Preparem seus dados virtuais! A Room Company, uma startup gaúcha pioneira, acaba de entrar para a história do RPG de mesa no Brasil com o lançamento doMasterApp. A plataforma é a primeira do país a oferecer soluções digitais completas para o hobby. E já está fazendo sucesso com mais de 2 mil usuários ativos em apenas quatro meses.
O MasterApp se destaca por sua flexibilidade: ele pode ser usado tanto para sessões de RPG online quanto para aquelas épicas rodadas presenciais com a galera na mesa. Além de fortalecer a comunidade, a iniciativa coloca o Brasil no mapa da inovação para jogos analógicos.
A Room Company, que já se consolidou como uma promessa no ecossistema de startups, vai apresentar as novidades do MasterApp no evento Diversão Offline. Mostrando todo o potencial dessa ferramenta 100% brasileira. O futuro do RPG de mesa digital é promissor, e ele já está sendo escrito aqui no nosso quintal!
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Nesse fim de semana (21 e 22 de junho) rolou o DOFF 2025, e temos uma pancada de coisas para conversar sobre o evento. E uma delas é sobre a como foi narrar no DOFF.
No DOFF fui convidado para narrar e foi uma das melhores experiências que eu já tive. Nos dois dias de evento narrei 5 aventuras ao todo, sendo dos sistemas Wilderfeast e Vileborn. Ambos me propuseram conhecer pessoas novas e apresentar esses sistemas para pessoas que até mesmo não tinham muita prática jogando RPG
Os sistemas foram marcantes cada um de sua forma:
Wilderfeast
Percebi que a galera estava bem entusiasmada com a ideia geral do que era a aventura. Onde consiste em terem que rastrear e acabar com uma criatura infectada pelo vírus do frenesi. Além disso, com grandes reviravoltas, consegui no fim passar o sentimento que eu gostaria para os players. Uma breve jornada onde um grupo de pessoas poderia desfrutar de uma boa refeição após uma caçada bem sucedida
Vileborn
A experiência foi diferente, pois o sistema consiste em um clima mais melancólico e sombrio tratando de temas mais pesados. Porém, até mesmo por ser uma mesa pública e não conhecer os players de antemão, optei por uma aventura mais tranquila. Dessa forma, fui para o lado mais sombrio do que pesado e no fim, assim como na mesa de Wilderfeast, o resultado foi extremamente positivo, chegando a um ponto onde os players interessados no sistema falaram que gostariam de adquirir ele quando lançasse.
No fim, ambos os sistemas foram extremamente divertidos de se narrar, e também teve aquela emoção de mestrar para pessoas desconhecidas e para aqueles que não tem experiência com RPG. Foi mais do que memorável e sem dúvida é algo que eu gostaria de repetir futuramente.
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Nos dias 21 e 22 de Junho tivemos o DOFF 2025 o maior evento de Board Games e RPG de mesa do Brasil. Hoje falaremos dos expositores da Indie Alley, focando em nosso parceiros.
O espaço físico
A Indie Alley, este ano, estava bem localizada, entre o palco e a loja oficial do evento. Havia bom espaço para se circular, conversar e ver os produtos. A iluminação estava boa e a disposição das tendas das editoras fez com que o lugar parecesse uma feira livre, bem acolhedor.
Na parte central da Alley havia diversas mesas para se jogar. Além de uma grande maquete (chamarei assim, pois amo maquetes). O único porém do local foi o fato do forte frio causado pelos ares-condicionados trabalhando muito. Algo que foi comentado, também, por expositores fora da Indie Alley.
Os expositores da Indie Alley eram Athos Beuren, Black Mamba, Bravura Jogos, Candango RPG, Caçadores de Aventura, Chave Mestra Lab, Clube dos Taberneiros, Coterie da Magia, Cyber Rhino, Daico Studio, Dedalus, Dharilya e Pedro Leonelli, Caleidoscópio, Educa Meeple, Fantastic Hub, IndieVisível Press, Jooo.art, Jotun Raivoso, Kupka Games, Monhangá Jogos, Nozes Game Studio, Oblivion House, Piquinim, Secular Games, South Bird, e Titio Ogro.
Parceiros
Titio Ogro
Alguns de nossos parceiros estavam na Indie Alley e, por coincidência, todos estavam nas pontas da “feira”. Apesar do intenso movimento, conseguimos conversar um pouco com eles. Os quais teceram elogios sobre o local da Alley e sobre o público.
