Fuzil de assalto, dano 2d8+1 (Alcance longo, Letal, Rajada).

 

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Old Dragon 2 – Guia do Anão

Mais uma figura retirada da mitologia nórdica que chegou ao imaginário da fantasia moderna (e do RPG) através de Tolkien. Hoje falaremos sobre os anões. Ou “anãos”, de acordo com a tradução mais recente dos livros de Tolkien. Lembrando que o objetivo dessa série de artigos não é explorar as raças em termos de regras e mecânicas, mas sim alguns temas legais envolvendo a ficção dos cenários de fantasia.

“Então, meu amigo aqui quer te chamar pra sair, mas tá com vergonha…”

Artífices do Subsolo

Os anões são a raça que tem a representação mais homogênea em praticamente todos os mundos onde aparecem. Mineram metal, frequentam (ou vivem em) cavernas, são resistentes, baixinhos, barbados, teimosos, tradicionalistas e atraídos por ouro. Você vai encontrar essa descrição em todas as edições de D&D, além de jogos como Tormenta, Tagmar, Shadowrun, Burning Wheel, OSRIC, Old School Essentials, Zweinhander, Tales of the Valiant, Forbidden Lands, só para citar alguns!

Martin Litchfield West, em seu livro Poesia e Mito Indo-Europeus, classifica os anões como criaturas mágicas juntos a elfos, gnomos e fadas, mas particularmente ligados à forja de metais e com alguma origem em comum com a figura do deus grego Hefesto, também ligado a metalurgia, fogo e vulcões. Inclusive, embora sejam criaturas fundamentalmente diferentes, o parentesco com elfos transparece em nomes de figuras mitológicas como Gandalfr.

Na mitologia, muitas vezes os anões (assim como Hefesto) são responsáveis por forjar as armas e ferramentas dos deuses. Contudo, algumas histórias da mitologia nórdica também trazem algumas variações, como Fjalar e Galar, que criaram o Hidromel da Poesia, e Andvari, que possuía um anel mágico capaz de transformá-lo em um peixe.

Peguei um jobzinho de um tal de Zeus aí, já ouviu falar?

Tradição e Honra

O que Tolkien trouxe de novidade para os anões da fantasia foi seu senso de honra e respeito pelas tradições. Como já descrevemos no Guia do Humano, humanos em cenários de fantasia são o mundo conhecido, os olhos com que o leitor desbrava o mundo fantástico onde se passa a história. Portanto, características como a altivez dos elfos e a honra dos anões são constantemente exacerbadas para criar esse senso de fantástico. De outra forma, seriam apenas humanos com uma aparência diferente.

Inclusive, ao interpretarem anões e elfos, jogadores esquecem ou atenuam essas características. Porém, o potencial interpretativo ao criar pequenos rituais, tradições e tabus para personagens destas raças é imenso! Assim como a mentalidade dos elfos é moldada pela sua expectativa de vida além da nossa compreensão, os anões moldam sua cultura e suas personalidades em torno da grandiosidade de suas obras e civilizações. Inclusive, a ideia de anões que forjam armas para os deuses é pouquíssimo explorada em mundos de RPG, mas pode render excelentes backgrounds para artefatos poderosos.

Ganância

Em maior ou menor grau, muitas obras trazem a ganância dos anões como um ponto fraco de sua personalidade. Anões são exímios mineradores, e seu contato com ouro, prata e pedras preciosas. Inclusive, vale lembrar que até na Branca de Neve os anões trabalhavam nas minas.

E já que mencionei, é interessante ver que há vários anões imberbes em ilustrações clássicas da Branca de Neve.

No filme O Hobbit, isso aparece na forma de uma doença causada pelo acúmulo exacerbado de riquezas, a mesma coisa que afeta os dragões e os impele a acumular pilhas e pilhas de tesouros. Isso é um ponto bem interessante que pode trazer oportunidades bem legais para a interpretação e para a construção de mundo. Grupos particularmente ousados podem criar uma house rule exigindo testes de Sabedoria para contornar esse problema.

Além disso, também há referências mitológicas a respeito da ganância dos anões, em obras como Völsunga saga e Hervarar saga ok Heiðreks. Contudo, anões são conhecidos por honrarem seus acordos, e dificilmente essa ganância se manifestará em violência física e pilhagem. Contudo, extorsão e usura podem ser uma representação poderosa desta faceta.

