Kuro – Ideias de Aventuras

Tranquilos pessoal? Neste texto sobre Kuro, da New Order traremos ideias (ou sementes) de aventuras com essa temática de terror japonês e, se possível, algo mais cyberpunk. O terror japonês, pelo menos para mim, parece ser muito focado no emocional e num destino quase inevitável do que na ação e correria de muitos filmes americanos de terror.

É um terror mais “calmo”, mas também mais profundo e enraizado. Algo inevitável…

Há coisas piores que o telemarkteting

Este é um filme icônico para mim. Embora eu tenha assistido a versão americana. O filme foi tão interessante que o assisti duas vezes com amigos (o que é muito para alguém que não tem o terror como um dos temas favoritos). E nessas duas vezes, o telefone de onde estávamos tocou logo após o fim do filme, com a primeira vez ocorrendo exatamente com o final dos créditos.

Portanto, aqui escolherei uma variação mais cyberpunk: uma interferência na comunicação utilizada por cada jogador manda a mensagem:

“Você foi infectado por um cybervírus! Você tem 21 horas para ir a ala abandonada do Imperial Hotel e descobrir a cura.”

Os personagens poderão fazer as investigações e testes necessários para verificar a autenticidade da mensagem e se eles estão mesmo infectados. A infecção se mostra verdadeira e não há como rastrear a mensagem, exceto personagem que tenham contato com o oculto. E mesmo assim a informação que podem conseguir é de que parece ter um espírito “ligando” para algumas pessoas.

A facilidade dessa aventura é que ela pode se passar para uma a 5 ou 6 pessoas. Não necessitando que os personagens se conheçam nem de outros ganchos.

No final, se houver vários jogadores, algum espírito comunicará que há poções para todos, exceto uma pessoa. E que a pessoa excluída deverá ser aprisionada num ambiente ao lado.

Entretanto está é uma armadilha e todos os que prenderem um inocente ou nada fizeram para impedir isso, morrerão ao final do prazo. Já a pessoa escolhida para morrer, será a única a permanecer viva.

O Ciclo da Memória

Enquanto o grupo tenta decifrar como um amigo deles morreu. Eles são perseguidos por criaturas sombrias e, ao final do dia, vivos ou mortos. Retornam para o início do mesmo dia, ao lado do corpo do amigo falecido.

Aqui é importante criar alguns NPCs para serem suspeitos ou aliados. Alguém da polícia que investigará o grupo como principais suspeitos. E peças de um quebra-cabeça, que podem ser itens do assassino ou do falecido, histórias e ligações sobre assassinatos parecidos ou até mesmo pessoas.

O loop temporal só terá fim quando o assassino for revelado.

A Ilha

Numa ilha remota alguns primos distantes se reúnem para tomarem o local que lhes foi dado por herança. O testamento citava cada um dos personagens como herdeiro comunitário da ilha, mesmo que eles não se conhecessem e, mesmo que não tivessem algum parentesco claro.

Na ilha e, principalmente, na região construída (casa principal, armazéns, estufa, etc) sombras misteriosas, sons distorcidos e tecnologias ainda não existentes ocorrem, causando confusão aos jogadores. Inclusive transportando-os de um lugar a outro, separando-os e os levando a reviver memórias, embora de formas mais sombrias…

A Pedra

Uma grande rocha milenar se rachou sem terremoto ou outra aparente intervenção. Lendas antigas diziam que um oni foi aprisionado ali. O que parece ser verdadeiro quando o bairro onde fica a pedra é isolado por uma energia mística desconhecida.

Prendendo todos os habitantes num domo e fazendo com que os habitantes fiquem isolados dentro do Japão isolado.

A cada anoitecer alguém é morto e criaturas vagueiam em busca de mais vítimas. Não há caminhos claros para se libertar de tal prisão…


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Kuro – Guia de Criação de Personagem

Tranquilos pessoal? Continuando com os textos sobre Kuro, rpg oriental de terror cyberpunk publicado pela New Order. Recriaremos Cysgod, meu elfo patrulheiro/ranger da Guilda dos Guardiões.

Os passos para se criar um personagem em Kuro são:

  1. Conceito;
  2. Atributos: gaste 16 pontos em 8 atributos, para ter de 1 a 3 em cada um deles;
  3. Atributos Secundários;
  4. Idade: que determinará os pontos de Perícia e Especialização:
  5. Perícias: distribuir os pontos entre 32 perícias, tendo 6 como limite máximo;
  6. Especialização: partindo da perícia que a governa pode chegar até 11;
  7. Classe social: pode escolher entre 0 e 5, não podendo escolher, inicialmente, o nível 6 (Genocracia);
  8. Equipamentos;
  9. Toques Finais.