Jotun Raivoso
Nozes
Caleidoscópio
Prêmios e indicações das editoras presentes
Algumas editoras conseguiram figurar entre as melhores nas premiações do evento. Mostrando que não é necessário “tamanho” para se fazer bons produtos.
Motim — Secular GamesIndicado emMelhor Coesão de regras do Goblin de Ouro.
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Neste último final de semana (21 e 22 de junho) tivemos o DOFF 2025. E no sábado, graças aos pedidos dos produtores e editoras, ocorreram as premiações de RPG e tabuleiros. Estou falando das premiações do Goblin de Ouro e da Ludopedia.
Goblin de Ouro
O Goblin é o maior prêmio do RPG nacional. Embora não possua a participação popular, conta com uma grade de jurados experientes que consegue analisar, selecionar e, incrivelmente, diversificar as obras participantes e vencedoras do concurso.
Em várias categorias houve empates, técnicos ou não, entre os finalistas. Poucos foram os candidatos que se sobressaíram sobre os demais. Conforme pode ser vista na premiação completa em nosso canal no Youtube. Agora aos finalistas e vencedores:
A Ludopedia é uma premiação com maior participação do público. E neste ano houve uma mudança de critérios, fazendo com que o voto popular se juntasse a análise dos jurados para se formar os indicados e vencedores do prêmio.
Tal mistura, acabou acarretando em algumas escolhas que somaram a popularidade da premiação e os critérios técnicos do júri. Outra observação, é o fato de que há somente quatro categorias destinadas ao RPG e várias outras focadas em boardgames. De qualquer forma, vamos aos indicados, finalistas e vencedores:
Jambô foi a editora que mais recebeu prêmios, 3 goblins de ouro e todos os 4 prêmios da Ludopedia para RPG. Sacramento e Guerra Artoniana receberam 3 prêmios cada. Porém, Kalymba mostrou-se forte e conseguiu 2 estatuetas, inclusive a do maior prêmio do dia.
Mais uma vez um RPG com temática africana é premiado (ano passado foi Mojubá), demonstrando a força que a fantasia africana (se assim podemos chamar) tem para o público e jurados.
A Retropunk está transformando Vaesen numa máquina de prêmios, recebendo mais um este ano. Tendo O Reino Mágico de Baixo da Cama trazido o outro prêmio à editora.
A Capycat também levou um estatueta. Por fim, As 7 Baladas do Oeste – Bandos & Bandidos levou a Nozes Studio à final das premiações da Ludopedia, embora não tenha sido indicada no Goblin de Ouro.
Isso demonstra que, embora a Jambô continue sendo a maior editora de RPG no Brasil, as outras editoras têm se mostrado fortes. E mesmo editoras que podemos chamar de independentes (indies) conseguem fazer produtos merecedores de prêmios.
Ou seja, o RPG brasileiro é grande e vem crescendo. Talvez, daqui alguns anos, consiga atravessar nossas fronteiras de forma coesa e dispute prêmios internacionais.
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Nesse fim de semana (21 e 22 de junho) rolou o DOFF 2025, e temos uma pancada de coisas para conversar sobre o evento. E uma delas é sobre a Área Catarse de Protótipos que se consolidou como um verdadeiro QG de criatividade e inovação, um espaço essencial para o fomento do mercado nacional de jogos de tabuleiro.
Com o objetivo claro de dar visibilidade a designers de jogos de tabuleiro e RPG. A Área Catarse é o ponto de encontro perfeito onde se pode apresentar suas futuras obras para um público massivo, outros criadores e, o mais importante, editoras do setor.
É um verdadeiro laboratório a céu aberto: o público geek tem a chance de testar os jogos em primeira mão, assim, dando aquela forcinha crucial com feedback direto. Para os designers, de fato, isso é ouro! As trocas de ideias e os testes práticos são, portanto, essenciais para polir e aprimorar suas criações. E, como prova de que a fórmula funciona, está aí: vários jogos que debutaram na Área Catarse em edições passadas foram financiados com sucesso na plataforma, consequentemente, virando realidade nas prateleiras dos jogadores!
Um jogo de tabuleiro de pura estratégia, rápido e acessível, para até 4 jogadores. Simples para atingir todos os públicos, mas complexo na medida para transformar sua noite de jogos, o jogo mistura rotação de cartas e captura de territórios. O objetivo é conseguir o maior número de território ao final da partida. Para isso, os jogadores precisam pegar as cartas uns dos outros e rotacioná-las pra sua cor, dominando assim o tabuleiro.
