Lançado enquanto Akira Toriyama ainda estava entre nós. Dragon Ball Super: Broly pode ser considerado como um remake do filme Dragon Ball Z: Broly – O Lendário Super Sayajin.
Até porque a premissa é praticamente a mesma: um filho e pai sobreviventes do genocídio de Freeza. Então eles aparecem e se opõem aos Guerreiros Z, que precisam enfrentar Broly: um prodígio entre os Sayajin que acaba despertando seu poder total.
Sobre o Filme (Pode conter spoilers!)
Dragon Ball Super: Broly não tenta ser muito complexo, o filme dá a origem do antagonista até que rápido e não demora muito para levar para o ápice e foco do filme: as batalhas.
A batalha de Goku e Vegeta contra Broly toma boa parte do filme (que já é curto, com suas 01h40). E é o ápice mesmo, muito bem coreografada e dá para notar a diferença entre os guerreiros Z e o Broly ficando mais fina a cada trocação de murro.
Não tem muito a falar sobre o filme. É um filme direto, que sabe para o que foi feito e executa muito bem, assista para ter um bom tempo vendo o que Dragon Ball tem de melhor; cenas de batalha.
Cenários e Sistemas
Uma mesa inspirada no filme também pode ser tão simples e direta quanto o filme. Existe uma ameaça ou promessa de ameaça que os personagens precisam enfrentar.
Sistemas que podem abraçar isso são sistemas de Super-Heróis, baseados em animes ou Alta Fantasia. Boa parte dos baseados em d20 (Pathfinder, D&D, T20, etc…), Feitiços & Maldições, 3DeT Victory, Anime 5e e Masks, Mutantes & Malfeitores, etc…
Não precisa ser, necessariamente, o próprio Broly, mas uma ameaça que durante o combate fica mais forte já seria interessante, crie um personagem próprio ou faça inspirado no próprio, faça uma ficha desafiadora e divirta-se!
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E aí pessoal, tranquilos? Estamos quase finalizando as Quimera de Aventuras baseadas nas expansões de Hearthstone (jogo de cartas da Blizzard no universo de Warcraft). Portanto, esta será o ultimo quimera de modo contínuo sobre Hearthstone.
Esta expansão traz a temática de viagem no tempo e suas possíveis ramificações (multiverso). Há muito dragões, especialmente os da revoada de bronze e suas hipotéticas contrapartes malignas e muitos heróis de Warcraft aparecem reimaginados e acompanhados de armas, artefatos ou companheiros.
Quimera de Aventuras
Morto-vivos vivos
Uma magia de teleporte dá errado e acaba mexendo com o tempo. Desta forma, poderosos magos e clérigos do passado ressurgem e, mesmo os que eram bondosos em vida, precisam ser detidos pela confusão causada por seu repentino aparecimento pós morte.
Aqui é interessante colocar um antigo mentor ou um ascendente dos personagens. Entretanto, o último desafio é um lich que ressuscita toda vez que for vencido. Porém, a cada vez ele fica um pouco mais fraco (seja com 10% menos vida, habilidades ou até nível de desafio, tudo dependendo do sistema usado).
Ao finalmente vencê-lo, não haverá grandes recompensas, apenas mortos-vivos deixaram de destruição e vidas ceifadas.
A Fruta Infinita
Sempre houve uma lenda sobre a existência de uma fruta (geralmente uma banana) que se refazia toda vez que era completamente comida. A fruta estaria em posso de um grande gorila senciente no coração de densas florestas tropicais.
Agora, porém, a fome se abateu sobre os principais reinos humanos e seus aliados e um grupo de caçadores e aventureiros experientes é contratado para localizarem a mítica banana.
A morte do príncipe
O herdeiro élfico foi morto pelo rei anão após uma situação trágica. Os anões e os aliados humanos afirmam que o príncipe élfico havia enlouquecido ou se corrompido e havia matado muitas pessoas em seu caminho. Entretanto, os elfos parecem não se importarem com essa versão dos fatos e desejam vingança contra os anões e todos que estiverem em seu caminho.
As linhas convergem
Um grande vilão torceu e corrompeu a trama mágica que permeia o universo e criou desdobramentos exóticos e perigosos num mundo já em cacos.
Por conta disso, os acontecimentos levam os heróis a lidarem com diversas versões suas e de conhecidos, findando numa batalha épica digna de Crise de Infinitas Terras onde apenas uma única versão de cada um poderá existir…
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Se você me acompanha pela PSN, sabe que a franquia Assassin’s Creed é uma das minhas “caçadas” favoritas. Mas para além da platina e dos saltos de fé, o que sempre me fascinou na saga da Ubisoft foi o choque entre a ordem absoluta e a liberdade caótica. Desde 2007, fomos apresentados a uma guerra milenar entre Templários e Assassinos que atravessa a história da humanidade, desde a Renascença de Ezio Auditore até o Valhalla nórdico, sempre vigiados pela sombra tecnológica da Abstergo e dos ancestrais Isu.
A franquia Assassin’s Creed sempre foi, para mim, uma espécie de “RPG de mesa automatizado”. Se pararmos para analisar friamente, o conceito do Animus — a máquina que permite acessar memórias genéticas — é a metalinguagem perfeita para o nosso hobby. No RPG, sentamos à mesa para interpretar um personagem em um cenário distante; no game, Desmond Miles deita-se em uma maca para “interpretar” seus ancestrais. É uma camada de narrativa sobre narrativa que toca em temas caros à filosofia, como o determinismo e a memória.
