RPGs de mesa podem ser uma maneira divertida e efetiva de ajudar jogadores mais jovens a se tornarem mais confiantes em si mesmos e em suas habilidades, e isso vem naturalmente pela maneira que o jogo é. Nessa postagem, vou destacar algumas maneiras que eu vi em minhas próprias crianças e como o RPG de mesa ajudou eles a crescer com mais confiança em tudo, desde assuntos de escola até na vida em geral.
Esse artigo foi originalmente postado no site TTRPGKids como parte de um artigo paralelo com Thomas Wilson, um Especialista em Neurodivergência, que escreveu outro artigo chamado “Keys Elements of Crafting a Sensory-friendly Game Space: From The Point of a Sensory-Friendly Game Master”(Elementos Chave em montar um espaço de jogo sensorialmente amigável: Do Ponto de Vista de um Narrador Sensorialmente Amigável – em tradução livre). Você pode encontrar ambos os artigos no site do TTRPGKids ou no site do Thomas Wilson. Futuramente pretendemos traduzir o artigo e ter ele no Movimento RPG também.
RPGs de Mesa repetidamente tiram nosso medo de cometer erros
Há um ano atrás, mais ou menos, meu filho começou a ficar nervoso quando tentava replicar um desenho de um vídeo que ensinava a desenhar, porque o desenho dele não ficava muito parecido com o desenho que mostrava no vídeo… Ele viu os “erros” e ficou chateado e, por um tempo, não quis mais desenhar.
Mesmo que ninguém falasse que o desenho estava ruim, ele colocou na cabeça e no coração que algo estava errado. E, apesar de falar sobre seus sentimentos, acho que ainda precisava de tempo para processar e sentir aquilo.
Eu percebi que, assim que esse período passou, ele começou a ficar frustrado quando não tinha a rolagem que desejava em um dos nossos jogos caseiros. Ele ficava hesitante em tomar decisões porque não queria cometer um erro ou ter que arriscar ter outra “rolagem ruim”… E eu acho que as duas coisas estão interligadas. Ele estava lidando com o medo de cometer um erro e não ter o resultado que gostaria.
Eu parei um pouco um dos nossos jogos e dei espaço para que ele pudesse observar e não tomar decisões enquanto eu usei NPCs para começar a tomar mais ações. Eu ativamente mostrei as decisões que, muitas vezes, acabavam em “falha”, e deixei que meu filho, para seu belo prazer, pudesse descrever a falta de sorte do personagem.
Então a história continuou com todos nós lidando com a consequência…
E foi divertido! Eu perguntei a ele se estava tudo bem após o que aconteceu, e se qualquer um tinha qualquer preocupação sobre isso, ou se precisávamos checar algo… E nunca tinha nenhum problema, mas ele pensou sobre isso.
Lentamente, ele começou a ficar mais envolvido nos jogos novamente, e começou uma avalanche de rascunhos. E agora, há pouco mais de um ano após isso, nosso novo problema é como arranjar mais cadernos para os desenhos de seus personagens favoritos ou ideias de histórias.
Ser capaz de observar e experienciar a falha e ser resiliente em um jogo é um espaço seguro e confortável aonde crianças podem ter tempo e deixar as engrenagens girar para pensar em como lidar com seus erros, e que eles não vão ser o fim da linha, então… Eles se tornam menos assustadores, e as crianças se tornam mais confiantes em enfrentar algo com a possibilidade de não sair da maneira que eles esperavam.
RPGs de mesa ensinam a habilidade de praticar
Durante esse tempo em que eu e a criança estávamos tendo preocupações sobre desenhos… Outra razão do porque eu acho que várias pessoas podem ter uma falta de confiança, é quando não se sentem preparadas o suficiente ou não veem caminho para se aprimorarem.
Eu já me senti assim, especialmente quando começo algo que eu não tenho experiência prévia (como ter uma criança… e então lidar com as preocupações do primeiro ano de idade… E então com as preocupações do segundo ano de idade… e por ai vai… Isso SEMPRE muda). Com a criança, eu acho que ele estava achando que suas habilidades deveriam se assemelhar com o que via no vídeo. Mesmo sem ter a XP da vida real para realmente entender como praticar algo funciona.
Mesmo que jogar RPG possa não me deixar totalmente preparado para o que acontecerá quando a criança tiver sete anos de idade OU pode não me ensinar diretamente como desenhar as teias da roupa do Homem-Aranha perfeitamente, ele me ensina as técnicas de praticar.
Você pratica as regras, você pratica matemática, você pratica a leitura, você aprende o seu personagem jogando ele, que é como praticar ele, com todas as suas habilidades, e a história dele, crescendo com o tempo na sua frente!
Isso ajuda jogadores a entender como que praticar algo é muito divertido, e eu acho que isso é REALMENTE importante para jovens jogadores que ainda estão desenvolvendo essa conhecimento profundo de como uma habilidade se constrói, e eles podem ser capazes de ver e sentir isso. É uma confiança construída por saber que a tentativa contínua ajuda no nosso processo de prática (o que inclui diversos erros e falhas).
RPGs de Mesa promovem a confiança segura (contra a soberba ou confiança rasa)
Eu costumo dar a introdução ao curso de engenharia na faculdade, e, para a maioria dos estudantes, foi durante seu primeiro semestre fora do colégio.
Uma das primeiras tarefas foi um papel sobre alguns dos objetivos da aula. Alguns focaram em descrever seus vários sucessos e prêmios que conquistaram antes de chegar em como eles conseguiram. No final do semestre, eu ouvi eles falando sobre as notas em outras aulas… E eles estavam em uma montanha-russa de emoções quando não conseguiam o sucesso acadêmico esperado.
Para os meus alunos, eles começavam descrevendo como estavam voltando para a escola após terem trabalhado por algum tempo OU começavam falando sobre algo que os motivava (como um estudante de biomedicina que foi inspirado por um parente que precisava de um tratamento que não existia ainda).
Seus trabalhos estavam menos focados em suas conquistas passadas e sucesso acadêmico futuro, e mais focado no que eles esperavam em aprender e o porquê… Mesmo que ainda estivessem confiantes, eles eram mais comedidos, mais engajados com seus trabalhos, e tendiam a ir melhor em projetos da sala de aula.
A razão que eu entrei nisso é porque o primeiro grupo de estudo parecia muito confiante ou estavam tentando ser, porque eles, provavelmente, não tinham a experiência da falha e tiveram que lidar com isso, aprender como se recuperar disso, ou considerar que iriam “falhar” em algo. O segundo grupo, eles poderiam se ajustar e sabiam que as coisas poderiam não funcionar e precisavam agir para isso.
E os RPGs de Mesa ensinam isso!
Nós vemos nossos personagens incríveis rolando mal em situações que, não importa o quanto nos preparemos, não podemos controlar ou contra-atacar. Assistimos o que acontece na hora e também vemos como podemos fazer parte da história e lidar com os desafios pessoais e crescemos em frente ao conflito.
Nós repetidamente assistimos, como parte de nós mesmos, que colocamos eles no jogo, de novo e de novo, e amamos eles por isso. E vemos essa história em uma posição de fora e contamos com nossos amigos. São lições da vida reais sobre resiliência para que nós lidemos e aprendemos a partir.
Se você gostou dessa matéria, nós do Movimento RPG vamos traduzir algumas postagens do site TTRPGKids, obrigado por jogar RPGs de mesa com seus filhos e compartilhar esse incrível hobby com a próxima geração!
No Heróis de Arton, fomos introduzidos ao Combate Avançado: regras opcionais para deixar o combate no sistema T20 mais tático e mais dinâmico, com mais ferramentas para os jogadores e para a mesa em um geral. Na postagem de hoje, vamos dissecar elas e como elas podem influenciar os seus combates!
Disclaimer
Antes, para deixar claro: todas as regras adicionais as de Combate Avançado (ou seja, as que não tem a referência do livro Heróis de Arton) aqui colocadas NÃO são oficiais. O Movimento RPG não tem ligação com a Jambô Editora, e fãs criaram todas as regras desta matéria para outros fãs.
Cada vez mais pensando seus combates de maneira mais tática.
Combate Avançado
As regras que vieram no Heróis de Arton, na pág. 296, visam trazer mais “crocância” (tradução literal para o termo crunch, que se refere a regras muito minuciosas). No entanto, caso o mestre e os jogadores não achem necessário, é importante destacar que não precisam usar nenhuma dessas regras. Ainda assim, elas com certeza deixam todos os combatentes — sejam personagens jogadores ou não — como ameaças bem mais interessantes de se enfrentar. Portanto, para grupos que buscam um combate mais tático e detalhado, essas regras podem ser um excelente recurso.
Algumas são velhas conhecidas, como os Ataques de Oportunidades e Acertos Críticos, outras são novidades, como a Morte Alternativa.
Na postagem de hoje, ao invés de descrever todas as regras (afinal, elas já estão detalhadas nos livros), vamos focar em apresentá-las de maneira visual para quem tiver dificuldade de entendê-las. Isso porque nem todas as regras possuem pontos tão complexos — como é o caso da Defesa Épica —, mas mesmo assim vamos abordar o máximo possível! O objetivo é facilitar o aprendizado, portanto priorizaremos as mecânicas que mais geram dúvidas.