Nesse jogo de terror, a Casa do Lago foi colocada à venda. Sendo um fantasma apegado que vive por lá, o objetivo dos jogadores é combinar manifestações fantasmagóricas para assombrar a casa antes que ela seja vendida. Role os dados, combine manifestações para usar cartas de sustos e assombre A Casa do Lago!
Uma aventura de fantasia arcanepunk, onde um ousado roubo a trem promete mudar os rumos de um mundo prestes a entrar em guerra. Assim, ideal para quatro ou mais jogadores e um mestre, essa experiência one-shot é ainda compatível com qualquer sistema de RPG.
Um card/party game para até 6 jogadores que se passa, por sinal, num continente violento. Nesse cenário, a disputa reúne os melhores (e piores) facínoras do mundo para duelos épicos e sangrentos. Assim sendo, ganha o jogo aquele que tiver a pior reputação da cidade de Cova Rasa.
Dois poderosos magos elementais se encontram sobre uma ponte ancestral. Assim, um duelo épico tem início — e apenas um permanecerá de pé! O objetivo, portanto, é derrubar o adversário da ponte e provar quem é o verdadeiro mestre dos elementos. Dessa forma, Kakehashi é um jogo tático de duelo com mecânicas simples e uma imersão temática extraordinária.
Nesse jogo de tabuleiro, a mecânica é alocação de trabalhadores. Você e seus amigos jogam como imigrantes de diversas etnias e nacionalidades que aportaram no estado de São Paulo. Juntos, vocês vão construir a cidade e deixar sua marca no território.
Em Cat Café, cada jogador assume o desafio de transformar um simples café em um ponto de encontro imperdível para os apaixonados por gatos. Usando cartas de ação de forma estratégica, os jogadores podem ganhar vantagem sobre os concorrentes, criar combos criativos e turbinar tanto suas vendas quanto o charme da própria loja.
Um jogo de cartas para 3 a 6 jogadores, ambientado no século XVII. A dinâmica é simples e envolve ação presumida, ação simultânea, votação, gestão de mão e uma pitada de toma essa. O objetivo é usar as habilidades e votos a seu favor para acumular mais pontos que seus adversários e ser o ministro mais influente.
Um projeto que nasceu do TCC e a seguinte pergunta: como podemos exercitar a inteligência emocional de forma lúdica? Assim surgiu o jogo sobre conexões humanas com muito divertimento… e patos! Nele, você e seus amigos devem cooperar para levar o pato aventureiro até o topo da Cordilheira Pataquada. Para isso, devem enfrentar juntos uma série de adivinhações de palavras e superar desafios, quando questionados.
Já imaginou transformar os desafios da saúde pública em um jogo colaborativo? Esse é um jogo cooperativo onde você e seus colegas assumem o papel de gestores de saúde enfrentando crises reais do SUS: falta de medicamentos, superlotação, escassez de profissionais… Tudo isso de um jeito lúdico, estratégico e, acima de tudo, coletivo.
Itzal é um jogo narrativo de cartas onde magia, escolhas e lendas se entrelaçam para moldar o destino. Em um mundo medieval fantástico inspirado por mitos ancestrais, você pode ser um Artesão do Destino, convocado a enfrentar provações, despertar segredos e decidir o rumo de histórias únicas a cada partida.
Se você é daqueles que adora descobrir o próximo grande jogo antes de todo mundo e, além disso, quer dar uma força para a cena nacional, a Área Catarse de Protótipos no DOFF foi, sem dúvida, o seu lugar. Portanto, fiquem ligados, pois muitos dos futuros sucessos que você verá nas mesas e prateleiras brasileiras certamente nascerão ali, nesse caldeirão de ideias e paixão por jogos! Em suma, o futuro do board game e do RPG nacional promete, e ele está sendo construído em grande parte no Diversão Offline!
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Nesse fim de semana (21 e 22 de junho) rolou o DOFF 2025, e temos uma pancada de coisas para conversar sobre o evento. E uma delas é sobre a Arena RPG que foi patrocinada principalmente pelo Nerd Bruto.
Nos dois dias de evento rolou mesas de jogos de vários sistemas, inúmeras mecânicas e toneladas de criatividade e energia dos metres que estavam ali para criar momentos épicos para o público. E jogadores que não mediram esforços para criar momentos inesquecíveis. O espaço foi um ímã para curiosos e veteranos sedentos por boas histórias e muitas risadas.