Atributos

Os atributos são divididos entre Físicos (Destreza, Força Tolerância e Reflexos) e Mentais (Inteligência, Percepção, Carisma e Vontade). Qualquer atributo pode ser combinado com as perícias para se obter ações diversas. Como temos 16 pontos para gastar em 8 atributos, o valor médio é 2. Entretanto, caracterizando bem Cysgod, ele tem ótima Destreza e Reflexos e pouco Carisma e Inteligência. Portanto estes atributos terão o valor de 1, e aqueles terão 3 como valor.

Assim os atributos principais serão Destreza 3, Força 2, Tolerância 2, Reflexos 3 Inteligência 1, Percepção 2, Carisma 1, Vontade 2.

Aproveitamos e já calcularemos os atributos secundários:

  • Pontos de Vida: é igual Tolerância x2 somado à Vontade e depois tudo é multiplicado por 5. Assim, Cysgod terá 30 Pontos de Vida. Isso dará 10 pontos de vida como seu Limiar de Dano, o qual se ultrapassado num único ataque, lhe causará um Ferimento Grave. Já o Limiar de morte é igual ao valor de Limiar de Dano, só que negativo, ou seja, Cysgod manter-se-á vivo enquanto tiver entre -10 e 0 PVs.
  • Defesa: (Destreza + Reflexos + Percepção) x2. Então Cysgod tem 16 de Defesa.
  • Velocidade de Reação: ou Iniciativa. É igual a (Reflexos + Vontade + Inteligência) /2 (arredondado para cima). Portanto, Cysgod tem 6 de Reação.
  • Números de Ações: Reflexos dividido por 2, arredondado para cima, portanto o valor será 2.
  • Movimento: é igual ao valor de Destreza em metros. No caso é 3.

Perícias

Primeiramente devemos escolher a idade do personagem. O jogo não faz restrições quanto a escolha, mesmo que personagens mais velhos recebam mais pontos de perícia e especialização. Porém o jogo também assume que os personagens terão entre 21 e 35 anos. Mesmo Cysgod representando a ideia de um elfo, seguiremos o padrão do jogo. Portanto ele receberá 25 Pontos de Perícia e 20 Pontos de Especialização.

Também já definiremos a classe social dele, a qual será a 3, para mantermos na média.

Dentre as 32 perícias, há várias especializações entre uma lista enorme (o que me lembrou GURPS). Cysgod é focado em armas à distância e perícias naturais, contrastando com o ambiente de Kuro. Cysgod não é alguém de muitos estudos, sendo muito mais focado em combate e isso se reflete em suas perícias.

As perícias são agrupadas em Combate, Acadêmicas, Gerais, Técnicas e de Engenharia.

Cysgod terá todas as perícias de combate (Armas de Disparo, Mano a Mano, Armas de Fogo, Armas Brancas e Armas de Arremesso. Nas perícias acadêmicas terá somente Ciências Naturais. Nas gerais será Atletismo, Condução e Sobrevivência. E finalizando com Medicina como Perícia Técnica.

Assim, temos 11 perícias e 25 pontos para distribuir entre elas. Armas Pesadas, Condução, Ciências Naturais e Medicina receberão somente 1 ponto. Mano a Mano e Armas de Arremesso receberão 2. Já Armas de Fogo, Armas Brancas e Atletismo receberão 3 pontos. Contudo, os focos de Cysgod terão 4 e 5  pontos, respectivamente, Sobrevivência e Armas de Disparo.

Especializações

As especializações começam com o valor base igual ao valor da perícia da qual elas pertençam. Quando se chega ao nível 5, 11, 17, e assim por diante, se aprende um Gimikku; que são habilidades que podem rerrolar dados entre outros efeitos mecânicos.

Há muitas especializações, porém temos só 20 pontos e algumas escolhas precisam ser subidas ao máximo que se puder. Portanto tentarei reduzir as especializações de Cysgod às necessárias apenas.

Assim, Cysgod terá Arcos, Briga, Pistola, Fuzil de Precisão, Espada, Biologia, Zoologia, Acrobacia, Esquiva, Corrida, Primeiros Socorros, Florestas e Veterinária. Completando 13 especializações, quase todas terão apenas 1 ponto, exceto Arcos que receberá 6 pontos e Acrobacia e Esquiva que terão 2 pontos.

Acrobacia, Esquiva, Primeiros Socorros e Florestas possuem um Gimikku associado, já Arcos possui 2. O primeiro Gimikku para todos será Foco, concedendo +2 nas rolagens de dados. E Arcos também receberá Precisão que dá +4 à Margem de Sucesso.

Equipamentos

O livro não trás uma listagem de quais equipamentos os personagens podem ou não ter. Sugere, porém, que eles tenham uma quantidade igual ou duas vezes ao salário mensal para que possam comprar os itens existentes no capítulos 10.