Ações Rápidas
Para começar, a primeira das regras é a Ação Rápida – um novo tipo de ação que custa metade de uma ação de movimento, porém deve ser feita em sequência (a não ser que você esteja usando a regra de Movimento Intercalado, que abordaremos mais adiante).
Dessa forma, você pode manejar melhor ações que, originalmente, exigiriam uma ação inteira de movimento. Em outras palavras, o sistema se torna mais flexível sem perder o equilíbrio.
Por exemplo, a ação Mirar pode ser usada como uma Ação Rápida – ou seja, você não precisa mais ficar parado para mirar em um alvo. Isso significa que personagens agora podem se reposicionar e ainda assim garantir ataques precisos, tornando o combate mais dinâmico.
Ação Rápida. Personagem andou 3m com uma Ação Rápida, mira com outra Ação Rápida e dispara com uma Ação Padrão.
A regra deixa a economia de ações do jogo mais dinâmica, assim os jogadores e as ameaças não perdem totalmente o seu turno por fazer uma ação como se levantar ou mirar, é interessante para jogos em que os jogadores pedem essa tática e ficam frustrados por gastar seu turno fazendo ações relativamente simples.
Além de ser uma das regras que tira a alta necessidade do Saque Rápido, já que guardar e sacar itens se torna uma Ação Rápida, deixando o malabarismo de itens mais fácil.
Armas Leves e Ágeis
Essa regra altera significativamente o funcionamento de armas leves, ágeis e de arremesso, eliminando a necessidade do poder Acuidade com Arma. Atualmente, esse poder afeta as seguintes armas:
Adaga;
Adaga oposta;
Agulha de Ahlen;
Arpão;
Azagaia;
Bastão lúdico;
Boladeira;
Chackram;
Chicote;
Cimitarra;
Cinquedea;
Corrente de Espinhos;
Dirk;
Espada Curta;
Florete;
Foice;
Garrucha;
Katana;
Kimbata;
Lança;
Machadinha;
Martelo leve;
Mordida do Diabo;
Neko-te;
Pistola-Punhal;
Porrete;
Presa de Serpente;
Shuriken;
Traque;
Tridente.
Em muitas builds focadas em Destreza, o poder Acuidade com Arma se torna uma necessidade e “tira” o slot de um poder que muitas vezes faz falta, principalmente com tantos poderes novos que podem ser interessantes. Porém é algo que deixa os personagens muito mais poderosos, se você está jogando uma campanha épica, essa regra se torna muito interessante.
Ataque de Oportunidade
Um velho conhecido dos jogadores de RPG mais antigos, os Ataques de Oportunidade fazem os jogadores temerem por seus movimentos na hora de se reposicionar ou escapar de ameaças próximas. Esse mecanismo, presente em muitos sistemas, adiciona uma camada estratégica crucial ao combate.
Basicamente, quando você sai da “área” de ação ou executa uma ação que o deixa vulnerável (como detalhado no Heróis de Arton, pág. 296), a ameaça pode aproveitar para fazer um ataque corpo a corpo como reação. Em outras palavras, isso significa que cada movimento precisa ser calculado cuidadosamente, pois um passo em falso pode resultar em um golpe devastador.
Vale ressaltar que esse sistema não apenas torna os combates mais táticos, mas também incentiva os jogadores a pensar de forma mais realista sobre posicionamento e timing durante as batalhas.
Toma, distraído!
Quanto maior a criatura, maior a “área de ameaça” em que ele pode te dar um ataque de oportunidade caso faça uma das ações que ative ela, é interessante que tome cuidado nisto, porque muitas vezes pensamos apenas em ameaças médias e esquecemos que as maiores podem de acertar de mais longe.
Apresentamos algumsa ameaças apresentados T20. Em seguida, mostramos o limite preciso do quadrado que determina quando um personagem deixa a área de ameaça. Por último, exibimos a própria área de ameaça em detalhes.
Dessa forma, fica evidente como o tamanho das criaturas influencia diretamente seu alcance estratégico durante o combate.
Cobertura Leve e Efeitos
À primeira vista, a regra de cobertura parece simples (e de fato é), porém ela traz uma camada estratégica muito mais interessante para combates com grid. Isso porque, diferente do que ocorre normalmente em combates padrão de T20 – onde raramente consideramos paredes e obstáculos, já que geralmente afetam apenas movimentação em testes de Atletismo/Acrobacia -, agora esses elementos ganham nova importância.
Com a nova regra, barreiras físicas passam a afetar também magias e efeitos de área, o que significa que conjuradores precisarão pensar cuidadosamente sobre o posicionamento das paredes ao lançar suas magias. Isso acontece porque, mesmo quando o centro do efeito está posicionado atrás da área-alvo, o bônus de cobertura ainda é aplicado se a origem do efeito (o conjurador) estiver do outro lado da parede.
Como resultado, essa mudança não só torna o ambiente de combate mais relevante,mas também exige que todos os jogadores – especialmente arcanista – reavaliem suas táticas habituais
A bola de fogo continua perigosa, mas com cobertura ela fica menos letal.
Além de implementar essas regras, é recomendável incorporar algum nível de destruição para coberturas leves e totais que protegem os personagens. Tradicionalmente, essas situações seriam resolvidas usando as regras de Quebrando Objetos (Tormenta20 JdA, pág. 239). No entanto, reconhecendo que essas regras podem ser complexas em certas situações, preferimos oferecer uma opção alternativa simplificada. Dessa forma, mestres e jogadores terão uma maneira mais acessível de lidar com a destruição de coberturas durante o combate.
Cenário Avariado
Em primeiro lugar, em seu campo de batalha, você pode definir alguns pontos destrutivos, cada um com 4 pontos de durabilidade. Para cada 20 pontos de dano recebidos, eles perdem 1 ponto de durabilidade, sendo completamente destruídos ao atingirem 0.
Além disso, o efeito da destruição varia conforme o tipo de ponto destrutivo. Por exemplo, se dois pilares de uma casa forem destruídos, o local pode ficar instável, causando o desabamento do teto em uma área após 1d3 rodadas. Da mesma forma, uma mureta destruída imediatamente perde toda a cobertura que fornecia.
Como regra geral, pontos destrutivos que concediam cobertura total se transformam em cobertura leve quando atingem metade de seus pontos de durabilidade. Embora você ainda precise controlar esses valores, esse sistema é significativamente mais simples do que gerenciar pontos de vida individuais para cada objeto no cenário.
Dessa forma, você mantém a dinâmica de destruição do ambiente sem precisar de micromanagement excessivo durante os combates.
Se não tiver um caminho, abra um.
Efeitos Críticos e Ataques Mirados
Colocamos os dois juntos porque são mecânicas que interagem diretamente uma com a outra.
No caso, sempre que um personagem faz um acerto crítico, ele causa um efeito adicional, a localização e o efeito são definidos pelos dados. Essa regra traz um grau de realismo que talvez seja mais interessante para campanhas mais “pé no chão” (como campanhas em níveis mais baixo ou em um outro cenário com nível de poder menor, como Ghanor). Já que um acerto crítico muito poderoso vai causar um efeito brutal em um alvo, e deixar ele menos capaz de lutar.
A regra também não precisa ser aplicada em todos os casos, mas pode ser utilizada apenas em alguns combates específicos em que aonde os personagens atacam é mais relevante. Aí usando a regra de Ataques Mirados.
Em Fallout aonde você atira já é algo muito importante.
Os Ataque Mirados “forçam” os efeitos de acertos críticos, se o jogador decidir receber uma penalidade em seu teste de ataque. Você pode limitar os efeitos críticos aos Ataques Mirados. Algumas ameaças, como Zumbis e a Hidra, que já entendem que aqueles pontos são sensíveis para os ataques, então você pode, além do efeito da habilidade e do efeito crítico, colocar um benefício a mais pelo jogador mirar naquele ponto específico.
Exemplos de Ameaças e Ataques Mirados
Alguns ataques mirados afetam ameaças de maneira diferente, abaixo vamos dar algumas sugestões de ameaças que podem ter efeitos adicionais quando atingidos por ataques mirados.
Infecto
Efeito crítico de corte ou perfuração ao tronco, ou mais especificamente à barriga, força a ativação da habilidade Parasitas Famintos e desativa ela. Uma ação de movimento do Infecto reativa ela. Ameaças de Arton, pág. 23.
Sapo Atroz
Um efeito crítico de corte à cabeça do Sapo, caso ele tenha feito um ataque de Língua no turno anterior, pode ser mirado na Língua dele, permitindo que ela seja cortado para fora em uma severidade 11+. Um Sapo Atroz com sua língua cortada não pode fazer ataques com a língua, mas pode fazer um ataque de Cabeçada +10 (1d3+6 impacto). Além disso, o Sapo fica abalado até o fim da cena (perder a língua pra um sapo é uma afronta). Ameaças de Arton, pág. 35-36.
Sacerdote de Hynnin
Enquanto na forma de macaco, se o Sacerdote de Hynnin for acertado em sua cauda enquanto estiver na forma de macaco, a transformação é dissipada com ele caído. Ameaças de Arton, pág. 46.