A ligação com o RPG tornou-se explícita nos títulos mais recentes (Origins, Odyssey, Valhalla), com sistemas de níveis e escolhas de diálogo, mas o DNA de “Roleplay” (interpretação de papel) sempre esteve lá, mesmo quando éramos apenas uma lâmina oculta na multidão.
Contudo, para esta Quimera, eu quero voltar às origens. Quero falar de 1191, da Terceira Cruzada e de um homem chamado Altaïr Ibn-La’Ahad. Vamos deixar de lado os mapas imensos dos RPGs de ação modernos da série e focar na pureza do primeiro jogo: o isolamento de Masyaf, o peso da falha e a busca pela redenção através da investigação.
Assassin’s Creed – O Game
O primeiro jogo nos apresentou a Altaïr Ibn-La’Ahad em 1191, durante a Terceira Cruzada. Diferente dos protagonistas posteriores, Altaïr começa o jogo no auge de sua arrogância, falhando em uma missão vital e sendo rebaixado ao nível de aprendiz. A jornada de Altaïr é de redenção e, acima de tudo, de questionamento filosófico sobre o seu mestre, Al Mualim.
Lançado com enorme expectativa, o primeiro Assassin’s Creed foi um fenômeno. Vendeu mais de 8 milhões de cópias em pouco tempo, estabelecendo um novo padrão para jogos de mundo aberto e movimentação (parkour). Embora hoje alguns o achem repetitivo, seu impacto foi sísmico: ele provou que o público queria narrativas históricas sérias, densas e com um toque de ficção científica teórica.
O Credo dos Assassinos: A Filosofia da Liberdade
O “Credo” não é apenas um conjunto de regras de assassinato; é uma provocação ética. Ele se baseia em três dogmas fundamentais que podem ser usados como bússola moral em qualquer mesa de RPG:
Afastar a lâmina do inocente: A ética do guerreiro. Se matamos sem propósito ou matamos inocentes, nos tornamos o que combatemos.
Esconder-se à plena vista: A camuflagem social. Não é sobre ser invisível, é sobre ser “comum”. No RPG, isso incentiva o uso de disfarces e atuação em vez de apenas testes de furtividade.
Nunca comprometer a Irmandade: O coletivo acima do indivíduo.
A máxima “Nada é verdadeiro, tudo é permitido” é o ponto onde eu, como filósofo, mais me demoro. Ela não diz que você pode fazer qualquer coisa, mas que as bases da nossa realidade (leis, religiões, verdades) são construções sociais. Se nada é “verdade absoluta”, então você é o único responsável pelas consequências do que permite a si mesmo fazer. É o existencialismo puro aplicado à lâmina.
A Jornada de Altaïr: A Queda, o Purgatório e a Ascensão
Para entendermos por que Altaïr é o pilar de toda a franquia, precisamos olhar para a sua transformação. No RPG, adoramos personagens que começam “nível 1”, mas Altaïr é um caso raro onde o personagem começa no “nível 20” e é forçado a voltar ao início. Como filósofo, vejo isso como um exercício de Kenosis — o esvaziamento de si mesmo para se tornar algo novo.
O Pecado da Arrogância (O Início)
Em 1191, Altaïr Ibn-La’Ahad era o prodígio da Ordem. Ele era rápido, letal e, acima de tudo, arrogante. No incidente no Templo de Salomão, ele quebra os três dogmas do Credo em uma única tarde: mata um inocente, compromete a Irmandade com sua imprudência e falha em manter a discrição. Ele acreditava que ser um Mestre Assassino o colocava acima das leis.
Na minha análise, esse é o erro clássico do “Jogador Combeiro” que esquece a interpretação: ele foca no poder e esquece o propósito. A punição de Al Mualim — uma adaga no ventre e o rebaixamento ao status de novato — não foi apenas punitiva, foi pedagógica.
O Purgatório das Nove Vítimas (A Queda)
Despojado de suas armas e de sua dignidade, Altaïr é enviado para caçar nove alvos. Esta fase é o que chamo de “O Purgatório de Altaïr”. Cada assassinato não era apenas uma eliminação física, mas um diálogo existencial.
Através das conversas no “Espaço Branco”, Altaïr começa a perceber que seus alvos, por mais cruéis que fossem, tinham uma lógica. Ele deixa de ser um executor cego para se tornar um investigador da alma humana. Ele começa a entender que a linha entre “Ordem” e “Caos” é tênue. Para o RPG, essa é a fase de evolução de personagem mais rica: quando o herói começa a questionar a própria moralidade do “Mestre de Jogo” (neste caso, Al Mualim).
A Verdade e a Ascensão (O Mestre dos Mestres)
O clímax da jornada de Altaïr ocorre quando ele descobre que seu mentor, Al Mualim, usava a Maçã do Éden para escravizar mentes em nome da “paz”. Ao confrontar e derrotar seu próprio “pai” espiritual, Altaïr atinge a iluminação. Ele compreende que o Credo não é uma permissão para matar, mas uma responsabilidade terrível de proteger a liberdade.
Ele não apenas recupera seu posto, mas o transcende. Como Grão-Mestre, Altaïr escreveu o Códice — um documento que revolucionou a Ordem. Ele permitiu que os assassinos tivessem famílias, estudassem ciência e medicina (um toque de PICS e massoterapia aqui!), e mudassem a tática de castelos isolados para a infiltração nas cidades.
O Legado Filosófico
Altaïr passou o resto de sua vida (que durou mais de 90 anos) estudando a Maçã. Ele não buscou o poder do artefato, mas o conhecimento. Ele transformou uma seita de fanáticos em uma irmandade de intelectuais e protetores. Quando olhamos para Altaïr em Assassin’s Creed: Revelations, vemos um homem que se tornou a própria personificação da Sabedoria.