Quem passou por lá pôde conferir de perto o caos controlado e a criatividade que só o RPG ao vivo oferece. A Arena RPG reafirmou seu papel de destaque no DOFF. Acima de tudo mostrando que a paixão por dados, narrativas e personagens inusitados continua mais forte do que nunca na comunidade geek brasileira.
Com mais de 20 mesas por dia, e com pelo menos 4 jogadores em cada mesa a Arena não ficou vazia em nenhum momento, o coas ordenado rolou solto e a diversão também!
Depoimentos
Joguei D&D simplificado, foi a primeira vez que joguei RPG, tinha bastante vontade de conhecer e jogar, fiquei completamente perdido, muitas contas, passou ou não passou, acertou ou não acertou. Joguei de bárbaro, ainda bem, por que queria jogar de mago, fiquei batendo nos bichinhos, e os dados ajudaram bastante. Gostei e quero conhecer outros jogos além desse.
GUILHERME, AVENTUREIRO NL1
Foi um das primeiras experiências com RPG, tenho uma experiência bem breve. Jogamos um sistema simples, o que foi excelente por ser um evento, mas foi bem imersivo. Joguei com pessoas que eu não conhecia, mas foi bem unificado e me senti acolhido, o mestre tirou todas as dÚvidas. e o melhor é que conseguimos ganhar, falou que a nossa mesa foi a melhor do evento, vou acreditar nisso (risos)
RYAN, AVENTUREIRO NL 2
Eu joguei Ordem Paranormal na Arena, ainda não tinha jogado esse sistema. Nosso mestre era tipo um gênio da improvisação. A gente começou com uma investigação que parecia simples, mas de repente já estava fugindo de uma criatura bizarra, com as luzes piscando e todo mundo gritando na mesa (risos)! Saí de lá com a voz rouca de tanto gritar e rir, e já quero outra sessão!
ANA, INVESTIGADORA PARANORMAL
Sempre excelente mestrar no DOFF, só mestrei uma mesa até agora. montei algo algo simples, uma hora mais ou menos, assim o jogador sabe que pode agir de forma livre, e se jogar, se divertir, fazendo coisas malucas, sem ficar pensando em loot, dinheiro e itens. Nessa mesa o ladino estava para morrer, mais incentivamos ele a fazer loucura e acabou salvando o grupo. Vai levar um memÓria incrível para a casa.
DANIEL, MESTRE
Esse foram relatos de quem viveu a Arena RPG. Mostrando que foi uma verdadeira celebração do RPG em sua forma mais divertida e acessível, provando mais uma vez que o hobby segue conquistando corações e mentes no maior evento de jogos de mesa da América Latina!
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Atenção, mestres e jogadores! Então, preparem-se, porque um novo sistema de RPG está chegando para revolucionar suas mesas com uma combinação inédita de simplicidade e adaptabilidade. Dito isso, apresentamos o Sistema 2/3/4, um RPG incrivelmente acessível que, em primeiro lugar, utiliza apenas um dado de seis faces (D6) e que, além disso, promete levar suas aventuras para absolutamente qualquer cenário que você possa imaginar! E o melhor de tudo, caso você não tenha um D6 físico em mãos, não se preocupe, pois um aplicativo simulador de dados em seu celular resolve perfeitamente a questão!
Quem irá trazer essa obra para nós será o Leandro Lisboa, apoia pela Bravura Jogos. E a melhor noticia de todas, no DOFF 2025 o valor do livro terá um preço super acessível, praticamente obrigatório adquirir o livro no evento.
Um Jogo Para Todos os Mundos e Estilos!
O Sistema 2/3/4 pensou na flexibilidade. Perfeito para jogar solo ou em grupo, sua estrutura leve permite adaptá-lo a qualquer cenário: desde as clássicas fantasias medievais com dragões e cavaleiros, passando por ninjas sombrios, caçadores urbanos de criaturas sobrenaturais, distopias cyberpunk e até mesmo emocionantes jornadas de exploração espacial!
O livro do jogo vem recheado de conteúdo, incluindo exemplos de antagonistas para inspirar seus desafios, e uma aventura completa ambientada no Brasil Colonial, com um toque de história real para uma imersão ainda maior!
Mecânicas Simples e Poderosas
Criação de Personagem Descomplicada: Distribua valores entre os atributos;
Rolagens Rápidas: Para resolver uma ação, relacione-a a um atributo, role 1D6;
Saúde e Morte no Limite: Fácil fácil de se resolver;
Dano e Proteção Diretos: O sistema de Dano e Proteção (DP) é dividido em Pequeno, Médio e Grande.