Senhor do Gigante Rubro
Um acerto crítico de corte no tronco ou na barriga do alvo pode afetar o piloto, forçando ele a Desembarcar em um nível de severidade 11+. Se for um acerto de perfuração, impacto ou energia, o piloto recebe metade do dano do ataque (considere que o piloto é um iniciado da agonia ou outra ficha condizente). Ameaças de Arton, pág. 58. Esse efeito específico ignora a imunidade a acertos críticos do Senhor do Gigante Rubro.
Dragão Bicéfalo
Um acerto crítico de corte ou impacto na cabeça com severidade 11+ ou mais pode incapacitar uma das cabeças afetadas por 1d6 turnos. Se for severidade 13+, o dragão não morre, mas uma de suas cabeças é decepada e o dragão não pode usar o sopro e o ataque de mordida dela mais, além de poder ser alvo de flanqueio novamente. Ameaças de Arton, pág. 74.
Acertar um tiro na granada é um clássico.
Goblin-Bomba
Ao acertar um acerto crítico nos braços do Goblin, o jogador pode escolher acertar a bomba que o Goblin está carregando, forçando a ativação da habilidade Granadas a Granel, com centro da explosão o próprio goblin. Se 4 acertos deste tipo ocorrerem, a habilidade Grande Finale do Goblin-Bomba é desativada até o fim da cena ou até ele gastar uma ação completa e um teste de Ofício Engenhoqueiro CD 21 para reativá-la. Ameaças de Arton, pág. 82.
Elementais
Qualquer acerto crítico do elemento oposto ao do elemental de severidade 7+ deixa o elemental atordoado por 1 rodada. A quantidade de vezes que elementais podem ficar atordoados por efeitos críticos é igual a 10 por cena, menos seu valor de Constituição. Por exemplo: Um aquin’ne que receba um efeito crítico de fogo pode ficar atordoado por efeitos críticos até 8 vezes na cena (10 menos 2, que é a Constituição da ameaça). Ameaças de Arton, pág. 88. Esse efeito específico ignora a imunidade a acertos críticos dos Elementais.
Estirges
Efeitos críticos de energia com severidade 11+ contra um tipo de Estirge maior que uma unidade de Estirge dissipa eles e torna eles em 1d6+3 unidades da versão menor da ameaça. Por exemplo, uma nuvem de Estirge que seja alvo se torna 1d6+3 Enxames de Estirges. Um enxame que seja afetado se torna 1d6+3 Estirges. As unidades aparecem com a vida cheia e agem todas no mesmo turno que era da unidade anterior. Ameaças de Arton, pág. 107-108.
Gnolls
Todos os humanoides do subtipo Gnoll tem o instinto de se render. Quando faz um acerto crítico quando o Gnoll está com um quarto da vida, o Gnoll deve fazer um teste de Vontade CD 15 + 2 por patamar do grupo. Se falhar, ele se rende ou continua lutando alquebrado. Os Gnolls se houver um Gnoll Líder da Alcateia, Xamã ou Matrona em alcance curto dos Gnoll, eles não sofrem esses efeitos. O Gnoll Vuul’Rak e Gnolls imunes a efeitos mentais ou de medo são imunes a esse efeito também. Ameaças de Arton, pág. 114.
Golens
Golens que fiquem vagarosos ou manetas por um ataque de impacto ou perfuração nos braços ou nas pernas podem reencaixar seus braços com uma ação completa que estiverem adjacentes ao seu membro decepado. Porém, sofrem –2 em testes relacionados ao membro recolocado, um teste de Ofício (Engenhoqueiro) ou Ofício (Artesão) com CD igual a 15 + severidade que afetou o braço realinha o membro decepado e retira a penalidade. Ameaças de Arton, pág. 124.
Forjadores Litúrgicos
Um acerto crítico que cause alguma complicação a um Forjador pode convencê-lo que talvez os inimigos sejam dignos das armas mágicas. Faça um teste de Vontade (CD 15 + 2 por patamar dos personagens). Se o Forjador falhar, ele para o combate e concede a arma mágica aos personagens. Ameaças de Arton, pág. 137.
Dracomante
Quando sofre um acerto crítico de energia oposta ao seu tipo elemental, o Dracomante fica extremamente irritado, ficando frustrado (além da condição da severidade). Ameaças de Arton, pág. 148.
Kappa
Quando afetado por qualquer acerto crítico de impacto, a água da cabeça do Kappa é derramada. Ameaças de Arton, pág. 158.
Arqueiro Escravo
Quando sofre qualquer acerto crítico com severidade 8+, o Arqueiro deve fazer um teste de Vontade CD15 +2 por patamar dos jogadores, se falhar, ele tenta fugir do combate. Ameaças de Arton, pág. 168.
As vezes kobolds explodem, acontece.
Kobolds Explosivos
Sempre que um kobold que pode explodir é alvo de um acerto crítico de severidade 11+, ele deve fazer um teste de Fortitude CD15 +2 por patamar dos jogadores, se falhar, ele ativa a Detonação Final. Se o acerto crítico foi de energia, a detonação é ativada com um acerto de severidade 8+. Ameaças de Arton, pág. 165.
Mascotes & Familiares
Qualquer mascote ou familiar que estiver em alcance curto de seu parceiro e ele sofrer um acerto crítico, deixa ele frustrado por 1 rodada. Ameaças de Arton, pág. 190.
Mímico
Ao sofrer um acerto crítico de impacto, o Mímico deixa cair T$ 3d6 em um ponto em alcance curto dele. Ameaças de Arton, pág. 204.
Montarias
Qualquer acerto crítico com severidade 10+ nas pernas da montaria faz seu piloto cair de cima dele. Ameaças de Arton, pág. 210.
Garra-Zumbi
Um acerto crítico de impacto, perfuração ou corte na Garra-Zumbi na, bem, mão ao invés de severidade 9+ deixa a Garra-Zumbi atordoada ao invés de maneta (Até porque ela já está maneta, de certa maneira?). Ameaças de Arton, pág. 233.
Árvore-Matilha
Se uma das cabeças da Árvore-Matilha for decepada, ela usa a habilidade Descarregar Raiva imediatamente, e perde um ataque de mordida. Se perder todas as seis cabeças, a árvore-matilha morre. 1 dia exposto a luz solar faz uma das cabeças da árvore-matilha retornar. Ameaças de Arton, pág. 242.
Alguns piratas são conhecidos pelas suas fugas.
Piratas
Como em sua maioria são bandidos dos mares. Caso um pirata do tipo Lacaio ou um tipo Solo de um patamar abaixo dos jogadores sofra um acerto crítico, ele deve fazer um teste de Vontade CD15 +2 por patamar dos jogadores. Se falhar, ele tenta fugir do combate. Ameaças de Arton, pág. 258.
Velocis
Muito orgulhosos de sua velocidade, se um Veloci ficar Vagaroso, ele também fica abalado (mesmo que seja imune a medo) enquanto estiver sob a complicação. Ameaças de Arton, pág. 267.
Puristas
Puristas são movidos por emoções a flor da pele e ódio irracional. Se causarem um acerto crítico em um não-humano, ele recebem +2 em testes de ataque e rolagens de dano acumulativo até o fim da cena. Mas se sofrerem um acerto crítico de um não-humano, eles ficam abalados, mesmo que imunes a efeitos de medo (acumulativo com outros efeitos e com o próprio efeito dos acertos críticos). Se o purista gastar uma ação completa se concentrando, ele se recupera da condição. Ameaças de Arton, pág. 274.
Wisphago
Se uma arma mágica erra um ataque contra o Whispago por 5 pontos ou mais da Defesa dele, ele pode devorar a magia da arma. A arma perde um dos seus encantos e esse encanto vai para uma das mordidas do Whispago. Cada mordida do Whispago pode ter até dois encantos. Ameaças de Arton, pág. 290.
Mesmo que seja um chapéu, os efeitos críticos se aplicam ao Mycotann
Oxxdon
Ao cortar a antena do Oxxdon, ele perde seu ataque de antena e a habilidade de Ferrugem. Acertar a antena tem a mesma dificuldade de acertar a cabeça. Ameaças de Arton, pág. 308.
Canceronte
Caso uma das garras do Canceronte for decepada, ele não pode usar a habilidade Autonomia. Ameaças de Arton, pág. 314.
Nagah
Um Nagah que fique sob a complicação Vagaroso em condição grave ou permanente, fica caído pelo resto da rodada ao até ser a condição curada. Ameaças de Arton, pág. 330-334.
Mycotann
Se o Bulbo de um Mycotann foi atingido por um acerto crítico com severidade 9+, ele fica incapaz de usar a habilidade Esporos por 1d6 rodadas. A Horda Mycotann e outras hordas de Mycotann não são afetados por esse efeito. Ameaças de Arton, pág. 340.
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Em 3DeT Victory, existe a regra de karma e dharma (Manual 3DeT Victory, pág. 108). Uma inspiração divina ou revelação súbita que te concede um Ganho em um teste à sua escolha, mas que pode ser cobrada com o Karma, invocado pelo mestre, que dá uma Perda ao jogador que pediu o Dharma.
