Projeto Elfrin – Organizações Acadêmicas de Recchá

Tranquilos, pessoal? Hoje abordaremos sobre as organizações acadêmicas no mundo de Recchá. Todas elas pertencem, de algum modo, às universidades existentes no mundo. E, muitas vezes, cada universidade possui mais de uma organizações acadêmica.

A variedade, quantidade e interesses fazem com que haja muita rivalidade e disputas entre tais organizações. Sendo que, muitas vezes, tais disputas se tornam em embates diretos e até em tristes acidentes…

Certamente há dezenas de organizações acadêmicas e científicas em Recchá. Porém, neste texto, falaremos das cinco principais.

Imperial Universidade de Recchá

A mais antiga, imponente e importante universidade do continente. A universidade possui um bairro próprio ao lado do bairro central onde ficam os prédios públicos e o Palácio do Imperador e a sede do Grande Conselho.

Nascida da necessidade humana de difundir conhecimento e avanços tecnológicos para superar seus inimigos. Os quais geralmente eram ou mais fortes, ou em maior quantidade.

O ramo bélico é o mais antigo e que mantém-se ativo e em funcionamento desde sua fundação. Nesse setor acadêmico são estudados armas e defesas de inimigos, aliados e criaturas. Tudo que pode ser transformado em algum melhoramento é pesquisado de diversas formas.

Por isso, é normal que contratem aventureiros e, eles mesmos, possuem uma “guilda” própria de aventureiros focados em caçar criaturas e em espionar outras nações. É normal possuir muitos militares envolvidos nessas pesquisas e a colaboração entre as forças imperiais e o Centro de Estudos Bélicos da Imperial Universidade de Recchá é notório e muito produtivo.

Outros associações acadêmicas e científicas notórias são os ramos de pesquisa psíquica e mental. Bem como o Centro Científico de Pesquisas de Autônomos e Implantes.

Universidade Lunar de Deldohe

Provavelmente a universidade do continente com a maior quantidade e variedade de cursos. Há desde o curso de Mineralogia e Escavação (com matérias como Escavação Profunda e Monstros que devem permanecer selados no Subterrâneos) até cursos de Astronomia Avançada, passando por cursos “profissionalizantes” como cervejeiro, ourives, ferreiro, entre outros tantos.

Gerenciada, administrada e com a maioria dos professores sendo anões, as aulas e cursos tendem a serem longes, difíceis e intensos. Os professores e alunos tendem a esticar as aulas nas tavernas ao redor do campus, debatendo e filosofando com muita bebida temas sobre a criação do mundo, estado dos deuses, existência da alma e, o mais famoso, a existência de uma segunda lua invisível, a qual só poderia ser vista em latitudes mais ao norte que as do continente de Recchá.

A Universidade Lunar não possui rivalidades extremas pois acredita que o conhecimento deve ser buscado ativamente, constantemente e com muita intensidade. Porém, alguns professores possam considerar a Universidade Imperial como uma rival em seus respectivos campos de pesquisa.

Universidade Magistral de Feny

Quase certo esta é a mais esnobe e seletiva universidade. As mensalidades são caras e poucos abastados conseguem estudar lá. Além disso, a dedicação é integral e em sistema de internato, com apenas dois meses de férias ao ano.

Essa maneira de ensino forma, quase sempre, os melhores engenheiros, alquimistas, médicos e advogados em todo continente.

Porém, além de seu exclusivismo financeiro, também há o racial e o nacionalista. Tornando a Universidade Magistral de Feny a mais seleta, esnobe, cara, humana e nacionalista de todas as universidades no continente.

Universidade de Rocuis

A Universidade de Rocuis talvez seja a mais leve e com clima relaxante entre todas. Localizada próxima à região litorânea da cidade, é cheia de pequ3nos parques, bosques e regiões para descanso e atividades extracurriculares.

Os grandes destaques da Universidade de Rocuis são a quase hegemonia nas disputas em esportes, lutas e outras atividades ou competições. Só que não é só de curtição e lazer que sobrevive a universidade, e eles são especialistas em pesquisas marinhas e de tecnologia naval com grande vantagem sobre os demais.