O Sistema 2/3/4 é seu novo palco para as mais diversas histórias. Os mundos estão prontos. É sua vez de fazer a história acontecer! Prepare seu D6 e mergulhe em um universo de infinitas possibilidades!
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Preparem seus passaportes e dados de rolagem, porque a Gen Con 2025 já está no radar com novidades quentíssimas! Uma das maiores e mais aguardadas convenções de jogos de mesa do planeta acaba de liberar mais detalhes sobre a sua edição do próximo ano, que mais uma vez terá como palco a cidade de Indianápolis Indiana, nos Estados Unidos.
Os organizadores prometem um evento épico, com foco especial no nosso amado RPG. Preparem-se para uma avalanche de anúncios de novas editoras chegando ao mercado, painéis imperdíveis com os criadores que moldam nossos mundos de fantasia, e a ilustre presença de grandes nomes da indústria dos RPGs.
A programação completa ainda não foi totalmente liberada, mas uma parte dos palestrantes confirmados já foi divulgada, acendendo ainda mais a chama da expectativa entre os fãs. Fiquem ligados nos canais oficiais da Gen Con para não perderem nenhuma atualização sobre convidados especiais, eventos exclusivos e todas as surpresas que nos aguardam nessa peregrinação anual ao paraíso dos jogos de mesa! 2025 promete ser lendário!
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Entrevista realizada com o autor Marcos Baikal, que dividiu conosco partes importantes das sua história.
1. Conte-nos um pouco sobre você e sua trajetória como autor de RPG indie no Brasil.
Eu iniciei como autor de RPG sem publicar a maioria dos conteúdos que escrevia, embora não fosse tudo para o público interno. Eram esboços que acabaram desaparecendo em HDs de 2001-2016, com algumas publicações em fóruns e material compartilhado individualmente em mídia digital. Em Idos de 2018-2019 movendo de volta para a cidade natal de Colatina-ES, conversando com Wesley, que mantinha na cidade um grupo voltado ao hobby de RPGs e boardgames com outros conhecidos, voltamos a jogar presencialmente e falamos em publicar nosso próprio RPG, tendo alguns exemplos do RPG Indie nacional como exemplo, tal como Mighty Blade, do Tiago Junges, que inclusive havia apoiado com jogos um dos eventos de RPG que criamos.
Esse evento incluiu Jotuns na aventura, daí a editora do nosso primeiro RPG publicado, RG (Resistência Glórqui), também usando nosso próprio sistema, o Delta, ter se chamado Jotun Raivoso. Quando RG foi publicado nós já tínhamos esboçado dois outros jogos completamente diferentes, usando o mesmo sistema por referência. O sistema foi amadurecendo e hoje já existe um módulo básico de regras independente de cenário e vários outros jogos e publicações disponíveis para download em nosso site.
2. Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao desenvolver RPGs indies? Como os superou?
O primeiro desafio é o anonimato. É difícil publicar um RPG para que os outros joguem que não carrega o nome de um “RPG conhecido” junto. O mercado nacional, tal como o norte-americano, é bastante referenciado nos seus jogos conhecidos. Algo que não é D&D, nem Tormenta, nem Vampiro ou outro “clássico” internacional por vezes nem é entendido como a mesma coisa.
O espírito de exploração de novos jogos que era mais forte no tempo do 3d&t, na minha opinião, foi bastante deixado de lado nas novas abordagens, mais focadas num produto e em um d20, como se isso fosse universal.
Outra dificuldade é a de fazer algo diferente, como historiador e ciente de todo o potencial do contar de histórias, me pareceu sempre viável deixar o RPG ilimitado, além da caixinha de “fazer aventura”, com objetivos recorrentes.
Eu aprecio particularmente a chance de conhecer um mundo novo, tal como ocorre quando você vê um bom filme ou lê um bom livro de ficção.
Ao apresentar algo diferente, porém, você esbarra, para além da falta de credencial do nome, da imagem toda vinculada a um gênero, que faz com que o interesse potencial não seja acendido, a menos que você dê a volta nisso, divulgando intensamente. A divulgação é outro ponto. A mídia que cobre o gênero por vezes não vai atrás tanto quanto pode. Os blogueiros que cobrem RPG por vezes fazem muito mais sem anunciantes apoiando suas páginas do que aquelas realmente com recursos, voltadas no toma-lá-dá-cá esperado de publicações pagas. A diferença de alcance que isso faz é tremenda. Um outro desafio, agora menos externo, é a própria inexperiência. Escrever para o público, especialmente aquele que estará mais propenso a ler seu material é um desafio de forma tanto quanto de conteúdo.