Para a sua mesa de RPG, a jornada de Altaïr é o exemplo perfeito de como transformar um personagem unidimensional e “poderoso” em uma lenda complexa e sábia. Ele nos ensina que o verdadeiro “Salto de Fé” não é pular de uma torre, mas ter a coragem de questionar tudo o que nos foi ensinado como verdade.
Quimera de Aventuras
Nesta sessão a obra entra na Quimera e colocamos algumas ideias de uso para aventuras de RPG. Entretanto fique ciente que para isto, teremos que dar alguns spoilers da obra. Leia por sua conta e risco.
Para esta Quimera, pensei em duas linhas diferentes: uma abordando os aspectos Narrativos para a mesa, e outra focada nos aspectos Mecânicos que podem ser introduzidos.
Mecânicas de Altaïr para o seu RPG
Para esta Quimera, selecionei três mecânicas fundamentais do primeiro jogo que podem ser adaptadas para qualquer sistema:
1. O Ritual da Investigação (O “Legwork”)
No primeiro AC, Altaïr não podia simplesmente invadir um palácio. Ele precisava de informações. No RPG, muitas vezes falhamos ao tornar a investigação algo passivo (apenas um teste de ‘Sentir Motivação’ ou ‘Investigar’).
Na Mesa: Divida o objetivo principal em “Informações Essenciais”. Os jogadores precisam realizar micro-missões: roubar o mapa das patrulhas, interrogar um informante ou escutar uma conversa em um banco de praça.
Bonificação: Para cada informação obtida, conceda um bônus numérico na cena final ou permita que os jogadores “editem” a cena (ex: “Como eu roubei a chave ontem, a porta lateral está aberta agora”).
2. Stealth Social: A Camuflagem da Identidade
Muitos sistemas focam em “Furtividade” como ficar invisível nas sombras. Altaïr ensinou que a melhor sombra é a multidão.
Na Mesa: Crie regras para “Esconder-se à Plena Vista”. Isso envolve testes de Enganação ou Atuação combinados com o ambiente. Estar entre monges, mercadores ou mendigos exige comportamentos específicos. Se um jogador de Vampiro tenta manter a Máscara em um clube lotado, ele não está se escondendo fisicamente, mas socialmente. A falha não é ser “visto”, mas ser “notado” como algo fora do padrão.
3. O Confessionário Branco: O Pós-Combate Dialético
Após o golpe fatal em um alvo principal, o jogo entra em um espaço metafísico onde o vilão explica seus motivos.
Na Mesa: Use esse recurso para dar profundidade aos antagonistas. Não deixe o “vilão da semana” morrer sem antes questionar os heróis. Use o background de filósofo aqui: o Templário pode argumentar que o “caos” que os heróis defendem trará fome e guerra, enquanto sua “ordem” traria comida para todos. Deixe os jogadores com o gosto metálico da dúvida na boca.
Transmutando Altaïr para o RPG
Não precisamos de regras complexas de parkour, mas de estrutura narrativa. Aqui estão os três pilares que você pode usar para dar um ar de Assassin’s Creed para sua mesa:
1. A Investigação como Ritual (Mecânica e Narrativa)
No RPG, muitas vezes o mestre diz: “Você encontrou o alvo, role iniciativa”. No primeiro AC, o foco era o preparo.
Dica de Mesa: Crie uma fase de “Coleta de Informações” onde os jogadores precisam realizar pequenas missões (roubo de documentos, escuta, interrogatório) para ganhar bônus reais no combate final. Se eles souberem que o alvo tem uma fraqueza no ombro esquerdo ou que ele sempre fica sozinho às 15h, a cena da morte se torna uma recompensa intelectual, não apenas um teste de dados.
2. O Stealth Social (O Esconderijo na Multidão)
Esqueça o “ficar invisível”. A grande lição de Altaïr é se misturar.
Aplicação: Em sistemas como Vampiro: A Máscara ou Tormenta20, incentive o uso de disfarces e comportamento social. Use a multidão como um terreno. Em vez de testes de Destreza, use Carisma ou Enganação para “sumir à plena vista”. Como filósofo, vejo isso como a “camuflagem da identidade” – quem você finge ser para realizar o que precisa?
3. O Confessionário de Branco (O Dilema Ético)
Esta é a minha parte favorita. Após cada assassinato, Altaïr tem um diálogo metafísico com sua vítima em um espaço branco e vazio. Ali, o vilão justifica seus atos. O Templário não era “mau” por ser mau; ele acreditava que a ordem absoluta salvaria o mundo.
Ponto Filosófico na Mesa: Não deixe seus vilões morrerem em silêncio. Dê a eles o direito de uma última fala que faça os jogadores questionarem: “Será que eu fiz a coisa certa?”. Use o existencialismo: se “nada é verdadeiro e tudo é permitido”, a responsabilidade de matar cai inteiramente sobre os ombros do personagem.
Considerações Finais
O primeiro Assassin’s Creed é sobre a queda e a ascensão de um homem que aprendeu que dogmas são perigosos, mesmo os da própria irmandade. O Jogo nos ensina que somos a soma de nossas memórias e as escolhas que fazemos com elas. Ao narrar uma aventura inspirada em Altaïr, você não está apenas narrando um jogo de “matar alvos”, mas uma jornada sobre humildade, investigação e o peso da liberdade. Você está convidando seus jogadores para uma dança entre a precisão técnica e a crise de consciência.