Assim, faremos uma seleção básica de itens que Cysgod terá em mãos. Focado e aficionado por arcos, Cysgod gastou uma grana em um arco composto retrátil que ele pode guardar tranquilamente no bolso lateral de sua mochila. Dentro da mochila há itens básicos de sobrevivência e do dia a dia. Bem como seu rifle de precisão desmontável.

Já a Katana é um pouco mais complicada de se levar, porém ele sempre a leva na cintura quando sai em missão. Além disso, sempre está com uma pistola presa também na cintura. Para se proteger usa uma roupa simples com jaqueta, a qual é feita de polímero flexível, lhe concedendo 8 de proteção.

Ficha

Atributos: Destreza 3, Força 2, Tolerância 2, Reflexos 3 Inteligência 1, Percepção 2, Carisma 1, Vontade 2.

Atributos Secundários: Pontos de Vida 30 (10/-10); Defesa 16; Velocidade de Reação 6; Número de Ações 2; Movimento 3.

Idade: 30 anos. Classe social/ Kaiso: 3.

Perícias: Armas de Disparo 5, Mano a Mano 2, Armas de Fogo 3, Armas Brancas 3, Armas de Arremesso 2, Ciências Naturais 1, Atletismo 3, Condução 1, Sobrevivência 4, Medicina 1.

Especializações: Arcos 6 (total 11 – Foco e Precisão), Briga 1 (3), Pistola 1 (4), Fuzil de Precisão 1 (4), Espada 1 (4), Biologia 1 (2), Zoologia 1 (2), Acrobacia 2 (5 – Foco), Esquiva 2 (5 – Foco), Corrida 1 (4), Primeiros Socorros 1 (5 – Foco), Florestas 1 (5 – Foco), Veterinária 1 (2).

Equipamentos:

  • Katana, dano 2d6+2, Reação +1
  • Soco, dano 2, Reação +2
  • Chute, dano 3, Reação +1
  • Arco composto, dano 2d6+3
  • Pistola de alto calibre, dano 3d6+2
  • Rifle de Precisão, dano 3d6
  • Pistola de ondas, dano 4d6 de dano atordoante
  • Polímero flexível, proteção 8

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Kuro – Resenha

Tranquilos pessoal? Hoje falaremos sobre Kuro, rpg publicado pela New Order. O jogo é uma mistura de gêneros. É um RPG oriental, de terror e cyberpunk. Casando muito bem o cenário de um futuro alternativo e (só um pouco) distópico com seus sistema de regras. 

Ambientação

Iniciando pela ambientação do cenário que se passa em 2046, onde o mundo viveu um verdadeiro aquecimento global e que, com pressões da maioria dos países, conseguiu-se novas tecnologias e formas de energia renováveis mais eficazes.

Entretanto, isso resultou em colapso econômico de algumas outras nações, como as do Oriente Médio e África. Outras continuaram brigando por recursos e alguns países se ergueram mais que outros.

O Japão, neste cenário, optou por forjar uma Aliança com a China em detrimento aos EUA e Europa. Assim, ambos países compartilharam seus avanços e concorriam com a tecnologia ocidental. Tanto que, em 2044, o Japão conseguiu pousar em Marte com androides que preparariam tudo para astronautas chineses geneticamente melhorados chagassem.

Entretanto, nem tudo é progresso e a China traiu o Japão, mudando suas alianças. Depois de dois anos de grandes tensões, um terremoto ativou a IA nuclear da Coreia do Norte, que lançou dois mísseis contra o Japão. Um explodiu na própria Coreia e o outro sumiu misteriosamente dentro de uma tempestade eletromagnética pouco antes de atingir o alvo japonês.

Entretanto, essa tempestade foi considerada como uma tecnologia secreta e que ameaçava o equilíbrio do poder na Ásia. Assim, após muita pressão da China, e de ainda mais teimosia japonesa, foi determinado o bloqueio e isolamento total do Japão. Acarretando uma escassez de alimentos e de outros recursos enquanto os japoneses tentam, eles mesmos, descobrirem o que ocorreu durante o Incidente Kuro.

Morte ou 4

A morte possui muitas superstições no Japão. Especialmente por causa do xintoísmo e sua visão de impureza que a morte causa. Mesmo em 2046 essas crenças permanecem, mesmo que de uma maneira disfarçada e sutil, misturada a festas culturais.

Uma das crenças possui relação com as regras de Kuro. Os números 4 (que se pronuncia similarmente à morte) e o 9 (também significando sofrimento) causam mal-estar e alguns os consideram amaldiçoados.
O livro traz muitas outras abordagens e visões do mundo de Kuro sobre a situação do Japão nessa versão de 2046, como sobre tecnologia, ciência e sociedade. Nesta parte o livro é rico e traz muitas informações sobre androides, robôs, próteses, armas e muitas outras coisas relacionadas à biotecnologia e nanotecnologia.

