Starfinder 2e – Notícia do espaço!

Notícia das bordas do espaço, Starfinder 2e está para ser lançado oficialmente pela Paizo!

Nada de adaptações feitas por jogadores para jogadores, estamos falando da coisa real.

Soldier

Você confere abaixo algumas novidades vindas diretamente do site da Paizo e ao fim do post, o link para o primeiro field test do jogo.

Para você que não sabe, Starfinder é um jogo de RPG com foco em aventura e exploração espacial, onde os jogadores escolhem entre diversas raças e classes específicas do cenário.

Ele foi lançado pela Paizo e trazido para o Brasil pela New Order Editora através de um financiamento coletivo muito bem sucedido.

Contudo, sem mais demoras, vamos as novidades!

Starfinder 2e

Muito pouco se sabe sobre o livro em si, mas o field test nos revela alguns detalhes.

O sistema será o mesmo de Pathfinder 2e, o que é uma novidade, por que a primeira edição de Starfinder não trazia as mesmas regras da primeira edição de Pathfinder.

Starfinder 1e trazia uma mistura de regras próprias com regras do sistema d20 e conceitos de Pathfinder, tentando deixar a criação de personagem mais única possível.

Se você não sabe mesmo do que eu estou falando, segue uns links abaixo para clarear a sua mente sobre Starfinder!

Resenha do livro | Mundos do Pacto

Criação de personagemIdeias de aventura

Além disso, confere a nossa campanha de Starfinder, Abdução, que rolou na Twitch do MRPG e agora está no Youtube, segue o link.

Starfinder – Abdução

O que a Paizo comunicou?

Mystic

A meu ver, além da data esperada para o lançamento do playtest, a notícia mais importante é que Starfinder 2ª Edição será completamente compatível com as regras de Pathfinder 2e.

Além disso, ele será compatível também com os planos futuros da Paizo para o universo Pathfinder/Starfinder.

Dessa forma, todos personagens criados em ambos os sistemas poderão ser incorporados dentro do outro. Por exemplo, personagens de Pathfinder 2e poderão ser utilizados, sem alterar o processo feito de criação de personagens, em Starfinder 2e.

Claro, primeiramente converse com seu narrador e veja como adaptar um personagem de fantasia medial, para o ambiente futurista.

Envoy

O lançamento oficial do playtest está programado para agosto de 2024.

Assim, só após agosto para sabermos quando o livro oficial sairá.

Porque field test e não um playtest?

A Paizo explica que o playtest está sendo desenvolvido, porém para dar o ar de “por trás das cortinas” a editora está liberando o primeiro field test, que nada mais é do que o desenvolvimento de uma das classes do sistema.

A primeira classe que a Paizo liberou é a do Soldier (Soldado).

Sua especialização é em “tankar” danos, além de utilizar armas de efeito em área. O field test conta com algumas áreas de foco e diferentes areas de importância, como defesa, ofensiva à distância e um pouco de combate corpo a corpo.

Solarian

O icônico soldado vesk Obozaya retorna em toda sua glória!

A classe Soldier é uma das quatro classes que estarão no playtest, as outras serão Mystic, Envoy e Solarian.

Agora é aguardar quaisquer outros field tests que a Paizo publique e ficar ansioso até agosto de 2024 para poder curtir o playtest.

Por fim

Mas e aí?

Ficou interessado em Starfinder 2e?

Vamos acompanhar de perto esse lançamento e o playtest, para trazermos mais novidades!

Até lá, que tal curtir o Starfinder em português que está a venda pela New Order Editora? E para melhorar ainda a experiência, tem o suplemento Mundos do Pacto!

Como prometido, segue o link do field test para você dar uma olhada no Obazaya!

Field Test Starfinder 2e


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Revista Aetherica

OGL 1.1 – Bafão das Grandes Corporações de RPG

Primeiramente, e para acalmar os ânimos, o a OGL 1.1 não vai acabar com o RPG. Após dito isso, a OGL 1.1 é só um rascunho, por enquanto, mas é só um rascunho! Toda a polêmica bombástica foi baseada em uma publicação feita por Linda Codega, afirmando que supostamente havia recebido um documento oficial da Wizards Of The Coast com um novo pacote de politicas sobre a OGL 1.0 criada em 2000. A  partir disso, muito se disse, muito se criou em cima de poucos fatos.

OGL 1.0

Acreditando que não cabe aqui termos técnicos, cláusulas e sessões de um contrato escrito há 23 anos, porém sendo cabível a discussão que a WotC não agiu apenas sob caridade criando a dita licença, concordamos que na época foi uma saída muito inteligente para produzir, publicar e lançar material sobre D&D. É certo que a empresa não lucrava com isso, no entanto também não tinha prejuízos, e isso no cenário editorial é um lucro e tanto!

Lembre-se, embora muitas empresas hajam de forma responsável socialmente, nenhuma delas é “boazinha”!