Por Fim

Entender essas características é essencial para compreender o papel que cada raça desempenha em seu mundo de fantasia. Cada raça pode ser um ponto de partida para explorar temas diferentes, tanto em relação à narrativa do cenário quanto em termos de roleplay do personagem.

Old Dragon 2 está disponível em versão física ou digital. O livro básico é gratuito para quem quer começar a jogar, e só com ele já dá pra usufruir de praticamente tudo que o Old Dragon Online traz. E não se esqueça de conferir outros posts de Old Dragon!

Bom jogo a todos!

Cangaço Trevoso – Resenha

Tranquilos pessoal? Cangaço Trevoso é um rpg escrito e publicado digitalmente por Leandro Abrahão e que, recentemente, teve um financiamento coletivo e será distribuído fisicamente pela Craftando Jogos, acrescido de muitas aventuras e outros extras. O jogo mistura folclore nordestino, um clima sombrio, a violência do cangaço e a estética do cordel.

 

Como é o mundo e regras

Cangaço começa com explicações rápidas introdutórias como RPG e o momento histórico. Logo localizando o leitor na história do jogo, especialmente no momento que o diverge de nosso mundo: o fim da Guerra de Canudos. Onde o desfecho sangrento da mesma faz com que os mitos e temores populares tomassem forma, e assim ocorrendo a Maledicência.

Em seguida nos é apresentado o sistema do jogo, o qual é focado na narração de cenas e sua resolução por dados ou fichas narrativas. Assim, deixa-se claro que o mestre deve buscar soluções narrativas para a trama.

Entretanto, um RPG precisa ter elementos caracterizadores dos personagens e, assim, temos os elementos da ficha: atributos maiores e menores, complementos, competências e incompetências.

Seguimos vendo as rolagens padrão, onde 2d6 são jogados e somados aos Atributos Maior, Menor e a Competência para tentar se superar as dificuldades: padrão 10, desafiador 15 e difícil 20. Há os modificadores e as rolagens de complemento (2d6 + Complemento + Competência) e rolagens de combate onde a dificuldade é determinada por um teste resistido pelo oponente.

Pra finalizar esta parte, há a explicação do funcionamento das fichas narrativas e a explicação das regras, de dano, “firidas”, cura e acertos e erros críticos.

 

Maledicências

As Maledicências funcionam similarmente às tradicionais classes, sendo chamadas de Arquétipos.

Logicamente que, ceder às tentações do capiroto e usar os poderes vindos da Maledicências, faz com que o personagem fique cada vez mais amaldiçoado e coisas estranhas ocorram ao seu redor. Ou seja, em Cangaço Trevoso o poder leva à corrupção da alma dos personagens. É possível se redimir ao buscar algum líder religioso e receber algum ordálio para redimir-se.

Os arquétipos fornecem poderes nos níveis 1, 2, 5, 8 e 10 e são os seguintes:

  • Quarto de Cela: prefere cavalos à pessoas, tem seus poderes ligados à montaria.
  • Sangue nos Ói: um combatente corporal “endiabrado”.
  • Bileiro: especialista em armas de fogo e ataques à distância.
  • Besta-fera: um mateiro com um instinto feral.
  • Peito de Aço: alguém com o corpo fechado.
  • Enrolador: simplesmente o mentiroso do bando.
  • Caixão e Vela Preta: se uma pessoa normal tem medo de algum maledicente, todos os maledicentes tem medo de alguém com este arquétipo. Sombrio até a raiz da alma, pode falar com mortos, rogar pragas e maldades do tipo.
  • Sorrateiro: especialista em furtividade, armadilhas e tocaias.
  • Raio de Silibrina: rápido como um raio e ligeiro como notícia ruim.

Ao final tem 3 tabelas com sugestões de efeitos de Maledicência.

 

Equipamentos

Inicialmente cada personagem possui 180 réis, mais 60 por cada Competência que tiver e menos 60 por cada Incompetência.

Seguimos com uma boa variedade de as armas de póiva, depois temos as armas de fio (embora nem todas o sejam),itens de proteção e montarias.

 

Finalizando

No final, estranhamente, constam opções de Virtudes e Fraquezas. Depois tem sugestão de nomes, a evolução dos personagens, de forma clara e fácil de compreender. Com a regra do nível 10, a Herança. Onde o personagem se torna um NPC e passa seu legado a um “herdeiro”, geralmente na forma de algum item.

Há dicas para os mestres e vários oponentes e criaturas para antagonizarem os personagens, desde soldados e capangas até animais e criaturas mitológicas.