O cenário em si

As aventuras de Kuro se passam em Shin-Edo, a qual fica na foz do rio Sumida, na planície de Kanto, na ilha de Honshu. Este local é o futuro da atual Tokyo que abriga 36 milhões de pessoas (além de robôs).

O livro passa a explanar um pouco da história de Tokyo (e Shin-Edo) explicando sua infraestrutura, arquitetura, transporte, segurança, energia, cultura e meio ambiente. Explica, também, o que são e como funcionam os bairros (ou distritos especiais) da região. Além disso, há muito texto sobre cultura, como comidas, etiqueta, costumes e religião.

Regras

O sistema usa somente dados de 6 lados. Vários deles por acaso. Soma-se o valor de todos os dados visando se atingir um número alvo (que seria a dificuldade da rolagem). Entretanto, se cair um 4 em algum dos dados, ele não é contabilizado na soma (valendo 0) e, se houverem mais 4s do que os demais números, há uma falha crítica com sérias consequências.

O sistema também utiliza a explosão de dados, que é quando cai o 6 em algum D6. Devendo, assim, jogá-lo novamente, somando também os novos resultados.

Os testes são feitos somando-se os valores do atributo (quantidade de D6s) com o nível da perícia ou especialização para se atingir o valor do número alvo do teste ou do teste resistido. As dificuldades partem de 4 e chegam até 32.

Mais adiante se explica como funciona o combate, dano, cura e evolução. Há uma enorme listagem de armas, mesmo que no cenário haja muitas restrições a armas, especialmente as de fogo. 

Finalizando

Em outros capítulos, além de ter muitos equipamentos, acessórios, há também NPCs para servirem de contato. Organizações e sociedades para serem antagonistas, seja organizações meramente humanas e materialistas, como aquelas voltadas ao oculto e aos espíritos. Além destes mesmos espíritos que, muitas vezes, desejam se vingar ou acertar as contas com a humanidade que está presa com eles.

Por fim, há uma aventura introdutória no cenário, chamada Origami.


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RŌNIN RPG – Resenha

RŌNIN é um RPG independente de fantasia sombria, publicado pela Slightly Reckless Games e trazido ao Brasil pela Tria Editora. O jogo é baseado no sistema MÖRK BORG, com adaptações temáticas e mecânicas voltadas à ambientação de um Japão fictício em colapso.

A proposta combina mecânicas simples com um cenário visualmente marcante e atmosfericamente carregado. A campanha de Financiamento Coletivo foi extremamente bem-sucedida e trouxe esse material incrível para o público brasileiro.

Análise Geral de RŌNIN

O livro possui diagramação inspirada em MÖRK BORG, com estética propositalmente caótica e forte contraste visual.

Textos desalinhados, fontes pesadas, cores fortes e ilustrações impactantes fazem parte do design gráfico. Isso reforça a imersão, tornando o livro uma verdadeira obra de arte. Entretanto, a estrutura pouco convencional pode ser uma dificuldade para jogadores não acostumados com o estilo.

Pensando nisso, uma versão mais simples, sem as imagens e a estética está em desenvolvimento, chamada “PURO OSSOS“, tornando a absorção do material muito mais simples. O livro é visualmente coerente com a proposta de cenário sombrio e decadente.

Sistema de jogo

RŌNIN adota a estrutura básica de MÖRK BORG: sistema d20, testes contra CD (geralmente 12) e fichas enxutas. Os atributos são Espírito, Vigor, Rapidez, Resiliência e Honra, este último representando posição moral e reputação, tendo impacto importante conforme os personagens se desenvolvem.

A criação de personagem pode ser feita por compra de pontos ou tabelas aleatórias, favorecendo rapidez e variedade. O combate é rápido, letal e com efeitos permanentes, como mutilações ou sangramentos críticos. A mortalidade elevada exige do grupo aceitação de personagens que podem ser descartáveis e foco narrativo menos centrado em progressão de um único herói, embora essa seja uma possibilidade.

Tabelas e aleatoriedade

O livro traz dezenas de tabelas aleatórias, aplicáveis a nomes, clima, armadilhas, lesões, encontros, itens, eventos e efeitos de santuários. Esse recurso facilita improvisações e permite campanhas inteiras serem construídas com mínimo planejamento.

Narradores podem preparar aventuras rapidamente usando apenas os geradores incluídos. Os efeitos variam entre resultados letais, benéficos, cômicos ou místicos, mantendo o tom caótico do jogo.

A aleatoriedade é central à experiência de jogo e pode gerar histórias únicas e fora do que seu grupo está acostumado.

Elementos mecânicos adicionais

O sistema inclui regras específicas para magias, cada uma com efeitos únicos e consequências para falhas.

