Moves de Pokémon para 3DeT Victory pt. 2 – Dentro da Arca

Nos jogos de Pokémon, cada monstrinho tem acesso a técnicas especiais que usa para combater outros pokémon, que chamamos de Moves. Os moves vem de diversas maneiras diferentes, e na matéria do Dentro da Arca de hoje, vamos trazer mais alguns moves como técnicas e vantagens para 3DeT Victory!

Monstros de Bolso ainda são comuns em 3DeT Victory

Essa matéria é uma continuação da matéria anterior que traz outros moves para o sistema, que você pode ver aqui. Nela explicamos algumas regras especificas de moves para se jogar Pokémon em 3DeT, além de tipos, STABs, moedas, condições, etc… Não deixa de ver a matéria anterior primeiro! (Pelo menos o comecinho).

Moves

Acid 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Venenoso
Custo. 2 PM
Duração. Instantâneo
O pokémon atira ácido em um alvo no alcance. Faça um ataque, se passar a Defesa do alvo por 5 pontos, além de causar dano, ele tem –1 em teste de defesa contra alvos Perto até o fim do próximo turno.

Ember 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Fogo
Custo. Veja a vantagem
Duração. Instantâneo
O pokémon faz um ataque com P+1, se ele acertar o ataque, rode 2 moedas. Se cair duas caras, o alvo fica Queimado.

Flamethower 20 XP

Alcance. Perto
Tipo. Fogo
Custo. Veja a vantagem
Duração. Instantânea
O Pokémon ganha as vantagens Ataque Especial (Poderoso, Múltiplo), se acertar o ataque, o jogador roda duas moedas. Se as duas forem cara, o pokémon alvo fica Queimado.

Mist 20 XP

Alcance. Pessoal
Tipo. Gelo
Custo. 5 PM
Duração. 1D turnos
O pokémon cria uma névoa que toma todo o derredor dele. Enquanto a névoa durar, o Pokémon e quaisquer aliados que forem trocados no lugar dele não podem receber bônus negativos em testes e Perda por outros pokémon. O pokémon ainda pode se infringir penalidades e Perdas.

Water Gun 10 XP

Alcance. Longe
Tipo. Água
Custo. 2 PM
Duração. Instantânea
O pokémon recebe a vantagem Ataque Especial (Poderoso).

Hydro Pump 20 XP

Alcance. Longe
Tipo. Água
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon recebe a vantagem Ataque Especial (Potente 2).

Surf 20 XP

Alcance. Perto
Tipo. Água
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon ergue uma onda que atinge todos os pokémon na área, ele recebe a vantagem Ataque Especial (Área, Poderoso).

Ice Beam 10 XP

Alcance. Longe
Tipo. Gelo
Custo. 2 PM
Duração. Instantâneo
O pokémon dispara um raio de gelo contra um alvo. O Pokémon pode fazer um ataque com P+2, se acertar, o jogador roda três moedas. Se cair três caras, o alvo fica Congelado.

Blizzard 20 XP

Alcance. Longe
Tipo. Gelo
Custo. 3 PM
Duração. Instantâneo
O pokémon solta uma nevasca que atinge todos os alvos a escolha dele que estejam Longe ou Perto, faça um ataque com P+1 em todos os alvos no alcance. Para cada alvo que acertar, o jogador roda três moedas. Se cair três caras, o alvo fica Congelado.

Psybeam 20 XP

Alcance. Longe
Tipo. Psíquico
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon recebe a vantagem Ataque Especial (Poderoso). Se acertar o ataque, rode três moedas, se três caírem cara, o alvo fica sob o efeito da vantagem Confusão.

Bubble Beam 10 XP

Alcance. Longe
Tipo. Água
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon faz um ataque com P+2, se acertar, role duas moedas. Se der duas caras, o alvo tem H–1 até o fim do seu próximo turno.

Aurora Beam 10 XP

Alcance. Longe
Tipo. Gelo
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon faz um ataque com P+2, se acertar, role duas moedas. Se der duas caras, o alvo tem P–1 até o fim do seu próximo turno.

Hyper Beam 20 XP

Alcance. Longe ou Muito Longe
Tipo. Normal
Custo. 10 PM
Duração. Instantânea
O pokémon faz um ataque em uma escala acima contra um alvo no alcance. Depois de fazer o ataque, o pokémon perde o seu próximo turno.