Mas para alguns mestres, apenas uma Perda não é o bastante. Em mais uma contribuição para a coluna Dentro da Arca, Saulo traz uma Tabela do Karma, apresentando de antemão, jeitos diferentes e criativos de um mestre cobrar o Karma de um jogador.
O Karma é Comum em 3DeT Victory
Esta tabela serve para caso você queira cobrar o karma de um jogador de forma diferente do descrito no livro. Quando um jogador estiver num momento em que ele não desejaria que nada atrapalhasse ele, role nessa tabela.
Caso seja afetado por uma desvantagem que já possua, role nesta tabela novamente. Caso adquira uma desvantagem ou vantagem que não pode comprar, a desvantagem é a única que se mantém.
Desafetos podem adquirir vantagens ou técnicas que não cumpram o requisito através dessa tabela. Caso aquilo que foi rolado na tabela não faça nenhum sentido na cena (ou não seria ruim para o devedor de karma), role novamente. Nesse sentido, repita esta última regra quantas vezes forem necessárias.
1d100
Efeito
1-2
Surto de Magia do Caos. Role nessa tabela, no começo de cada um dos seus turnos pelos próximos 3d6 turnos, ignorando esse resultado em rolagens subsequentes, mantendo as rolagens mesmo que não façam sentido. Caso você role menos que 9 nesses 3d6, o resultado torna 9.
3-4
Preparo. Um desafeto seu, a escolha do mestre, recebe a vantagem Invulnerável contra o seu tipo de dano pelo resto da cena.
5-6
Fluxo de Mana Interrompido. Você é afetado pela desvantagem Restrição, como se estivesse numa situação que a ativaria pelo resto da cena.
7-8
Injustiça do Mestre. Um desafeto, a sua escolha, adquire a Técnica Trapacear o Destino pelo resto da cena, e usa ela por metade dos PM.
9-10
Visão do Futuro. Um desafeto seu, a escolha do mestre, aprende a técnica Visão do Futuro pelo resto da cena.
11-12
Deficiência Emocional. Você perde todos os seus Pontos de Ação.
13-14
Música de Boss Final. Todos os seus desafetos que estejam lutando contra você, recebem o benefício de todas as rodadas de Rapsódia das Arcas, sem ninguém precisar rolar testes.
15-16
Auto Infligido. Você realiza um ataque contra si mesmo, com um crítico automático.
17-18
Sorte Súbita. Todos os seus desafetos recebem um ganho em todas as rolagens pelo resto da cena.
19-20
Abertura. Um desafeto seu pode fazer um contra-ataque contra você, mas sem ele(a) ficar desprevenido.
21-22
Deficiência de Mana. Você perde metade da sua mana.
23-24
Paixonite. Você é afetado pela técnica Encantar, sem direito a teste, em relação a um desafeto seu escolhido pelo mestre.
25-26
Passando mal. Você adquire a desvantagem Frágil pelo resto da cena.
27-28
Mal Súbito. Você está com Perda em todas as suas rolagens pelo resto da cena.
29-30
Terremoto. Todos até Muito Longe são afetados pela Técnica Pisão do Titã com Poder 5 e dois ganhos.
31-32
Música de Fundo. Todos os seus desafetos são afetados pela técnica Role os Dados pelo resto da cena.
33-34
BOOM! A técnica Bola de Fogo é conjurada, com Poder 5 e um bônus de Magia +5, com você no centro.
35-36
Poder do Ódio. Você perde um ponto de ação e um desafeto seu, a escolha do mestre, ganha ele.
37-38
Rogaram praga em mim. Você é afetado pela técnica Praga, sem direito a teste.
39-40
Economia de Mana. Um desafeto seu, a escolha do mestre, pode usar a vantagem Magia uma vez por 0 PM, quando quiser.
41-42
Acertado(a) por um Raio. Você é afetado pela técnica Relâmpago com Poder 5 e ganha bônus de +5 contra sua defesa física.
43-44
Reforços. Um desafeto seu, a escolha do mestre, ganha um Ajudante aleatório.
45-46
Meus ataques ainda não acabaram! O próximo dano que você sofrer é afetado pela vantagem Desgaste.
47-48
Momento de Sorte. Um desafeto seu, a escolha do mestre, ganha a vantagem Maestria pelo resto da sessão.
49-50
Chegou o arsenal. Um desafeto seu ganha a vantagem Inventário com 3 PT pelo resto da sessão.
51-52
Não fui com a sua cara! Um desafeto seu, a escolha do mestre, ganha a vantagem Inimigo, apenas contra você, permanentemente.
53-54
Crise de Raiva (ou TPM). Você adquire a desvantagem Fúria pelo resto da cena.
55-56
Momento de Dúvida. Você adquire a desvantagem Indeciso pelo resto da cena.
57-58
Você subitamente torce o pé. Você adquire a desvantagem Lento pelo resto da cena.
59-60
Tomando Postura Defensiva. Um desafeto seu, a escolha do mestre, recebe uma Defesa Especial aleatória.
61-62
Esquecimento. Você perde o treino em uma perícia pelo resto da cena, decidida aleatoriamente.
63-64
Cheat. Um desafeto seu, a escolha do mestre, recebe um efeito de Superar Dificuldade, para uma desvantagem aleatória.
65-66
Acabou a munição. Você adquire a desvantagem Munição pelo resto da cena.
67-68
Flashback de Trauma. Você é afetado pela vantagem Paralisia, falhando automaticamente no primeiro teste.
69-70
Ganhando na Loteria. Um desafeto seu sobe uma escala para testes de compra, permanentemente.
71-72
Momento Magaiver. Um desafeto seu ganha a vantagem Adaptador pelo resto da sessão.
73-74
Momento TDAH. Você é afetado pela vantagem Confusão, falhando automaticamente no primeiro teste.
75-76
N.F.M (NPC favorito do Mestre). Um desafeto seu, a escolha do mestre, recebe uma Dica, sem gasto em PA.
77-78
Um acidente mágico acontece. Você adquire Elo Vital com um desafeto a escolha do mestre pelo resto da cena.
79-80
Coordenar Ataque. Todos os desafetos ganham a vantagem Elo Mental uns com os outros.
81-82
Soninho Súbito. Você adquire a desvantagem Tapado pelo resto da cena.
83-84
Tomando um Energético. Um desafeto seu, a escolha do mestre, recebe a vantagem Aceleração.
85-86
Algo sujo cai sobre você. Você é afetado pela desvantagem Monstruoso pelo resto da cena.
87-88
Momento Vergonhoso. Você adquire a desvantagem Infame pelo resto da sessão.
89-90
Ficando Empolgado. Um desafeto seu, a escolha do mestre, ganha uma dessas três vantagens aleatoriamente pelo resto da cena: +Ação, +Vida e +Mana.
91-92
Deu câimbra. Você adquire a desvantagem Atrapalhado pelo resto da Cena.
93-94
Flashback do Vilão. Um desafeto seu, a escolha do mestre, ganha a vantagem Mentor pelo resto da cena.
95-96
Mal jeito. Você recebe uma perda em sua próxima rolagem.
97-98
Pequeno Azar. Você recebe -1 em todas as suas rolagens pelo resto da cena.
99-100
Nada acontece. Yeah! (Você recupera seu dharma mesmo assim).
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Se está aqui, mas prefere Tormenta20 e A Lenda de Ghanor, se liga na Área de Tormenta, o espaço especial dedicado apenas à Tormenta20 e o que remete a ele! E os Santos Escritos onde falamos de A Lenda de Ghanor RPG! E acompanhe também as outras sessões, por favor!
Nesse fim de semana (21 e 22 de junho) rolou o DOFF 2025, e temos uma pancada de coisas para conversar sobre o evento. E uma delas é sobre a Área Catarse de Protótipos que se consolidou como um verdadeiro QG de criatividade e inovação, um espaço essencial para o fomento do mercado nacional de jogos de tabuleiro.
Com o objetivo claro de dar visibilidade a designers de jogos de tabuleiro e RPG. A Área Catarse é o ponto de encontro perfeito onde se pode apresentar suas futuras obras para um público massivo, outros criadores e, o mais importante, editoras do setor.
É um verdadeiro laboratório a céu aberto: o público geek tem a chance de testar os jogos em primeira mão, assim, dando aquela forcinha crucial com feedback direto. Para os designers, de fato, isso é ouro! As trocas de ideias e os testes práticos são, portanto, essenciais para polir e aprimorar suas criações. E, como prova de que a fórmula funciona, está aí: vários jogos que debutaram na Área Catarse em edições passadas foram financiados com sucesso na plataforma, consequentemente, virando realidade nas prateleiras dos jogadores!
Um jogo de tabuleiro de pura estratégia, rápido e acessível, para até 4 jogadores. Simples para atingir todos os públicos, mas complexo na medida para transformar sua noite de jogos, o jogo mistura rotação de cartas e captura de territórios. O objetivo é conseguir o maior número de território ao final da partida. Para isso, os jogadores precisam pegar as cartas uns dos outros e rotacioná-las pra sua cor, dominando assim o tabuleiro.