  • As regras de Honra influenciam diretamente a forma como o mundo interage com os personagens.
  • A mecânica de lesões debilitantes substitui o tradicional dano progressivo por condições mais graves e narrativas.
  • Itens mágicos e amaldiçoados são comuns e muitas vezes ambíguos em sua utilidade.
  • Não há sistema de níveis. O avanço do personagem é narrativo conforme as missões vão se apresentando.
  • A morte também é um elemento importante no jogo. Um personagem que perde sua vida tem a chance de enfrentar um dos espíritos guardiões no Yomi e retornar, com sua honra renovada.

Cenário: Kage no Shima

O cenário é uma ilha isolada, mergulhada em eclipse permanente e infestada por demônios, mortos-vivos e corrupção espiritual.

Kage no Shima é dividida em regiões distintas e interessantes, como: Palácio Imperial, Mercado Flutuante, Distrito dos RŌNIN, florestas e ruínas. A ambientação mistura a estética feudal japonesa com elementos sobrenaturais, influenciada por yōkai e folclore oriental.

Não há foco em fidelidade histórica, mas sim em coerência temática dentro de uma fantasia decadente que o cenário apresenta. A proposta narrativa gira em torno da sobrevivência, da perda da honra e da resistência frente ao colapso iminente.

Proposta narrativa

O jogo favorece narrativas curtas, com foco em dilemas morais, consequências trágicas e conflitos intensos. O tom é sempre sombrio. O mundo é hostil, os aliados são instáveis e a esperança é mínima.

RŌNIN se destaca mais em sessões fechadas ou arcos de curta duração com atmosfera intensa, onde o sentimento entrópico pode ficar ainda mais claro.

O texto original combina linguagem acessível com termos evocativos. A tradução brasileira é excelente, com bom ritmo e adaptação do tom, mantendo a estrutura desejada pelos autores originais. A mensagem de inclusão é explícita e coerente com a proposta editorial do jogo, fazendo este um trabalho impecável da Tria Editora.


RŌNIN é um RPG com forte identidade visual e proposta clara.

Seu maior mérito está na coerência entre estética, sistema e cenário, entretanto ele não é indicado para grupos que preferem estabilidade ou progressão tradicional.

Para aqueles que buscam uma experiência memorável e para quem busca campanhas viscerais e imprevisíveis, encontram o que estavam esperando na noite eterna de Kage no Shima.


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Autor: Álvaro Bevevino.
Revisão: Raquel Naiane.

Cobertura World Cosplay Summit Brasil 2025

No dia dia 7 de Julho, na Sala Adoniran Barbosa em São Paulo, aconteceu o World Cosplay Summit Brasil 2025. A final da classificatória brasileira que levava uma dupla brasileira de cosplayers para o World Cosplay Summit, o maior evento de cosplay do mundo, que vai acontecer no Japão.

O nível de produção esse ano estava insano!

Os preparativos para a final

A final estava marcada para começar às 15h do dia 7, porém ao chegar com antecedência, já se podia perceber o clima de preparação. Desde cedo, era visível a dedicação dos cosplayers que carregavam seus props com cuidado, enquanto muitos já ensaiavam suas performances horas antes da apresentação.

Sem dúvida, como apresentadoras, tivemos o privilégio de contar com a presença ilustre da cosplayer penta-campeã mundial, Slovakia. Desde o primeiro momento, ela conduziu todo o evento com impressionante leveza e diversão, ao mesmo tempo em que demonstrava uma enorme presença de palco.

Como jurados do evento, tivemos grandes nomes do cosplay e da produção de props para produções brasileiras e internacionais:

Da esquerda para a direita: Slovakia, Yuki, Leon Martins, Gabriel Niemitz e Rafael Assunção.

Industria e Economia Criativa no meio do Cosplay

Antes mesmo do evento principal começar com a apresentação dos cosplayers, tivemos um painel especial com os jurados discutindo sobre o cenário da economia criativa. Durante essa conversa, eles compartilharam valiosos insights sobre como ingressar nessa área promissora.

Um dos momentos mais marcantes foi quando todos os participantes começaram a relatar suas experiências pessoais. Primeiramente, cada um contou como deu seus primeiros passos na área, revelando os medos e dúvidas que enfrentaram no início. Em seguida, compartilharam como surgiram suas primeiras oportunidades de trabalho, mostrando os diferentes caminhos que os levaram aonde estão hoje em dia.

Através desses relatos inspiradores, ficou claro como a jornada na economia criativa pode ser transformadora, mesmo que cheia de obstáculos no começo.

Com um palco que participaram não apenas finalistas de cosplay mundial, como também profissionais da indústria, foi um privilégio poder ouvir de pessoas que já tem uma carreira na área o que os levou até lá, e também os problemas que eles passaram e, muitas vezes, ainda passam.