Peck 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Voador
Custo. 1 PM
Duração. Instantânea
O pokémon recebe a vantagem Ataque Especial (Perigoso).

Drill Peck 20 XP

Alcance. Perto
Tipo. Voador
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon recebe a vantagem Ataque Especial (Potente 2).

Submission 20 XP

Alcance. Perto
Tipo. Lutador
Custo. Variável
Duração. Instantânea
O Pokémon faz um ataque contra um alvo Perto. Podendo gastar uma quantidade de PM até o dobro do seu Poder ou 5, o que for menor. Para cada PM que o pokémon gastar, ele recebe +2 no teste de ataque. Em contrapartida, recebe dano igual a quantidade de PM gasto.

Low Kick 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Lutador
Custo. 2 PM
Duração. Instantânea
O pokémon faz um ataque contra um alvo Perto. Se ele acertar o ataque, rode duas moedas. Se as duas derem cara, o alvo perto a sua próxima ação de movimento.

Counter 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Lutador
Custo. 2 PM
Duração. Reação
O pokémon recebe a vantagem Defesa Especial (Reflexão). No entanto, não pode utilizar outras vantagens e técnicas junto com ela.

Seismic Toss 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Lutador
Custo. 3 PM
Duração. Instantânea
O pokémon faz um ataque contra um alvo Perto. Para cada 10pts que o alvo tiver, ele o ataque recebe +2 no teste.

Strength 10 XP

Alcance. Perto
Tipo. Normal
Custo. 2 PM
Duração. Instantânea
O pokémon recebe a vantagem Ataque Especial (Poderoso). Além disso, ele tem P+2 em testes para erguer objetos pesados.

Conclusão

Pelo visto, a matéria de moves de Pokémon vai virar algo mais recorrente, espero que tenha gostado dessa matéria, e até as próximas!


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Se está aqui, mas prefere Tormenta20 e A Lenda de Ghanor, se liga na Área de Tormenta, o espaço especial dedicado apenas à Tormenta20 e o que remete a ele! E os Santos Escritos onde falamos de A Lenda de Ghanor RPG! E acompanhe também as outras sessões, por favor!


Texto e Arte da Capa: Gustavo “AutoPeel” Estrela.
Revisão: Raquel Naiane.

A Última Batalha – Um Conto de Theros

Nesse conto, você acompanha a última batalha do herói de Iroas – Olympiodoros. Após uma grande jornada com alguns companheiros inimagináveis, o jovem se vê diante de seu maior inimigo.

Mesmo que perca a luta, sabe que a guerra está ganha. Não precisará mais lutar depois. Mas será que ele conseguirá desferir o golpe que lhe dará sua vitória?

Caso queira acompanhar a leitura com o Spotify, clique aqui!

A Última Batalha

Seu corpo estava dolorido dos golpes, seus músculos rígidos da tensão causada pelo ambiente, seus pés já não tinham a firmeza do começo da batalha, e a cada novo movimento sua mente gritava de exaustão e pedia por descanso.

Mas suas mãos, mesmo que suadas, continuavam firmes e seguras ao redor de sua lança, enquanto encarava seu inimigo.

Ao longe podia ver que as chamas e o fogaréu, que há pouco consumiam sua cidade, se apagavam lentamente através da noite. Ainda ouvia gritos e ordens de soldados de ambos os exércitos, tinidos de espadas que se encontravam, zunidos de flechas que cortavam o ar em todas as direções, brilhos mágicos e explosões coloridas que iluminavam algumas regiões conforme eclodiam ao redor dos dois.

Entretanto seus olhos permaneciam fixos no seu único alvo.

O enorme Minotauro, campeão de Mogis, estava tão cansado quanto Olympiodoros, e arfava bruscamente buscando ar para seus pulmões, tendo recebido tantos golpes e cortes que mal se distinguia a cor de sua pele do sangue que escorria de seu corpo.

Nenhum dos dois piscava, pois estavam cientes de suas condições.

Era o último golpe.

Oly não tinha com o que se preocupar. Havia se esforçado e lutado bravamente para estar ali. Perdera a conta de quantos fôlegos de vida arrancara pelo caminho até aquele momento, e já não tinha ideia de quanto do sangue que estava em seu corpo e em suas roupas era seu, de seus aliados ou de seus inimigos.