Nesse jogo de terror, a Casa do Lago foi colocada à venda. Sendo um fantasma apegado que vive por lá, o objetivo dos jogadores é combinar manifestações fantasmagóricas para assombrar a casa antes que ela seja vendida. Role os dados, combine manifestações para usar cartas de sustos e assombre A Casa do Lago!
Uma aventura de fantasia arcanepunk, onde um ousado roubo a trem promete mudar os rumos de um mundo prestes a entrar em guerra. Assim, ideal para quatro ou mais jogadores e um mestre, essa experiência one-shot é ainda compatível com qualquer sistema de RPG.
Um card/party game para até 6 jogadores que se passa, por sinal, num continente violento. Nesse cenário, a disputa reúne os melhores (e piores) facínoras do mundo para duelos épicos e sangrentos. Assim sendo, ganha o jogo aquele que tiver a pior reputação da cidade de Cova Rasa.
Dois poderosos magos elementais se encontram sobre uma ponte ancestral. Assim, um duelo épico tem início — e apenas um permanecerá de pé! O objetivo, portanto, é derrubar o adversário da ponte e provar quem é o verdadeiro mestre dos elementos. Dessa forma, Kakehashi é um jogo tático de duelo com mecânicas simples e uma imersão temática extraordinária.
Nesse jogo de tabuleiro, a mecânica é alocação de trabalhadores. Você e seus amigos jogam como imigrantes de diversas etnias e nacionalidades que aportaram no estado de São Paulo. Juntos, vocês vão construir a cidade e deixar sua marca no território.
Em Cat Café, cada jogador assume o desafio de transformar um simples café em um ponto de encontro imperdível para os apaixonados por gatos. Usando cartas de ação de forma estratégica, os jogadores podem ganhar vantagem sobre os concorrentes, criar combos criativos e turbinar tanto suas vendas quanto o charme da própria loja.
Um jogo de cartas para 3 a 6 jogadores, ambientado no século XVII. A dinâmica é simples e envolve ação presumida, ação simultânea, votação, gestão de mão e uma pitada de toma essa. O objetivo é usar as habilidades e votos a seu favor para acumular mais pontos que seus adversários e ser o ministro mais influente.
Um projeto que nasceu do TCC e a seguinte pergunta: como podemos exercitar a inteligência emocional de forma lúdica? Assim surgiu o jogo sobre conexões humanas com muito divertimento… e patos! Nele, você e seus amigos devem cooperar para levar o pato aventureiro até o topo da Cordilheira Pataquada. Para isso, devem enfrentar juntos uma série de adivinhações de palavras e superar desafios, quando questionados.
Já imaginou transformar os desafios da saúde pública em um jogo colaborativo? Esse é um jogo cooperativo onde você e seus colegas assumem o papel de gestores de saúde enfrentando crises reais do SUS: falta de medicamentos, superlotação, escassez de profissionais… Tudo isso de um jeito lúdico, estratégico e, acima de tudo, coletivo.
Itzal é um jogo narrativo de cartas onde magia, escolhas e lendas se entrelaçam para moldar o destino. Em um mundo medieval fantástico inspirado por mitos ancestrais, você pode ser um Artesão do Destino, convocado a enfrentar provações, despertar segredos e decidir o rumo de histórias únicas a cada partida.
Se você é daqueles que adora descobrir o próximo grande jogo antes de todo mundo e, além disso, quer dar uma força para a cena nacional, a Área Catarse de Protótipos no DOFF foi, sem dúvida, o seu lugar. Portanto, fiquem ligados, pois muitos dos futuros sucessos que você verá nas mesas e prateleiras brasileiras certamente nascerão ali, nesse caldeirão de ideias e paixão por jogos! Em suma, o futuro do board game e do RPG nacional promete, e ele está sendo construído em grande parte no Diversão Offline!
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Nesse fim de semana (21 e 22 de junho) rolou o DOFF 2025, e temos uma pancada de coisas para conversar sobre o evento. E uma delas é sobre a Arena RPG que foi patrocinada principalmente pelo Nerd Bruto.
Nos dois dias de evento rolou mesas de jogos de vários sistemas, inúmeras mecânicas e toneladas de criatividade e energia dos metres que estavam ali para criar momentos épicos para o público. E jogadores que não mediram esforços para criar momentos inesquecíveis. O espaço foi um ímã para curiosos e veteranos sedentos por boas histórias e muitas risadas.
Quem passou por lá pôde conferir de perto o caos controlado e a criatividade que só o RPG ao vivo oferece. A Arena RPG reafirmou seu papel de destaque no DOFF. Acima de tudo mostrando que a paixão por dados, narrativas e personagens inusitados continua mais forte do que nunca na comunidade geek brasileira.
Com mais de 20 mesas por dia, e com pelo menos 4 jogadores em cada mesa a Arena não ficou vazia em nenhum momento, o coas ordenado rolou solto e a diversão também!
Depoimentos
Joguei D&D simplificado, foi a primeira vez que joguei RPG, tinha bastante vontade de conhecer e jogar, fiquei completamente perdido, muitas contas, passou ou não passou, acertou ou não acertou. Joguei de bárbaro, ainda bem, por que queria jogar de mago, fiquei batendo nos bichinhos, e os dados ajudaram bastante. Gostei e quero conhecer outros jogos além desse.
GUILHERME, AVENTUREIRO NL1
Foi um das primeiras experiências com RPG, tenho uma experiência bem breve. Jogamos um sistema simples, o que foi excelente por ser um evento, mas foi bem imersivo. Joguei com pessoas que eu não conhecia, mas foi bem unificado e me senti acolhido, o mestre tirou todas as dÚvidas. e o melhor é que conseguimos ganhar, falou que a nossa mesa foi a melhor do evento, vou acreditar nisso (risos)
RYAN, AVENTUREIRO NL 2
Eu joguei Ordem Paranormal na Arena, ainda não tinha jogado esse sistema. Nosso mestre era tipo um gênio da improvisação. A gente começou com uma investigação que parecia simples, mas de repente já estava fugindo de uma criatura bizarra, com as luzes piscando e todo mundo gritando na mesa (risos)! Saí de lá com a voz rouca de tanto gritar e rir, e já quero outra sessão!
ANA, INVESTIGADORA PARANORMAL
Sempre excelente mestrar no DOFF, só mestrei uma mesa até agora. montei algo algo simples, uma hora mais ou menos, assim o jogador sabe que pode agir de forma livre, e se jogar, se divertir, fazendo coisas malucas, sem ficar pensando em loot, dinheiro e itens. Nessa mesa o ladino estava para morrer, mais incentivamos ele a fazer loucura e acabou salvando o grupo. Vai levar um memÓria incrível para a casa.
DANIEL, MESTRE
Esse foram relatos de quem viveu a Arena RPG. Mostrando que foi uma verdadeira celebração do RPG em sua forma mais divertida e acessível, provando mais uma vez que o hobby segue conquistando corações e mentes no maior evento de jogos de mesa da América Latina!
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O universo de Lobisomem: O Apocalipse é vasto, denso e repleto de simbolismos que giram em torno da fúria, da espiritualidade e da eterna luta contra a corrupção do mundo. Dentro desse cenário sombrio e mítico, os Garou não são os únicos filhos da Mãe Gaia. Outras raças metamórficas existem — algumas ancestrais, outras esquecidas, algumas ocultas e poucas ainda por nascer.
Este guia tem como objetivo principal ensinar, passo a passo, como criar uma raça metamórfica original dentro das regras, do tom e da ambientação do jogo. Ele oferece uma base sólida para narradores e jogadores desenvolverem suas próprias criaturas, com equilíbrio mecânico, coerência narrativa e profundidade espiritual.
Cada capítulo foi elaborado para te conduzir da concepção até a integração plena da raça em crônicas narrativas, respeitando tanto as diretrizes do cenário quanto a criatividade individual. Serve tanto para veteranos quanto para iniciantes, proporcionando caminhos claros para quem deseja inovar sem romper com a essência do Mundo das Trevas. Aqui, você encontrará todas as etapas essenciais, dicas de ambientação, estruturas de jogo e recomendações para manter o equilíbrio e a coesão com o Mundo das Trevas.
1. Definindo o Conceito de Raças Metamórficas
A primeira etapa na criação de uma raça metamórfica é o estabelecimento de um conceito coeso, criativo e funcional. Esse conceito será o alicerce para todas as decisões narrativas e mecânicas futuras. O jogo Lobisomem: O Apocalipse trabalha com arquétipos poderosos e temas profundos como fúria, destruição, redenção e espiritualidade. Sua raça precisa se encaixar nesse tom, ao mesmo tempo em que oferece algo novo.
Questões fundamentais para guiar seu conceito:
Qual criatura ou animal é o centro da metamorfose?
Qual a função ecológica e espiritual desse animal?
Quais são os temas principais associados à raça? (ex.: vingança, sabedoria, corrupção, equilíbrio)
Qual é a origem mítica ou espiritual dessa espécie?
Como ela vê os Garou e o papel deles na Guerra do Apocalipse?
Use fontes confiáveis e acessíveis como mitologia universal (grega, africana, japonesa, indígena), folclore regional ou lendas urbanas. Por exemplo, uma raça baseada em morcegos poderia explorar temas como escuridão, eco, sono e renascimento.