Cosplay e Cosmaker no Brasil, assim como o RPG e o Jogo de Tabuleiro, ainda são uma indústria nichada. Então, para se ter um local no cenário é necessário que você mostre muito bem o seu trabalho e que se é extremamente profissional nisto. Assim, pessoas que trabalharam com você vão poder te indicar para outros, e assim vai.

Os prêmios

Além do vencedor de 1º, 2º e 3º lugar de melhor performance, os finalistas também competiam nas seguintes categorias:

  • Melhor Prop. Melhor uso de itens cênicos, armas e equipamentos do cosplay.
  • Melhor Caracterização. Melhor maquiagem, peruca e representação visual dos personagens.
  • Melhor Play. Melhor apresentação dos cosplays.
  • Melhor Figurino (Cos). Melhor figurino, em questão de roupas e utensílios dos personagens.

Os finalistas

Abaixo vamos listar os finalistas e os prêmios que receberam, além de uma breve descrição de suas apresentações (com o link para o Canal SK com a apresentação de cada um).

Caso queira ver a entrega dos prêmios, clique aqui.

Avner e Gih – Fortaleza – CE

A dupla Avner e Gih interpretaram os personagens Asta e Yuno, do anime Black Clover. Em uma apresentação cheia do puro suco do shonen de porradinha. A dupla usou diversos props com luzes para representar as auras de poder dos personagens.

A dupla ficou em segundo lugar entre os cosplayers finalistas para o prêmio de Melhor Cosplay.

Vivi e Drinko – Montes Claros – MG

Os primeiros a se apresentar no evento, Drinko e Vivi fizeram uma apresentação baseada no anime Ranma 1/2. Em que interpretaram Ranma (em suas formas masculina e feminina) e Xian Pu, com coreografias de artes marciais com comédia, uma das maiores forças do anime.

Gio e Gabi – Salvador – Bahia

Gio e Gabi fizeram a apresentação das personagens Maka Albern e Death the Kid, do anime Soul Eater. caçando uma bruxa e lidando com as consequências das magias dela.

A dupla ficou em terceiro lugar no evento entre os cosplayers.

Biel e Mari – Rio de Janeiro – RJ

A dupla fez uma apresentação do combate final entre All Mighty e seu rival, All for One no anime Boku no Hero Academia. Aonde ele tira suas últimas forças das palavras de sua mestra, Nana Shimura, para dar o golpe derradeiro no vilão.

Grazy e Victor – Goiânia – Goiás

A dupla representou uma luta entre os personagens Chun-Li e Ryu do jogo Street Fighter. Com direito a sons de vitória, efeitos especiais do jogo, falas adicionais durante a luta e uma representação do Satsui no Hado de Ryu.

Jessy e Sylvia – Itajaí – SC

A dupla interpretou um combate entre Dante e a Bruxa da Tempestade, Nevan, do jogo Devil May Cry. A apresentação não só teve a luta, como também a transformação da Bruxa na Devil Arm que Dante leva em sua aventura.

Luana e Ítala – Manaus – AM

A dupla representou um embate entre Link e sua contraparte Dark Link, da série de jogos The Legend of Zelda. A princípio, o que era apenas um combate entre o bem contra o mal, acaba recebendo um twist interessante.

A dupla foi vencedora do prêmio de Melhor Prop.

Aino e Nina – São Paulo – SP

A dupla representou um embate entre um dos protagonistas do jogo Chrono Trigger, o cavaleiro sapo Glenn, contra o maligno Magus. Em um embate de espada e magia e efeitos visuais vindos do jogo.

A dupla foi vencedora do prêmio de Melhor Caracterização.

Luka e Sab – Lavras – MG

A dupla representou um dos embates do protagonista Tanjiro Kamado, do anime Demon Slayer, contra a Matriarca dos Demônios Aranha. Com uma bela representação dos poderes de teia da Matriarca e da Respiração da Água.

Nathália e Mateus – São Paulo – SP

A dupla fez uma apresentação dos personagens Yuko Ichihara e Kimihiro Watanuki, do anime Xxx Holic. Com Yuko fazendo considerações sobre seus poderes temporais e seu primeiro encontro com Kimihiro

A dupla foi vencedora do prêmio de Melhor Play.

Luís e Kelly – Natal – RN

A dupla representou a apresentação e introdução dos Lordes de Mãe Miranda pelo personagem Karl Heisenberg. Que então parte para enfrentá-la, em uma apresentação que teve um ótimo uso do fundo, dos props que levaram, com estaca saindo de Miranda e dos poderes dos dois personagens.

A dupla foi a grande vencedora do dia, vencendo como Melhor Figurino (Cos) e vai representar o Brasil no World Cosplay Summit, no Japão!

Foi uma representação de explodir a cabeça, realmente.