Centro de Estudos Aplicados e Intensivos de Pomertau

Embora Pomertau tenha todos os ramos de pesquisa como os demais centros universitários, apenas dois dentre eles se destacam: a faculdade de Mineralogia e ramo de pesquisa com pólvora, pertencente à Faculdade de Assuntos Bélicos.

A Faculdade de Mineralogia é pioneira e a vanguarda do continente quando o assunto se trata de minérios, pedras preciosas ou mágicas, inclusive a Pedra Portal. Muitos materiais usados em armaduras, armas e equipamentos do continente surgiram de pesquisas desta faculdade.

Para complementar a Mineralogia, o ramo de estudos sobre pólvora é muito avançado em Pomertau. Entretanto, poucas foram as descobertas realizadas desde que se separaram do Império. Assim, seus canhões são muito parecidos com os existentes no restante do continente.

Porém, há boatos de que um grupo de aventureiros destruiu alguns protótipos de canhões encouraçados (tanques primitivos) que estavam depositados em alguns armazéns governamentais…

 

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Projeto Elfrin – Tipos de Organizações de Recchá

Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos sobre organizações do mundo de Recchá. Entretanto, primeiramente, abordaremos os principais tipos ou grupos nos quais tais organizações podem ser agrupadas. Podem existir organizações que pertenceriam a mais de um grupo e até ideais que se misturam, porém, falaremos mais sobre as organizações de cada tipo em textos futuros.

Religiosos e Filosóficos

A primeira coisa que nos vem à cabeça quando se fala de organização religiosa é a existência de instituições com cleros fechados e hierarquias rígidas aos moldes da Igreja Católica de nosso mundo. Entretanto, tanto em Recchá como em outros mundos de fantasia, há diversas formas de organização das religiões e a mais comum é a exercida pelos próprios indivíduos.

Ou seja, a maioria das pessoas em Recchá não se firmam ou se prendem a uma única forma de religião. exercendo vários tipos de ritos e transitando entre as Igrejas, seus dogmas e suas abordagens.

Logicamente que cada culto possui suas preferências e formas de adoração e de reconhecimento e aceitação de seus membros. Crenças e organizações podem ser diferentes mesmo para um mesmo deus ou para um grupo de deuses. Temos desde uma hierarquia militar rígida dos seguidores de Danlex, deus da Ordem e Justiça até a completa falta de parâmetros organizações como nas crenças naturais do deus elemental do ar Aanor, ou no puro caos da deusa do caos Saisei.

Além disso, há organizações de agnósticos, ateus, vários tipos de filósofos e seus súditos ou discípulos. é comum, também, a existência de cultos politeístas específicos. Como exemplo temos o Culto Imperial, onde uma lista específica de deuses é considerada como existente e os demais deuses são tidos como abordagens incompletas e equivocadas daqueles constantes na listagem.

O próprio Culto Imperial possui ramos filosóficos e religiosos diversos entre si, com uma abordagem monoteísta dos deuses aceitos pelo culto oficial. Porém isso é tema para um próximo texto.

Guildas e Associações Profissionais

Está talvez seja o mais comum e famoso tipo de organização em mundos medievais ou fantásticos. Aqui cada grupo de profissional tem sua guilda, o que condiz com a realidade de nosso mundo. Onde as guildas profissionais eram as detentoras do conhecimento profissional e faziam o intercâmbio entre os trabalhadores e clientes.

Em Recchá há diversas guildas mercantis, uma para cada cidade. Embora algumas pertençam a guildas maiores, como a Guilda Mercantil do Império. Outros tipos de guilda comum são a de mineradores, taverneiros e transportadores. Nesta está incluída a dos ferroviários e as dos trabalhadores da cidade ambulante de Adron 458.

Em Recchá, as guildas profissionais e similares funcionam de maneira muito parecida com nossos sindicatos, mas de maneira muito mais dinâmica e fluída. Por serem deuses que auxiliam no trabalho e tarefas correlatas, os deuses Azenir (conhecimento), Trindar (comércio), Jobar (trabalho) e Schopfer (criatividade) são comumente tratados como patronos profissionais.

