Manuscritos são artigos relacionados aos mais variados temas dentro do contexto do RPG. Variam de histórias próprias, contos, compêndios, resenhas e colunas com textos autorais.
Estamos toda semana apoiando o projeto BágDex, com pokémon inspirados na cultura e natureza brasileiras, vindas da criatividade do Wagner, conhecido como Bág. Bág é designer, ilustrador, produtor de conteúdo e professor. Você pode acompanhar este projeto e muitos outros desse talentoso artista visitando o perfil dele no Instagram aqui. Veja agora os pokemón da semana 7 do BágDex com fichas feitas pela equipe da Tokyo Defender!
aKamigawa é um plano de MTG (Magic the Gathering), inspirado em um mito japonês, do mundo em duas partes: Kakuriyo, o mundo espiritual, onde vivem os Kami, e Utsushiyo, o mundo mortal. Juntos, os dois fazem um mundo completo. Kakuriyo é por vezes chamado de Reikai.
Os Kami
Deuses menores e espíritos do mundo, os kami são, em essência, representações de aspectos particulares das coisas do mundo. Mesmo que os Kami tenham forma física, eles são raramente vistos, já que permanecem no Reikai a maior parte do tempo. É impossível para os mortais adentrarem o Reikai, ainda que seja possível, por meios específicos, interagir com o mundo espiritual; algo parecido com o que ocorreu no evento catastrófico conhecido como a Guerra dos Kami. Quando os Kami puderam ser vistos em suas formas reais, suas formas eram mais estranhas do que os mortais podiam imaginar; desafiando as regras de Utsushiyo.
O-Kagachi
O Kami supremos entre todos os Kami, O Kagachi é o maior e mais poderoso entre os Kami. Ao contrário dos demais, O-Kagachi possui uma forma física definida, algo que se parece com um dragão serpente prismático com muitas cabeças. A ira de O-Kagachi é lendária, e pode dizimar quase um plano inteiro.
Os Myojin
Os Myojin são um grupo composto por cinco dos mais poderosos Kami, sendo que cada um deles é a representação de um dos aspectos e cores da mana de Magic the Gathering. Apenas O-Kagachi possui um poder maior que o deles. De certa maneira, cada um dos Kami de uma cor ou mana específica é apenas um aspecto do Myojin. Cada um dos Myojin possui um Honden, um tipo de templo mágico dedicado à honra deles. Se Kamigawa possuísse deuses, esses deuses fariam parte do Myojin.
Outros Kami
Existem muitos outros tipos de Kami habitando o plano. Isso inclui os Oni, espíritos-demônio malignos adorados pelos ogros, os cinco dragões Kami que vigiam locais importantes do plano, Zubera, um Kami sem rosto que era um mortal e foi tragado para o Reikai, e incontáveis outros Kami.
A Magia e os Kami
Devido a presença do Kami, algumas magias funcionam de forma diferente, em especial magias que permite algum tipo de interação com os deuses, que nesse caso permitem a interação com os Kami que ocupam esse nicho nesse plano. Magias de Viagem Planar ou que permitam a viagem entre os planos não funcionam para adentrar o Reikai, já que nenhum mortal pode fazê-lo.
Vantagens Únicas
Humano
Como em muitos outros planos, os humanos são a raça mais numerosa e comum. A maioria dos humanos vivem em Towabara, mas podem ser encontrados em qualquer região. Os humanos em Kamigawa são idênticos aos que são apresentados no Manual do Defensor.
Kitsune (1 Ponto)
Kitsune são raposas humanóides que vivem em Jukai. Eles possuem várias caudas que servem como amostra de seu poder e sabedoria. Elas nascem com uma cauda, ganhando mais uma cada vez que completam algum objetivo pessoal ou missão. As Kitsune de Nove Caudas, as mais poderosas entre elas, são muito raras e consideradas criaturas lendárias.
Habilidade +1.
Visão Aguçada. Kitsune têm olhos aguçados; além disso, podem ver no escuro, mas não na escuridão total (deve existir uma iluminação mínima, por menor que seja).
Sabedoria ancestral. toda vez que falham em um teste, eles podem gastar 2 PMs e rolar o teste novamente.
Caudas. para as Kitsune a vantagem Implemento sempre custa um ponto a menos, sendo que cada implemento representa uma cada a mais. Até um limite de 9 caudas.
Soratami, Cidadão-da-lua (3 Pontos)
Soratami, também chamado de Cidadão-da-lua, são seres discretos e enigmáticos vivendo em suas cidades no céu. Eles se sentem mais confortáveis na presença de outros seres como eles. Sua aparência física pode ser descrita como seres humanóides de pele pálida, praticamente branca, com orelhas semelhantes a dos coelhos que caem sobre os ombros e runas e símbolos na testa onde deveriam estar as sobrancelhas. Um dos traços mais marcantes dos Soratami é sua capacidade de flutuar magicamente.
Os soratami se consideram acima das preocupações e opiniões alheias, sendo considerados indiferentes e distantes.
Habilidade +1.
Aptidão para Magia. para eles a Magia Elemental, Branca ou Negra, custam apenas 1 ponto cada e vantagem Arcano custa 3 Pontos.
Aptidão para Voo. Soratami utilizam o poder gravitacional da lua para levitar, por isso pagam apenas 1 ponto por esta vantagem
Estudiosos Iluminados. para um Soratami as perícias Investigação, Idiomas ou Medicina, custam apenas 1 ponto cada.
Orochi (4 Pontos)
Os orochi são um povo semelhante a cobras e serpentes de quatro braços que terminam em garras.Apesar da ascendência reptiliana, eles possuem cabelo.
Eles vivem em grandes colônias na parte oeste de Jukai, cuidando de seus próprios negócios e seguindo suas vidas sem a interferência de outros povos. Quando um Orochi é encontrado longe de sua colônia, muito provavelmente, ele está em uma busca pessoal ou é um sobrevivente de uma colônia destruída. Apesar de uma natureza pacífica, eles podem ser combatentes terríveis, usando suas presas venenosas e múltiplos membros para superar seus adversários. Ainda assim, eles evitam o combate e lutas desnecessárias.