E lembre-se: quando a lâmina sai da bainha, a história já foi escrita. O RPG é o que fazemos no intervalo entre o planejamento e o golpe final. No final da sessão, pergunte aos seus jogadores se a paz que eles trouxeram com o sangue valeu o preço da vida tirada.
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E aí pessoal, tranquilos? Estamos quase finalizando as Quimera de Aventuras baseadas nas expansões de Hearthstone (jogo de cartas da Blizzard no universo de Warcraft). Desta vez falaremos sobre a expansão de A Cidade Perdida de Un Goro; a segunda expansão deste ano e que trouxe de volta as missões para o jogo.
Missões são feitiços que se pode jogar no início da partida e são inspiradas em aventuras e campanhas de RPG (bem ao estilo do Warcraft 3 e WOW). Onde se deve fazer certas coisas, como jogar um certo tipo de carta algumas vezes, para se obter uma recompensa, como se fosse um loot.
Embora haja muitas cartas interessantes, buscarei focar nas missões do jogo e criar ideias de aventuras com elas. Inclusive as misturando, se necessário.
Quimera de Aventuras
O Terror Morto-vivo
Numa exploração pelas florestas distantes do continente atrás de um artefato, o grupo se depara com uma grande clareira. Neste vazio, onde as plantas não florescem, há várias ossadas de muitos animais, principalmente grandes dinossauros. Uma energia lúgubre permeia o local com uma névoa que resiste ao sol inclemente.
Antes que o grupo reaja ou mesmo saia da clareira, a névoa dança pelos ossos, reanimando-os. Agora cabe ao grupo enfrentar ou fugir de dezenas de dinossauros e outros animais mortos-vivos. Porém, ao contrário de mortos-vivos normais, que perdem intelecto, estes mantém suas capacidades mentais de quando eram vivos (o que seria muito perigoso se houver um dragão morto em meio a tantos ossos).
Os ossos e restos das criaturas que forem vencidas continuam alimentando o surgimento de outras criaturas, mesmo que distantes da clareira. A luta parece não ter fim e talvez não se resolva somente com combate, visto que em algum momento os recursos dos personagens acabarão.
A caverna colmeia
Esta ideia é mais para ser usada como um encontro aleatório quando o grupo falhar em se localizar por áreas ermas e selvagens.
Um caminho mal escolhido leva o grupo a uma caverna cheia de passagens, tuneis e câmaras. Após adentrarem algumas dezenas de metros eles poderão ver diversos ovos gosmentos. Antes que possam sair (o interessante seria exigir um teste de furtividade) insetos adultos saem de tuneis ainda não explorados e começam a atacar o grupo.
Individualmente os insetos são fracos. Porém eles são muitos, talvez havendo centenas deles naquele local…
Ondas de Sobrevivência
O grupo consegue descobrir a entrada de uma ruína antiga. Entretanto, depois de passarem pelas armadilhas eles observam que o local é habitado por muitas criaturas peixes humanoides. Inicialmente elas atacam em 4 ou 5 indivíduos, mas a cada rodada mais e mais inimigos chegam e logo a caverna parece transbordar de inimigos.
O grupo terá que sobreviver 10 rodadas para que as criaturas fujam com medo do poder dos aventureiros. Explorando as ruínas, o grupo poderá descobrir uma porta arcana misteriosa. Com escritos antigos e quase alienígenas não há meios de entender o que está escrito a não ser tentando apertar seus símbolos e verificar a sequência correta para abrir a porta e descobrir seus tesouros (quando o símbolo correto é apertado, ele muda de cor).
Porém, a cada falha algum efeito mágico adverso ocorre. Começando com feitiços simples que causam pouco dano (comece em 1d4 e escalone até 1d12) até feitiços que teleportam os aventureiros ou os matam imediatamente.
A Floresta Furtiva e o Vulcão Elemental
Atrás de um item lendário ou da flor do vulcão, a qual sobrevive a condições extremas de calor e pode ser usada para poções de cura de doenças raras, o grupo se embrenha na Floresta Furtiva onde inimigos aparecem no meio de moitas e os atacam sempre que estiverem despreparados. Embora as criaturas pareçam se teleportar, excelentes rastreadores conseguirão seguir seus rastros até uma entrada lateral do vulcão.
Lá, além das criaturas furtivas e do calor extremo. O grupo terá que passar desapercebido por dezenas de dinossauros de fogo adormecidos entre as câmaras e túneis. Assim, qualquer combate contra os “ninjas da floresta” ou os pequenos elementais de fogo residentes no vulcão, fará com que as grandes feras despertem.
Ao encontrarem o item lendário, ou as flores do vulcão ou qualquer outra coisa que você queira por como objetivo dessa missão, o grupo se deparará com um triceratops dracônico de fogo imenso. Além de vencê-lo no combate, terão que fugir das criaturas que não tiverem enfrentado anteriormente.
A Grande Montanha Viva
Na busca por partes de um felino das trevas para que um mago efetue uma magia poderosa, o grupo sobre por uma imensa montanha. Porém, quando chegam no topo, a montanha começa a se mexer e o grupo percebe estar em cima de um saurópode de centenas de metros (ou até mais de um quilometro de comprimento).
Agora o grupo terá que descobrir um jeito de descer do gigantesco saurópode. Por isso é interessante que o grupo não tenha acesso a voo de qualquer tipo.
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A expansão traz mudanças dos poderes heroicos de algumas classes e um Deus Selvagem para cada classe. A expansão é focada tematicamente na classe druida, inclusive na sua mecânica própria de Escolha Um.