 

 

Leia mais textos sobre os produtos da Craftando, clicando no link.

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4 Contra a Escuridão: Grandes Antigos – Resenha

Está disposto a encarar os horrores de Lovecraft em 4AD Contra os Grandes Antigos? Uma expansão do RPG Solo de 4AD (Four Against Darkness), trazida ao Brasil pela Retropunk, escrito por Marco Arnaldo e Andrea Sfiligoi.

“A emoção mais antiga e mais forte do homem é o medo” – H. P. Lovecraft.

4AD Contra os Grandes Antigos é um jogo de RPG Solo, mas que pode também ser jogado de forma Cooperativa,  e finalmente com um Narrador, de forma mais “clássica”.

Aqui, o tempo conta. E pode estar a seu favor, ou contra você.

Você tem 40 dias

E nenhum dia a mais, para salvar o mundo.

(Claro, estou sendo dramático. Seu jogo, suas regras). Mas vamos a trama principal. Seja por sonhos premonitórios, visitantes enigmáticos, tradução de antigos papiros, o fato é que os personagens descobrem que o mundo será atacado por um dos Grandes Antigos em 40 dias.

Um dos grandes pesadelos de Lovecraft vai adentrar nossa realidade. E você precisa impedir, com um grupo de 4 personagens investigadores.

Você (ou vocês, se jogar cooperativamente) vai investigar, explorar, lutar, viajar, e até recrutar ajudantes, durante 40 dias, para descobrir, através de pistas:

  1. Qual será o Grande Antigo que despertará?
  2. Onde ele estará?
  3. Se sua equipe de 4 investigadores conseguiu reunir coragem, sanidade, armas e itens mágicos para impedir o máximo ritual profano.

Quem será louco o suficiente para salvar o Mundo?

Considerações a parte, se o mundo merece ser salvo, (ou não) lembre-se: você, e todos que você conhece, vivem nele.

Então teremos Oito opções de investigadores, sendo que 4 estarão na equipe inicialmente . Você pode escolher entre:

  • Enfermeira;
  • Professor;
  • Detetive Particular;
  • Veterano de Guerra;
  • Médium
  • Espião;
  • Gangster;
  • Ocultista.

Essa equipe é muito variada. Podem utilizar desde armas de fogo a feitiços, de facas a metralhadoras, alguns podem curar a mente e o corpo.

Mas talvez a equipe que comece com você não seja a mesma que vai terminar. Você pode recrutar ajudantes, ou mesmo trocar de investigadores nas cidades. Mas se você conhece o 4AD original, que é um dungeon crawler, vai se surpreender, pois nesse aqui tem muita exploração.

Mas NÃO é um Dungeon Crawler, você vai viajar por Nova York, Pântanos, Insmouth, e mais. Muito mais.

Vai encontrar monstros de pesadelo, de pequenos a grandes, e traições poderão ocorrer de onde você menos espera. Mas também tem…

Muito combate contra as forças dos Grandes Antigos

Que vão desafiar o corpo e a mente de seus personagens. Talvez alguns caiam. Ou alguns se modifiquem tanto que você não os reconheça. Outros ainda perderão sanidade.

Mas alguns podem crescer, e se tornarem muito fortes.

Você precisará gerenciar o tempo de deslocamento, por terra, ar e água. As armas que vai carregar. Quando fugir da luta, para voltar mais forte outro dia. (E cada dia conta, são apenas 40 dias).

“…O mais antigo e mais forte de todos os medos é o medo do desconhecido” – H. P. Lovecraft

Eu sou suspeito. (E quem não é?) Eu adoro Lovecraft. 4AD Contra os Grandes Antigos é o meu RPG Solo de terror favorito. A rejogabilidade é imensa, tem muita exploração, referências a obra de Lovecraft, estratégia, combate. É procedural (ou seja, a cada vez que você joga, é diferente). Se você conhece a obra de Lovecraft, vai perceber muitas referências e apreciar a atmosfera. Se não conhece, muitas surpresas estão te esperando.

