O Diversão Offline se consolidou como a principal referência no mercado latino americano de RPG e jogos de tabuleiro. Das grandes multinacionais aos estúdios independentes, todas as editoras desejam fazer parte dessa grande festa do hobby.
Cobrir um evento dessa magnitude exige tempo, atenção e uma equipe bem alinhada. A quantidade de atrações torna impossível acompanhar tudo individualmente.
Filas, Lançamentos e Logística no Primeiro Dia
O primeiro dia do Diversão Offline foi o mais movimentado. Por todos os lados, se via filas de jogadores ávidos para garantir os principais lançamentos de jogos de tabuleiro antes que esgotassem.
Embora as filas sejam uma constante em convenções desse porte, as medidas operacionais da organização foram eficazes para reduzir o tempo de espera. Em comparação com a edição anterior, o acesso ficou mais rápido e a entrada do público foi facilitada. Isso permitiu aproveitar as atrações desde as primeiras horas.
Ainda assim, a alta adesão do público gerou gargalos nos estandes das editoras. Marcas com descontos atrativos ou lançamentos de RPG muito aguardados formaram filas extensas que cruzavam os corredores.
Já no domingo, a dinâmica mudou. O público estava mais focado em testar novos protótipos e curtir as atrações, deixando a circulação pelo pavilhão bem mais tranquila.
Premiações: Os Grandes Vencedores do RPG e Board Games
O evento sediou duas das premiações mais importantes do mercado nacional: o Goblin de Ouro e o Prêmio Ludopedia. Ambos funcionam como excelentes termômetros para identificar as tendências e os jogos em alta no Brasil.
Goblin de Ouro
O reconhecimento da indústria nacional ficou evidente no desempenho de editoras e criadores parceiros:
Editora Jambô: Destacou se ao conquistar quatro estatuetas, reconhecendo suas produções digitais e materiais nacionais e internacionais.
Criadores de Conteúdo: Diversos influenciadores e canais de RPG foram homenageados, fortalecendo a divulgação do hobby no país.
Prêmio Ludopedia
No Prêmio Ludopedia, a Jambô voltou a brilhar, dividindo os holofotes com a RetroPunk Publicações e reafirmando a qualidade das produções que chegaram às mesas brasileiras recentemente.
A Experiência do Público: Vale a Pena Ir ao Diversão Offline?
O Diversão Offline continua evoluindo para oferecer uma infraestrutura cada vez mais confortável aos entusiastas. As áreas dedicadas a jogos de mesa estão mais amplas e propícias para partidas longas.
A área de protótipos e jogos independentes continua sendo um dos maiores diferenciais. É o espaço ideal para conversar com game designers nacionais e testar mecânicas inovadoras em primeira mão.
Valeu a pena comprar no evento?
Em relação aos preços, as editoras trouxeram promoções pontuais, embora a margem de desconto não estivesse tão distante dos valores convencionais de mercado. Contudo, o evento trouxe grandes vantagens financeiras para quem queria:
Economizar no frete retirando apoios de financiamentos coletivos.
Garantir lançamentos antecipados que ainda não chegaram às lojas.
Ver participantes circulando com malas de viagem lotadas de caixas de jogos foi uma cena comum, provando que o evento continua muito vantajoso para os colecionadores.
Palestras e Conteúdo Formativo
Além das mesas de jogo, a programação contou com palestras e entrevistas envolvendo game designers internacionais, autores e produtores de conteúdo.
O grande acerto técnico da organização foi o uso de fones de ouvido integrados à transmissão dos palestrantes. Essa solução de isolamento acústico permitiu que o público acompanhasse os painéis com total clareza, sem a interferência do barulho do pavilhão.
Conclusão: Por Que o Diversão Offline É Parada Obrigatória?
Sob a ótica de produção cultural, o Diversão Offline é uma verdadeira aula de organização e adaptação às exigências de um público cada vez maior.
Para os fãs de RPGs, board games e card games, o evento se mantém como parada obrigatória. É o momento perfeito para celebrar o mercado analógico, testar novidades e reencontrar amigos de todo o Brasil.
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Algumas informações que já tínhamos sobre o jogo estavam no Vídeo Oficial da Campanha no YouTube, e em outras divulgações.
Expedição Escarlate é o primeirojogo de tabuleiro dentro do universo de Tormenta, sendo umDungeon Crawler cooperativo. Ou seja, o objetivo é explorar um local fechado (e tentar sobreviver no processo), sozinho ou em até quatro pessoas.
O jogo conta com diversas cartas, e para a criação dos personagens, devemos escolher entre Raças e Classes, com um adicional da escolha da divindade. Essas escolhas possibilitam diversas combinações, então, um jogo acaba sendo diferente do outro, além de impactar diretamente a narrativa.
Vale ressaltar que o design das cartas permite que a união entre elas seja natural. Isso significa que a arte delas foi pensada para sempre encaixar com a ideia que você tiver!
É possível jogar as aventuras prontas que existem no livro, ou trilhar uma campanha longa e completa. Lembrando que cada passo dado e cada lugar explorado é uma decisão de peso para o personagem e seus aliados.
Ademais, a escolha da sua ficha permite que você jogue controlando recursos (como mana ou munição), além da sua vida.
A ideia central é que o grupo adentre uma ruína dominada pela Tormenta, mas sem morrer de imediato, conseguindo explorá-la. Porém, a Tormenta exige seu preço, e os heróis podem ser corrompidos no processo, recebendo bônus e habilidades exclusivas.