Algo comum sobre as guildas e associações é a dualidade delas em relação ao Império. Geralmente elas estão a favor ou contra, não existindo meio termo.

Criminosas

Aqui é algo que ninguém confirma, mas todos sabem. Há organizações criminosas de todos os tipos, de ladrões, espiões, assassinos, contrabandistas e o que mais for possível imaginar. Recchá é um continente vasto, com regiões amplas e com muitas riquezas a serem exploradas.

Assim, não há nada muito diferente em Recchá quanto essas organizações. Porém, duas organizações criminosas se sobressaem quanto à escala continental. Uma é o Mercado Branco, grupo de traficantes e contrabandistas liderados por fungis de Diacli. Talvez a maior e mais elusiva organização do continente. Logicamente que há outras organizações criminosas que disputam o poder sob baixo dos panos sociais.

Outro tipo de organização criminosas são os rebeldes e sua constante luta contra o Império e seus aliados. Financiados e treinados pelos banqueiros halflings de Baaso, eles se dividem em várias células e organizações menores. Cada uma lutando como melhor entende. Alguns atacam somente alvos militares específicos, sempre evitando baixas civis. Outros são verdadeiros terroristas atacando indiscriminadamente militares imperiais, civis, comerciante ou quem mais estiver no caminho.

Porém, os piores criminosos são os grupos de extermínio raciais. E, embora seja plausível pensar que os humanos possuem tal visão (alguns poucos possuem e duas grandes cidades são xenófobas e um pouco racistas), a espécie que mais sofre preconceito e “caçadas” são os humanos. Há grupos de caçadas (como são chamados) de várias espécies contra humanos.

Governamentais e Políticas

Se há organização, há governo. E o maior governo é o Imperial, aqui há organizações para vários gostos. Desde verdadeiros clãs militares até poderosos partidos políticos. Tudo no Império parece ter uma ou mais organizações metendo a mão e querendo dinheiro.

Mas fora do Império também há muitas organizações militares, como a Liberdade Alada, grupo de cavalgadores de grifos de Baaso. Ou os diversos grupos mercenários felídeos, hobgoblins, orcs ou anões.

Dentre os grupos políticos fora do Império, os mais marcantes são as três linhas filosóficas-políticas dos elfos de Ezper. O ponto central de divergência é o uso ou não de armas de fogo e outros tipos de tecnologias similares. Porém, falaremos mais sobre eles e outros grupos em textos futuros.

Acadêmicas, de exploração e conhecimento

Finalizando, temos as grandes organizações acadêmicas de Recchá, seja as grandes universidades espalhadas pelo continente, seja os astrônomos anões ou os estudiosos cronistas. Todos querem conhecimento e toda riqueza e avanço que decorrem disso.

Temos, assim, aventureiros, arqueólogos, exploradores, empresários e cientistas rastejando por masmorras e ruínas do período anterior ao Século das Catástrofes. Aqui é onde ficam as maiores e mais comuns contratantes de aventureiros para exploração de masmorra. Portanto, quase sempre uma campanha começará ou será impulsionada pelo ouro de uma dessas organizações.

Embora pareçam muito umas com as outras, cada uma possui suas singularidades e diferenças que serão abordadas num texto futuro.

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Projeto Elfrin – Dragões Recchianos parte 2

Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos sobre criaturas poderosas, ícones dos cenários fantásticos medievas. Aquelas que estão no nome do sistema mais popular e conhecido de todos. Porém, os dragões de Recchá não são os dragões padrões de D&D ou outros sistemas e cenários.

Em Recchá não há a divisão nem a quantidade de dragões de outros mundos, há apenas 8 tipos de dragões, os quais não possuem divisões de tipos entre si. São eles os Amarelos, Bélicos, Cinzas, Feéricos, Laranjas, Radiantes, Uivantes e Violetas. Veremos, hoje, os quatro últimos. Vamos a eles:

Laranja

São os menores dos dragões recchianos. Os estudiosos acreditam que isso se deve ao fato de viverem nas florestas, especialmente nas mais úmidas e fechadas.