Pontos Fortes

4AD Contra os Grandes Antigos traz:

  1. Muita rejogabilidade;
  2. Respeita obra lovecraftiana;
  3. É uma expansão “Stand Alone” – você não precisa de outros livros pra jogar;
  4. Versátil para jogar Solo ou Cooperativo;
  5. Sistema de combate simples e direto, mas não simplista. Basta 1 dado de 6 faces (D6 para os íntimos);
  6. Se você curte um jogo analógico, é prato cheio. E pode repetir. Você vai precisar controlar 4 personagens investigadores e seus ajudantes, tempo, inventário;
  7. Você Não sabe qual grande Antigo vai encontrar no fim de cada jogo. E cada um é um mini -jogo diferente na Batalha Final pela humanidade.

Pontos Fracos

Bem… Traga sua lanterna mais perto, olhe este mapa com atenção:

  1. Pode ser cansativo controlar 4 personagens de uma vez;
  2. Peguei um ou dois errinhos no livro, como uma frase repetida. Nada que estrague a diversão ou imersão; Mas é que é tão bom e imersivo, que qualquer errinho chama a atenção;
  3. O livro tem “caixinhas” para marcar os eventos que você já passou, e um mapa. Mas claro você NÃO vai querer riscar o livro, vai anotar em um papel a parte. Então precisa de certa atenção para não repetir determinado evento.

Mas, e depois de Salvar o Mundo?

O jogo é tão bom, que fiquei aliviado quando terminei. Se acho que é um jogão? Sim. Imersivo? Muito. Cansativo? Um pouco.

Se você gosta de Lovecraft, e de RPG, acho que será uma grande experiência.

Já desejar saber mais sobre o 4AD (Four Against Darkness) original? Dá uma olhada nesta resenha.

Se você ousar mais, ainda tem uma expansão, o Aurora do Horror (que também tem uma resenha, clica aqui!), também trazido pela Retropunk.

Apesar de no momento que escrevo este artigo a Retropunk ter encerrado o licenciamento de 4AD, você vai encontrar muita coisa a respeito na internet, muitos sites de venda.

Mas se é mais terror que você procura, a Retropunk já nos trará DeltaGreen, RPG investigativo e de terror (temos um podcast sobre DeltaGreen, se você se atrever…). Mais notícias em breve…


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Aventuras inspiradas no Hanamatsuri – Usagi Yojimbo RPG

Você viu recentemente nossa resenha sobre o incrível Usagi Yojimbo RPG, à venda pela RetroPunk. Se não viu nossa resenha, clique aqui para ler e entender um pouco mais sobre essa novidade antes de ver nossas ideias de aventuras inspiradas no Hanamatsuri a seguir.

No começo deste mês, dia 8 de abril, foi comemorado o Hanamatsuri. O Hanamatsuri, também conhecido como Festival das Flores ou Aniversário de Buda, é um festival tradicional japonês que comemora o nascimento de Siddhartha Gautama, que mais tarde ficou conhecido como Gautama Buda, o fundador do Budismo. Durante o Hanamatsuri, os templos e as casas são adornados com decorações coloridas, principalmente flores como flores de cerejeira, peônias e flores de lótus. Um dos rituais centrais do festival envolve derramar chá doce ou água sobre uma pequena estátua do bebê Buda, simbolizando a purificação e limpeza do espírito.

Inspirados por esta data de grande importância ao Budismo, que tal jogar uma das três aventuras inspiradas no Hanamatsuri que criamos aqui para Usagi Yojimbo RPG?

Aventura 1: A Praga

Introdução

Durante as celebrações do Hanamatsuri, os heróis chegam a uma pacífica aldeia agrícola, onde os moradores estão se preparando para as festividades do festival. No entanto, a alegria da ocasião é interrompida quando uma série de incidentes estranhos começa a ocorrer nas plantações, resultando na morte misteriosa do gado e na destruição das colheitas. Os heróis são convocados para investigar os incidentes e proteger a aldeia dos perigos iminentes.

Ato 1: Exposição

Os heróis iniciam sua investigação, examinando as plantações e entrevistando os moradores para descobrir a causa dos incidentes perturbadores. Eles descobrem que a aldeia está sendo atacada por uma praga de gafanhotos gigantes, que estão devorando as colheitas e ameaçando a subsistência dos moradores. Determinados a salvar a aldeia da ruína, os heróis preparam-se para enfrentar os gafanhotos e proteger as plantações.

Ato 2: Ação Crescente

Os heróis embarcam em uma missão perigosa para encontrar a fonte dos gafanhotos e detê-los antes que causem mais danos à aldeia. Eles enfrentam desafios como enxames de insetos, armadilhas naturais e obstáculos naturais enquanto se aventuram pela paisagem selvagem em busca dos gafanhotos. Enquanto isso, os heróis descobrem os segredos por trás da infestação de insetos e as razões por trás de sua aparência na aldeia.