Porém ele tinha uma certeza: seu exército ganhara. Com muito suor e sangue, muitas vidas perdidas, muitas famílias que não estariam completas a partir dali. Inclusive a sua.

Por um segundo sua mente se dispersa e ele sente lágrimas geradas pelo calor da emoção quererem tomar conta de seu rosto. Percebe sua garganta fechar pelo sentimento que estava transbordando e não havia conseguido assimilar ainda.

Muitas coisas haviam acontecido nas últimas horas e ele não tivera oportunidade de compreender a grandeza dos fatos. Mas ele inspira fortemente, levando o ar pesado aos seus pulmões doloridos, e solta o ar devagar.

Ainda não havia acabado.

O grande Minotauro o encarava. Sabia que havia perdido, mas não iria pedir por clemência, e em um golpe final, iria tentar levar o grande herói de Theros consigo.

Rapidamente, dando um último suspiro enquanto corria na direção de Oly, a grande besta solta um enorme rugido que poderia assustar até o mais bravo dos guerreiros. Exceto o grande Campeão de Iroas, que observando a cena, abraça seu destino.

As duas grandes criaturas, com pesadas passadas, se dirigiam para o encontro que iria ser relatado pelos próximos milênios em inúmeras formas de arte.

Lança contra espada.

Bronze contra bronze.

Humano contra Minotauro.

Mogis contra Iroas.

Parecia existir apenas o silêncio, sem grunhidos ou quaisquer sons que denotavam grande luta. Não houve estrondos ou brados, principalmente para aqueles das quais suas vidas dependiam de um único golpe.

E de repente, o jovem herói parou no tempo, abruptamente de olhos fechados. Sabia que havia feito errado, quase como se esquecesse de todas as aulas que tivera na arena. Não deveria piscar diante do inimigo, e conseguia ouvir seu tio repreendê-lo ao longe, e por isso deixou escapar um pequeno sorriso.

Estava de pé, com a lança ainda em posição de ataque, congelado pela ideia do acontecido, e tendo a certeza, mesmo sem olhar, que seu golpe cortara o Minotauro forte e fundo o suficiente.

Seus sorriso se transformou em uma leve e curta risada enquanto escutava o barulho de queda de seu inimigo ecoando levemente ao seu redor, sem lhe dar preocupações de que pudesse voltar a se levantar.

GANHARAM!

Lentamente ele ajeitou sua postura, apoiando-se na lança para se manter firme. Seus olhos, semicerrados, percorriam o lugar que antes era sua casa. Estava tudo destruído, e algumas das construções que não se mantinham tão firmes, estavam lentamente se desfazendo.

O vulcão despertado repentinamente surpreendeu aos dois lados, causando um estrago gigantesco, e as cinzas caíam lentamente, tornando a paisagem uma espécie de quadro inacabado. A noite estava densa e fria, mas o grande dragão vermelho deixou inúmeros pontos de calor tremeluzentes ao redor.

Por um instante ele se preocupou. Onde estaria o dragão? Mas ao longe, observou enquanto um kraken, que com certeza obedecia a Dalakos, enrolou o grande dragão com seus tentáculos arrastando-o para o fundo do mar.

Ele manteve o sorriso.

Seus olhos ficaram mais pesados e ele percebeu os corpos caídos aos seus pés como se voltasse ao barco que antes estivera, balançando levemente. Sabia que isso não era normal.

Percebeu que seu mundo estava dando voltas e perdeu o equilíbrio por um instante, então olhou para baixo. Não entendeu como não sentiu antes, mas a adrenalina percorrendo seu corpo o impediu de cair assim que havia recebido o golpe, disso tinha certeza.

A grande espada do Minotauro agora atravessava sua barriga, e a cor vermelha se encontrava quase negra escorrendo do ferimento.

Mas ele não sentiu medo.

Sabia que havia cumprido seu destino.

E em um ato de misericórdia a si mesmo, retirou rapidamente a espada do local, observando o sangue jorrar violentamente enquanto caía de joelhos, para depois se sentar, e finalmente deitar.

Pensou na trajetória até ali. Na arena e em suas vitórias. Nos seus tios, que tanto lhe ensinaram, e na última aventura que tivera, com criaturas as quais talvez jamais pensou se aliar, mas que lhe ensinaram tão grandes coisas.