Ida ao Japão

Com entusiasmo, aguardamos o World Cosplay Summit 2025, que acontecerá nos dias 1, 2 e 3 de agosto. Enquanto o evento se aproximanós do Movimento RPG não poderíamos deixar de expressar nosso apoio. Por isso, desejamos toda a sorte aos talentosos Luís e Kelly, que terão a honra de nos representar nessa competição internacional. Sem dúvida, eles brilharão no palco global, mostrando todo o talento e dedicação que os trouxeram até essa importante conquista.


Assim, seja um Patrono do Movimento RPG e tenha benefícios exclusivos como participar de mesas especiais em One Shots, de grupos ultrassecretos e da Vila de MRPG.

Além disso, o MRPG tem uma revista! Conheça e apoie pelo link: Revista Aetherica.

Texto e Arte da Capa:: Gustavo “AutoPeel” Estrela e Vellsant.
RevisãoRaquel Naiane.
Fotos e Vídeos: Canal SK, CosClick, William Dobler, Gabrielle Eccard, Fotos próprias dos Cosplayers (O Instagram de cada um está pelo post), World Cosplay Summit Brasil.

Narrando no Mundo Antigo: Japão – Taverna do Anão Tagarela #147

Douglas Quadros, Jujubinha e Raul Galli falam sobre como é estar Narrando No Mundo Antigo: Japão. Além de sistema voltados para esse cenário, venha conhecer um pouco mais sobre essa cultura rica e sobre como implementá-la de forma divertida no seu RPG.
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.

Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.


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Narrando no Mundo Antigo: Japão

‎Host: ‎‎Douglas Quadros.‎‎ ‎
‎Participantes:‎‎Douglas Quadros ‎| Jujubinha ‎|  ‎‎Raul Galli.‎
‎Arte da Capa:‎‎ ‎‎Raul Galli.‎

Samurais – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Samurais, de Leonardo Brandão Barleta. Este netbook apresenta regras para construir personagens samurais tanto para jogadores como para NPCs. Este netbook é especialmente útil em campanhas inspiradas no anime Rurouni Kenshin ou utilizando a ambientação de Trevas do Oriente.

Conteúdo do netbook

O netbook apresenta as seguintes informações:

  • História do Japão, narrando os principais eventos do Japão desde o Período Kamakura (1192-1333) até o Período Meiji (1868-1912), enfatizando a participação dos samurais nestes eventos.
  • Samurais, resumindo o papel dos samurais na cultura japonesa até os dias atuais.
  • Katana, a alma samurai, explicando o papel desta arma como extensão da alma dos samurais, assim como seu uso em conjunto com espadas curtas wakizashi e as adagas tanto.
  • Bushido, o caminho do samurai, apresentando um resumo da filosofia samurai mesmo após o Período Meiji.
  • Seppuku, em busca de honra, detalhando a cerimônia de suicídio ritual do seppuku/harakiri para purificar a própria alma no pós-vida, além de livrar a família das ações realizadas pelo samurai.
  • Personagens samurais, com explicações para a criação de personagens samurais no Sistema Daemon e também apresentando quatro estilos de kenjutsu: Hyoho Niten Ichi RyuKashima Shinden Jikishinkage RyuKashima Shinto RyuOno-ha Itto Ryu.
  • Novos Aprimoramentos, sendo eles Abençoado, Dojo Aliado, Grau Hierárquico e Vassalo.
  • Novas Perícias, sendo elas Aikido, Artes Marciais, Karate, Kyudo, com a explicação de cada uma e como elas interagem entre si.
  • Armas, listando não apenas seis armas (bokken, jô/bastão, katana, no-daí chi, shinai e wakizashi) mas três armaduras (armadura de couro, armadura de escamas, armadura samurai).
  • Glossário, com palavras e termos usados em campanhas ligadas a samurais e o Japão Feudal.

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Cyfell – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o cenário Cyfell, de André “Mousifather” Mousinho. Este cenário de elementos futuristas e de metal heroes é recheado de batalhas entre mechas e monstros em uma versão própria do Japão apresentada pelo autor