Característica +1. Orochi tem uma constituição física avantajada e muito agéis. Por isso podem escolher colocar um 1 ponto de personagem em Força, Habilidade ou Resistência a escolha do jogador.
Membros Extras. Orochi possuem quatro braços, seguindo as regras para a vantagem Membros Extras conforme apresentado no Manual 3D&T Revisado e Ampliado, pág.35.
Presas Venenosas. ao invés de atacar com F+H+1d, um Orochi pode realizar um ataque de mordida calculando a FA como F+1d, sempre que o Orochi realiza um acerto crítico, além de sofrer dano, a vítima deve ser bem-sucedida em um teste de Resistência. Se falhar, será envenenada, perdendo 1 PVs por turno até curar-se (com magia ou antídoto) ou morrer. Construtos, mortos-vivos e criaturas com Armadura Extra ou Invulnerabilidade (químico) são imunes a este efeito.
F+1 com espadas e arcos. Orochi são treinados no uso de espadas, foices e arcos.Estas são armas tradicionais de sua raça. Isso significa que, para receber o bônus, você deve personalizar seu dano como Força (corte) e/ou Poder de Fogo (perfuração), à sua escolha.
Nezumi (-1 Ponto)
O povo rato de Kamigawa. Eles vivem nos pântanos de Takenuma. Criaturas desleais, eles são conhecidos por cometer atos hediondos desde que sejam bem pagos. Considerados como desprezíveis e pragas pelo outros povos, eles acabam trabalhando como capangas para aqueles que pagarem melhor, seja um poderoso samurai ou um maldoso Oni. E nada garante que eles não traiam seus mestres em troca de uma recompensa maior.
Sagacidade. toda vez que usam algum poder ou vantagem que exija da vítima um teste, eles podem gastar 2 PMs e impor um redutor de -1 neste teste.
Sentidos Especiais. Nezumi pode escolher dois entre os seguintes: Audição Aguçada, Visão Aguçada e Faro Aguçado. Eles raramente são apanhados de surpresa
Má fama. criaturas desleais e traiçoeiras, ninguém gosta deles.
Modelo Especial. por serem criaturas pequenas não podem usar roupas, armas ou equipamentos feitos para humanos.
Akki, Goblins (0 Pontos)
Criaturinhas perniciosas e causadoras de problemas, muito semelhante aos goblins encontrados em outros planos, sendo talvez, a única diferença a carapaça semelhante ao casco de uma tartaruga que eles possuem nas costas. Essa mesma carapaça fornece proteção à lava e ao calor. Esses goblins são iguais aqueles apresentados no Manual 3D&T, mas possuem Armadura Extra (fogo).
O Plano de Kamigawa
Towabara
Chamada de A Grande Planície, Towabara é, fazendo jus a sua alcunha, uma gigantesca planície. Englobando uma das maiores regiões do plano de Kamigawa, habitante majoritariamente por humanos.Um traço que chama atenção daqueles visitando a região pela primeira vez é presença de mariposas gigantes, que podem ser usadas como montaria pelos habitantes de Towabara. O dragão Yosei, conhecido como Estrela da Manhã, é o protetor de Towabara.
Araba
Uma terra devastada cheia de crateras de ataques Kami, Araba é como uma ferida na paisagem de Towabara. Sua destruição é causada pela proximidade com o Castelo Eiganjo, que foi sitiado por um Kami.
Castelo Eiganjo
A maior e mais poderosa fortaleza dos mortais durante a Guerra dos Kami, Eiganjo também foi o marco inicial do pecado que iniciou o conflito. É o lar de Konda, um dos maiores governantes do plano de Kamigawa, que reinou sobre boa parte de Kamigawa a partir dessa fortaleza.
Academia Minamo
Construída sobre a maior queda d’água de Kamigawa, a Academia Minamo é uma impressionante escola de magia dirigida pelos Soratami. A Academia Minamo também possui um grande acervo de livros, tanto mágicos como comuns, que mesmo pessoas que não são alunos da escola podem ter acesso. Seu guardião é o dragão Keiga, a Estrela da Maré.
Takenuma
Um imenso e fétido pantâno, Takenuma é o lar de todo tipo de criatura imunda e pérfida, com os Nezumi e os Oni. Repleta de bambuzais podres e águas venenosas, é um local hostil. As ruínas de uma cidade e construções decadentes podem ser encontradas na parte mais profunda do pântano, e muitos criminosos usam como base para suas operações. Takenuma é protegida pelo dragão Kokusho, A Estrela Vespertina.
Sokenzan
Uma montanha delimitando o horizonte da paisagem, Sokenzan é um dos lugares mais perigosos do plano, com caminhos escorregadios que podem lançar o viajante incauto para a morte certa, avalanches que ocorrem sem nenhum aviso, além de outros perigos naturais. Os Akki são mestres desse habitat, tornando-o ainda mais letal, instalando armadilhas que podem ser usadas contra inimigos e invasores. As montanhas são guardadas pelo dragão Ryusei, A Estrela Cadente.
Os Picos Tendo
Os picos mais altos de Sokenzan e de Kamigawa como um todo, estão sempre envoltos pelas nuvens e nem mesmo os Soratami ousam cruzar essas nuvens.
Jukai
Uma floresta, habitada pelos Orochi, Kitsune e uma extraordinária quantidade de Kami, as florestas de Jukai estão fervilhando com a vida. Seus habitantes parecem estar mais alinhados com as vontades dos Kami do que que os demais povos de Kamigawa, talvez pela presença dos mesmos ali. Composta por frondosas árvores, as florestas de Jukai ocupam uma área quase tão grande quanto as planícies de Towabara. Seu guardião e protetor é o dragão Jugan, A Estrela Ascendente.
Oboro
O palácio no céu dos Soratami, Oboro, foi construído a partir de nuvens solidificadas, isolado dos olhares curiosos e protegido pela magia. Oboro é o local das torres-pergaminho de conhecimento secreto, contudo os Soratami não desejam compartilhar com os outros povos.
Shizo
Uma terra devastada e amaldiçoada depois que 891 samurai morreram em uma única batalha. Apenas um Kami solitário, Shirei, pode ser encontrado aqui, vigiando a terra devastada e impedindo que as almas perdidas deixem o local.