Wizards Of The Coast

Peter Adkison fundou a empresa em 1990, sua linha de jogos é bem conhecida, e seus cardgames mais ainda. Tendo a propriedade do principal  –  Magic: The Gathering – que foi responsável pelos primeiros grandes lucros e fracassos da empresa. Em 1997 a WotC comprou a TSR, criadora original de Dungeons & Dragons. E em 1999 a Hasbro, uma grande empresa de brinquedos e jogos eletrônicos, se tornou dona da WotC. Em seguida já sabemos o que vem.

OGL 1.1 e ORC

Desde a primeira nota lançada sobre a OGL1.1, muitas dúvidas surgiram sobre tudo que estava escrito no documento supostamente vazado. Alguns criadores de produtos compatíveis com D&D se viram em uma situação complicadíssima, criadores de conteúdo também, pois sob o novo regime da licença, até mesmo vídeos monetizados com material de D&D estariam infringindo a OGL 1.1.

Em meio ao turbilhão de informações ainda incertas, já que a WofC não havia se pronunciado. A Paizo, uma das empresas mais beneficiadas pela OGL 1.0. Pois Pathfinder, mesmo que hoje não necessite tanto da licença, bebeu muita da fonte, propôs a Open RPG Creative License (ORC). Sendo está amplamente absorvida pela comunidade de rpgistas. Eles inclusive levantaram a #OpenGame, e algumas cartas abertas foram enviadas para a WotC. Por sua vez, a mesma se pronunciou no dia seguinte com os dizeres “…nós rolamos um 1…”. Além de especificar os motivos da criação da nova licença, que são eles:

  • Prevenir que o conteúdo de D&D fosse utilizado em produtos com discurso de ódio e discriminatórios;
  •  Se dirigir àqueles que tentam usar D&D em produtos digitais, jogos blockchain e NFTs, deixando claro que o conteúdo OGL é limitado a produtos relacionados a RPG de mesa;
  • E terceiro, nós queríamos garantir que a OGL era direcionada aos criadores de conteúdo, aos que fazem regras caseiras, ao desenvolvedor aspirante, aos jogadores, e à comunidade – e não para que grandes corporações usem a licença para seus próprios propósitos comerciais e promocionais.

Completando com as falas:

Por isso que os primeiros rascunhos da nova OGL incluíram as cláusulas que estavam lá. O rascunho foi entregue aos criadores e às editoras para que seus comentários fossem considerados antes que qualquer versão fosse finalizada

Esclarecimentos

Esse artigo não visa defender nenhum lado, mas é compressível que a WotC queira proteger o seu patrimônio intelectual, considerando ainda as grandes novidades associadas ao D&D como o D&D Beyond – Uma Nova Forma de Jogar, One D&D – Uma Edição para a Todas Governar e D&D Honra Entre Rebeldes. A empresa comprometeu-se a revisar e melhorar a OGL 1.1 tornando-a mais inclusiva:

“Nosso plano sempre foi o de solicitar a contribuição da nossa comunidade antes de atualizar a OGL; os rascunhos que vocês viram estavam tentando fazer exatamente isso. Queremos sempre encantar os fãs e criar experiências em conjunto e que todos adorem. Percebemos que não fizemos isso desta vez e lamentamos por isso. Nosso objetivo era obter exatamente o tipo de feedback sobre quais cláusulas funcionaram e quais não – o que finalmente recebemos de vocês.

Qualquer mudança tão importante só poderia ter sido bem feita se estivéssemos dispostos a receber esse feedback, não importa como ele foi fornecido – e nós estamos. Obrigado por se importar o suficiente para nos informar o que funciona e o que não funciona, o que você precisa e o que o assusta. Sem saber disso, não podemos fazer a nossa parte para que a nova OGL corresponda aos nossos princípios. Por fim, gostaríamos de ter a chance de corrigir isso.”

Por outro lado, deixaram claro de a OGL 1.1 realmente vai existir, e que mudanças ocorrerão. Mas por enquanto tudo que está no documento não tem validade nenhuma, muita coisa ainda será revista. Principalmente por que devemos nos atentar que as leis mudam de país para país e isso deve ser adaptado na nova licença. Acreditamos que levarão tempo para a finalização da mesma.  E mesmo quando chegar, com certeza não matará o RPG e muito menos as produções e criações de ninguém.

Comunicação Errônea

Infelizmente a comunidade Nerd e Geek não está imune de Click Baits e nem Fake News! Cabe a cada um sempre ir atrás de mais de uma fonte de informação, além de preferencialmente ir direto na fonte!


O Movimento RPG agora tem uma super novidade. Temos nosso próprio clube do livro, A Ordem da Quimera (acesse por esse link), nesse mês estamos com o livro No Rastro dos Corações do autor Wallace Oliveira. Para participar é muito fácil, acesse o link anterior e lá entre em contado direto com a Lorde Isabel Comarella (Bell Comarella#0272). Aproveite e faça parte nosso servidor no Discord.
No Rastro dos Corações

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OGL 1.1 – Bafão das Grandes Corporações de RPG

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