Conteúdo do netbook

  • Introdução
    • Parte 1 – Panorama mundial, apresentando importantes eventos e termos que permeiam todo o cenário, entre eles as guildas de mercenários Ratters e Dabblers, a Central de Defesa Japonesa, o projeto Mad Kaiser, os cibertrajes de combate Cyfell e a agência supranacional Pieceman.
    • Parte 2 – Problemas, descrevendo o descontrole psicótico dos Cyfell portadores dos cibertrajes Dêmolus, Leviathan e Vulcanor, assim como a introdução dos chips de controle “babysitters“.
    • Parte 3 – A Tríade, narrando a origem do grande vilão Narkko e suas ações de dominação dos grupos criminosos japoneses.
    • Parte 4 – As Guerras Industriais, ambientando o leitor ao clima de espionagem industrial, tiroteios e perseguições a importantes tomadores de decisão das principais megacorporações do cenário.
    • Parte 5 – Monstros, narrando a origem dos monstros gigantes e descontrolados gerados por uma equipe científica a serviço de Narkko.
    • Parte 6 – …e Mechas, apresentando a solução no combate aos monstros gigantes na forma de robôs gigantes, o primeiro deles chamado de M.O.U.S.I.father.
  • Steelphasers
    • Parte 1 – Robôs em ação, narrando a primeira aparição dos mechas Steelphasers.
    • Parte 2 – Estrutura, descrevendo a base orbital que abriga os Steelphasers e toda a equipe de apoio e manutenção, bem como seus pilotos e o líder máximo, Shinia Nakamura.
    • Parte 3 – Os pilotos, apresentando os cinco principais pilotos dos Steelphasers, sendo eles Dan Satsu, Takami Nomatsu, Shiro Matsuia, Sasuke Ogawa e Hajime Takahashi.
    • Parte 4 – As máquinas, com as fichas do Steelphaser padrão, os Steelphasers dos cinco principais pilotos e o Super Flutuador Antigravitacional.
  • Unidade Cyfell
    • Parte 1 – os agentes, com as fichas dos três Cyfell (John Kageyama, Dêmolus; Ryu Sho, Leviathan; Luke Chan, Vulcanor) e a descrição de seis agentes Piecemen. Também é apresentado o aprimoramento negativo Amnésia Parcial Induzida.
    • Parte 2 – Tecnologia, descrevendo toda a tecnologia que compõe os cibertrajes de combate Cyfell.
    • Parte 3 – Ciber-trajes, apresentando o kit Forças Especiais (Cyfell/Piecemen) e como os cibertrajes evoluem em suas principais características.
    • Parte 4 – Central de Defesa Japonesa, expandindo ainda mais a atuação desta agência nacional no combate à Tríade e aos monstros gigantes.
  • Piecemen, com informações aprofundadas sobre os agentes Piecemen e seus equipamentos.
  • O Incidente Fuji, narrando o incidente nuclear que revelou a existência da Tríade liderada por Narkko.
  • Timeline, apresentando os principais eventos do cenário resumidamente ao longo de 16 que levam ao momento atual do cenário.
  • Apêndice – Veículos, com as fichas do Helicóptero Comanche, Helicóptero Apache, Caça Eurofighter EF-2000 Typhoon II, Caça F-14A TomCat, Caminhão Blindado AV-VBL e do Carro de Combate Leve e Reconhecimento Engesa EE-9 (tipo Cascavel).

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Arquivo 81 – Quimera de Aventuras #09

Bem-vindos ao Quimera de Aventuras. Neste episódio, Raul Galli e Edu Filhote falam sobre uma série de terror que ficou um pouco fora dos radares do Hype: Arquivo 81. Será que um simples edifício pode ser tão aterrorizante? Além da análise habitual, também falamos sobre como transportar o horror das fitas VHS para sua mesa de RPG.

Quimera de Aventuras é um podcast que irá ao ar toda segunda semana de cada mês, sempre comentando alguma mídia relevante trazendo ideias legais para o público RPGista. Se gostou, comente abaixo suas impressões, dicas e sugestões para os próximos temas.

Mídia: Série – Arquivo 81

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E-mail: contato@movimentorpg.com.br – Tem dúvidas sobre alguma coisa relacionado a RPG? Mande suas dúvidas para nosso e-mail.


Arquivo 81

Voz: Raul Galli | André Paes | Fernanda Cizescki
Edição do Podcast: Senhor A.
Arte da Capa: Raul Galli.

Músicas:

Música de AlexGrohl da Pixabay
Música de Centyś – Positive Music da Pixabay
Música de 80s Synthwave Game Music da Pixabay

 

 

Junji Ito: Histórias Macabras do Japão – Quimera de Aventuras #08

Bem-vindos ao Quimera de Aventuras. Neste episódio, Raul Galli e André Paes recebem Fernanda Cizescki para falar sobre Junji Ito: Histórias Macabras do Japão, antologia que adapta para animação várias histórias do famoso mangaka de terror. Vale a pena encarar?Além da análise habitual, também falamos sobre como transportar o estilo aterrorizante de Ito para sua mesa de RPG.

Quimera de Aventuras é um podcast que irá ao ar toda segunda semana de cada mês, sempre comentando alguma mídia relevante trazendo ideias legais para o público RPGista. Se gostou, comente abaixo suas impressões, dicas e sugestões para os próximos temas.

Mídia: Game – Hades

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Junji Ito: Histórias Macabras do Japão

Voz: Raul Galli | André Paes | Fernanda Cizescki
Edição do Podcast: Senhor A.
Arte da Capa: Raul Galli.

Músicas:

Música de AlexGrohl da Pixabay
Música de Centyś – Positive Music da Pixabay
Música de 80s Synthwave Game Music da Pixabay

 

 

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