Quimera de Aventuras
Insetos
Um zumbido estranho atormenta aqueles que adentram um bosque milenar. Insetos parecem se coordenar em ataques seguidos e simultâneos. Contratados pelos locais para investigar (ou o próprio grupo sendo da região). Ao conseguirem entrar no bosque e enfrentar vários insetos, o grupo descobre um dragão-inseto. Um ser formado por vários insetos e que parece demonstrar uma inteligência rudimentar.
O confronto não é para ser vencido, mas sim demonstrar que há um perigo muito maior aguardando para atacar qualquer intruso. A questão será convencer os demais sobre isso.
Dragões e demônios
Dragões invadem uma região do reino. Alguns combates ocorrem, porém eles alegam que um portal demoníaco está prestes a ser aberto e trazer terríveis criaturas. Porém, eles ainda não sabem onde o portal se abrirá e os sinais e pistas só aparecerem através de sonhos, ou pesadelos.
Entretanto, embora não saibam, sua própria busca abrirá o portal, visto que ele provém do plano dos pesadelos e não de algum plano inferior específico. E quando houver criaturas suficientes, o portal se abrirá para milhares de criaturas e monstros horrendos.
Lendas Selvagens
Desconhecidos da maioria das pessoas, existe um ser antigo, uma lenda primordial designada a proteger cada ambiente selvagem sagrado. Num determinado dia, aparentemente sem motivo aparente, cada uma dessas criaturas se levanta de seu sonos eternos e saem de suas matas e montanhas e andam pelas civilizações. O que acaba gerando destruição, caos e morte.
Cada criatura é única, uma tartaruga do tamanho de uma montanha e resistente à magia; um cervo do tamanho de um castelo, um enorme javali que traz a noite consigo, e várias criaturas similares a ursos, tigres e leões.
Além de lidar com a destruição e tentarem lidar ou matar as criaturas. O grupo e a civilização irá descobrir, cedo ou tarde, que todos rumam para um mesmo local, o qual sugiro ser a maior cidade do continente ou do mundo. O que certamente causará a morte de milhares.
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Neste Quimera de Aventuras, vamos falar de todo um gênero de jogos! Os roguelikes e roguelites são jogos inspirados no jogo “Rogue” lançado para diversos PCs diferentes dos anos 80. O jogo tinha uma geração procedural de mapas, morte permanente e gerenciamento de recursos. Mas como usar um roguelike ou roguelite na sua mesa de RPG?
O original Rogue, de 1980.
Sobre o Gênero
Roguelike vem da junção das palavras Rogue (se referindo ao jogo) e like (parecido, em inglês). Ou seja, jogos roguelikes são jogos que, bem, são parecidos ao jogos Rogue.
Em 2008, foi definido que jogos roguelikes modernos deveriam ter algumas coisas em comum.
Geração Aleatória de Ambientes
O mundo do jogo deve ser criado aleatoriamente de um modo que aumente o replay (permite que o jogo seja rejogado várias vezes). A aparência das ameaças e monstros é fixa, mas o seu local é aleatório.
Permadeath (Morte Permanente)
Os personagens não vão acabar o jogo com seus primeiros personagens. Eles vão começar novamente do nível 1 quando morrem (com a possibilidade de salvar os jogos, mas o save é deletado quando se carrega ou quando o personagem morre). O ambiente aleatório faz isso ser recompensador ao invés de punitivo.
Baseado em Turnos
Cada comando é uma ação/movimento. O jogo não é sensível ao tempo, os personagens podem tirar o tempo para escolherem suas ações.
Ações realizadas a qualquer momento (não-modalidade)
Se movimentar, lutar e outras ações tomam lugar no mesmo modo. Qualquer ação deve ser possível em qualquer ponto do jogo.
Hack n’ Slash
Destruir diversos monstros faz parte da maneira de se adquirir recursos no jogo.
Moria (1983)
Exemplos de Roguelikes
Hack (1982), NetHack (1987), Moria (1983), Ancient Domains of Mystery (1994) e Angband (1990). (Fonte: tardedegames).
Masmorras são apertadas demais para não usar uma habilidade de dano em área.
Roguelites
Diferente dos Roguelikes, os roguelites usam parte das características do Roguelike em seus jogos.
Por exemplo, quando um personagem morre, ele pode fortalecer o próximo que vai vir, a morte pode ser apenas um reset, e o personagem continua o mesmo, etc…
Jogos Roguelites misturam o estilo clássico do Roguelike com outros estilos, como RPG, plataforma, etc…
Exemplos de Roguelites
Alguns exemplos populares de roguelite são Dead Cells (2017), Hades (2020), Slay the Spire (2017), Crypt of the NecroDancer (2015), Nuclear Throne (2015) e FTL: Faster Than Light (2012).
A DLC Valhalla de God of War Ragnarök, lançada em 2023, também trouxe um modo inspirado no gênero. (Fonte: tardedegames).
Cenários e Sistemas
Normalmente, jogar mesas baseadas em Roguelikes ou Roguelites, vai ser em mesas baseadas em Dungeon Crawling, em sua maioria; OSRs em um geral, como Old Dragon. Outros jogos mais modernos mais ainda OSR como Mazes, Beyond The Wall e jogos de fantasia modernos como D&D 5e 2024, Tormenta20, Ghanor RPG, Legado RPG, Phantyr e 3DeT Victory.
Basicamente, aplique as características do Roguelike nas suas mesas, como algo mais “casual” ou características de Roguelite, em casos mais diversos.
Movimento em grade, não-modalidade, gerenciamento de recursos e turnos já são algo comum em RPGs de mesa, mas tem alguns pontos que podemos explorar.
O que te espera na próxima sala da masmorra?