Ato 3: Condução ao Clímax

Os heróis finalmente encontram a colônia de gafanhotos e se preparam para um confronto final para proteger a aldeia. Uma batalha épica irrompe enquanto os heróis lutam contra os gafanhotos gigantes, usando suas habilidades e estratégias para derrotar os insetos vorazes. Determinados a garantir a segurança da aldeia, os heróis enfrentam os gafanhotos em um duelo final, lutando pela sobrevivência da comunidade.

Clímax e Resolução

A batalha final culmina em um confronto dramático, onde os heróis enfrentam os gafanhotos com coragem e determinação. Com trabalho em equipe e determinação, eles conseguem derrotar os insetos gigantes e salvar as plantações da aldeia da destruição. Os moradores expressam sua gratidão aos heróis, celebrando o Hanamatsuri com renovada alegria e devoção, enquanto os heróis partem para sua próxima aventura, honrados por terem protegido o espírito da festividade e da comunidade.

Aventura 2: A Estatueta Roubada

Introdução

Os heróis chegam a uma pacífica vila no campo, onde o clima de festividade em preparação para o Hanamatsuri está no ar. Eles são recebidos calorosamente pelos moradores, mas logo percebem que algo está errado quando descobrem que a estátua do Buda, central para as celebrações, foi roubada durante a noite. Os heróis se comprometem a ajudar a recuperar a estátua e restaurar a paz à vila.

Ato 1: Exposição

Os heróis começam a investigar o roubo, entrevistando os moradores e procurando por pistas ao redor da vila. Eles descobrem que um grupo de bandidos conhecido como Bandoleiros da Meia-Noite está por trás do crime e que planejam vender a estátua no mercado negro. Enquanto isso, os bandidos, alertados sobre a investigação dos heróis, preparam-se para um confronto.

Ato 2: Ação Crescente

Os heróis se preparam para confrontar os Bandoleiros da Meia-Noite e resgatar a estátua do Buda. Durante sua jornada, eles encontram obstáculos como emboscadas, armadilhas e confrontos com capangas dos bandidos. Enquanto isso, o vilão principal, um líder bandido astuto e perigoso chamado Kuro Kagemaru, observa os movimentos dos heróis de longe, planejando uma emboscada final.

Ato 3: Condução ao Clímax

Os heróis chegam ao esconderijo dos Bandoleiros da Meia-Noite, onde enfrentam uma batalha épica para recuperar a estátua do Buda e derrotar Kuro Kagemaru. Com determinação e habilidade, eles superam todos os desafios, resgatam a estátua e restauram a paz à vila. No clímax emocionante, os heróis enfrentam Kuro Kagemaru em um confronto final, demonstrando coragem e virtude para proteger o bem-estar da comunidade.

Clímax e Resolução

O confronto final culmina em uma batalha emocionante, onde os heróis lutam com bravura e determinação contra Kuro Kagemaru e os Bandoleiros da Meia-Noite. Com habilidade e estratégia, eles emergem vitoriosos, garantindo a segurança da vila e recuperando a estátua do Buda. Os moradores da vila expressam sua gratidão aos heróis, celebrando o Hanamatsuri com renovada alegria e devoção, enquanto os heróis partem para sua próxima aventura, honrados por terem protegido o espírito da festividade e da paz.

Aventura 3: O Espírito da Vingança

Introdução

Durante as festividades do Hanamatsuri, os heróis chegam a uma remota aldeia nas montanhas, onde os moradores estão desesperados por ajuda. Uma série de incidentes estranhos ocorreu nas proximidades do templo local, incluindo o desaparecimento de oferendas sagradas e relatos de estranhas aparições noturnas. Os heróis são convocados para investigar os mistérios que assolam a aldeia e restaurar a paz antes que a celebração do Hanamatsuri seja arruinada.

Ato 1: Exposição

Os heróis iniciam sua investigação, entrevistando os moradores e examinando o templo e seus arredores em busca de pistas sobre os incidentes misteriosos. Eles descobrem que a aldeia está sendo assombrada por um espírito vingativo, conhecido como “Kurai Onryo”, que busca vingança por uma injustiça cometida no passado. Determinados a resolver o mistério e restaurar a paz à aldeia, os heróis se preparam para enfrentar o Kurai Onryo.