Existem técnicas do meio editorial que sem um orçamento para empregar os profissionais, você só irá adquirir com a prática, se é que vai adquirir. Isso vai desde o planejamento financeiro até a parte gráfica. Vai além, portanto, do game design. Em termos de game design, o ideal seria ter mais playtests possíveis, mas com a abundância de jogos em uma pequena comunidade propensa aos testes – ao contrário da imensa comunidade disposta a jogar, mas sem contato conosco pelo tal do anonimato – várias melhorias dependentes de playtest não são viabilizadas. O ideal seria fazer o jogo, testar, refazer, testar e isso sucessivamente, até o jogo estar aprimorado a ponto de se fazer uma edição – especialmente quando se trata de sistema próprio.
3. Quais foram os momentos mais marcantes ou pontos altos da sua jornada como autor de RPG indie?
O lançamento do primeiro RPG passou meio sem mudar tanta coisa, antes mesmo de ser publicado, já fazíamos entrevistas e falávamos a respeito, mas não era o primeiro RPG que eu inventava. A diferença maior talvez fosse o fato de que tinha um co-criador comigo, isso fazia a coisa chegar mais longe, mais complexa também. Foi algum tempo depois do lançamento que acumulamos o retorno do público sobre o RG e vimos que criamos algo diferente mesmo.
Um jogo “como o Shrek e as cebolas”, em camadas. Uma parte tinha o nosso humor típico, satírico e leve. Outra parte tinha uma brincadeira pueril de montar dinossauros-mutantes-personagens, os calangos glórquis. Em outra parte tinha uma representação de épocas e culturas reais através do cenário, até convertida na arte do livro. E mais outra tinha a crítica social através desse texto – e as pessoas percebiam tudo isso, o que realmente tornou interessante ver os feedbacks.
Quando Jogos de Campinho ficou pronto, por outro lado, a criação parecia mais diferente do que eu estava familiarizado, não era só uma adaptação para simular um mundo imaginário, era uma produção independente de algo novo, que também fazia o mundo simulado, mas inovava. Essa inovação eu tentei trazer para novos jogos que estão em produção e temos testado, assim como para a edição atual das regras do Delta RPG. Assim, quando apresentamos nossas publicações todas no DOFF 2023, ao lado de vários autores independentes, pudemos ser reconhecidos como algo novo, próprio e positivo para a comunidade pelo feedback ali deixado.
4. Compartilhe conosco um ou dois sucessos que você alcançou no cenário de RPG indie.
Houve surpresas, ou foi tudo como planejado?
Resistência Glorqui saiu mais elaborado do que o esperado. Sementes de ideias que germinamos e acabaram saindo como poderosas críticas e relativamente únicas em estilo e profundidade, e notaram isso, quem viu, pelo menos. Jogos de Campinho ainda estamos esperando o feedback crítico, embora o livro tenha sido impressionante na sua forma , na primeira vista. Também é interessante ver como outros já nos conhecem, alguns, e sabem mais ou menos o que podemos oferecer de diferencial. Como se voluntariaram para escrever prefácios e notas sobre nossos livros é uma marca desse reconhecimento.
5. Quais os projetos você tem desenvolvido na área dos RPG Indies? Ou tem algum projeto que você gostaria de divulgar?
BANNER Jotun Glorquis
Resistência Glórqui ganhou um módulo adicional, o Modo Guerrilha, com as regras mais condensadas e simplificadas do Sistema Delta RPG. Com ele agora é mais fácil jogar solo, coop ou para um mestre menos experiente criar sua aventura na temática de operações de guerrilha contra os invasores zumanos, que é o tema central daquele RPG.
Atualmente estamos divulgando o Jogos de Campinho, que é RPG, mas também é livro-jogo interativo, com meios diferentes de se jogar, inclusive só como literatura e meio de comunicação das brincadeiras clássicas de rua.
Estamos com vários projetos de RPG, focado em rpg solo, disponíveis para teste e download em nosso site, como o mais recente Caminho do Rei Demônio, um RPG procedimental de sobrevivência e aprimoramento de poder de monstros, e o RPG ainda em produção Delta Mecha que tem metodologia para funcionar como wargame print and play.