A questão das masmorras geradas aleatoriamente, você pode usar sites como donjon, One Page Dungeone Five Room Dungeon para fazer masmorras aleatórias, com tesouros e certos monstros diferentes para os jogadores enfrentarem.
Exploração de ambiente também é algo muito importante em roguelikes e roguelites. Fazer um ambiente maior, com hexágonos ou quadrados para ser explorado pode trazer um pouco desse sabor, também.
Mas o mais importante é o Permadeath; certas habilidades ou pontos específicos que os personagens atingem na aventura, podem ser passados para o próximo personagem se aquele vier a morrer.
Jogos como Slay The Spire, Hades, Crypt of the Necrodancer, Nuclear Throne podem servir de inspiração, por usarem esses conceitos muito bem. Ou nem mesmo ser algo focal na aventura, mas certas masmorras temporárias aparecem pelo ambiente para os jogadores puderem explorar.
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Nesta expansão temos cartas inspiradas em Starcraft, tendo terranos, zergs e protoss. Cada um deles representam um conjunto de classes. Há também uma nova tribo, os draeneis, que com muitas naves e as peças para as construírem fogem do mundo de Argus e de Sargeras e sua Legião Ardente.
Quimera de Aventuras
Terranos
O grupo, depois de uma magia malsucedida ou de caírem num planeta exótico, se veem em meio a um ataque de um destacamento de poderosos combatentes humanos e criaturas bizarras e extremamente agressivas. Embora o grupo possa ter ajudado a matarem tais criaturas, serão tratados com desconfiança e mantidos sob vigilância enquanto são escoltados para fora da região (ou planeta) onde tais criaturas vivem. Porém, exceto se fizerem algo duvidoso ou desrespeitoso, não serão maltratados ou presos.
Durante essa escolta, haverá ataques de mais criaturas e o pior de tudo. Um golpe de estado tornará os combatentes que estão com os aventureiros em criminosos. E que logo serão caçador por antigos aliados, bem como não poderão mais sair do local onde estão.
Zergs
O que restou de um grupo de aventureiros renomados consegue retornar a última vila civilizada depois de conferir a queda de um objeto misterioso. O relato deles aterroriza a todos: grandes insetos parecem se multiplicar de uma maneira espantosa vindos de uma colmeia liderada por uma criatura que mistura inseto com um ser humanoide.
Embora as criaturas sejam fracas em poucos números, elas ficam mais fortes à medida que possuem mais aliados perto delas. Inclusive, um dos sobreviventes afirma que há alguns insetos diferentes que parecem emanar uma energia que aumenta os ataques e resistências dos demais.
Desta maneira, quanto mais eles se reproduzem, mais fortes eles ficam e mais consomem da natureza ao seu redor. Aumentando o ciclo de reprodução e destruição que trazem. Além disso, os aventureiros nada mais conseguem informar, até porquê o mago e o clérigo do grupo foram os primeiros a morrerem.
O burgomestre decide enviar um pedido de socorro e de tropas à principal cidade da região. Entretanto, temendo pela vila, também decide enviar um outro grupo de aventureiro (o grupo dos jogadores) para investigarem melhor a situação e retornarem com um bom relatório.
Embora a indicação seja para que não enfrentem as criaturas, mesmo que em pouco número. Logo o grupo perceberá que mesmo se aproximar do local indicado e sair com vida será uma tarefa épica. Talvez o reino não sobreviva à tamanha infestação…
Protoss
O grupo de aventureiros encontra um portal perdido em meio a um bosque. Ao se aproximarem, ativam o portal e são levados a um local (outro planeta ou plano) onde só há máquinas vivas, algumas com características humanoides.
Porém, mesmo que não sejam hostis num primeiro momento, logo as máquinas-vivas passam a perseguir o grupo, buscando eliminá-los por, erroneamente, identificá-los como membros de um povo que tais máquinas estão em guerra a milênios…
Draeneis
Uma nova espécies chega ao mundo dos jogadores. Se dizendo viajantes do espaço e do conhecimento, eles falam de uma perseguição da qual fugiram para sobreviver. A perseguição dura centenas de anos e algumas gerações desse povo já nasceram longe da terra natal deles.
Entretanto, eles não são claros quanto ao que os perseguem, apenas referindo que são como demônios. O que claramente se mostra uma verdade quando uma rocha incandescente (ou seria uma nave?) cai num bairro movimentado de uma grande cidade e criaturas bizarras e horrendas atacam a todos por perto, gerando um verdadeiro massacre.
Agora, os aventureiros e toda a nação (ou mundo) precisará lidar com refugiados que trouxeram morte e destruição para o lar do grupo. Eles ajudarão os refugiados e lutarão contra os perseguidores ou entregarão essa raça na esperança de serem poupados?
O Infinito Cósmico
Vagando pelo Cosmos, o grupo se depara com seres antigos e poderosos que dificilmente podem ser enfrentados. A missão aqui consiste em fugir de criaturas do tamanho de sistemas estelares ou de pequenas galáxias.
Alguns exemplos de entidades cósmicas:
Infinita expansão: uma consciência sombria que avança pela escuridão do universo pervertendo e enlouquecendo a mente de todos que “toca”. Aqueles que forem “tocados” simplesmente enlouquecem até deixarem de existir. A maneira de evitar isso é não ficar louco…
Nexu mágico: uma entidade da magia que repassa suas habilidades mágicas para alguém aleatório. o que pode ocasionar situações caóticas com personagens não conseguindo lidar com o alto aumento de poder.
A Luz Negra do Além: uma estrela viva que tanto pode criar como sugar vida.