Ele sorria, pois sabia que todos fizeram o que deveria ser feito. Sabia que ganharam a guerra! Que se tornaram heróis, afinal, ele nunca fora de perder em nada, e sabia que sua morte não era uma derrota, era apenas o início de grandes feitos entoados e contados pelas próximas gerações. Sabia que sua memória jamais seria esquecida, nem a de seus aliados.

Com um último esforço ele abriu os olhos, ouvindo a risada de seu tio cada vez mais próxima, lhe parabenizando pela vitória. Mas a única coisa que enxergava era o céu noturno, escuro tal qual os pelos de Nisha, a leonina que rompeu as barreiras de preconceitos entre ela e os humanos por causa dele.

Focou seus olhos nas estrelas brilhantes, moldadas pelas nuances de Andrômeda, que pareciam sorrir para ele, lhe aquecendo o coração. E em um último esforço de fala, com um sorriso nos lábios e a memória do último beijo recebido, ele sussurrou para o Nix: estou indo te encontrar.


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A Última Batalha – Um Conto de Theros

Texto e Revisão: Raquel Naiane.
Arte da Capa: Iury Kroff.

Ilustração por Iury Kroff.

Encontre mais contos clicando em: Histórias.

Deixando Batalhas Finais Memoráveis – Dicas de RPG #54

No Dicas de RPG de hoje, Eric Ellison vai dar dicas de como tornar a batalha final da sua campanha ainda mais memorável para os seus jogadores: Deixando Batalhas Finais Memoráveis

E não se esqueça de nos seguir na Twitch para acompanhar nossas campanhas de fantasia obscura.

O Dicas de RPG é um podcast semanal no formato de pílula que todo domingo vai chegar no seu feed. Contudo precisamos da participação de vocês ouvintes para termos conteúdo para gravar. Ou seja mande suas dúvidas que vamos responde-las da melhor forma possível.

Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.

Tema: Deixando Batalhas Finais Memoráveis

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Deixando Batalhas Finais Memoráveis

Voz: Eric Ellison
Edição do Podcast: Senhor A.
Arte da Capa: Raul Galli.

Músicas:

Músicas de lemonmusicstudio da Pixabay

Histórias de RPG – Taverna do Anão Tagarela #37

Juntamos alguns colaboradores do MRPG pra fazer o que RPGista mais gosta de fazer… Contar Histórias de RPG! Acompanhe essa pauta fria com histórias engraçadas (algumas nem tanto) dos colaboradores do Movimento RPG.

A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.

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Tema: Histórias de RPG

Tempo: 1:05:04

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Histórias de RPG:

Host: Douglas Quadros.
Participantes: Raul Galli | João Carlos
Arte da Capa: Raul Galli.

Expectativa vs Realidade (Efeito Matthew Mercer) – Taverna do Anão Tagarela #36

As vezes idealizamos partidas de RPG baseado no que conhecemos por podcasts, streamers ou até mesmo histórias que ouvimos e lemos por ai. Entretanto dificilmente as mesas (principalmente no inicio) conseguem superar nossas expectativas. E neste papo conversamos exatamente sobre isso, Expectativa vs Realidade.

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Tema: Expectativa vs Realidade.

Tempo: 52:49

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Expectativa vs Realidade:

Host: Douglas Quadros.
Participantes: Raul Galli.
Arte da Capa: Raul Galli.

Descrição Sem Preconceitos – Taverna do Anão Tagarela #35

A primeira aparição de um personagem em uma cena, costuma pedir uma descrição mais detalhada. Aprenda nesta Taverna do Anão Tagarela a fazer essa (e todas as outras) Descrição Sem Preconceitos.

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Tema: Descrição Sem Preconceitos

Tempo: 1:34:01

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Descrição Sem Preconceitos:

Host: Douglas Quadros.
Participantes: Eduardo Filhote | Elisa Guimarães | Lucas Conti
Arte da Capa: Raul Galli.

Balanço de Última Hora – Taverna do Anão Tagarela #34

Nesta Taverna do Anão Tagarela, falamos sobre Balanço de Última Hora! O que é isto? É financeiro? É de comer? Escute e entenda o que tentamos passar para vocês, nossos queridos ouvintes.

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Tema: Balanço de Última Hora

Tempo: 54:15

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Balanço de Última Hora:

Host: Douglas Quadros.
Participantes: José Lima JR | BearGod
Arte da Capa: Raul Galli.

Brazil’s Struggle – Taverna do Anão Tagarela #33

Nesta Taverna do Anão Tagarela entrevistamos o autor de Brazil’s Struggle, o Mestre Eduardo Francis! E falamos sobre este projeto (FINANCIADO) de RPG Indie que re-imagina as manifestações de 2013.

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Tema: Brazil’s Struggle

Tempo: 1:02:41

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Brazil’s Struggle:

Host: Douglas Quadros.
Participantes: Raul Galli |  Eduardo Francis
Arte da Capa: Raul Galli.

Interpretação em Batalhas – Taverna do Anão Tagarela #32

Nesta Taverna do Anão Tagarela falamos sobre a interpretação em batalhas, porque RPG é muito mais que fazer um personagem e sair dizendo: “Eu Ataco!”. Neste papo falamos sobre a importância de sair do básico para crescer como jogador e também de quando e como devemos levar a risca o que nosso personagem faria durante um combate.

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Tema: Interpretação em Batalhas

Tempo: 1:02:33

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Interpretação em Batalhas:

Host: Douglas Quadros.
Participantes: Raul Galli | José Lima JR
Arte da Capa: Raul Galli.

Égide da Tempestade – Parte 9 – Contos de Thull Zandull

Anteriormente em Égide da Tempestade – Parte 8, Soren sabendo que vencer uma batalha contra o exército que acompanhava Mira não seria possível, fez com ela um acordo, para que ele e Dargon possam morrer honradamente, e os outros homens se salvem. Fiquei agora com Égide da Tempestade – Parte 9.

Égide da Tempestade – Parte 9

Os legionários estavam confusos, mas ao mesmo tempo aliviados com as ordens recebidas para recuar. Havia uma miríade de agradecimentos, louvores e bênçãos dos aldeãos. Dargon ouvia palavras de apoio, daqueles que serviram por tanto tempo ao lado dele, muitos inclusive apontavam que a melhor opção seria a fuga, nenhum deles entregaria um líder tão competente, que por tantas vezes salvou-os daquilo que muitos apontariam como morte certa. Infelizmente, o centurião refutava as sugestões de salvação e agradecia veementemente todos que se aproximavam. O destino final seria encontrado apenas no dia seguinte, mas havia necessidade de organização para a partida imediata de legionários e aldeões. Já ao cair da noite, todos começaram a se organizar e deixar o torrilhão. Soren estava ao lado de Dargon nas últimas despedidas e assim que todos estavam distantes, puderam retornar para a pequena fortaleza solitária.

Soren sonda a vidade Dargon

Soren foi o primeiro a quebrar o silêncio:

-Sinto muito por não poder permitir sua salvação, mas os termos de Mira eram claros e para nós não havia muita opção.

Dargon retrucou calmamente:

-De maneira nenhuma estou incomodado com sua decisão. Conseguimos o melhor acordo possível em nossas condições. Fico apenas chateado por não ter tido a opção de visitar lugares dos quais apenas tive conhecimento por livros e histórias. Deixei a terra de minha raça, muito cedo, lembro-me pouco das feições, mas muito das dores do treinamento de redenção pelo qual passei.

-Se lembra de familiares? Ou de algo de seu passado nas terras distantes Taurinas?

-Na verdade não. Apenas soube que muitos filhos de membros importantes de outras raças eram entregues aos sacerdotes da Autarquia como uma maneira de selar acordos entre reinos hereges. Provavelmente meus pais deveriam pertencer a algum círculo importante ou serem nobres no reino Taurino, mas sobre isso nunca obtive muitas informações, sempre haviam barreiras sobre isso e depois de ser destacado para locais tão distantes eu simplesmente deixei de procurar algo a respeito.

Houve um breve silêncio. Soren pediu para que Dargon pegasse comida e vinho para continuarem a conversa no andar superior. Em uma pequena mesa no aposento do Exarca, ambos sentaram-se lado a lado e enquanto bebiam e comiam o que restava das provisões, contemplaram por alguns momentos o horizonte escuro, do qual apenas observavam e ouviam os movimentos e os efusivos cânticos do acampamento órquico.