Mikokoro
Uma ilha no meio do oceano, onde muitos mortais acreditam que é possível encontrar a iluminação, ainda que ninguém tenha encontrado essa ilha de verdade.
Se você, assim como eu acha que a junção de Magic The Gathering tem tudo a ver, não deixe de comentar abaixo qual outro plano você gostaria de ver adaptado para o seu sistema. Também não deixe de considerar a possibilidade de ser um Patrono do Movimento RPG, clicando no linkAQUIe receba benefícios exclusivos.
Descobrindo a Cidade se trata também sobre a descoberta de seu Mythos. Você ocupará um lugar no mundo antes de despertar, é claro, e ele continuará tendo importância na sua vida, mas e agora que você descobriu que é mais do que acreditava ser? Você optará por uma vida dupla, por manter, quem sabe, uma identidade secreta? Abertamente irá exigir do mundo seu lugar por direito?
No texto de hoje, descobriremos tipos de Mythos e como abordá-los e também como lidar com o logo – além de explicá-lo em maior detalhe – uma vez que a sua vida prévia não deixou de existir para que você se tornasse um herói. Apostar nessa dualidade sempre vai ser um bom caminho para o seu jogo, afinal, e se de fato fossemos todos Mythos em potenciais? Essa é a proposta desse cenário.
O logo
Descobrindo seu Mythos
Explicarei o que é o logo por uma simples reflexão “o que você era antes de saber que existe uma lenda adormecida dentro de você?”. Estamos falando não só de que profissão você era, ou até mesmo que tipo de recursos você tinha. Ok, isso é de fato relevante, mas isso é superficial. Imagine que você é uma criatura com superpoderes que acabou de perceber que está dentro de um corpo que não é mais o seu habitual. E as relações que você tinha antes de ter esse poder todo, como serão afetadas?
Como diria o mais humilde de todos os heróis, “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades” (essa frase nunca vai perder seu peso, obrigado, mestre Stan). É necessário pensar em como isso afeta os teus contatos e, principalmente, se o seu logos não se permitirá ter o corpo tomado pelo Mythos.
Descobrindo o dilema
Deve haver um grande dilema, portanto. Não existe uma outra forma de lidar com essa situação, existe alguém que teve uma vida prévia ao despertar, você não é só a lenda adormecida, mas se não tomar cuidado, ela pode surrupiar seu corpo e suas ações. Você pode se perder dentro de uma ganância e se tornar alguém alheio a quem era.
Despertar da Lenda
Pense no seguinte, se um policial, com família, justo e correto descobre que na verdade adormece dentro dele o aspecto da Justiça, ele será quase que “agraciado” por esses dons, no entanto, como fica o pai que precisa ser flexível com seu filho para não lhe causar sofrimento? Trato sobre uma questão ainda mais delicada, e se um garoto perdido e sem suporte descobrir que reside dentro dele a própria onipotência?
São questões a se pensar, não é, caro amigo? Estamos descobrindo que galera só aumenta, caro herói, por isso mantenho o convite para que fiquem comigo, ainda falarei sobre ideias de campanhas e é claro que me permitirei utilizar os diferentes tipos de galera para contemplar essa vertente. Você me conhece, sou Kastas, do Contos da Tríade e se quiser conhecer meus outros textos dos outros sistemas, por favor, clique no link. Para conhecer mais do meu trabalho, nos siga no instagram! Agora, se seu interesse é pela continuidade da série City of Mist, visite o link dos textos anteriores, clicando aqui para o primeiro texto, aqui para o segundo e por fim aqui para o terceiro.
Nesse Guia de Personagem de The Witcher, vamos conhecer uma Comerciante. Sobretudo Tophia Rol é muito inteligente e carismática, no entanto ela precisa de ajuda de algum combate atravessar seu caminho.
Seguindo a ordem para a criação de personagens:
Raça
A primeira vista já fica claro que para essa Comerciante a raça mais proveitosa seja a Humana. Pois os humanos apesar de serem odiados em alguns lugares ainda conseguem manter seu carisma e bem como a confiança em alta. Dessa forma sua Posição Social no geral é de Igual.
Caminho da Vida
O caminho da vida de Tophia foi feito aleatoriamente. Portanto vou apresentar brevemente o resultado, e sinta-se a vontade para mudar essa historia como quiser, caso escolha Tophia para sua aventura.
Nossa Comerciante não viveu toda sua vida nas estradas do Continente, todavia a origem vassala de sua família nas terras de Gemmera Oriental foi de muito luxo e poder. No entanto sabemos que viver naquelas terras é um risco. Anteriormente eles possuíam uma mina produtora de dimerítio e uma rota de exportação muito boa, por fim isso chamou a atenção de alguns também poderosos, mas que não tiveram a sorte de herdar terras ricas. Tophia viu sua mãe sendo apunhalada com uma adaga envenenada por um dos criminosos que invadiram sua casa. Seu pai se tornou um fardo para ela, afinal o homem enlouqueceu, e seu titulo de nobreza foi tirado deles e foram abandonados a própria sorte.
Conheceu Cuthea Ajo uma dançarina de Vicovaro que a acolheu como sua nova mãe, ensinando a ela tudo que sabia para ajudar a garota alcançar seus objetivos. Já na vida adulta a amizade que tinha com Drake Lian, o filho de Cuthea, foi rompida pois Tophia roubou dele um objeto de valor, e usou o dinheiro para comprar algumas coisas para iniciar seu caminho de Comerciante. Drake passou a odiar Tophia e sempre que pode faz possível para prejudicar ela.
Estilo Pessoal
Tophia Rol usa roupas pesadas, e escolheu ter cabelos curtos porém muito bem alinhados. Atualmente ela não tem apego e vinculo a nenhuma pessoa, Mas considera que todos as vidas tem seu valor e o direto de viverem em paz. Além disso acredita que o que mais importa para ter sucesso é o conhecimento.
Profissão
Tophia será uma Comerciante, conforme sabemos ela tem muitas habilidades sociais, conhece as regras de etiqueta e pode circular pelos círculos nobres para conseguir bons negócios.
