Tranquilos, pessoal? Hoje traremos as principais organizações/guildas profissionais de Recchá. A quase totalidades das organizações são focadas em suas atividades profissionais, garantindo que seus profissionais tenham acesso aos melhores equipamentos e estudos. Fornecendo, de certa forma, um padrão no exercício profissional, evitando-se falhas e, também, mantendo seus profissionais sob controle.
Além disso, todas as organizações possuem uma agenda pública e outra secreta. E possuem o costume de adotar um ou mais deuses como seus patronos/padroeiros.
Bibliotecários
Os cronistas são obcecados por preservar o conhecimento. Especialmente se tal conhecimento se referir a sua espécie e se tratar de artefatos. Essa obsessão existe por necessidade da espécie, visto que eles compartilham, de certa forma, o acesso a uma memória coletiva a qual possui uma forte ruptura no período anterior do Século das Catástrofes e à criação da Grande Barreira entre o mundo mortal e o divino.
Para suprirem essa necessidade interna e, também, conseguirem recuperar os artefatos que podem desvendar a história da espécie, os cronistas criaram grandes bibliotecas, especialmente da capital Thrýlos. Como os cronistas não são muito numerosos, boa parte se torna bibliotecário, cuidando e protegendo o conhecimento. Já alguns, mais destemidos, preferem sair em aventuras e são estes, geralmente, que contratam ou instigam aventureiros de outras espécies para explorarem alguma das muitas ruínas cronistas espalhadas pelo continente.
Alguns cronistas apreciam trabalhar em bibliotecas de outras espécies. Porém, isso é uma grande exceção.
Agenda pública: obtenção e preservação do conhecimento cronista.
Agenda secreta: descobrir o que aconteceu antes e durante a Grande Ruptura, provando que não foram eles os culpados.
Caçadores de Dragões
A serviço do Império Recchá, esta guilda surgiu como um pelotão de elite especializado em combater os dragões amarelos durante a Guerra Amarela. Com o fim da guerra a mais de um milênio, esta ordem/guilda foi se adaptando conforme a necessidade, porém (quase) sempre permaneceram próximos ao imperador ou aos governantes da capital Recchá (em períodos de república ou guerras civis).
Atualmente servem como uma polícia secreta de elite que caça divergentes e rebeldes. Pertencer aos Caçadores de Dragões é sinônimo de ser temido por onde quer que passe. Porém poucos são os membros conhecidos e poucas pessoas podem ser consideradas aptas a complexa e dificílima forma de entrar na guilda.
Agenda pública: garantir a ordem e a segurança do Imperador e outras autoridades.
Agenda (não tão) secreta: eliminação de rebeldes e inimigos do Império.
Irmandade do Horizonte Dourado
Tendo menos de duzentos, esta guilda foi paulatinamente sendo criada em virtude do aumento das linhas férreas do Império. Ao contrário do que se pode pensar, não há só maquinistas, mecânicos e outros tipos de funcionários para lidarem com os trens a vapor.
As atividades férreas são muito lucrativas e sempre foram alvo de muitos ataques. Assim, foi criada uma força armada para proteger os comboios, seja de mercadorias ou passageiros. E o que começou com aventureiros e mercenários sendo contratados, atualmente é um braço autônomo do Exército Imperial, logisticamente respondendo à Irmandade do Horizonte Dourado, mas economicamente sendo sustentado pela seção militar do Império.
Qualquer um que trabalhe nesta guilda tem sua vida investigada por meios comuns e mágicos para averiguar que não haja ligações com qualquer grupo rebelde. Os quais pararam com os ataques aos trens por causa da impopularidade que isso causava em meio à população civil. Entretanto, ainda há monstros errantes que podem destruir linhas ou até trens e, por isso, mercenários ainda são contratados para serviços específicos longe dos trens.
Porém, com tamanha influência comercial, os trabalhos da Irmandade se expandiram e alguns de seus membros realizam trabalhos de espionagem, segurança e até assassinatos.
Agenda pública: garantir o transporte de pessoas e mercadorias no Império e seus aliados.
Agenda secreta: obtenção e controle de informações e rede de espionagem.
Guilda Mercantil do Império
Esta guilda certamente se encontra entre as maiores do Império. Isso se não for a maior! Com milhares de afiliados, a Guilda Mercantil do Império gerencia toda e qualquer negociação realizada nos domínios do Império e seus aliados. Logicamente, recebendo parte da venda através de pequenas taxas, geralmente de 1% sobre o valor da venda.
Agenda pública: manter, controlar e melhorar as relações comercias que envolvam o Império.
Agenda secreta: muitas.
Tecnicistas de Adron
Os tecnicistas são a guilda controladora da cidade ambulante de Adron. A maioria deles são os próprios fundadores, já que a cidade existe a pouco mais de 100 anos, outros são descendentes dos fundadores. Raríssimos são os casos de algum novato participando do Conselho dos Tecnicistas.
Entretanto, para evitar confusões e descontentamentos, foi criada a guilda dos Tecnicistas de Adron, a qual é destinada a todos os trabalhadores, comerciantes e moradores da cidade. A guilda serve, essencialmente, para votações controladas pelos dirigentes (fundadores ou herdeiros) da cidade.
Agenda pública: administração da cidade.
Agenda secreta: controle e apaziguamento dos moradores e trabalhadores da cidade.
A Imperial Guilda de Exploradores
Esta é a maior guilda de aventureiros existente no continente com, provavelmente, mais de doze mil exploradores cadastrados. A Imperial Guilda de Exploradores tem autorização do Império para agir em nome desse.
Possui ligação direta com o Império, inclusive fazendo parte , na prática, da administração imperial. Excetuando-se isso, a guilda funciona como várias outras que existem pelo continente: há um cadastro de interessados e suas áreas de especialidade, experiência e interesse. Depois disso, quando algum trabalho aparece os aventureiros e ou grupos são contatados para ver se aceitam o trabalho.
Geralmente trabalhos na capital e de pouca complexidade são designadas para aventureiros iniciantes. Passando para atividades dentro do Império e depois em outras nações. Os pagamentos são muito bons e os acordos sobre a posse de tesouros depende do tipo de serviço e da confiança da guilda.
Agenda pública: centralização e facilitação de trabalhos e exploradores.
Agenda secreta: rede de espionagem e tráfico (vários tipos).
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