-Sinto muito por ter perdido tanto tempo servindo nas legiões Dargon. Sempre achei triste ver membros de seu povo passando por cerimônias humilhantes de redenção. Eu servi no Estreito da Tempestade quando era mais jovem. Lutei contra seu povo e aprendi a conhecê-los depois de tantos anos. Lá entendi muitos valores que ainda carrego comigo e descobri que apesar de estarmos em lados opostos no campo de batalha, se nenhuma maneira eu poderia nutrir raiva daqueles que defendiam com tanto afinco seu lar. Depois de selado o acordo e de muitos como você serem indicados para educação religiosa e militar eu decidi me afastar e por isso fui indicado para atuar em províncias distantes.

Dargon começou a olhar o céu:

-Eu queria conhecer outras terras, queria viajar e aprender mais. Já superei meu passado, mas infelizmente nunca aceitei o futuro que me impuseram nas legiões. Conheci bons homens e pessoas terríveis, vi mais sofrimento do que muitos poderiam suportar. Queria ter tido algum poder de decisão sobre o curso de algumas situações, mas isso não faz mais diferença. Fico feliz por tê-lo conhecido, senhor. As histórias que compartilhou, suas experiências foram inspiradoras. Como disse, fui doutrinado nas trilhas da Fé e ainda mantenho minhas crenças em uma figura de poder muito diferente daqueles que me foram apresentados pela Autarquia. 

-Dargon, amanhã lutaremos com honra, mas hoje peço que procure por uma garrafa de vinho, pois essa que trouxe não será suficiente para aplacar minha sede nessa última ceia!

O centurião calmamente desceu e revirou o local procurando por mais alguma bebida, por sorte encontrou mais duas garrafas, ao subir percebeu que Soren preparava algo com a comida que sobrara. 

-Meu caro centurião, os temperos que ainda tinha e os segredos de um adorador de boa comida devem ser compartilhados!

Ambos se alimentaram e beberam. Continuaram falando sobre suas lembranças durante algumas horas e logo o sono se abateu sobre ambos. Dargon sentia sua cabeça rodar e estava incomodado, pois a quantidade de bebida que havia ingerido não seria suficiente para causar tais efeitos. À medida que se dirigia para uma cama sentia dormência completa em seu corpo e aos poucos começou a perder os sentidos. Havia agora uma agonia pelo que estava ocorrendo e sobre seu destino no dia seguinte…

O que havia acontecido? 

Os raios de Sol ardiam no rosto de Dargon, que aos poucos recobrava a consciência. Sua cabeça ainda doía, principalmente com a luz forte. Não entendia, por onde tanta luz adentrava o torrilhão, mas assim que os sentidos estabilizaram-se, viu-se deitado sobre a grama, em uma colina levemente distante do torrilhão. Suas mãos estavam acorrentadas, assim como suas pernas. Ao seu lado, um Orc que conhecia bem, o brutamontes caolho e musculoso que portava um machado grande de duas faces. Kagror.

-O que isso significa? Por quê não me matou? Onde está Soren?

As perguntas foram abafadas pelo som da bombarda e da agitação no campo de batalha. Naquela distância não conseguia ver os detalhes da luta, mas rapidamente sentiu um desespero ao ver o torrilhão ruir. A agitação o silenciou por pouco tempo, já que em minutos ouviam um som ecoando por toda planície, no qual Orcs e outras raças comemoravam a queda daquele bastião esquecido pelo tempo.

Dargon sentiu-se destruído, não entendia o que havia acontecido.

Kagror se aproximou dele e o libertou. Dargon, não reagiu, estava pasmo ainda.

-Minotauro, do outro lado deste monte há um bom cavalo com um estandarte que vai garantir sua segurança na viagem que quiser por essas terras do Norte. Tem comida e água por algum tempo. Boa sorte.

Kagror seguiu caminho contrário ao apontado para Dargon, afastando-se apressadamente, enquanto o Minotauro se levantava e seguia na direção apontada. Lá encontrou o cavalo e a armadura de Soren, seu escudo e arma. Pendurado na árvore, uma pequena corda com uma bolsa de couro. Ao abrir, encontrou um pequeno livro e uma carta. Havia um aperto em seu peito e então começou a ler a carta…

Continua…


Égide da Tempestade – Parte 9 – Contos de Thull Zandull

Autor: Thull Zandull
Revisão de: Isabel Comarella
Artista de Capa: Douglas Quadros

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