Estatísticas
Tophia Rol usará suas estatísticas com sabedoria, pois sua media está alta:
Corpo: 1
Criar: 7
Destreza: 8
Empatia: 9
Inteligência: 8
Reflexo: 7
Sorte: 8
Velocidade: 7
Vontade: 8
Pontos de Vida: 20
Estamina: 20
Fardo: 10
Recuperar: 4
Atordoamento: 4
Soco: 1d6-2
Chute: 1d6+2
Correr: 21m
Salto: 4,2m
Pericias
Pacote da Profissão
Carisma: 5
Laminas pequenas: 2
Educação: 4
Língua ( escolha 2): 3
Sabedoria das Ruas: 5
Negócios: 6
Persuasão: 4
Percepção humana: 3
Apostar: 3
Resistir Coerção: 4
Bem viajado: 5
Pericias Adquiridas
Intimidação: 3
Falsificação: 3
Etiqueta social: 6
Cavalgar: 3
Equipamentos e Dinheiro
Os equipamentos que a Tophia carrega como Comerciante são:
Adaga
Ferramentas de comerciante
Tenda grande
Bolsa
Couraça
Corda
Pederneira e aço
Lanterna
10 Refeições simples
5L Vinho
Uma carroça
1000 Coroas de Redânia em produtos
Ainda Restou para ela 683 Coroas de Redânia.
Esse foi o segundo guia de personagem dessa serie. Eventualmente pode ser que eu tenha esquecido de citar algo, então é só deixar nos comentários que será verificado e corrigido. deixe também sugestões para próximas fichas que você quer ver.
Aproveite para conhecer a MRPGStore! Além de conhecer também nosso Patronato, onde você pode ser sorteado para receber livros físicos de várias editoras que adoramos.
Yrgath. Esse é o nome que A Verdade, divindade criadora, viu ser dado às suas terras. Em sua existência eterna, testemunhou a vida dos mortais, simples humanoides ou animais, assim como testemunhou a imortalidade dos dragões.
A Verdade estava lá quando a estranha syqua surgiu. Estava lá quando as imensuráveis bestas dracônicas criaram a magia. Estava lá quando esse poder foi roubado e disseminado. Estava lá quando os Domínios Dracônicos se formaram e também estava quando uma ameaça discreta, mas apocalíptica, surgiu.
A Verdade presenciou o momento em que os supremos dragões cederam em um acordo com os humanoides. Presenciou a união que definiria o nascimento de uma nova era. A oportunidade que colocaria anões, elfos e humanos como protagonistas em um mundo que foi moldado, regido e rasgado pelos dragões.
Foi nessa época, 650 anos atrás, que A Verdade testemunhou o Pacto dos Dragões.
Mas, antes de qualquer coisa, devo começar dizendo: Não! Pact of Dragons não é mais um cenário de D&D 5E. Sim, ele usa o mesmo sistema. Sim, ele é medieval mágico. Mas não, ele não pode ser referido como “mais um cenário”, pois isso o tornaria genérico, sendo colocado em um arcabouço de outros mundos fantásticos.
Formado como “rpgista” pelo D&D 3.5, cruzei com muitos cenários, a maioria genéricos. No final da história, o meu favorito era Reinos de Ferro, pois ele trazia uma inovação para o mundo clássico medieval mágico que eu nunca tinha lido antes.
Essa inovação era uma regra simples: “Existe a tecnologia a vapor ligada à magia. E o mundo todo é pautado na existência dela!”.
Desde a viagem de um plebeu — com um gigante a vapor enferrujado puxando a carroça — até as grandes guerras fronteiriças — com trens gigantescos carregando pilhas de munição — a tecnologia a vapor era inserida no cenário de forma primorosa, assim como todas as consequências mundanas ou épicas de sua existência.
Pact of Dragons traz uma proposta semelhante, mas ao invés de máquinas a vapor, temos dragões!
Não, isso não significa que teremos dragões puxando carroças, mas seus primos mais incultos, os dinossauros, sim! As raças de sangue dracônico permeiam um mundo onde não existem reinos, mas sim Domínios Dracônicos. Um mundo onde terras devastadas são resultados de anos de batalhas entre bestas aladas gigantescas. Onde os idiomas fluem das línguas dracônicas. Onde patrulheiros montam répteis alados. Onde a ordem e o caos, as expressões, as leis da natureza e das sociedades são pautadas por dragões.
No mundo de Yrgath, o dragão não está dormindo sobre seu ouro em uma montanha distante, esperando que um grupo de aventureiros o derrote.
Ele está governando a montanha, guiando seus devotos, controlando seus exércitos, procriando com variadas espécies, marcando seu território, exigindo sacrifícios e até mesmo fornecendo os contratos para os grupos de aventureiros.
Opções de Personagem
Apesar de Pact of Dragons trazer um cenário que funciona com os manuais de D&D 5E, seus autores levam em consideração a adequação das raças e classes de D&D ao mundo de Yrgath, além de incluírem novas opções.
Veja resumos a seguir:
Raça: Anão do Clã Bar’Orinn
Anões do Clã do Leste, os Orinn são nativos do subterrâneo dos Picos Púrpuras, em Tar’Syqua. São primos distantes dos Clãs do Oeste e, diferentemente do resto dos anões do continente dos Naur, sempre tiveram uma forte ligação com o arcanismo, as runas e os estudos da magia e seus efeitos na forja.
São parecidos com seus primos do Oeste, gostando de exibir pequenos objetos místicos ou joias de syqua em suas vestes. Desde pequenos, esses anões aprendem a importância da criatividade e medem suas conquistas comparando invenções, pois elas sempre tiveram a capacidade de mudar o mundo.
Raça: Gorr
Os temidos gorr compõem a forma mais abrutalhada de uma linhagem de ascendência dracônica que um jogador pode ter em suas mãos.
Essa rara espécie é fruto de ovos dracônicos que sofrem diversas experiências terríveis, testando seus limites. Seus corpos são muito fortes e altos, principalmente por serem bestas dracônicas que parecem ter nascido do cruzamento de um draconato com um centauro.
Corpanzil escamoso, quatro pernas que terminam em garras, cauda larga, tronco humanoide e cabeça reptiliana. A combinação perfeita para serem conhecidos como os combatentes mais temidos nas batalhas de Yrgath.
Raça: Nahudra
Em Yrgath existe um minério diretamente ligado à nova estrutura do mundo. Este é o syqua, um metal cristalino metamágico, que serve de fonte mística e matéria-prima para diversas tecnologias arcanas — ou não — que permeiam as sociedades atuais, desde que seja manufaturada, caso contrário, é tóxica.
Um nahudra é muito semelhante a um humano, exceto pelas cracas e crostas de syqua que crescem em seu corpo, deixando-o deformado.
Apesar desse minério fornecer mais resistência e uma conexão natural entre o nahudra e o metal, sua presença tem um custo alto. Além de deformar a criatura, garante olhares de nojo e até mesmo terror, uma vez que a syqua, em sua forma natural, é tóxica.
Mesmo que alguns pesquisadores já tenham provado que nahudras podem viver em sociedade, o povo ainda os teme, os nobres preferem usá-los como detectores de syqua e os estudiosos os querem como cobaias.
Classe: Bruxo (Sombra Devoradora)
Sannath oferece conjurações poderosas aos bruxos que o invocam. Segundo as lendas, esse misterioso Shadraath é uma espécie de entidade neutra que está disposta a interferir na vida dos Yrgathianos através de ferramentas arcanas e sussurros de conhecimentos.
Um Bruxo da Sombra Devoradora pode ser uma ferramenta muito poderosa e assustadora nas mãos de Sannath e ele não se importa que todo esse poder seja usado contra outras figuras malignas como os demais Shadraaths. Tudo isso torna este patrono imprevisível, apesar de disposto a se comunicar com mortais.
Classe: Clérigo (Caminho do Relicário)
Este novo caminho para os clérigos é completamente pautado na divindade única e suprema de Yrgath — ao menos é nisso que eles acreditam — A Verdade.
Cada devoto ordenado nesse caminho recebe um fragmento da Verdade. A partir desse fragmento, cada um forja um item especial que será usado como foco de seus poderes divinos — O Relicário.
Apesar de, segundo a crença, A Verdade estar enfraquecida, os clérigos dessa ordem são a prova viva de que seus poderes ainda se manifestam. Com esses poderes, os clérigos viajam por todo o mundo, espalhando a palavra, peregrinando ou reunindo antigos fragmentos perdidos da Verdade.
Classe: Xamã
Diferente dos druidas e dos clérigos, os xamãs são a conexão entre o plano material e o mundo espiritual através de métodos mais brutos e tribais. Eles não se apegam apenas a natureza ou a fé, mas a vida e a morte, aos espíritos que vivem e aos que já partiram, inclusive de objetos. Tudo isso através do Yr’Mor, o Mundo Espiritual.
Costumam atuar como conselheiros, curandeiros ou líderes espirituais. Seus poderes estão pautados na manipulação dos espíritos que permeiam o mundo, podendo alcançar a capacidade de comandar até mesmo as criaturas nativas de Yr’Mor.
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Anteriormente na Missão Artêmis Parte 02, os cosmonautas receberam informações confusas sobre a nave que pede resgate, além de receberem a tarefa de irem até essa nave. A preocupação com os riscos atinge a todos. Fique agora com a Missão Artêmis Parte 03.
A capitã Rhonda Duke mantinha um olhar focado na alimentação daquela manhã, a adorada pasta desidratada de cor amarela rica em todos os tipos de vitamina e necessidades químicas do organismo, apenas com uma ressalva referente ao sabor e textura oleosa. Remexia o alimento divagando sobre as ordens recebidas. Cabia a ela cautela em relação ao conteúdo e abordagem nessa missão. Entendia que o sigilo nível Omega, considerava alto grau para segurança dos envolvidos, contexto esse que poderia significar uma passagem sem retorno para todos de sua nave. Precisaria ser minuciosa nas orientações para garantir a integridade e sucesso na missão.
Repentinamente, a capitã Duke levantou-se e rumou até o setor de segurança do Cruzador intergaláctico Artêmis 13, no caminho solicitou a presença do Primeiro Tenente Aaron Becker. Os demais tripulantes notaram a agitação e preocupação não usual de sua líder, mas àquela altura os acontecimentos, de fato, mexiam com a mente de todos.
A capitã, assim que acessou o setor de segurança, fez uma observação cuidadosa dos aparelhos ali presentes. Devido a distância e complexidade na missão, o estoque de alguns itens era limitado, fazendo com que as Matrizes Hefesto fossem necessárias para o quebramento de partículas e recombinação atômica que possibilitariam a produção de variados materiais para o andamento da missão. Como critério de segurança, as Matrizes disponíveis em cada missão podiam produzir uma lista limitada de utensílios, sempre com alto controle das autorizações, isto impedia que mentes perturbadas pudessem fazer destes aparelhos, conduítes para simulacros macabros. Durante sua análise notou que os equipamentos disponíveis podiam produzir peças essenciais para seu plano.
O Primeiro Tenente Aaron Becker olhava a atitude com desconfiança e indagou qual a ligação de tal atitude para com a missão, ao passo que a capitã lhe disse que os equipamentos a bordo consistiam em versões levemente aprimoradas do modelo padrão que por sua vez garantia proteção contra situações ambientais severas, temperaturas extremas, oscilação de pressão e proteção cinética básica. Em sua mente, a missão que enfrentariam levaria em conta um contexto observado nas abordagens ocorridas no cinturão Osíris, cerca de cento e cinquenta anos atrás, no qual um confronto por estações de observação exigiu uma completa reconfiguração dos aparatos disponíveis. Segundo seus estudos históricos, a força de ataque foi sobrepujada, justamente por ignorar os desafios do terreno artificial e natural, além de todas as condições variáveis de um confronto ambientado num espaço de trezentos e sessenta graus.
Sendo assim, como todo material militar atual já tem em sua essência as características modulares e cambiáveis que facilitam substituição e produção, seria possível que os trajes pudessem ser preparados para um contexto mais hostil. A capitã reiterou que os diversos tópicos pontuados para a invasão da cosmonave Héstia demonstravam a conclusão parcial de um evento de alta periculosidade, o próprio número de tripulantes, com nomes diferentes para iguais funções significava que baixas já eram esperadas. O uso do sistema Vesta, era comum em naves militares, a própria capitã Harley Irwin, teve em seu histórico incursões que a desabonariam de outros propósitos mais éticos. Um nome célebre como do doutor Joel Miles, astrobiólogo, autor de variados livros usados na graduação, não se arriscaria em uma missão que não trouxesse mais fama e renome. E a própria detonação final demonstrava que os vestígios e evidências deveriam ser permanentemente apagados e isto poderia incluí-los.
A capitã Duke havia escolhido sua missão devido sua capacidade superior demonstrada em todas as fases de sua formação, dessa maneira, sua estratégia base seria estar preparada para os piores cenários dentro do contexto ao qual haviam sido colocados. Com tantos argumentos coerentes, o tenente concordou e iniciou a produção dos itens que estariam disponíveis, questionando que ele próprio teria dificuldade na montagem e reconfiguração, momento em que a capitã citou que ela tinha conhecimento suficiente para deixar os trajes similares aos do Comando Ares. A capitã ordenou que os soldados fossem convocados, já que alguns passos da reconfiguração poderiam ser feitos por eles, manualmente, ao passo que o tenente citou que o sistema Icaro poderia ajudá-los, elemento que foi expressivamente negado por ela. Justificou sua decisão citando que quaisquer elementos responsáveis pela segurança no contexto julgado hostil da nave que abordariam não teria “link” com a sua própria nave, portanto ela mesma faria os processos mais complexos não só nos trajes como também nas armas, o fator tempo não seria um empecilho, já que a Héstia já estava à deriva há muito tempo.
Quando o tenente ouviu tais afirmações contundentes, lembrou-se de histórias envolvendo a líder, que sempre demonstrou uma aptidão física e mental invejáveis. Os rumores apontavam-na como uma “aprimorada”, indivíduos que passaram por rigorosos exames e aprimoramentos genéticos, porém tal fato nunca fora confirmado e por vezes poderiam significar apenas uma maneira de justificar a mediocridade dos que foram superados por ela. O tenente a admirava e respeitava, mesmo porque sempre havia coerência em suas decisões.
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Rhonda Duke a Capitã da Cosmonave – Parte 03 – Missão Artêmis
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#026 Fofilho, #027 Slicurau e #028 Pamonhana
#026 Fofilho (Grass)
F1, H1, R2, A1/2, PdF2, 10 PVs e 10 PMs
Vantagens: Armadura Extra (água, elétrico, grama, terrestre), Aparência Inofensiva, Implemento (Roubo de Vida: Absorb).
Caros heróis, bom tê-los aqui novamente, dessa vez abordaremos a Cidade das Brumas de uma perspectiva diferente. Falaremos sobre sistema agora, e poderemos pensar se City of Mist é um sistema atrativo para jogadores iniciantes ou experientes. Existem sistemas clássicos que são relevantes para ambos públicos, será que é o caso da Cidade das Brumas?
A resposta para sistema é bem simples e rápida. Aprendemos no início do livro que esse se trata de um Role Play mais importante do que o resultado dos dados. Sim, sabemos que jogadores old school estão em dois momentos de sua vida: ou adoram sistemas novos e querem jogar todos ou detestam jogos de RPG que não se parecem com jogos, por conta da maior relevância ao role play do que ao sistema. Por isso confirmo que City of Mist definitivamente é um excelente jogo para iniciantes e, possivelmente para os jogadores experientes também.
Como se sobressair em City of Mist?
Usando rótulos pra benefício
Dentre as possíveis perguntas esta me agrada muito, afinal, como funciona esse sistema de jogo? Lançaremos 2d6 para nossas jogadas. Sim, um RPG com dados extremamente acessíveis para qualquer galera. Ao tentar fazer um movimento, observaremos o poder de seu personagem e adicionaremos o resultado de 2d6 para fazer nosso cálculo. Qualquer resultado abaixo de 7 é considerada uma falha, resultados de 7 até 9 são considerados um sucesso com complicações, acima de 10 podemos dizer que é um sucesso e 12 ou mais é ANIMAL! garantindo todos os benefícios possíveis.
Os movimentos se resumem a criar vantagens para você ou seus aliados (virar o jogo), dialogar com outro (convencer) criar ataques (ir com tudo, e correr o risco), defender-se (rir na cara do perigo), medir força (partir pro abraço), agir discretamente (agir na encolha) ou procurar informações (investigar). São muitas as possibilidades de movimento onde seu personagem vai precisar rolar os dados. É claro, jogador Old School, o bom e velho sistema de regras funciona!
Sistema de Rótulos
rótulos também são fraquezas
Outra mecânica extremamente interessante é que na Cidade das Brumas, suas vantagens e desvantagens são nomeadas como Rótulos. Quaisquer característica, ação, situação, dificuldade, facilidade e etc, podem ser um rótulo. Um rótulo de poder, por exemplo – para adicionar +1 por cada rótulo ao seu poder – é ter um jogador boxeador quando se parte para uma ação de combate. Para investigar uma situação, ter um rótulo de “perspicaz” ou até mesmo “atencioso” pode ser extremamente útil.
Como nem tudo são flores na vida, existem também os rótulos de fraqueza, que são as características que acabam tornando nossos personagens tão naturalmente falhos. Pois bem, um exemplo de rótulo de fraqueza é ter um personagem que não possui “recursos”, afinal, ele teria pouca grana para qualquer coisa que fosse necessário. Quem sabe ele é “tímido” e se verá prejudicado em situações de interação social?
galera
Sim, seremos uma galera até que nossa jornada decida percorrer outros caminhos, por isso mantenho o convite para que fiquem comigo, ainda falarei sobre ideias de campanhas e criação de seu Mythos e logo. Você me conhece, sou Kastas, do Contos da Tríade e se quiser conhecer meus outros textos dos outros sistemas, por favor, clique no link. Para conhecer mais do meu trabalho, nos siga no instagram! Agora, se seu interesse é pela continuidade da série City of Mist, visite o link do texto anterior, clicando aqui para o primeiro texto e aqui para o segundo.
