Exemplos de combate em GURPS – Ecos da Banestorm

Este artigo com a apresentação de exemplos de combate em GURPS foi feito originalmente no blog X-GURPS. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda citam Arthur Green e Zach Red, além do posicionamento em hexágonos e o site The Mook. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

Esta é uma postagem rápida e traz uma dica bacana para iniciantes (ou até mesmo veteranos!) que têm algum tipo de dificuldade com o sistema de combate de nosso querido GURPS.

Trata-se de uma série (em inglês) de exemplos de combate da 4a edição dos mais variados tipos. Lá, é possível encontrar combates com armas de mão, combates corpo-a-corpo e combates com armas de longo alcance.

Este artigo com a apresentação de exemplos de combate em GURPS foi feito originalmente no blog X-GURPS. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda citam Arthur Green e Zach Red, além do posicionamento em hexágonos e o site The Mook. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.


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Combate Medieval Brasil: Como foi o 1º Torneio de 2019

No último domingo de janeiro, dia 27, aconteceu o 1º Torneio de 2019 de Combate Medieval. O evento foi realizado na lanchonete especializadas em comida do período Carroça Medieval, na cidade de Campinas-SP e foi organizado pelo próprio estabelecimento e pela Companhia Vermelha, uma das equipes que praticam o esporte no Brasil. 

Eu não sabia muito bem o que encontraria ali a partir das fotos de edições passadas que arranjei na internet. Cheguei no local e já dei de cara com rapazes de cabelo comprido e camisetas de banda ou com referências á cultura nerd. Ao entrar, duas lojas improvisadas de produtos que faziam referência ao esporte, à época ou aos dois.

No espaço, mais rapazes com camisetas de bandas ou referências à cultura nerd e muitas famílias, enquanto o cheiro das refeições vendidas por ali sequestravam a atenção por vezes. Um ambiente com decoração medieval, parte do público que se encontraria em uma loja de quadrinhos e comida boa? Logo me senti em casa. 

Alguns ostentavam roupas acolchoadas e armaduras completas, empunhando armas medievais sem fio, óbvio, ninguém iria deixar nenhuma parte do corpo para trás naquele dia. Ao fundo, uma arena de duelos com o chão coberto de areia e uma pequena arquibancada por onde as lutas eram acompanhadas.

Mas o que exatamente seria um torneio de Combate Medieval? Ao assistir aqueles rapazes lutando com escudos e espadas, admito que não entendi muito bem o funcionamento. Perguntei então para João Paulo Zerbinatti Soares, Capitão da Equipe Companhia Vermelha, quais eram as regras.

 

Como funciona o Historical Medieval Battle

Obviamente, golpes na área dos genitais são vetados, mas também são proibidos torções, golpes nos pés e estocadas com as espadas. João Paulo explicou que, de forma simplificada, existem três setores na prática do esporte:

 1 – Os Duelos, onde lutas de 1 contra 1 acontecem visando golpes mais técnicos, normalmente é onde os melhores momentos plasticamente falando acontecem.

2 – Os Pro Fights, que também são de lutas 1 contra 1, mas com regras mais parecidas com as do MMA.

3 – Os Buhurts, lutas em grupos visando derrubar a equipe inimiga sem encostar um terceiro ponto de apoio no chão.” 

Ocorre um torneio regional por mês, cada um deles somando pontos na Liga Tropical, onde há um ranqueamento do esporte. Uma vez por ano ocorre um Torneio Mundial, que este ano será na Sérvia. De acordo com João Paulo, será a terceira vez que a Companhia Vermelha representará o Brasil no exterior.

Na cidade de Campinas, os torneios costumam reunir uma média de 100 espectadores, mas em algumas ocasiões, como a Copa SP, já apareceram por volta de 2 mil. João Paulo apontou ainda que há clubes do esporte espalhados por todo o país. 

Encerradas as lutas, o próprio João Paulo venceu o Pro Fight, Guilherme Bovo levou a melhor no Triatlon e Companhia Vermelha 1 nos Buhurts: 

Resultados

Pro Fight

1o João Zerbinatti
2o Arlindo Turbian

Triatlon

1o Guilherme Bovo
2o Carlos Eduardo
3o Ricardo Stella Sgarbiero

Buhurt

1o Companhia vermelha 1
2o Companhia vermelha 2

 

No final da tarde, quando já estava me preparando para partir, literalmente do lado de fora, fico sabendo que aconteceria mais uma luta, um “batizado”, que, soube por João Paulo depois, era uma tradição da Companhia Vermelha, ou nas palavras dele: “Isso não é regra do esporte, mas lá na companhia vermelha, após alguns treinos e empenho, gosto de colocar o pessoal para sentir o que é vestir uma armadura e lutar com 30 kg de ferro no corpo.

Combatente devidamente batizado, e fatigado, parto dali tendo a certeza que voltaria para assistir mais do esporte assim que tivesse a oportunidade.

 

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