6. Como você vê a ideia da comunidade RPGísta de realizar o mês do RPG Indie?
Eu penso no RPG Indie como algo de ano todo. Se mais esforços puderem ser feitos para divulgar os independentes em algum momento, eu sou favorável, sempre.
7. Para você, qual deveria ser o principal objetivo desse evento? E o que espera dele?
O objetivo deve ser expandir horizontes. Espero que mais jogadores que não conhecem muito RPG fora da bolha d20 criada pela massificação da identidade de RPG com o jogo de D&D seja viabilizada. Mesmo quem adora o sistema pode contar com aventuras que tratam de temáticas diferentes, que simulam os mundos de forma mais diversa etc.
8. O que você diria que são RPGs INDIEs e qual a importância deles?
Algo indie, em geral, é o que é publicado fora das grandes empresas do mercado de entretenimento. No entanto, o sistema de licenças e inovações do RPG permite que existam INDIEs e independentes como conceitos quase a parte. Indie, como termo mercadológico, é a mesma coisa, incluindo diversos OSRs, publicações em OGL, retroclones e jogos análogos.
Existe “independente” disso tudo, jogos com proposições originais: Verdadeiramente independentes, ou que subvertem de fato tropes presentes no mainstream, como um Altaris, que tira a figura do Mestre e transforma o jogo numa experiência cooperativa simplificada, ou Infaernum, que é uma sucessão de jogadas de dados com ponderação sobre o resultado.
RG mesmo é um jogo que é inteiramente diferente como sistema, mas ainda guarda certos paralelos. Só na versão modo guerrilha que ele realmente explora novas potencialidades de alcance e se desprende de técnicas aprendidas com o RPG tradicionalmente vendido – focado no preparo do Mestre e na criação de personagem como o “ofício do jogador”.
Essa independência é algo bom de ver na cena INDIE, já que muito pouco se investe nesse escopo no mainstream, com a repetição de fórmulas com mínimos twists predominando naquele espaço.
9. Como você vê a relação: RPGs da industria de jogos X RPGs INDIEs no mercado brasileiro e
no mundo?
Como falei, no Brasil, em passado, o independente era equivalente ao nacional. Quando o sistema d20 e, depois, os subprodutos da OGL, vieram a consolidar uma via para os RPGs nacionais “industriais”, ladeados dos títulos estrangeiros que conversavam todos usando os mesmos elementos, isso gerou uma cortina significativa para que os jogos independentes tivessem a mesma procura.
Os financiamento coletivos permitiram que jogos “menos certos” de sucesso chegassem no mercado nacional e permitiu que mais editoras se integrassem à indústria, ainda no meio do caminho entre algo “main” e “indie”. Lá fora, a dominância de D&D é tal que mesmo outros títulos também vendidos em escala industrial são considerados independentes só por não serem D&D, até mesmo aqueles que são retroclones ou adaptações simplificadas.
Por aqui, praticamente tudo é independente porque a indústria é pequena, o que não sai por editora a, b ou c, é independente e é muita coisa que fazemos, comparando as proporções, logo por cá é mais do que o “homebrew que cresceu” e sim um espírito de correspondência com a criatividade dos jogadores que leva a um movimento autônomo criando jogos. Nesse sentido, penso que se a mesma centelha que chega aqui alcançasse outros mercados os jogos independentes pelo mundo explodiram ainda mais.
10. Qual mensagem pessoal sua você gostaria de mandar para a comunidade RPGista brasileira?
Gostaria de recomendar que olhassem os repositórios de RPG, gratuitos, que existem, tal como nosso próprio site, jotunraivoso.com.br, o bazar verde, do Tiago, a editora Runas, o site do itch.io e o drivethru rpg, se você pode ler em inglês, a comunidade de RPG Solo do Facebook, além de olhar pelo mundo sempre que ver a citação de um novo jogo, por vezes mesmo os gringos deixam essas coisas gratuitas. Por preços acessíveis ou doações você também pode ajudar os autores que gostou do conteúdo a continuarem criando. Para seu próprio jogo que quer moldar diferente, para jogar e encontrar jogos e jogadores, você pode encontrar sua pecinha ideal procurando por RPG independente, por vezes sem custo, está lá a seu dispor. Jogue. Crie. Compartilhe.
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Além disso, o MRPG tem uma revista! Conheça e apoie pelo link: Revista Aetherica.