O que foi dito no DOFF
Em uma conversa entre nossos anfitriões, Fel, Tato, Leonel e Karen, eles falaram para nós sobre como foi a experiência de jogo, o que mais gostaram dos bastidores da criação de Expedição, e o que podem falar sobre essa novidade (e as próximas).
Fel Barros, Tato Iazul, Leonel Caldela e Karen Soarele falando sobre Expedição Escarlate
A primeira coisa é que, mesmo já não estando mais vigente o apoio no Catarse (que foi bem sucedido), durante o DOFF eles haviam feito uma espécie de “Late Pledge”, e ali no evento, ainda poderiam receber apoio! E mais: quem apoiasse na hora ainda receberia uma carta exclusiva DOFF para incluir no jogo. Infelizmente, quem perdeu, perdeu.
A criação de Expedição Escarlate
Durante a conversa eles explicaram como foi o processo de criação do jogo e toda parte criativa dele, como eles gostariam que fosse o jogo, e como eles poderiam trazer tudo ao público.
“A ideia não era ser um RPG de fato”, afirmou Soarele, “mas sim um jogo de tabuleiro mesmo”. Apesar de ser algo diferente, eles deixaram bem claro na conversa que é possível usar o jogo junto com o RPG de Tormenta, gerando ainda mais possibilidades de aventuras.
As duas coisas se completam, e o jogo é como se tivesse “alma de RPG, mas sendo um boardgame”. E eles garantiram que a ideia do jogo era ter regras que combinassem com o universo e não fugissem daquilo que os fãs já gostam.
Fel ainda completou: “É muito difícil pegar um RPG pronto e transformar em um jogo de tabuleiro, principalmente se é algo bem feito”.
Paciência é a chave
Esse projeto estava rodando há um tempo nos bastidores, mas todos sabiam que precisava ser algo diferente, rejogável e com qualidade. Não é só mais um RPG com cartas, foi um trabalho com ideias, idealizações, testes e tradução muito bem feitas e organizadas.
“Principalmente porque outros RPGs já haviam trazido boardgames, como D&D e Pathfinder. Mas a Jambô queria ser mais ousada, e em parceria com a Samba Estúdios, eles foram além” – explicou Fel. “O boardgame tem muita rejogabilidade, você pode criar a própria missão e mecânicas novas”. O foco era em não criar algo engessado e que as pessoas viessem a enjoar.
Além disso, Caldela e Soarele afirmaram que tiveram um trabalho incrível em conjunto com o game design, e que eles deveriam ser muito valorizados, pois, por vezes, eles chegavam com as ideias e só falavam “se virem”, e o grupo de game design conseguia colocar em prática.
A ideia, desde o começo, como informou Fel, era ter um “setup mais rápido, com menos tempo de preparação”. Por conta disso, “não tem muito improviso para o mestre”. Ele ainda explicou que quando surgiu a ideia de fazer um Dungeon Crawler, as diretrizes eram claras: “não existe Dungeon Crawler barato. Queria muito conteúdo na caixa. Muitas classes e raças, com alta rejogabilidade.”
Mecânicas de Expedição Escarlate
A Corrupção
Para começar, pela primeira vez é possível explorar a Tormenta sem que ela te domine. Isso faz com que seja uma espécie de “survival horror”, pois ainda existe o medo e a consciência de que, a qualquer momento, algo pode dar errado.
Nesse sentido, “o jogo trabalha ainda mais a questão do poder e da sedução da corrução de Tormenta”, esclarece Tato, “[Expedição Escarlate] foi inteiramente pensado para “e se a Tormenta quiser você? Talvez Arton não esteja te tratando bem…”, ou ainda “Se você quiser mais poder, ajudar seu colega, …, a Tormenta pode te ajudar”.”
Então, a corrupção não é algo obrigatório, mas enfrentando um perigo iminente, você não aceitaria ser corrompido (um pouquinho) para conseguir continuar vivo? “O horror”, em Expedição, “é visto como um convite amigável“, finaliza Tato.
“Exatamente por conta dessa mecânica de corrupção é que Expedição Escarlate não é um boardgame para qualquer sistema,” afirma Caldela, “mas é especificamente para Tormenta”. “Não se pode mandar os maiores heróis de Arton para as ruínas em que existe a Tormenta, pois eles podem ser corrompidos”. Então, quem podemos mandar? Os aventureiros mais corajosos que encontrarmos!
A Criação de Personagens
Ainda, na criação de personagens, eles pensaram muito mais na inclusão e diversidade. Caldela comentou que “Tormenta é um cenário inclusivo, que vai além da imaginação“. E isso foi trazido para o boardgame:“Tu consegue jogar como quiser em Expedição, fazendo a ficha com muitas opções.” Tato concordou: “[você] tem a liberdade de fazer como quiser (tal qual RPG), porém trazendo para o jogo de tabuleiro.”
Não só isso, a ficha do personagem é simplificada, e mesmo assim, aceita as complexidades que existem nos RPGs, permitindo a criação de personagens esquisitos.
E Caldela trouxe um exemplo disso, no qual jogou duas vezes com o Jovem Nerd e o Azaghal, e na primeira vez ele morreu de uma forma horrível, porém na segunda, eles conseguiram ir até o fim e derrotaram o chefão.
O melhor disso é que o Jovem Nerd jogou de Fada Bárbara, e sim, ele conseguiu montar essa ficha, criou a personagem que queria, e chegaram até o fim com ela. Caldela mencionou que foi muito divertido e diferente, e que é muito legal ver essa possibilidade dentro de um boardgame.
O que eu quero ser?
Nesse sentido, Tato afirmou, “primeiro você deve pensar: “o que eu quero ser?” e não “do que eu posso jogar?”, pois assim você imagina, e depois procura no boardgame as ferramentas para fazer acontecer. Dessa forma, ainda tem algumas restrições, mas é muito livre para escolher os recursos de como quer jogar.”
A vontade vem antes da criação do personagem. Ou seja, os jogadores modulam e desenham, e Expedição permite que a criação seja realizada a partir dos elementos existentes. Você escolhe como joga.
Inclusive, Fel afirmou que a classe de inventor só está na caixa por culpa dele, já que ele ama jogar de goblin inventor, e não queria deixar de jogar com ela no Expedição.
Eliminando o Downtime
A Jambô queria eliminar o maior problema de jogos de tabuleiro atualmente: mexer no celular no turno do amigo. Esse tempo, conhecido como Downtime, pontuou Fel, “um dos grandes males do boardgame moderno”, permite que os outros jogadores fiquem dispersos enquanto não estão jogando, e a ideia deles era eliminar isso.
O jogo tem o fundamento de ser verdadeiramente cooperativo, “se seu amigo não ajudar, se não houver conversa, não tem como sobreviver”, explicou Fel. Dessa forma, eles criaram “inúmeras habilidades que você só pode usar no turno do outro, então ficar mexendo no celular não é uma opção”, complementou Soarele.
Expedição Escarlate inspira seus jogadores, e Tato explica que “a economia de ações é mais vantajosa fora de seu turno”, então por mais que você não faça tudo que queria no seu turno, “você se planeja para o todo, e precisa prestar atenção em tudo”.
Narrativa Emergente
Eles chamaram essa mecânica de Narrativa Emergente, pois, “ao invés de todo mundo fazer muitas coisas no próprio turno, todo mundo se ajusta para dar um pequeno passo e andar juntos no jogo“. Essa ideia também permite que os jogadores “conectem e criem novas habilidades”, deixando o jogo ainda mais diferente a cada jogatina, destacou Caldela.
Fel exclamou, “[essa mecânica] deixa o jogo elegante, resolvendo vários problemas de uma vez só: cooperatividade e dispersão”. Sobretudo porque “em Arton não existe o protagonista. Ninguém é incrível sozinho. O grupo é.“ completou Caldela, e ainda explicou que “cinematográfico” deixa de ser sinônimo de uma pessoa fazendo algo incrível (e passando para o próximo turno), para o grupo fazendo algo incrível junto.
Boardgame e RPG
Fel perguntou para Caldela e Soarele sobre as novidades da Jambô e como eles enxergam o RPG e o Boardgame. Ambos concordaram que eles sempre estiveram juntos, mesmo diferentes, mas como complementares, e Soarele explicou “a Jambô demorou, pois queria fazer algo bem feito e rejogável. E ela [Jambô] quer se relacionar cada vez mais com o público de boardgame. Esse é só o primeiro passo“.
Ela finalizou, comentando que o maior “objetivo é criar. Tirar as pessoas das telas. Todos querem deixar o celular de lado, mas é difícil. Então a ideia é dar mais um motivo para que isso aconteça, e manter as pessoas unidas. O jogo deve ser a justificativa para que grupos de amigos se encontrem e deixem as telas de lado.”
“E a maior vantagem do boardgame”, segundo Caldela, “é não precisar de tanta preparação quanto o RPG. Você se junta e joga, pronto“, não precisa preparar história, fichas longas ou apresentar mecânicas difíceis.
Também, “o grupo se reúne para jogar, e isso incentiva relações que não dependem de aparatos tecnológicos. Aumenta as relações humanas“. Isso se deve principalmente ao fato de que um “grupo ter um objetivo em comum une as pessoas”, e querer se encontrar para jogar é um baita objetivo em comum.
Considerações Finais
A Jambô Editora veio com tudo em seu primeiro jogo de tabuleiro. Chegou preparada para causar uma ótima primeira impressão adentrando esse universo. O jogo parece ser dinâmico, rejogável e estratégico. Reunindo o melhor que já conhecemos no RPG: criação e liberdade.
Além disso, prioriza o cooperativo, mostrando que um boardgame não precisa ser “todos contra todos”, mas o grupo contra a Tormenta.
Elegante e envolvente, Expedição Escarlate é um jogo divertido e feito para deixarmos as telas de lado e focarmos no que realmente admiramos: tempo de qualidade com quem gostamos.
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Douglas Quadros, Gustavo Estrela e Ítalo Nogueira falam sobre Diversão Offline 2026: Arena RPG nessa taverna. Venha saber mais sobre esse evento! Entenda como funciona a organização das mesas e espaços imersivos e como você pode aproveitá-lo para se divertir, conhecer novos sistemas de RPG e fazer amizades jogando com a comunidade presencialmente.
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
Bom dia, boa tarde e boa noite! Espero que estejam todos bem! Neste post irei abordar sobre o mais badalado evento de RPG e jogos de tabuleiro que aconteceu nesse final de semana (11 e 12 de julho), e como foi minha primeira experiência estando no DOFF em 2026.
O que falar desse primeiro Diversão Offline que participei? Muita coisa! Então, para começar: apareceu muita gente!
Evento “estranho, com gente esquisita…”
Me senti em casa! Muitas pessoas indo e vindo. Gente comprando bugigangas, conversando aleatoriedades, discutindo negócios, fantasias e cosplays, uma galera de óculos, filas para todos os lados e em todos os estandes, e sim, sempre envolvendo RPG!