Anteriormente na Missão Artêmis Parte 1, fomos apresentados aos primeiros integrantes da nave e soubemos que receberam uma mensagem de outra nave. O que farão sobre esse fato inusitado? Fique agora com a Missão Artêmis Parte 2.
Horas se passaram desde que a capitã começou o processo de despertar do restante da tripulação. Enquanto tal procedimento ocorria sob supervisão do sistema de inteligência artificial Ícaro, os demais tripulantes, doutores Conley e Travis mantinham seus trabalhos, mesmo com as mentes inquietas devido ao sinal de emergência recebido da cosmonave Héstia. Inquietação ampliada depois da varredura de arquivos, que prontamente apontou a nave como a décima quinta da série, dada como perdida, haja vista a impossibilidade de resgate sem a confirmação de sobreviventes, já que segundo as informações disponíveis haveria comprometimento severo com a perda do sistema de inteligência artificial perdido durante o rompimento do casco do setor 3. Toda tripulação havia recebido as honrarias costumeiras e o caso foi encerrado. Após décadas os sinais recebidos em muito diferiam dos arquivos disponíveis e seria imprescindível que os demais tripulantes pudessem dar suas contribuições para tomada de decisão.
A capitã Rhonda Duke tinha dado ordens claras para que o Cosmólogo Albert Conley inicia-se comunicação direta com o cinturão de satélites regido pela Inteligência Artificial Hermes, sistema criado pela Iniciativa Cosmos para manter as comunicações e análises profundas, mapeando galáxias, criando e atualizando um algoritmo; sequência lógica, finita e definida de instruções para serem seguidas para na execução das missões que sempre continham extensões desse sistema que por sua vez se encarregavam da manutenção das naves enquanto a tripulação estava em hibernação criogênica. Apenas os capitães podiam acessar diretamente o sistema Hermes, normalmente em ocasiões emergenciais, para receber instruções, dada a demora para comunicação com a Terra, mesmo com os avanços tecnológicos atuais. Hermes, por sua vez, analisava a requisição e com base em seu algoritmo, repassava uma ordem oficial ou instruções.
Enquanto aguardavam, os demais tripulantes se reuniram na câmara de reuniões. Eram eles, a Astrogeóloga Layla Bass, responsável pelo mapeamento de ambientes geológicos extraterrestres e suas composições, determinando estrutura, composição química, idade, magnetismo, dinamismo, radiação e outros detalhes associados a seu elemento de estudo. O Criptólogo Dean Franklin, especialista em xenoarqueologia, análise de criptogramas, pictogramas, iconografia e exoantropologia. A Exobióloga Deloris Cochran, responsável pelo estudo da origem e evolução da vida na galáxia e de ambientes propícios para o surgimento da vida. O médico Chase Johnston e Psicólogo Ethan Mack. A força militar altamente treinada, encarregada de manter a ordem na missão e cuidar da integridade dos equipamentos e do bem-estar da tripulação compostos pelo Primeiro Tenente Aaron Becker e soldados Marjorie Ramos, Sandy Garcia, Irma Chen e Kaitlin Watson e finalmente o vídeo maker Mike Hubbard. Esses eram os catorze tripulantes da Artêmis 13.
Com todos reunidos e confusos, a capitã adentrou a câmara e repassou a todos os acontecimentos e o motivo do despertar, havia ali uma séria dúvida sobre a importância daquele sinal. O sistema Hermes deixou de ter contato com a citada nave, mas havia um sinal sendo emitido e o simples fato daquela nave surgiu naquele quadrante, fora da rota usual, já levantava curiosidade e ansiedade por parte de todos.
A capitã Duke solicitou que a criptografia do sinal fosse analisada profundamente por Dean Franklin e Mike Hubbard, já que o sistema Ícaro havia recebido mais informações, que infelizmente não puderam ser analisadas, fato suspeito dada a natureza de suporte da inteligência artificial. Ordenou ainda que o primeiro tenente iniciasse os exercícios para manter as forças de defesa de prontidão caso a abordagem de resgate fosse necessária. Solicitou a equipe médica composta por Johnston e Mack revisão dos arquivos da missão da nave Héstia, revirando detalhes à procura de mais informações até o interrompimento das comunicações. A Cochran, Bass, Conley e Travis restou manter os trabalhos de manutenção da nave e acompanhamento das orientações que chegariam da Hermes.
Foram 48 horas de apreensão, em que todos trabalharam arduamente com o clima de tensão instaurado pelo sinal recebido. Faltava pouco mais de doze horas até Hermes enviar uma ordem, nesse intervalo de tempo houve a quebra da criptografia pelos especialistas da tripulação, segundo eles o sinal nunca deixou de ser enviado, o sistema de inteligência da nave realmente foi desativado e o trabalho passou a ser todo de responsabilidade da tripulação, o que seria inviável dada a natureza de finitude da vida humana, seria impossível para um ser Humano ficar décadas desperto cuidando de todos os sistemas da nave sem que sua integridade física e mental fossem prejudicadas sem a proteção do sistema de hibernação criogênica. Outro fato importante, dizia respeito a impossibilidade de comunicação com a Héstia. Aparentemente o sinal demonstrava que o aparato de comunicação poderia ser usado, mas antes da desativação da inteligência que regia a nave houve um travamento proposital, impedindo que o sistema recebesse quaisquer sinais, apesar de emissão, a nave estava a deriva, sem receber quaisquer orientações. Para os especialistas, seja lá o que tivesse ocorrido, o abandono daquela nave foi proposital e alguém muito inteligente conseguiu estabelecer um sistema de sinal de emergência burlando os sistemas de segurança da nave. Neste sinal ainda descobriram informações adicionais que não podiam ser acessadas pelo Ícaro, mas um indício sobre a desconfiança do ocorrido com a nave à deriva.
Dean Franklin e Mike Hubbard obtiveram as informações trabalhando em computadores desligados da rede de inteligência, descobrindo que a tripulação era composta por trinta integrantes, número superior as missões usuais e que mesmo após o acidente um terço ainda permaneciam vivos. Os dados criptografados ainda apontavam que haviam obtido sucesso na primeira das duas missões na nave.