Criar um conceito não é apenas escolher um animal — é construir um ecossistema narrativo em torno dele.
2. Escolhendo o Totem Patrono
O totem patrono é o espírito ancestral que confere identidade e direção à sua raça. Ele representa a alma coletiva do grupo e estabelece os valores e tabus que todos devem seguir. Em termos de jogo, o totem influencia tanto os Dons disponíveis quanto os tipos de rituais, mentalidade e papel espiritual dos metamorfos.
Exemplos de perguntas para desenvolver o Totem:
Ele é ativo ou passivo na condução dos seus seguidores?
Qual o seu maior dom e sua maior maldição?
Ele exige sacrifícios ou votos de lealdade específicos?
Que outros espíritos o servem?
O Totem pode ser um bom ponto de partida para estruturar toda a sociedade da raça. Por exemplo, um Totem de “Memória” pode criar uma raça devotada à história, à preservação do saber e à coleta de testemunhos.
Importante: O Totem também influencia como sua raça se relaciona com a Umbra (o mundo espiritual), e com os espíritos menores que circulam por lá.
3. Raças: As Três Origens
Assim como os Garou possuem três origens básicas — Hominídeo, Impuro e Lupino —, sua raça metamórfica deve conter três formas de nascimento, cada uma com vantagens, desvantagens e implicações sociais únicas. Isso adiciona profundidade e diversidade ao grupo como um todo.
a) Hominídeo
Personagens nascidos humanos geralmente têm maior facilidade com relações sociais, habilidades urbanas, acesso à tecnologia e compreensão das normas humanas. Costumam sentir-se deslocados em meio à espiritualidade intensa da raça.
b) Animal (nomeie de forma única)
São os metamorfos nascidos na forma de seu animal totem. Têm maior proximidade com os espíritos e uma percepção mais aguçada da Umbra. Contudo, geralmente apresentam dificuldade de se integrar com a sociedade humana. Nomear essa raça de forma simbólica e respeitosa ao animal original ajuda na construção do universo da raça.
c) Impuro
Filhos da união proibida entre dois metamorfos, os impuros carregam estigmas físicos e espirituais. Muitas vezes possuem corpos deformados, visões sobrenaturais e ligação intensa com o mundo espiritual. São frequentemente marginalizados, mas podem ser os mais poderosos em sabedoria ou misticismo.
Para iniciantes: Use arquétipos conhecidos para se guiar — o rebelde impuro, o curioso hominídeo, o animal instintivo — mas adicione reviravoltas originais. Evite criar apenas um tipo “melhor” que os outros: equilíbrio é essencial.
4. Augúrios: Função Espiritual e Papel Narrativo
Os Augúrios são arquétipos espirituais que moldam o papel de cada personagem dentro da sociedade metamórfica. Eles são mais do que profissões — são vocações místicas e espirituais determinadas por sinais, nascimento ou escolha ancestral. Cada Augúrio define o caminho do personagem: suas habilidades preferidas, dons exclusivos, deveres espirituais e comportamentos esperados.
Funções típicas de Augúrio incluem:
Guerreiro;
Xamã ou místico;
Mensageiro ou diplomata;
Espião ou batedor;
Guardião ou juiz.
Pense nos Augúrios como classes de personagem que também refletem uma jornada espiritual. Ao definir um Augúrio, estabeleça também:
Um nome temático (como “Eco Sombrio”, “Sentinela da Névoa”, etc.);
As responsabilidades na sociedade;
Os dons exclusivos disponíveis para esse caminho;
Como o personagem é visto por seus semelhantes.
A escolha do Augúrio deve afetar diretamente a narrativa, influenciar a política interna da raça e estabelecer objetivos a longo prazo.
5. Formas Metamórficas: A Essência Corporal da Raça
A transformação física é uma das características mais marcantes das raças metamórficas. Cada forma representa um aspecto da essência do ser: humanidade, selvageria, guerra, espiritualidade. Definir essas formas com riqueza visual e mecânica é essencial para a imersão e o equilíbrio do jogo.
As formas clássicas incluem:
Forma Humana: aparência comum; ideal para disfarce, infiltração e vida urbana.
Forma Imponente (semelhante ao Glabro): mais forte e robusta; útil para intimidação e combate discreto.
Forma de Guerra (semelhante ao Crinos): poderosa, aterradora, mas altamente visível e afetada pelo Delírio.
Forma Animal: plenamente ligada ao instinto e ao Totem; perfeita para rastrear, fugir ou sobreviver na natureza.
Forma Espiritual (opcional): versão idealizada ou sombria do ser; usada para rituais e travessias umbrais.
Para cada forma, defina:
Modificadores de atributos (Força, Destreza, Vigor, Aparência);
Capacidades especiais (visão no escuro, garras, resistência, etc.);
Reações do Delírio (como os humanos reagem à presença da criatura).
Lembre-se que cada forma deve ter uma razão de existir — evite exageros e mantenha um equilíbrio com as capacidades dos Garou.
6. Dons Específicos: Poder Espiritual em Forma de Habilidade
Os Dons são manifestações espirituais das virtudes e dos poderes sobrenaturais que cada metamorfo carrega dentro de si. São obtidos através de pactos com espíritos aliados — desde entidades da natureza até arquétipos primordiais. Em termos narrativos, representam a conexão do personagem com o mundo espiritual, seu papel na Tapeçaria e a forma como exerce sua missão no mundo físico.
Como estruturar os Dons:
Ao criar os Dons de uma nova raça, é essencial dividi-los em três categorias principais:
Dons de Raça – Variações específicas para cada tipo de nascimento: Hominídeo, Animal e Impuro.
Dons de Augúrio – Poderes ligados à vocação espiritual, definidos pelo papel do personagem.
Dons de Tribo ou Totem – (Opcional) Dons oferecidos pelo espírito patrono da raça, aplicáveis a todos os seus membros.
Cada Dom deve ser classificado de Nível 1 a 5, representando sua raridade e potência. É importante garantir uma progressão equilibrada e coerente.
Estrutura de um Dom:
Nome do Dom.
Nível: 1 a 5.
Descrição narrativa: O que o poder faz, como é visto pelos outros, qual é seu efeito visível ou sensorial.
Sistema: (Atributo + Habilidade), dificuldade, duração, custo (Gnose, Força de Vontade, ou outro), limitações e efeitos colaterais.
Exemplos de inspiração temática:
Uma raça ligada à sombra pode possuir dons de espreita, manipulação de trevas e confusão mental.
Uma raça ligada ao trovão pode ter dons de impacto, atordoamento e velocidade extrema.
Uma raça ligada a espíritos da morte pode usar dons de necromancia, visão espiritual e exorcismo.
Evite criar Dons com múltiplos efeitos num único poder. Mantenha a clareza e a especialização: um Dom que detecta mentiras é diferente de um que obriga a falar a verdade. Menos é mais, especialmente ao começar.
7. Rituais Exclusivos: Ligação com o Invisível
Rituais são momentos sagrados nos quais o metamorfo se conecta com o espiritual para realizar feitos específicos. Eles variam de pequenas bênçãos a poderosos encantamentos e podem afetar tanto o mundo físico quanto a Umbra. Criar rituais exclusivos para uma raça ajuda a estabelecer sua identidade espiritual e social.
Estrutura de um Ritual:
Nome.
Nível: 1 a 5.
Tempo de Execução: minutos, horas ou dias.
Custo: Gnose ou outro recurso espiritual.
Sistema: Teste de Rituais + Gnose (dificuldade variável).
Efeito: narrativo e mecânico.
Exemplos por nível:
Nível 1: Purificação de água, invocação de luz suave, conexão com ancestrais próximos.
Nível 2: Criar um círculo de proteção, descobrir a última emoção sentida em um local.
Nível 3: Trânsitos seguros pela Umbra, consagrar um item temporariamente.
Nível 4: Banir espíritos hostis, revelar verdades ocultas em sonhos.
Nível 5: Interromper maldições ancestrais, convocar o Totem diretamente, reverter a corrupção espiritual de um território.
Os rituais são poderosos, mas exigem preparação. Use-os como ferramentas dramáticas e momentos memoráveis — eles podem salvar uma matilha ou selar uma tragédia.
8. Fetiches: Objetos de Poder e Tradição
Fetiches são itens encantados com espíritos, carregando dons específicos que podem ser ativados durante o jogo. São representações materiais da fé, da história e da magia da raça. Fetiches podem ser armas, armaduras, adornos, instrumentos ou até mesmo partes do corpo tratadas como relíquias.
Espírito Encarcerado: que tipo de entidade habita o item?
Efeito: como o fetiche influencia o jogo.
Ativação: normalmente exige teste de Gnose ou gasto de ponto.
Exemplos por nível:
Nível 1: Máscara que oculta cheiro, colar que brilha diante da mentira.
Nível 2: Lâmina que causa dano agravado a espíritos, pulseira que permite sussurrar à distância.
Nível 3: Cajado que canaliza rituais com bônus, capa que protege contra fúria descontrolada.
Nível 4: Tambor que evoca visões, manto que oculta da Umbra.
Nível 5: Relicário que sela uma alma, arma viva que conversa com seu portador.