Claro que sabemos que o DOFF não é só isso. E tive essa certeza quando me deparei com a equipe reencontrando pessoas conhecidas, amigos de outros DOFF’s e eventos diversos, que vinham falar com a gente e eram apresentadas a mim, comentando sobre as novidades.
Mas também, de uma forma calorosa, quando vi o rosto daquelas pessoas que eu só via pela tela do celular ou do computador, e, mesmo que por uns instantes, conseguia me conectar com elas. É nesse momento, senhoras e senhores, que entendi que o DOFF não é só RPG.
Um pouco de história
O evento já vem crescendo há tempos. Nasceu em 2015, no Rio de Janeiro, e começou reunindo empresas do mercado de jogos de tabuleiro. Logo se transformou em um lugar onde todos poderiam falar a mesma língua. Em 2018, expandiu para São Paulo, caminhando devagar, mas sem parar, passou a abraçar o RPG e jogos no geral, tendo dois dias de evento para conseguir abranger todo o sucesso que vinha fazendo.
Então, o local em que estavam não era mais suficiente para comportar tamanha magnitude, e o Expo Center Norte se tornou o lugar do evento desde o ano passado. Isso permitiu que mais parcerias ocorressem, mais pessoas expusessem suas artes, mais itens nerdísticos chegassem à casa das pessoas, e, principalmente, mais conexões surgissem.
DOFF não é só RPG
Essas conexões me mostraram que o evento não é um evento qualquer, é um lugar onde conheci muitas pessoas incríveis.
Vi Influencers que, mesmo sem estar a trabalho, não se importavam em parar para tirar fotos e conversar com seus fãs. Mestres que, mesmo após horas narrando e mostrando a novas pessoas sobre um universo totalmente novo, continuavam se dedicando (até sem voz) para dar a melhor experiência para aqueles que estavam em sua mesa. E jogadores que se dedicaram a entender o jogo que foi colocado em sua frente e curtir a experiência como um todo.
Também notei muitas famílias, com crianças, inclusive – e em boa quantidade -, que encontraram no evento um lugar seguro para levar quem amam para se divertir. Eles sabiam que lá encontrariam pessoas com paciência e carinho para ensinar seus filhos (e que iriam se divertir com os pequenos). E, pessoas com mais idade também, o que me mostrou que RPG, é sim, para todos!
A CapyCat foi mestra em deixar os pequenos confortáveis no jogo
Percebi ainda, um aumento no número de mulheres que marcaram presença no evento. Felizmente, estamos ocupando cada vez mais lugares, mas ver isso presencialmente em um lugar que possui um tema, que antes, era totalmente dominado por homens, foi incrível!
Seja como artistas, como cosplays, participantes das editoras na correria do evento, e jogadoras, desde as novatas até as experientes. Inclusive, muitas narradoras, com mesas lotadas e com tema “só para mulheres” (que não consegui jogar por não ter vaga). Nós estávamos lá marcando presença em peso, como as maravilhosas Juniperpg (@juniperpg_), a Rubi (@coragemnarrada) e a Bella Farias (@thedragonesa)!
O DOFF também é inclusão, representatividade e conexão!
Quem você pode encontrar no DOFF
Agora, falando de uma parte importante e que também já comentei um pouco: pessoas.
Claro que tivemos a presença de inúmeros criadores de conteúdos. Aqueles mais focados em RPG e jogos de tabuleiro que estavam com estandes e venda de produtos, como também, aqueles que apenas foram narrar ou apareceram por lá para ver como estava o evento. Entre eles, além dos que já foram mencionados, podemos citar:
Rafael Studart (@dequemeavez): estava como apresentador oficial do DOFF, fazendo entrevistas na sala de imprensa reservada, andando pelo evento para falar com as pessoas, e claro, apresentando tudo ao vivo pelo YouTube, com posts nas redes sociais em interações com o público;
Criadores de conteúdo focados em RPG, jogos de tabuleiro e mesas de RPG: Felipe Miyata (@felipemiyata), Dados Caricatos (@dadoscaricatos), Fracasso Extremo (@fracassoextremo), Pauta Fria (@pauta_fria), Maré Geek (@mare.geek), Nadja Lírio (@nadja_lirio);
Os Embaixadores do DOFF: Marcos Teixeira (@umbardomedisse), Fabrício (@aftermatchbg), Yuri (@cadeodado), Diogo Braga (@didibraguinha), Letícia (@leticinios), André (@narradoresnarrados), Nerdsbonde (@nerdsbonde), Nicholas (@nickbgg), Sérgio Cantú (@sergio_cantu), Eric (@turnobgames), Gilsmy Boscolo (@prof.ludico);
Pessoas que talvez você não saiba que são fãs de RPG e jogos de tabuleiro: Tranks e Malu (@tranquillini e @_malusc), Luiza Netto (@luizanetto97), Leonardo Ramos (@reolamos) e André Dea (@andredea).
E sim, esses foram somente alguns dos nomes de quem vi por lá ou de quem eu soube que passou por lá. E, se você tem interesse em, quem sabe, esbarrar com essa galera alguma hora, já começa a se programar para ir no DOFF no próximo ano.
O que fazer no DOFF
Além de você conseguir encontrar com as pessoas das quais é fã, rever amigos e fazer parcerias, o DOFF também apresenta uma série de atividades para fazer e coisas para ver.
Como o evento aconteceu no Expo Center Norte e o lugar é muito grande, tinha muita coisa para fazer! A começar pelo mapa do evento:
Mapa do DOFF 2026
Como deu para notar, inúmeros lugares para visitar. A começar dos estandes das editoras com jogos de tabuleiro, de cartas ou que envolvem o corpo. Com regras fáceis ou mais complexas, mas sempre com muita diversão! Com livros de RPG nacionais, traduzidos, grandes, pequenos, cheio regras, com muita ou pouca lore de mundo, e aventuras prontas. Para todos os gostos!
Além disso, muita arte! Vários artistas independentes compartilhando barracas de vendas, com pinturas, fanarts, bottons, chaveiros, pins, muito material feito com impressora 3D, cerâmica, aquarela, metal, entre outros.
Alguns lugares para explorar
Pudemos encontrar esses artistas tanto no Distrito do Comércio, como também no Indie Alley, onde conhecemos 30 artistas independentes buscando conquistar o público com seus jogos, artes e carisma!
Indie Alley contando com 30 artistas independentesLojinhas e mais lojinhas
No Paint Alley tivemos a possibilidade de pintar nossas próprias miniaturas. Tendo uma variedade de tintas e pincéis com pontas pequenas que mostram a dificuldade de seguir nessa área (precisando ter muito cuidado e uma mão leve para não errar nos detalhes).
Na Arena RPG, que foi organizada pelo Tavernando (@jogue.tavernando), pudemos acessar o site deles através da leitura do QR Code. Dessa forma, podíamos nos cadastrar para as mesas que estariam disponíveis no evento, conhecendo o narrador, uma sinopse da aventura e qual sistema usaria. Mas elas estavam sempre cheias, então se quiser jogar, precisa ficar de olho no site!
“As histórias nascem aqui!”
A Área Catarse de Protótipos estava totalmente dedicada a novas invenções que irão fazer muito sucesso, e a qual poderíamos testar. Na Loja DOFF poderíamos comprar camisetas, pegar nossa credencial do evento, comprar ursinhos e bugigangas maneiras do evento.
E muito mais!
Tudo isso, sem contar ainda a Praça de Alimentação cheia de comidinhas gostosas. E como falado antes, o DOFF tem se tornado cada vez mais um local seguro para todas as pessoas, contando com um Feudo da Família com jogos exclusivos para pais e filhos. Também tinha disponível a Sala Neurodivergente, sendo um local para abraçar pessoas que precisassem de um espaço acolhedor e calmo para respirar durante o evento.
Dando uma volta você também poderia encontrar um local exclusivo para você fazer uma Tatuagem Pequena (famosos flashes). Uma Escape Room assustadora para tentar escapar, um espaço para Simular Lutas e Combates (com segurança, claro). Também tinha um espaço dedicado a Hasbro Games, com muitos mais jogos para jogar.
Tudo com segurança, claroCinco minutinhos sem perder a amizade? Bó?
E não posso deixar de citar o Palco do evento, com palestras, conversas e brincadeiras entre criadores e autores (nacionais e internacionais). Com variedade de temas e horários diversos, para todos terem interesse de ir pelo menos em uma. E muito mais!
Ou seja, no DOFF você não fica entediado. Se não quiser sentar em alguma mesa para jogar algo, tudo bem (mesmo que eu ache que você vai estar desperdiçando uma boa oportunidade). Mas no evento tem outras atividades para você se distrair e ter muitos momentos de lazer e diversão!
Editoras parceiras que você pode encontrar
E entre tantas editoras e empresas que estavam presentes, irei citar, com mais carinho, aquelas que são parceiras do Movimento RPG. Vamos por ondem alfabética, para facilitar:
Idealizado pelo Pedro Coimbra (vulgo, Mestre Pedrok), tem em seu portfólio RPGs como Wilderfeast RPG e Skyfall RPG, além de jogos de mesa como Cat Catch e Escola de Dragões. Estavam no DOFF com algumas novidades, entre elas Wonderland Rebellion RPG.
Esse RPG vem com uma proposta totalmente nova e diferente onde a Alice nunca chegou ao País das Maravilhas, a Rainha de Copas está dominando tudo, e os jogadores precisam ser os heróis (já que a heroína original não apareceu). Com combates feitos em um cenário 2D de plataformas, a ideia promete revolucionar o cenário de jogos de mesa.
Confesso que amei a galera com capa!A CapyCat arrasou no quesito “jogos de família”
Nesse ano, a Jambô Editora fez parceria com a Editora Retropunk, dividindo o estande e atraindo mais pessoas para passar pelo local.
A Jambô foi idealizada pelo Guilherme Dei Svaldi, junto ao Rafael Dei Svaldi e o Leonel Caldela, tendo em seu portfólio grandes nomes do RPG como Tormenta20 e Ordem Paranormal.
Sua grande novidade (que já estava em financiamento coletivo há um tempo) é o primeiro jogo de tabuleiro da Editora, Tormenta: Expedição Escarlate. E o MRPG participou da conversa com o Leonel Caldela e a Karen Soarele sobre essa novidade, e em breve vai ter um texto aqui no site.
Já a Retropunk foi idealizada pelo Guilherme Moraes, tendo em seu portfólio RPGs como Fallout RPG e Deadlands. Trouxeram lançamentos como Delta Green – Arqint e Duna RPG – Ferramentas de Mestre para o DOFF.
Idealizada pelo Diego Bassinelo e pelo Stefano Pelletti, tem em seu portfólio RPGs como Infaernum e Melodia Perdida. Trouxeram para o DOFF seus produtos do financiamento coletivo, para a galera pegar em mãos e sentir a energia do que está por vir, como Tenebra e Catedral dos Ímpios.
Esses são RPGs que fogem da pegada tradicional, onde Tenebra (rebele-se no fim do mundo) é um RPG pós-pós (sim) apocalíptico (COM UMA ARTE INCRÍVEL), e Catedral dos Ímpios é um suplemente de BREU RPG.
O estande mais tenebroso que você vai verOLHA QUE COISA LINDA!
Idealizada pelo Anésio Vargas e pelo Alexandre Seba, tem em seu portfólio RPGs como Chamado de Cthulhu e Pathfinder 2. Trouxeram para o evento seu novo sistema: Lunatar (em breve vai sair matéria aqui no site falando sobre, já que nós jogamos), um RPG que explora a corrupção de um mundo repleto de criaturas e animais conscientes chamados de faunis.
Além disso, para o evento, eles também fizeram dois Meet & Greet. Um com o Rakin (@rakin) e a equipe de arte de Assimilação RPG. E outro com o mestre GG (@ggtonho) e os jogadores da campanha Presas Expostas. Com possibilidade de autógrafos, fotos, e posters exclusivos.
A galera estava em peso no estandeO painel estava lindo dos dois lados
Idealizada pelo Jonas Picholaro, tem em seu portfólio RPGs como Urbana Bellica e As 7 Baladas do Oeste. Trouxe para o evento algumas novidades, como o financiamento coletivo de Cairn (segunda edição), que está simplesmente lindo!
A campanha no Catarse de Cairn conta com o Guia do Jogador, o Guia do Guardião e uma Aventura Introdutória desse mundo. Além do Escudo do Guardião e alguns acessórios, como um kit de dados e um bloco de fichas de personagens personalizado.
Idealizada por Antônio Sá (atual CEO da Buró Brasil), pelo Guilherme Mir e pelo Julio Monteiro, tem em seu portfólio RPGs como Cenário de Campanha: ARKHI e o Módulo de Aventura: A Última Caravana do Outono. Trouxeram para o DOFF os lançamentos do Guia de Campanha: URBANA, e o Módulo de Aventura: A Pirâmide do culto a Zillavok.
O tempo todo tinham pessoas jogandoOs narradores se preparando para o final de semana cheio de aventuras!
Vale a pena?
SIM! COM CERTEZA!
Como meu primeiro evento eu posso dizer: quero voltar ano que vem!
O evento reúne uma energia e uma sensação de pertencimento única, que só esse tipo de evento pode conceder. Eu estava o tempo todo radiante de estar presente, andando de um lado para o outro (me perdendo um pouco), e a cada esquina, mesmo já tendo passado pelo local, parecia que algo novo surgia.
Se você procura um lugar onde vai poder fazer novos amigos e contatos, conhecer pessoas diferentes e conversar sobre seu hobby (ou trabalho) favorito, como jogos de tabuleiro e RPG, o DOFF é o lugar ideal para você ir. E se nunca teve a experiência, eu recomendo. Se organize e vá ano que vem, tenho certeza que você irá gostar!
E ainda faltou coisa nessa foto!
No entanto, se prepare! Você irá andar muito, então não leve peso na mochila e vá com um tênis confortável, leve comidinhas para beliscar e água para se hidratar. Com amigos é mais gostoso, mas não deixe de sair da sua zona de conforto e conversar com as pessoas por lá!
Vá com dinheiro preparado, porque eu te garanto que você vai querer comprar tudo que vir pela frente (só não comprei mais coisas, pois o dinheiro acabou e o cartão de crédito estava sem limite).
E o mais importante: esteja pronto para se divertir, pois o evento é feito para aproveitar!
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Nos dias 21 e 22 de Junho tivemos o Diversão Offline, um dos maiores eventos de Board Games e RPG de mesa da América Latina. No post de hoje, vamos falar dos lançamentos gerais de RPG que vieram do DOFF!
Disclamer
Como a equipe do Movimento RPG estava espalhada pelo evento, estamos reunindo o que conseguimos falar no evento, com as redes sociais das editoras parceiras e a lista de lançamento da Ludopedia. Se ficar faltando algum anuncío aqui, vamos atualizando.
Um RPG Solo novo vindo ai!
101 Games
Tivemos o anuncio de Dominus & Dragons, um RPG nacional criado por Jefferson Pimentel, feito no sistema Dominus. Com alta customização de personagem e adaptações das regras de D&D. O sistema é pensado para se jogar de modo Solo, mas também pode ser usado como uma caixa de ferramentas para mestres mestrarem para amigos.
Editora Caleidoscópio
Na Caleidoscópio, tivemos três grandes anúncios! Um dele é Colônia RPG, uma distopia Cyberpunk a brasileira, em que jogamos com personagens a margem de uma sociedade opressora. Que já contém um Jogo Rápido e Aventura Pronta para você sair jogando!
Terravysta RPG, do Narradores Narrados e Um Bardo Me Disse, vai se tornar real pela Caleidoscópio!
Terravysta RPG é um jogo de narrativa fantástica, em que os jogadores são as pessoas ouvindo a história e participando dela, em que os jogadores podem “subornar” o bardo para trocar a aventura para ser mais próximo do que eles preferem. Você pode se cadastrar no site da editora para receber o Jogo Rápido!
Goblins & Guilhotinas é um RPG em que Goblins se unem para enfrentar a opressão de um dragão que tomou conta da montanha em que viviam, e devem recuperar o que lhes foi tirado.
Capycat Editora
A Capycat anunciou no evento o seu RPG de nobledark, Vileborn. Um jogo em que os personagens utilizam seus poderes sombrios para o bem, enfrentando uma fé que caça as supostas criaturas das trevas após o sol ter sido obscurecido por uma densa névoa. Os personagens fazem parte de uma ordem dissidente que caça os malditos do mundo.