Ato 2: Ação Crescente

Os heróis embarcam em uma jornada perigosa para encontrar e confrontar o Kurai Onryo, enfrentando desafios como armadilhas espirituais, ilusões enganosas e encontros com criaturas sobrenaturais ao longo do caminho. Enquanto isso, eles descobrem a verdade por trás da história do Kurai Onryo e sua conexão com a aldeia, revelando segredos sombrios e traições passadas que desencadearam sua ira. Determinados a fazer justiça e libertar o espírito atormentado, os heróis continuam sua busca incansável.

Ato 3: Condução ao Clímax

Os heróis finalmente enfrentam o Kurai Onryo em um confronto emocionante, onde devem usar sua coragem e determinação para derrotar o espírito vingativo e restaurar a paz à aldeia. Uma batalha épica irrompe enquanto os heróis lutam contra as forças do mal, demonstrando sua força interior e convicção para enfrentar o perigo. No clímax emocionante, os heróis confrontam o Kurai Onryo em um duelo de vontades, lutando para libertar o espírito atormentado e garantir a segurança da aldeia.

Clímax e Resolução

A batalha final culmina em um confronto dramático, onde os heróis enfrentam o Kurai Onryo com coragem e bravura. Com determinação e compaixão, eles conseguem acalmar o espírito vingativo e liberá-lo do ciclo de ódio e sofrimento. Os moradores expressam sua gratidão aos heróis, celebrando o Hanamatsuri com renovada alegria e devoção, enquanto os heróis partem para sua próxima aventura, honrados por terem protegido o espírito da festividade e da paz.

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Licantropo – Maldição de Sangue – Resenha

Tranquilos pessoal! Hoje falaremos o livro Licantropo – Maldição de Sangue, produzido por J.M. Pimentel e publicado pela 101 Games. Onde os personagens serão bestas que devem escolher o caminho da selvageria ou domarem seus instintos, evitando, também, se tornarem presas dos Esfoladores.

 

Início

O livro inicia com um conto e uma introdução aos conceitos básicos do jogo. Para logo depois trazer a incrível mitologia por trás do jogo, o motivo da fome (quase) insaciável e dos antagonistas dos licantropos (embora sejam teriantropos em geral e não somente derivados de lobos), que podem ser tão ou mais cruéis que os mais selvagens licantropos. Inclusive refere-se que Esfoladores se unem a Caçadores de Vampiros e Inquisidores, unindo num mesmo universo os três jogos.

Após, inicia-se a construção de personagem, com a rápida escolha de atributos, perícias e pactos. Entretanto, esta parte ficará para o texto do mês que vem.

 

Mimetismo

Neste capítulo somos apresentados aos poderes licantropos, que são tão diversos quanto as linhagens. Para usar seus poderes, os personagens precisam realizar algum teste de perícia, exceto aqueles com funcionamento passivo.

A verdadeira forma monstruosa de um licantropo ocorre em noites de lua cheia, com o jogador interpretando seu personagem num frenesi sanguinário insaciável. Nesta forma ficam mais fortes, recebendo +3 em Corpo (+2 para domados), melhorando, também, sua Saúde. Recebendo, automaticamente, os mimetismos Faro Perfeito, Forma Animalesca, Resistir a Injúrias e Garras e Presas (que são os mimetismos básicos).

Domados possuem 1 ponto em Vontade, conseguindo controlar sua forma monstruosa por 1 + valor de Espírito turnos. Para se transformar fora das noites de lua cheia precisa gastar 1 ponto de Vontade por turno.

Já os Selvagens nunca conseguem controlar suas formas selvagens, podendo assumi-la fora das noites de lua cheia por uma quantidade de turnos igual a 1 + valor de Espírito, gastando 1 ponto de Vontade.

Há seis caminhos de Mimetismos, Lince, Lobo, Guepardo, Pantera, Urso e Javali, que serão devidamente abordados na postagem de criação de personagens.

 

Regras

Em poucas páginas, de forma bem explicada, o livro explica como funcionam os testes, rolagens, vantagens e desvantagens, além do combate em si. Tudo muito simples e direto.

Várias tabelas são apresentadas para ajudar a determinar encontros, eventos e o que mais for necessário, tanto para jogos com Narrador, cooperativos ou solo. Por fim, uma breve descrição do cenário de São Paulo, fichas de adversários suficientes para algumas sessões e um mapa de ciclo lunar.

 

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Para ler mais coisas da 101 Games, clique aqui.

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