A Gravidade Deslocadora: aparenta ser uma gigantesca nave, entretanto, quando se interage com ela, acaba interagindo com um universo espelho.
A tartaruga Lum: uma entidade de cura e vida, talvez a única que se deseje encontrar.
Destruidor de estrelas: um ser cósmico que se alimenta de estrelas e as atira contra seus inimigos.
Octopus: um polvo de tamanho planetário que vaga de planeta em planeta devorando suas superfícies e profundezas marinhas.
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E aí pessoal, tranquilos? Seguindo com as Quimera de Aventuras sobre as expansões de Hearthstone (jogo de cartas da Blizzard no universo de Warcraft), abordaremos a expansão Perigos no Paraíso. Onde houve o primeiro tipo de carta que permitiu o uso de cartas de outras classes (não cartas duplas ou triplas), os chamados turistas. A expansão aborda a temática dos personagens de Warcraft saindo em merecidos férias na praia.
Quimera de Aventuras
Festival Maremoto
Um festival à beira mar é realizado todo ano em honra às divindades marítimas. A presença de criaturas marítimas é comum e tratada como um sinal de aprovação pelos deuses. Entretanto neste ano poucos animais marinhos apareceram, porém o número de elementais de água, ar e tempestade se tornou um problema a ser resolvido.
Assim, aventureiros terão que lidar com tais elementais, tanto na praia como no mar, para que o festival ocorra sem tanta destruição.
A Trilha Mortal
Turistas desejam conhecer um vulcão adormecido. Porém, essa trilha é repleta de monstros, bestas e dinossauros ferozes. Ou seja, além de enfrentar os perigos, os personagens terão que proteger os turistas pagantes…
O grande banquete
Um hotel realiza um enorme banquete. Os aventureiros foram contratados para auxiliar na segurança do evento. O que poderá ser difícil quando há celestiais, ínferos e todo tipo de criaturas num ambiente cheio de bebidas, comidas e outros prazeres.
Torneios mágicos escolares
Um grande torneio mágico se realizará na capital Recchá para declarar quais os melhores alunos e as melhores instituições de ensino mágico. Nesse torneio você pode colocar vários NPCs, aqui estão algumas sugestões:
Rayla: maga especializada em magias de água e de “areia”. É festeiro, animada e muito agradável. Dá festas homéricas que levam muitos candidatos à exaustão e a não conseguirem participar do torneio. Não participar das festas é possível, mas de muito mal gosto.
Borbolão: um morto-vivo (um amálgama de zumbi e outros tipos desconhecidos) feiticeiro que é muito tímido, mas sabe segredos de muitas magias e de como vencer quase todos os participantes. Convencê-lo a dar informações pode ser mais difícil do que vencer o torneio em si.
Mago Carvalho: um troll druida e mago que consegue lançar duas magias simultaneamente. Ele representa uma estranha e quase desconhecida instituição mágica nos ermos do continente. O que na verdade esconde o fato dele ser um espião mercenário, contratado por alguém muito poderoso e rico para acabar com potenciais vencedores…
Remendo é um diabrete enlouquecido por máquinas voadoras que pode ser contratado para sabotar adversários.
Lyna Ardissol é uma falsária que se passa por paladina. Suas habilidades de falsificação e imitação são fantásticas e ela foi contratada pela Imperial Universidade para lidar com possíveis inimigos do Império.
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E aí pessoal, tranquilos? Em mais uma Quimera de Aventuras sobre as expansões de Hearthstone (jogo de cartas da Blizzard no universo de Warcraft), abordaremos a expansão Oficina do Rojão. Esta expansão traz a ideia de brinquedos, miniaturizações e gigantizar.
Quimera de Aventuras
Brinquedos criminosos
Relatos estranhos sobre furtos e alguns outros crimes preenchem as tavernas da capital. As fofocas e suspeitas recaem sobre o Dorian, um empresário e titereiro que fabrica muitos brinquedos e é dono da maior loja do reino. Entretanto, as investigações não conseguiram provar nada, e mesmo com o uso de magias Dorian e seus brinquedos parecem inofensivos e inocentes.
Porém, o grupo entra na situação quando o próprio Dorian os contrata para investigar se algum desafeto ou concorrente está usando seus brinquedos para realizar crimes pela cidade. A questão é, isso é verdadeiro ou é apenas uma forma de Dorian despistar e tirar as suspeitas sobre si?
Bum!
Uma elfa milenar e enlouquecido pelo tempo vive dizendo que os tempos novos não se comparam ao seu tempo de infância. Que aquele tempo sim que era bom e que as crianças sabiam brincar de verdade. Que tudo que existe atualmente é falso e corrompido.
Entretanto, preso em sua loucura milenar, a senil elfa constrói brinquedos com partes explosivas o que poderá acabar num grande desastre. Os aventureiros conseguirão notar o plano louco da velha senil a tempo de salvar as crianças (e a vila inteira)?
A masmorra mágica
Recentemente um grupo filiado a uma guilda de aventureiros descobriu uma masmorra sem monstros, mas onde as magias são poderosas e caóticas. Em cada sala e aposento as regras mudam e algumas delas só permitem magias de determinadas escolas.
A guilda permite que os aventureiros mais experientes se desloquem até lá para mapearam a masmorra e impedirem mortes desnecessárias de aventureiros ansiosos. Entretanto, a magia pura, caótica e cruel pode ser muito pior que qualquer monstro ou vilão. Ainda mais quando a última câmara/sala da masmorra ataca os aventureiros com todas as magias conhecidas…
Roleta da morte
Esta ideia serve mais como uma armadilha numa masmorra ou algo do tipo.