RPG de RPG!
Jambô Editora
Na Jambô, era possível se adquirir um exemplar físico do Kit Introdútorio de Fábula Ultima, o Aperte Start. Além disso, na publicação deste texto, o Financiamento Coletivo de Fabula Ultima já vai ter iniciado. Corre pra garantir o seu!
OSR a lá 5e
Luz Negra Editora
Tivemos também a entrega e possibilidade de se comprar o sistema BREU. Um OSR mais aproximado das regras do 5e, voltado para quem joga 5e mas quer conhecer o “look and feel” dos jogos da velha guarda. É um livro enorme, bem diagramado e com artes maravilhosas em preto e branco, com ilustrações internas de Anderson Almeida, LoboLoss, Jonatas Tobias e Robson Teixeira.
Mais uma nova editora de RPG na área, trazendo Pantheon RPG!
Nerd Bruto
Na Arena Nerd Bruto, tivemos One Shots de Pantheon RPG. Primeiro jogo da loja o qual foi demonstrado no evento. Se trata de um OSR pensando em histórias épicas, sem perder a brutalidade do gênero. Alguns de nossos colaboradores jogaram no evento e gostaram demais do que viram.
O jogo vai vir em uma caixa de madeira, organizada e bem planejada com os dados e o manual, tudo que você precisa para poder jogar.
Retropunk Publicações
Na Retropunk, tivemos anuncio e mais informações sobre Duna RPG, sistema baseado no livro de mesmo nome que estará vindo pela editora e que já tem Jogo Rápido disponível no site!
Mesa de Cosmere RPG
Tria Editora
A partir do lançamento desse texto, já temos um texto especifico só falando dos anuncios da Tria para o futuro. Mas parece quem estava no stand já podia resgatar o seu Lancer, PunkApocalyptic RPG, Ronin RPG ou Symbaroum.
Também estava no stand o exemplar do livro Cosmere RPG, RPG baseado na obra do autor Brandon Sanderson, e também houve meses de teste no stand da Editora.
RPG com Arte!
Na Universo Simulado, tinhamos a disposição o livro Museu Encantando, desenvolvido pela designer Yngrid, e o Guia de Norvênia, um cenário para jogos clássicos de fantasia!
Além disso, estavam anunciando o Financiamento Coletivo de O Assalto Extraordinário ao Tesouro do Dragão. Jogo desenvolvido em conjunto com o designer Jorge Valpaços, que usa um sistema de cartas que vem junto ao jogo, com artes maravilhosas da mesma desenvolvedora de Museu Encantando.
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Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PIX ou através do Catarse!
Assim, seja um Patrono do Movimento RPG e tenha benefícios exclusivos como participar de mesas especiais em One Shots, de grupos ultrassecretos e da Vila de MRPG.
Além disso, o MRPG tem uma revista! Conheça e apoie pelo link: Revista Aetherica.
Nos dias 21 e 22 de Junho tivemos o Diversão Offline, um dos maiores eventos de Board Games e RPG de mesa da América Latina. Nele, a Tria Editora fez alguns anúncios de seus futuros títulos de RPG, vamos ver e comentar sobre alguns deles!
Anúncios e Novidades
O queridinho da galera
Cosmere RPG
Não é exatamente uma novidade do evento, mas no DOFF os presentes puderem ter um vislumbre do livro de Cosmere RPG, o RPG do Brandon Sanderson, que iniciou a pré-venda em Junho. O livro em inglês estava no stand para os consumidores verem, e muitos compraram sua pré-venda no local.
Cosmere é baseado na obra do escritor Brandon Sanderson (O Caminho dos Reis, Mistborn). Ele é um sistema d20 com mecânicas de dados de Trama, que permitem aos jogadores mudarem a narrativa ao seu favor.
Berzerkr RPG
Berserkr
Dos mesmos criadores de Ronin RPG(também pela Tria Editora), Berserkr é um jogo compatível com MORK BORG e um OSR. Um RPG de cultura nórdica, criaturas mitológicas poderosas, magia rúnica e deuses antigos.
Assim como Ronin RPG, o Berserkr tem tabelas para definir runas, regras voltadas para a mitologia nórdica, tudo compatível com Mork Borg.
The RealmbreakerGrizzled Aventurers
Grizzled Adventurers
Normalmente, jogos de RPG de fantasia trazem aventureiros na faixa dos 20 ou 30 anos. Ainda na flor da idade para se aventurar e viver suas aventuras. Grizzled Aventurers não, porque ele é voltado para se jogar com heróis experientes, que não conseguiram largar sua vida de aventuras.
O jogo é completamente compatível com o jogo Beyond The Wall e Through Sunken Lands and Other Adventures, é uma pegada disruptiva no que costumamos jogar de RPG de fantasia.
Mazes RPG
Mazes RPG
Mazes é um jogo OSR, que visa o retorno às clássicas aventuras de espada e feitiçaria enquanto se investiga uma masmorra, mas também com regras simples e modernas para se adaptar a como se é jogado hoje em dia. Ele usa o sistema Polymorph. É visado e proposto para ser jogado em eventos e em one-shots, introduzindo o dungeon crawl para os jogadores.
Thousand Year Old Vampire
Thousand Year Old Vampire
Thousand Year Old Vampire é um RPG solo/Livro-jogo diferente e curioso. Vencedor de três Ennies Awards. É um jogo introspectivo sobre um Vampiro que perdeu suas memórias e precisa relembrá-las usando fragmentos do que você viveu e das cartas, imagens e resquícios que deixou pela humanidade. O jogo pode ser finalizado em uma questão de horas ou semanas e é visado para se jogar sozinho, ou com um grupo.