Com tais informações a capitã ficou pasma, pois os registros oficiais apenas apontavam uma missão prioritária relacionada ao planeta Gliese 581 c. Em meio ao turbilhão de pensamentos, a mensagem de Hermes foi recebida, “Cruzador intergaláctico Artemis 13, sob regência da capitã Rhonda Duke. Alteração de missão primária, abordagem e resgate do núcleo do sistema de inteligência artificial Vesta presente na cosmonave Héstia, resgate do sistema criogênico da nave sem permissão para o despertar. Resgate do diário de bordo da capitã Harley Irwin. Resgate dos dados científicos do doutor Joel Miles, mantido fora dos registros gerais do Vesta. Interrompimento do sinal emitido e destruição dos sistemas restantes da Héstia, detonação geral de quaisquer aparatos que possam implicar em riscos à segurança de novas missões. Rota estabelecida, após o resgate. Com encerramento da missão primária, retomar jornada previamente estabelecida. Sigilo da missão, nível Omega”.
A capitã ainda processava as informações de sua equipe quando as ordens da Hermes chegaram. Pensou por um momento e racionalizou que algo estava errado, porém não havia como contestar a ordem, dada a natureza do Ícaro em priorizar as ordens do sistema de inteligência superior da Iniciativa Cosmos. Cabia a ela contar com os conhecimentos do restante da tripulação e os vínculos forjados em todo período da missão até aquele momento. Deveria agora dialogar com todos, repassando e organizando a nova missão, passando uma confiança que perdera após as revelações tidas com o sinal criptografado recebido da Héstia.
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Tensão e mistério na cosmonave – Parte 2 – Missão Artêmis
No primeiro Guia de Personagem de The Witcher, vamos ver uma Mulher de Armas na verdade uma Anã de Armas. Ela foi pensada para ser muito habilidosa em lutas e nada habilidosa em conhecimentos, particularmente a rolagem de estatísticas dela foi bem sortuda. Sendo assim, colocamos os valores mais altos nas estatísticas físicas e a nossa nova amiga Babma Gli-Har que lute para achar companheiros que a auxiliem nas batalhas intelectuais.
Seguindo a ordem para a criação de personagens:
Raça
Para essa Mulher de Armas nenhuma raça é mais adequada do que a Anã. Pois os anões vivem há eras no Continente, apesar se sua robustez são amigáveis aos que os tratam bem. Dessa forma sua Posição Social no geral é de Igual.
Caminho da Vida
O caminho da vida de Babma foi feito aleatoriamente. Portanto vou apresentar brevemente o resultado, e sinta-se a vontade para mudar essa historia como quiser, caso escolha Babma pare sua aventura.
A família dela foi amaldiçoada por uma Maga, afinal seus pais roubaram dessa maga uma formula que poderia ter dado muito renome a ela. Por vezes a família de artesões Gli-Har, precisou fugir das nobres comunidades que viviam. Já adulta Babma conheceu Louis, um saqueador solitário, seu melhor amigo e arranjador de confusões, viveu muitas historias com ele. Mas agora sendo um humano, o pobre é um senhor de idade que já não tem mais o entusiasmo de antes, embora ainda arranje confusões. Assim como a vida lhe deu um amigo, também recebeu um grande amor. Porem este é mais problemático e cheio de reviravoltas, assim como seus pais, seu amado Igror Jan também foi vitima de uma maldição, sua memoria sempre esta perturbada, muitas vezes está perdido em seus próprios pensamentos,, sendo incapaz de se lembrar do romance com Babma, ela ainda tem esperanças se conseguir desfazer essa maldição.
Estilo Pessoal
Babma Gli-Har usa roupas surradas, chama a atenção seu corte de cabelo curto e mal feito por ela mesma, possui também uma bandana no pescoço que se destaca por ser um tecido nobre, destoante dessa Mulher de Armas. Ela tem em alta estima seu parceiro Louis, provavelmente ele deve ter salvo sua vida em algum momento dela, sempre presa pela sua sobrevivência, e apesar de criar vínculos com algumas pessoas se considera neutra em relação a maioria das delas.
Profissão
Caso ainda não tenha notado a profissão de Babma é Homem de Armas, são exímios combatentes, sem medo de estar em uma guerra, pois morrer na luta é seu destino.
Estatísticas
Como dito anteriormente Babma Gli-Har foi muito sortuda nas suas rolagens de Estatística:
Corpo: 10
Criar: 1
Destreza: 7
Empatia: 3
Inteligência: 1
Reflexo: 10
Sorte: 7
Velocidade: 5
Vontade: 10
Pontos de Vida: 50
Estamina: 50
Fardo: 125
Recuperar: 10
Atordoamento: 10
Soco: 1d6+4
Chute: 1d6+8
Correr: 15 m
Salto: 3 m
Pericias
Pacote da Profissão
Arco e flecha: 4
Brigar: 6
Coragem: 3
Curta distancia: 6
Sobrevivência no Ermo: 3
Esquivar\escapar: 5
Físico: 3
Intimidação: 3
Laminas pequena: 4
Tolerância: 3
Pericia Essencial – Firme como um Rochedo: 4
Pericias Adquiridas
Resistir Coerção: 6
Apostar: 2
Percepção humana: 3
Equipamentos e Dinheiro
Os equipamentos que a Babma carrega como Mulher de Armas são:
Kord
Machado de batalha
Bolsa
Calças blindadas
Couraça
Besta pesada de Anão
Ponta de impacto de Anão
Corda
Pederneira e aço
Gancho de escalada
Lanterna
Lona
10 Refeições simples
5L Vinho
Ainda Restou para ela 228 Coroas de Redânia.
Essa foi o primeiro guia de personagem dessa serie. Eventualmente pode ser que eu tenha esquecido de citar algo, então é só deixar nos comentários que será verificado e corrigido. deixe também sugestões para próximas fichas que você quer ver.
Agora se você leu esse artigo e não entendeu nada, mas se interessou aconselho que leia a resenha The Witcher RPG – É nóis que voa Bruxão, lá tem tudo o que você precisa saber para conhecer e se interessar mais pelo sistema.
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Mulher de Armas – Guia de Personagem The Witcher #01