Fetiches criam uma camada tátil e simbólica na jornada do personagem. Eles representam conquistas, tradições e responsabilidades. Incentive que cada jogador desenvolva ao menos um com base em sua história.
9. Cultura e Organização Social
A cultura de uma raça metamórfica representa seu modo de vida, crenças, tradições e estrutura social. É o que transforma um grupo de indivíduos com poderes semelhantes em um povo coeso, com identidade e propósito.
Elementos-chave da Cultura:
Valores Fundamentais: Quais são os princípios sagrados dessa raça? Eles prezam pelo equilíbrio, pela ordem, pela liberdade ou pelo caos?
Tabus: Quais comportamentos são proibidos? O que seria considerado traição espiritual ou social?
Códigos de Conduta: Como lidam com inimigos, aliados, morte e punição?
Celebrações e Datas Sagradas: Existem rituais anuais, festas lunares, iniciações ou funerais específicos?
Organização Social:
A hierarquia dentro da raça deve refletir sua cultura. Alguns exemplos:
Teocracia Espiritual: onde os xamãs ou sacerdotes decidem o rumo da tribo.
Mérito de Sangue ou Espírito: onde a linhagem ou força espiritual define o posto.
Democracia Tribal: decisões coletivas guiadas por círculos ou conselhos.
Para iniciantes: Pense em como a cultura influencia os papéis sociais. Um impuro pode ser visto como sagrado ou amaldiçoado, dependendo da tradição. Um hominídeo pode ser discriminado por ter perdido o contato com os espíritos. Todos esses elementos enriquecem a interpretação dos personagens.
10. Regras Especiais e Vantagens Únicas
Algumas raças metamórficas possuem características que fogem do padrão Garou, seja por fisiologia, conexão espiritual, relação com a Umbra ou habilidades sobrenaturais únicas. Contudo, é essencial equilibrar essas vantagens com desafios equivalentes.
Tipos de Regras Especiais:
Transformações Alternativas: metamorfoses parciais, fusões com espíritos ou mudanças condicionais (ex: só durante eclipses).
Caminho Espiritual Diferenciado: acesso limitado a certas partes da Umbra ou afinidade com reinos únicos.
Fraquezas Inatas: vulnerabilidades que afetam apenas essa raça (ex: intolerância à prata mais forte, sensibilidade à luz, etc.)
Resistência ou Afinidade com poderes específicos: uma raça pode resistir naturalmente a corrupção espiritual ou ter bônus ao lidar com espíritos de determinado tipo.
Toda vantagem mecânica precisa de um custo narrativo ou técnico. Isso impede que uma raça se torne “overpower” e garante mais desafios e desenvolvimento dramático.
11. Relacionamentos com outras Raças e o Mundo
Nenhuma raça vive isolada. Sua criação deve considerar como ela interage com:
Garou: São aliados? Rivais? Ignoram-se mutuamente?
Espíritos: Há um tipo de espírito com o qual possuem afinidade ou inimizade?
Outros metamorfos (Bastet, Corax, Mokolé etc): Convivem, disputam territórios ou mantêm tratados secretos?
Humanidade: São protetores, predadores, observadores ou já se misturaram completamente?
Para iniciantes: Lembre-se de que conflitos e alianças enriquecem a trama. Uma raça que odeia os Garou pode, por motivos narrativos, precisar cooperar com eles em tempos de crise.
12. Integração com Crônicas e Narrativas
Criar uma raça metamórfica não é apenas construir fichas e poderes. Ela precisa de motivações, ganchos de história, mistérios e dilemas internos que possam ser utilizados em campanhas longas.
Dicas para integração:
Crie mistérios sobre sua origem: Isso permite ao Narrador desenvolver revelações e reviravoltas.
Adicione inimigos icônicos ou espíritos rivais: Para criar tensão contínua.
Estabeleça profecias ou missões sagradas: Que possam envolver outros metamorfos e impactar o mundo.
Elabore locais sagrados ou territórios-chave: Que sejam importantes para o equilíbrio da Umbra e do mundo físico.
Uma boa raça é aquela que inspira histórias. Não tenha medo de deixar perguntas sem resposta — elas se tornam convites para futuras campanhas.
Com esses elementos bem estruturados, sua raça metamórfica terá profundidade narrativa, equilíbrio mecânico e um lugar digno no vasto ecossistema do Mundo das Trevas.
Conclusão
Criar uma raça metamórfica é, acima de tudo, um exercício de imaginação responsável. Trata-se de equilibrar a criatividade com as regras do jogo, o espírito do cenário com a vontade de inovar. Uma boa criação deve ser funcional, divertida, respeitosa ao cânone e repleta de possibilidades narrativas.
Esperamos que este guia tenha oferecido não apenas um manual técnico, mas uma inspiração. O Mundo das Trevas é vivo, mutável, cheio de sombras e luzes. Ao adicionar uma nova raça a esse cosmos, você também adiciona uma nova voz à canção da Umbra.
Use esse poder com sabedoria. E que os espíritos o guiem.
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Além disso, o MRPG tem uma revista! Conheça e apoie pelo link: Revista Aetherica.
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No dia dia 7 de Julho, na Sala Adoniran Barbosa em São Paulo, aconteceu o World Cosplay Summit Brasil 2025. A final da classificatória brasileira que levava uma dupla brasileira de cosplayers para o World Cosplay Summit, o maior evento de cosplay do mundo, que vai acontecer no Japão.
O nível de produção esse ano estava insano!
Os preparativos para a final
A final estava marcada para começar às 15h do dia 7, porém ao chegar com antecedência, já se podia perceber o clima de preparação. Desde cedo, era visível a dedicação dos cosplayers que carregavam seus props com cuidado, enquanto muitos já ensaiavam suas performances horas antes da apresentação.
Sem dúvida, como apresentadoras, tivemos o privilégio de contar com a presença ilustre da cosplayer penta-campeã mundial, Slovakia. Desde o primeiro momento, ela conduziu todo o evento com impressionante leveza e diversão, ao mesmo tempo em que demonstrava uma enorme presença de palco.
Como jurados do evento, tivemos grandes nomes do cosplay e da produção de props para produções brasileiras e internacionais:
Da esquerda para a direita: Slovakia, Yuki, Leon Martins, Gabriel Niemitz e Rafael Assunção.
Industria e Economia Criativa no meio do Cosplay
Antes mesmo do evento principal começar com a apresentação dos cosplayers, tivemos um painel especial com os jurados discutindo sobre o cenário da economia criativa. Durante essa conversa, eles compartilharam valiosos insights sobre como ingressar nessa área promissora.
Um dos momentos mais marcantes foi quando todos os participantes começaram a relatar suas experiências pessoais. Primeiramente, cada um contou como deu seus primeiros passos na área, revelando os medos e dúvidas que enfrentaram no início. Em seguida, compartilharam como surgiram suas primeiras oportunidades de trabalho, mostrando os diferentes caminhos que os levaram aonde estão hoje em dia.
Através desses relatos inspiradores, ficou claro como a jornada na economia criativa pode ser transformadora, mesmo que cheia de obstáculos no começo.
Com um palco que participaram não apenas finalistas de cosplay mundial, como também profissionais da indústria, foi um privilégio poder ouvir de pessoas que já tem uma carreira na área o que os levou até lá, e também os problemas que eles passaram e, muitas vezes, ainda passam.
Cosplay e Cosmaker no Brasil, assim como o RPG e o Jogo de Tabuleiro, ainda são uma indústria nichada. Então, para se ter um local no cenário é necessário que você mostre muito bem o seu trabalho e que se é extremamente profissional nisto. Assim, pessoas que trabalharam com você vão poder te indicar para outros, e assim vai.
Os prêmios
Além do vencedor de 1º, 2º e 3º lugar de melhor performance, os finalistas também competiam nas seguintes categorias:
Melhor Prop. Melhor uso de itens cênicos, armas e equipamentos do cosplay.
Melhor Caracterização. Melhor maquiagem, peruca e representação visual dos personagens.
Melhor Play. Melhor apresentação dos cosplays.
Melhor Figurino (Cos). Melhor figurino, em questão de roupas e utensílios dos personagens.
Os finalistas
Abaixo vamos listar os finalistas e os prêmios que receberam, além de uma breve descrição de suas apresentações (com o link para o Canal SK com a apresentação de cada um).
Caso queira ver a entrega dos prêmios, clique aqui.
A dupla Avner e Gih interpretaram os personagens Asta e Yuno, do anime Black Clover. Em uma apresentação cheia do puro suco do shonen de porradinha. A dupla usou diversos props com luzes para representar as auras de poder dos personagens.
A dupla ficou em segundo lugar entre os cosplayers finalistas para o prêmio de Melhor Cosplay.
Os primeiros a se apresentar no evento, Drinko e Vivi fizeram uma apresentação baseada no anime Ranma 1/2. Em que interpretaram Ranma (em suas formas masculina e feminina) e Xian Pu, com coreografias de artes marciais com comédia, uma das maiores forças do anime.
Gio e Gabi fizeram a apresentação das personagens Maka Albern e Death the Kid, do anime Soul Eater. caçando uma bruxa e lidando com as consequências das magias dela.