Through Sunken Lands and Other Adventures
Through Sunken Lands and Other Adventures
Usando regras parecidas e compatíveis com Beyond the Wall. Through Sunken Lands traz um cenário de ermos desérticos, templos de deuses e magia antiga. Um jogo OSR que visa trazer aventuras com pouco preparo, para jogadores e mestres só pegarem e começarem a jogar.
Shadow of The Weird Wizard
O que está logo aí
Dia 08 de Julho vai iniciar o financiamento do jogo Shadow of The Weird Wizard, um rpg de fantasia onde os jogadores exploram as fronteiras, refugiados de um país antigo levado a ruína por um Antigo Feiticeiro que soltou monstros, fadas cruéis e outras criaturas pelos ermos.
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Nos dias 21 e 22 de Junho tivemos o Diversão Offline, um dos maiores eventos de Board Games e RPG de mesa da América Latina. No Movimento RPG, tanto aqui no site como em outros canais, você tem relatos de como foram, por exemplo, a Área de Protótipos e a Arena RPG Nerd Bruto. Mas hoje vim trazer um relato mais pessoal, já que foi a primeira vez que trabalhei em um stand no DOFF.
A Tria, com carinho
Nesse ano, fui para o evento para trabalhar no stand dos nossos parceiros da Tria Editora. Editora que trouxe jogos como Beyond the Wall, Lancer RPG e vai trazer o Cosmere RPG. Como temos uma boa relação, fui ajudar eles no stand e a vender livros.
Já trabalhei em outras oportunidades com eventos, seja organizando, fazendo mídia, cobrindo pelo Movimento RPG, mestrando para a Jambô Editora, mas seria a minha primeira contribuição organizando e vendendo livros em um stand de RPG.
Venda e Relação com o Público
Desde que cheguei no DOFF, no sábado, a sensação que eu já tive em outros DOFF, mas como imprensa, foi mais avassaladora. Em nenhum deles eu via o público entrando, era parte da multidão, mas dessa vez eu pude testemunhar o pessoal vindo, olhando ao redor, procurando o que iria fazer primeiro, o que iria experimentar primeiro.
O stand da Tria ficava bem perto da entrada do evento, então era o stand que muitas pessoas passavam primeiro. Então normalmente vinham, olhavam, e eu tinha que engolir minha vergonha e timidez e abordar para apresentar os livros.
A mesa de Cosmere RPG no DOFF
O Cliente Curioso
Uma das melhores coisas no stand foi lidar com os fãs curiosos, que estavam dispostos a conhecer os títulos e ver se algo se encaixa com o que queriam. Muitos começavam com o Bestiário do Folclore Brasileiro e iam até Lancer. Nesse tempo, eu explicava, conversava e falava sobre o que eu, pessoalmente, achava mais interessante.
No meio do evento, no sábado, vi que era muito mais interessante entender o que os clientes já gostavam ou jogavam, e então oferecer algo próximo. Se gostavam de D&D, falava sobre Aventuras Lendárias. Se gostavam de RPG mais amplos como Fate ou 3DeT, apontava o Action Movie World. Quase todos se interessavam na hora no Lancer ou no Ronin, então já era simples passar para eles.
Todos queriam já comprar o Cosmere, mas só tinha em pré-venda.
Os Clientes da Casa
Mas, mais interessante que os curiosos, eram os que já conheciam a editora. Muitos haviam marcado para resgatar seus livros do financiamento no evento, mas acabavam levando outros jogos juntos. Apesar de muitos elogios virem de títulos que eu não participei, era legal ver o carinho que se falavam da editora, e como olhavam felizes e animados, os títulos que estavam lá.
Todos os livros a venda tinha um exemplar aberto para “se ler com a mão”. Até mesmo a novidade do Cosmere RPG, que estava lá para que eles pudessem ler a versão em inglês e ficarem animados para pedir a pré-venda do livro.
O DOFF com um sabor diferente
Das outras vezes que fui ao DOFF, ou foi como cliente ou como imprensa. A primeira vez como expositor me fez ver o evento de outra maneira. Com mais carinho, animado para o próximo ano em que, talvez, viva isso novamente. Com novos títulos, podendo mostrar talvez o Cosmere RPG já traduzido (que muitos vieram atrás para comprar, para descobrir que só havia a pré-venda) e ter mais um pouco dessa relação muito legal entre clientes e editora.
Muito obrigado a Tria Editora por ter me chamado para trabalhar no stand, espero que tenhamos mais oportunidades!
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Igor Detona, Jujubinha, Douglas Quadros e Gustavo Estrela falam sobre os Lançamentos DOFF 2025 nessa taverna. Venha saber um pouco do que aconteceu no DOFF 2025, conheça alguns títulos novos anunciados no evento e saiba mais um pouco sobre RPGs que foram enfatizados pelas editoras antes de seu lançamento ao público.
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
Douglas Quadros e Fernanda Sereno falam sobre o Diversão Offline 2025 nessa taverna. Venha saber um pouco mais sobre o que vai acontecer nessa edição especial de 10 anos desse incrível evento que celebra RPGs e boardgames.
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Douglas Quadros e Jujubinha contam com a presença de Fernanda Sereno para falar sobre o Pós-Doff 2024. Venha saber mais sobre esse evento e seus resultados no cenário de RPG e boardgame brasileiro. E quem sabe saber sobre planos pro ano que vem.
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