Quando todos os personagens entrarem na sala, esta se fechará. Depois uma roleta será magicamente projetada no centro da sala. Todos deverão rolá-la e o mestre deverá escolher 8 coisas que podem ocorrer. Sendo 3 boas, 3 ruins e 2 neutras. Cada personagem gira a roleta e resultados podem se repetir.
Como sugestão:
1 – Quem rolou é teleportado, sozinho, para a sala do chefão final.
2 – Uma muralha ou esfera prismática (ou magias similares) é lançada em quem rolou. Se algum dos efeitos matá-lo ou similar (como petrificar) os próximos efeitos ocorrem aos outros personagens por ordem de proximidade.
3 – Duas criaturas poderosas (um pouco acima do nível dos personagens) são invocadas e um combate se inicia.
4 – Um portal se abre e mostra uma outra sala aleatória da masmorra (ou outra coisa que o mestre deseja mostrar). Não é possível atravessá-lo.
5 – Quem rolou é jogado para fora da sala, sozinho.
6 – Uma pista sobre o chefão, missão ou história aparece na mente do personagem, o deixando confuso e catatónico por um tempo.
7 – Um animalzinho ou alguma outra criatura fofa aparece e pode servir de pet para o personagem.
8 – Um ou mais itens mágicos aparecem.
A sala só abrirá depois que todos girarem a roleta uma vez. Permitindo que todos sigam pelo restante da masmorra.
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Neste Quimera de Aventuras, vamos falar do álbum Steal This Album!, terceiro álbum da banda de heavy metal norte americana System of a Down. Lançado em 26 de Novembro de 2002, pela American Recordings e pela Columbia Records.
Sobre o Álbum
No início de 2002, uma versão de média qualidade em MP3 do álbum foi lançado na internet com o nome de Toxicity II. A banda fez um pronunciamento expressando desapontamento com os fãs que estava ouvindo material não finalizado, e trabalharam para lançar uma versão em alta qualidade do álbum, que se tornou Steal This Album!
Apesar de muitos chamaram o álbum de uma coletânea de “B-Sides” e de músicas que não saíram no álbum Toxicity, tanto o vocalista Serj quanto o baterista John Dolmayan consideram esse o álbum favorito deles.
Nossa Visão sobre o Álbum
Steal This Album é um dos álbuns com duas das minhas músicas favoritas de System of a Down; Boom! e I-E-A-I-A-I-O. São duas músicas muito pesadas (como o álbum inteiro), Boom me surpreende pela maneira que fala sobre as quedas de bombas no Iraque, mas que hoje pode ser usado para diversos outros conflitos, como Israel e Palestina. System segue agressivo, crítico e cínico aos problemas que o mundo vê, em instrumentais brutais e letras que arrancam a alma.
Quimera de Aventuras
Nessa seção, vamos dar ideias para mesas usando o musical como referência!
Cenários e Sistemas
Nos ganchos baseados nas músicas abaixo, usaremos muitos tempos de fantasia medieval, mas tentaremos dar outros exemplos baseados em outros cenários. E muitos vão ter temas de guerra porque é algo recorrente nas músicas deste álbum. Então fique a vontade, adapte e use como quiser!
Partes das Aventuras baseadas nas músicas
Chic ‘N’ Stu
Os jogadores encontram um personagem completamente viciado em consumir, seja comida, algum tipo de entretenimento, ele é focado e viciado em consumo, e devem lidar com ele antes que ele se machuque, ou machuque outras pessoas.
Innervision
Os jogadores devem parar um mago ou cultista que busca pela Intravisão, um estado de mente que faz com que ele perceba os movimentos do universo, para isso, ele mata e manipula outras pessoas e reinos para atingir essa “estado superior”.
Bubbles
Os jogadores vão parar em uma cidade aonde os bairros são separados por bolhas de ar debaixo do oceano. Dentro dessa cidade, os cidadãos são alheios aos governantes, que usam os habitantes de cada bairro como combustível para um Kraken escondido debaixo da cidade.
Boom!
Uma guerra estoura entre dois reinos, os dois com magos poderosos que bombardeiam os vilarejos próximos com magias poderosas, os jogadores fazem parte de um grupo de resistência contra os dois lados da guerra, que tentam parar esse embate insano.
Nüguns
Uma pequena criança prodígio é vendida para um reino corrupto. A criança, sozinha, tem o poder de dizimar exércitos, porém é alheia a maneira que o reino a leva. Acredita que toda “visita” a reinos vizinhos é um passeio, e não uma ameaça. Sua ingenuidade uma hora vai se quebrar e algo vai acontecer – com a influência dos jogadores ou não.
A.D.D (American Dream Denial)
Os jogadores vão parar em um reino no meio de um conflito entre outros dois reinos (seja de qualquer outro exemplo das músicas acima ou outro a sua escolha). Mas seus habitantes estão completamente alheios ao conflito, acreditando que em seu reino jamais haverá guerra, até que ela chega na porta deles, pegando eles despreparados.
Mr. Jack
Os jogadores descobrem que a guarda local do reino que estão é corrupta, mas com vinhas completamente encravados na política do reino. Como impedir que os peixes podres da guarda da cidade parem de se perpetua, se podem prender e condenar quem bem entendem?
I-E-A-I-A-I-O
É o dia da independência de um vilarejo que se tornou autossuficiente, e os jogadores estão nele. Mas os reinos vizinhos, querendo tomar ele, levam comitivas para tentar tomá-lo. Mas o reino está preparado para lutar pela sua independência, acendendo os céus e contra atacando a noite.
Teremos uma parte 2, com as demais músicas do álbum!
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