Marcus Baikal – A 1ª Semana do RPG Indie no Movimento RPG
A 1ª Semana do RPG Indie no Movimento RPG é um evento idealizado e organizado por:
Entrevista com o autor Tchelo Andrade, que nos contou como seu projeto transformou e transforma vidas.
1. Conte-nos um pouco sobre você e sua trajetória como autor de RPG Indie no Brasil.
Fundação Triunfo
Jogo RPG desde 2003, mas só vim me dedicar a criação de jogos desde 2016. Atualmente tenho dois projetos de jogos de RPG que estou engajado: O Desígnio RPG com uma pegada mais adulta de jogos de intriga política e o Fundação Triunfo que tem uma proposta mais ampla do que ser apenas um jogo. Devido a amplitude do tempo, tenho dedicado meus esforços para maximizar o Fundação Triunfo RPG e seu projeto de impacto social.
2. Quais foram os principais desafios que você enfrentou ao desenvolver RPGs Indies? Como os superou?
Ainda não superei é uma barreira gigantesca! Falo da falta de imaginário e repertório para a nossa própria cultura. Fundação Triunfo é um RPG para falar sobre os patrimônios brasileiros, mas a falta de informações e enredos de cultura pop para este segmento torna a criação de aventuras para este sistema bastante complicada. Uma vez que a fantasia medieval ainda é o gênero dominante.
3. Quais foram os momentos mais marcantes ou pontos altos da sua jornada como autor de RPG Indie?
Certamente foi ver os impactos positivos de um jogo criado para encorajar o futuro e tirar o melhor das pessoas.
4. Compartilhe conosco um ou dois sucessos que você alcançou no cenário de RPG Indie. Houve surpresas, ou foi tudo como planejado?
O projeto foi contemplado na lei de incentivo Aldir Blanc em 2021 o que garantiu a realização de diversas atividades nas comunidades em que estou inserindo para jogar RPG, desenvolver um livro e criar impactos. Criamos uma associação para impulsionar e propagar mais o RPG como instrumento de aprendizagem.
5. Quais os projetos você tem desenvolvido na área dos RPG Indies? Ou tem algum projeto que você gostaria de divulgar?
Um mundo oculto para ser explorado. Um mal ancestral para ser combatido. A Fundação Triunfo é uma organização criada para proteger o Brasil de uma força sombria que tem se mantido oculta há milênios. E para essa tarefa, seus membros, também conhecidos como voluntários, devem desvendar a “história secreta” de nossa nação. Cada bem cultural, cada patrimônio, cada ginga, cada cantiga pode conter uma pista para esse grande mistério. Lute, explore, desvende e conquiste. Junte-se à Fundação Triunfo e viva grandes emoções ao lado de incríveis companheiros!
6. Como você vê a ideia da comunidade RPGísta de realizar o mês do RPG Indie?
Necessário! Como autores precisamos fortalecer a cena, e a cena vai fortalecer nossas artes.
7. Para você, qual deveria ser o principal objetivo desse evento? E o que espera dele?
Networking, criação de vínculos e maximização de alcance.
8. O que você diria que são RPGs INDIEs e qual a importância deles?
O underground sempre foi um luxo por se virar contra os ideias do consumo e capitalista. RPG são produtos portanto são impulsionados a serem consumidos em grande escala, mas nem sempre o que todo mundo consome deve ser o ideal a ser buscado. Penso que numa cena, é muito importante uma diversidade de conteúdo e acima disso, produtos que estejam comprometidos com questões importantes para o prosperar da nossa sociedade.
9. Como você vê a relação: RPGs da indústria de jogos X RPGs INDIEs no mercado brasileiro e no mundo?
O discurso é bem diferente da prática. Eu também faço essa autocritica, consumir o mainstream ainda é mais fácil por diversos motivos. O principal deles é que muitos projetos Indies ainda tentam se aproximar do status quo para serem notados e/ou não possuem compromisso com a realidade/cultura que o cerca. Claro que poderia ser pior, os números e a crescente do mercado de RPG permite que a gente possa sim sonhar com futuros alegradores para este nicho.
10. Qual mensagem pessoal sua você gostaria de mandar para a comunidade RPGista
brasileira?
Continuem pensando no RPG como uma ferramenta positiva para a comunidade, essa é a melhor forma
do RPG se estabelecer definitivamente. Encoraje o futuro que ele sempre encoraja de volta!
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Tchelo Andrade – A 1ª Semana do RPG Indie no Movimento RPG
A 1ª Semana do RPG Indie no Movimento RPG é um evento idealizado e organizado por: