Cajado de Tiamat para Old Dragon

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O Cajado de Tiamat, criação de um mago devoto da deusa dos dragões, só pode ser invocado por alguém que esteja portando os cinco Aneis Cromáticos na mesma mão (clique aqui para conhecer os Aneis Cromáticos). Ao ter os cinco Aneis reunidos, o portador deve escolher apenas dois deles para terem seus efeitos ativos. Ao reunir os Aneis, deve-se gritar “TIAMAT”, então o cajado aparecerá na frente de quem o invocou. Apenas alguém que porte os cinco Aneis poderá utilizar os poderes do cajado. (Acho que não é preciso dizer que é necessário ser um conjurador arcano para usar tudo isso.) Há também a restrição de estar pelo menos no nível 5. Caso tire pelo menos um dos Aneis da mão, o cajado desaparece e só poderá ser invocado dentro de uma semana.

Os poderes

Cajado Cromático: o Cajado em si funciona como um cajado +3, com a propriedade congelante, ou flamejante, ou elétrico. No momento do ataque o usuário escolhe um dos três efeitos. Cada propriedade adiciona +1d8 de dano (+1d12 em caso de crítico) baseado no elemento escolhido.

Sopro do Dragão: duas vezes por dia, o usuário pode lançar um sopro que causa 3d6 de dano (JP Des reduz à metade). O sopro pode ser uma linha de eletricidade ou ácido, ou um cone de gelo ou fogo.

Escamas do Dragão: enquanto estiver empunhando o cajado, o portador tem sua pele recoberta por escamas das cores dos dragões do artefato, ganhando assim RD5/-.

Invocar Dragão: uma vez por dia o usuário do cajado pode invocar um dragão. A idade do dragão varia conforme o nível do personagem:

Nível Idade
5-11 Filhote
12-17 Jovem
18-20 Imaturo

Rajada Cromática: uma vez por dia o usuário do cajado pode lançar a magia Rajada Cromática, descrita no artigo original. Clique aqui para saber o funcionamento desta magia!

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Premiação Ludopedia – RPG do Ano

A Ludopedia premeia desde 2015.  Atualmente é uma das principais divulgadoras de jogos de tabuleiro. Esse hobby vem crescendo muito nos últimos anos entre o público de todas as idades. Além disso são várias opções de estilos e valores, que conquistaram nichos diferentes.

RPG no Prêmio Ludopedia

Junto com jogos de tabuleiro a também expansão do nosso RPG. Aparecendo em alguns filmes e séries inspirou nos espectadores dessas mídias a curiosidade sobre essa modalidade. Que todavia também não deixa de ser um jogo de tabuleiro.

Nesse sentido, neste ano a Ludopedia inaugurou as categorias RPG do Ano e RPG do Ano Designer Nacional. Portantosta categoria é dirigida ao publico de role-playing game, no qual as histórias, campanhas e sistemas são guiadas por um mestre/livro através de regras já determinadas.

A Ludopedia nos informou que diferente dos indicados em outras categorias, os jogos de RPG selecionados para votação popular no próprio site da Ludopedia não são indicados por jurados, a votação é exclusivamente feita pelo público.

Os Premiados

Sendo assim os grandes premiados desse ano são Dungeons & Dragons (5º edição): Livro do Jogador para o prêmio principal de RPG do Ano. Lançado pela Galápagos Games foi um grande sucesso. Além disso  o sistema foi reformulado em várias regras e se tornou mais atrativo para iniciantes, provando mais uma vez que o clássico D&D tem valor mesmo repaginado.

Em seguida, na segunda categoria RPG do Ano Designer Nacional a premiada foi a Devir Brasil. Com o livro A Bandeira do Elefante e da Arara: Livro de Interpretação de Papéis (Edição Expandida). Com um sistema único e um cenário que combina a história do Brasil e seres do nosso folclore.  Pode ser muito bem aproveitado no ambiente escolar devido a suas características didáticas e mundo de fantasia.

Após esse conheceremos o suplemento ganhardor Chamado de Cthulhu (7º edição) – Guia do Investigador lançado pela editora New Order, e também Old Dragon: Legião lançado pela Buró Editora.

Parabéns aos premiados pelo trabalho desenvolvido e parabéns a Ludopedia por proporcionar visibilidade aos jogos. Seja com Títulos premiados ou não o importante é a diversão com pessoas queridas.

Para conhecer as outras categorias do Premio Ludopedia 2019, clique aqui.

Adaptação do Chocobo para Old Dragon

Este artigo foi publicado originalmente no blog Uma Taverna Qualquer. Assim, para acessar o conteúdo original, clique aqui. Abaixo, veja a adaptação do Chocobo, a adorável e icônica ave de Final Fantasy, para Old Dragon!

O Chocobo

Segundo o Qwerti Wiki, o Chocobo (japonês : チョコボ Hepburn: Chokoboé uma espécie aviária da ficção Final Fantasy, série de videogames feita pela Square e Square Enix (desde 1988). O Chocobo é geralmente uma ave que não voa, apesar de certas raças altamente especializadas em alguns títulos manterem a capacidade de voar. Ele tem uma semelhança com casuariiformes e ratites, capazes de serem montados e utilizados de outro modo por personagens durante o jogo. Chocobos apareceram pela primeira vez em Final Fantasy II, assim têm sido destaque em quase todos os subsequentes jogos de Final Fantasy, bem como fizeram participações em vários outros jogos.

Adaptação para sistema Old Dragon

Chocobo
(Médio e Neutro | Floresta)
Encontros: 1d8
Prêmio: 75 XP
Movimento: 15 m
Moral: 8
FOR 14 | DES 17 | CON 14
INT 2 | SAB 10 | CAR 6
CA: 15
JP: 16
DV: 2 (14/20)
Ataques:
– 1 Bico +4 (1d6+2)

Características

O chocobo é uma ave de penas amarelas, do tamanho de um avestruz. Nativo de florestas, chocobos podem ser criados em cativeiro (principalmente os amarelos), e se adaptam com facilidade a locais tropicais ou de clima ameno.
Contudo, em estado selvagem são extremamente ariscos, geralmente usando toda sua agilidade para fugir de qualquer encrenca, se separando do bando e evitando o combate. Assim, o bando se reagrupa novamente após a dispersão do perigo.
Chocobos criados em cativeiro apresentam comportamento parecido com calopsitas, e se apegam facilmente aos humanos. Podem ser utilizados como montaria para uma pessoa (ou 2 criaturas de tamanho Pequeno, como os halflings). Alguns tornam-se extremamente competitivos, por isso em algumas regiões as corridas de chocobos são tão populares.
Existem alguns relatos de variações da ave, porém, são raríssimas e praticamente impossíveis de domesticar. Por exemplo, um famoso caso é o chocobo negro, capaz de voar e só vive nas florestas mais densas. Devido aos poucos registros dessas criaturas, não se sabe se é uma espécie própria ou uma “anomalia” do chocobo comum.
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