A dupla ficou em terceiro lugar no evento entre os cosplayers.
A dupla fez uma apresentação do combate final entre All Mighty e seu rival, All for One no anime Boku no Hero Academia. Aonde ele tira suas últimas forças das palavras de sua mestra, Nana Shimura, para dar o golpe derradeiro no vilão.
A dupla representou uma luta entre os personagens Chun-Li e Ryu do jogo Street Fighter. Com direito a sons de vitória, efeitos especiais do jogo, falas adicionais durante a luta e uma representação do Satsui no Hado de Ryu.
A dupla representou um embate entre Link e sua contraparte Dark Link, da série de jogos The Legend of Zelda. A princípio, o que era apenas um combate entre o bem contra o mal, acaba recebendo um twist interessante.
A dupla representou a apresentação e introdução dos Lordes de Mãe Miranda pelo personagem Karl Heisenberg. Que então parte para enfrentá-la, em uma apresentação que teve um ótimo uso do fundo, dos props que levaram, com estaca saindo de Miranda e dos poderes dos dois personagens.
A dupla foi a grande vencedora do dia, vencendo como Melhor Figurino (Cos) e vai representar o Brasil no World Cosplay Summit, no Japão!
Foi uma representação de explodir a cabeça, realmente.
Ida ao Japão
Com entusiasmo, aguardamos o World Cosplay Summit 2025, que acontecerá nos dias 1, 2 e 3 de agosto. Enquanto o evento se aproxima, nós do Movimento RPG não poderíamos deixar de expressar nosso apoio. Por isso, desejamos toda a sorte aos talentosos Luís e Kelly, que terão a honra de nos representar nessa competição internacional. Sem dúvida, eles brilharão no palco global, mostrando todo o talento e dedicação que os trouxeram até essa importante conquista.
Assim, seja um Patrono do Movimento RPG e tenha benefícios exclusivos como participar de mesas especiais em One Shots, de grupos ultrassecretos e da Vila de MRPG.
Além disso, o MRPG tem uma revista! Conheça e apoie pelo link: Revista Aetherica.
Atenção, mestres e jogadores! Então, preparem-se, porque um novo sistema de RPG está chegando para revolucionar suas mesas com uma combinação inédita de simplicidade e adaptabilidade. Dito isso, apresentamos o Sistema 2/3/4, um RPG incrivelmente acessível que, em primeiro lugar, utiliza apenas um dado de seis faces (D6) e que, além disso, promete levar suas aventuras para absolutamente qualquer cenário que você possa imaginar! E o melhor de tudo, caso você não tenha um D6 físico em mãos, não se preocupe, pois um aplicativo simulador de dados em seu celular resolve perfeitamente a questão!
Quem irá trazer essa obra para nós será o Leandro Lisboa, apoia pela Bravura Jogos. E a melhor noticia de todas, no DOFF 2025 o valor do livro terá um preço super acessível, praticamente obrigatório adquirir o livro no evento.
Um Jogo Para Todos os Mundos e Estilos!
O Sistema 2/3/4 pensou na flexibilidade. Perfeito para jogar solo ou em grupo, sua estrutura leve permite adaptá-lo a qualquer cenário: desde as clássicas fantasias medievais com dragões e cavaleiros, passando por ninjas sombrios, caçadores urbanos de criaturas sobrenaturais, distopias cyberpunk e até mesmo emocionantes jornadas de exploração espacial!
O livro do jogo vem recheado de conteúdo, incluindo exemplos de antagonistas para inspirar seus desafios, e uma aventura completa ambientada no Brasil Colonial, com um toque de história real para uma imersão ainda maior!
Mecânicas Simples e Poderosas
Criação de Personagem Descomplicada: Distribua valores entre os atributos;
Rolagens Rápidas: Para resolver uma ação, relacione-a a um atributo, role 1D6;
Saúde e Morte no Limite: Fácil fácil de se resolver;
Dano e Proteção Diretos: O sistema de Dano e Proteção (DP) é dividido em Pequeno, Médio e Grande.
O Sistema 2/3/4 é seu novo palco para as mais diversas histórias. Os mundos estão prontos. É sua vez de fazer a história acontecer! Prepare seu D6 e mergulhe em um universo de infinitas possibilidades!
Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo PicPay, PIX ou também no Catarse.
Dessa forma, torne-se um Patrono do Movimento RPG e tenha benefícios exclusivos! Ou então, apoie nossa revista digital, a Aetherica através deste link!
E aí pessoal, tranquilos? Seguindo com mais uma Quimera de Aventuras sobre as expansões de Hearthstone (que é o jogo de cartas da Blizzard, ao estilo Magic, que utiliza como base o universo de Warcraft). Viagem à Cidade Submersa foi a primeira expansão do ano de 2022, o ano da Hidra.
Essa foi uma das melhores expansões, trazendo um pouco da história de como elfos se tornaram nagas. Assim, este novo tipo de lacaio ligado a feitiços é introduzido no jogo.
Um dos pontos fortes da expansão foram os Colossais. Lacaios que, de tão grandes, não cabem num único espaço de lacaio no tabuleiro e, quando apareciam em campo, seus tentáculos, caudas ou outras partes de seus corpos, precisavam ocupar espaços de outros lacaios no tabuleiro.
Quimera de Aventuras
A cidade perdida
Lendas antigas afirmam que uma antiga cidade mágica foi engolida pelas fortes ondas dos oceanos. Após uma árdua e demorada viagem, os aventureiros chegam ao local e descobrem que há uma cidade habitada magicamente protegida por um enorme bolsão de ar.
Porém, os poderosos arcanistas logo demonstram que não desejam visitantes…
Piranhas malditas
Um vila ribeirinha está sendo constantemente atacada por piranhas. Não são animais fortes, porém vários cardumes são motivo suficiente para acabar com o sossego e a comida de uma pequena vila.
Ao investigarem a situação, os aventureiros descobrem que estranhas criaturas aquáticas tentaculares estão por trás disso. O propósito delas é obscuro, mas parece estar ligado a alguma divindade esquecida nos abismos oceânicos.
Dragando os mares
Um grande embate naval ocorreu na costa do Império a não mais do que duas décadas. Entretanto, somente agora o local exato foi determinado e as explorações subnáuticas se iniciaram. Além de enfrentarem diversos monstros marinhos, a expedição precisará lidar com a pirata Presagancho e seu poderoso e gigantesco navio pronto para saquear os tesouros do fundo oceânico.
Sombra dos Colossais
Depois de perder alguém amado por algum dos personagens, o grupo descobre por meio de algum sábio ou pesquisador que o segredo para trazer algo de volta à vida está contida no corpo de seres abissais colossais. A descoberta revela que há 12 seres colossais, e o segredo pode estar em um, mas não em outro.
Os 12 seres representam determinados aspectos existentes na natureza:
Xhilag, um ser hibrido entre foca e lula: adaptação;
Colaque uma megatartaruga: proteção;
Hidralodonte, uma hidra gargantual: regeneração;
Gaia, um constructo minerador: escavação e tocas;
Leviatã, um grande e achatado bagre que vasculha os fundos oceânicos: descanso;
Beemonte, um réptil gigantesco que vive no escuro profundo e tem uma cauda luminescente: luz;
Siritoa, um caranguejo maior que uma montanha: ferocidade;
Glugg, um serpente com mais de 5 quilômetros de comprimento: crescimento;
Gigapina, um povo-peixe monstruoso: fome;
Nell, um dinossauro elasmosaurídeo do tamanho de 8 navios: navegação;
Ozumat, um polvo com quilômetros de comprimento: destruição;
Neptulon, o senhor dos mares e oceanos.
*Glugg e Neptulon foram lacaios importantes para minha primeira lenda (rank máximo) do jogo, portanto, cuidem bem deles.
*
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Neste conto, conhecemos a Condessa de Varsóvia, uma nobre envolta em beleza e silêncio, cuja maldição a condenou a inspirar fascínio e terror mesmo muito depois que seu coração parou de bater.
Condessa de Varsóvia
Sua pele já não exaltava a nitidez e vivacidade de outrora.
Havia sido escolhida em meio a tantas outras candidatas para um futuro incerto.
Quem vive ou quem morre passou a ser seu dom e maldição.
Passara a se esconder dos olhares curiosos de seus juízes e algozes para estar entre aqueles que considerava seus semelhantes, como num pacto silencioso de proteção.
Iniciou sua saga, digna de um livro de capa de couro ou anotações perdidas numa gaveta envelhecida.
Aos que lhe agradavam os olhos, o sorriso.
Aos que lhe ousavam contestar, seu rancor.
Resignada em seu altar de papel, inspirava coragem nos incautos.
Da montanha que abrigava seu castelo de porcelana, uma realidade.
Por fora, o brilho que refletia os raios solares.
Por dentro, argila retorcida.
Quem observava se encantava: que senhora exemplar.
Aos que profundamente puderam olhar, como se num relance, um monstro ardil.
A nobre não deseja nada além do seu sangue.
Ela anseia por apreciar seu desmonte enquanto se deleita segurando uma taça de cristal.
Até quando sua imagem não se refletirá no espelho dos demais?
Ela prega estar viva.
Mas há muito seu coração parou de bater.
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