Como seu nome diz, tais dragões possuem uma coloração laranja brilhante que os tornam facilmente visíveis nas florestas onde vivem. Isso, entretanto, não é um problema, pois sua tática de caça e defesa é seu poderosíssimo veneno. O qual é expelido pelo hálito e pela pele do dragão.

Assim, os dragões laranjas vagueiam pela floresta dentro de uma determinada área, tornando-a tóxica. Qualquer criatura que pereça pelo contato com o veneno será rapidamente devorada. Seu veneno é o mais poderoso conhecido em Recchá, mantendo seus efeitos por um dia inteiro após ser depositado.

Embora perigoso, o veneno dos dragões laranjas atraem mercenários dispostos a correrem o risco para, talvez, ficarem ricos com a coleta da substância.

Visto depender quase que exclusivamente de seu veneno, os dragões laranjas não possuem um covil típico. Sendo este muito mais parecido com uma toca grande o suficiente para caber o dragão e seu tesouro.

Radiante

São dragões muito brilhantes, com escamas variando do amarelo-ouro à platina brilhante ou até multicoloridos. Apreciam lugares abertos e bem iluminados, permanecendo em seus covis somente durante o período noturno.

São apaixonados por conhecimento e procuram negociar com pessoas que possuam grimórios, tomos e livros em geral. São os mais benévolos dentre os dragões recchianos, quase como dragões paladinos. E, por isso, são ótimos conselheiros, sendo requisitados por pessoas de boa índole.

Embora incomum, alguns desses dragões podem atacar pessoas para obterem o conhecimento que desejam. Seus covis são grandes bibliotecas onde passam seu tempo lendo e estudando.

Uivante

Os dragões uivantes, ou da tempestade, vivem no alto das montanhas, principalmente nas grandes cordilheiras. Seus corpos cinzentos são cheios de espinhos e pequenos chifres, sendo cercados por uma constante névoa e um cheiro forte de chuva.

São os mais arrogantes dos dragões e a grande maioria deles são sádicos perversos que apreciam torturar (principalmente psicologicamente) aqueles que ousaram lhes desafiar. Perto de seus covis é costumeiro ter madeiros com corpos pendurados em vários graus de decomposição. Numa clara demonstração de sadismo e malignidade.

Dentro do covil e nas proximidades dele, há vários objetos quebrados, transformando-os em terrenos difíceis. Raramente haverá algum objeto inteiro nos tesouros destes dragões.

Violeta

Os dragões violetas vivem nos subterrâneos. São também conhecidos como dragões das sombras ou da escuridão. São reclusos, ao menos quanto à presença dos vivos. Devido a suas habilidades necromânticas, possuem vários lacaios mortos-vivos o servindo e até montam grupos destas criaturas para buscar os tesouros e novos serviçais que o dragão almeja.

Seus corpos misturam tons de preto e violeta, possuindo prolongamentos espinhosos em suas colunas os quais o dragão eriça quando em combate. São, também, envoltos por uma área necrótica de escuridão que dificulta o combate direto contra eles.

Provavelmente são os dragões com os maiores tesouros e os que mais possuem acesso a conhecimentos ocultos.

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Projeto Elfrin – Dragões Recchianos parte 1

Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos sobre criaturas poderosas, ícones dos cenários fantásticos medievas. Aquelas que estão no nome do sistema mais popular e conhecido de todos. Porém, os dragões de Recchá não são os dragões padrões de D&D ou outros sistemas e cenários. Em Recchá não há a divisão nem a quantidade de dragões de outros mundos, há apenas 8 tipos de dragões, os quais não possuem divisões de tipos entre si. São eles os Amarelos, Bélicos, Cinzas, Feéricos, Laranjas, Radiantes, Uivantes e Violetas. Veremos os quatro primeiros hoje e os outros quatro veremos no próximo texto. Vamos a eles:

Amarelo

Os dragões amarelos, também chamados de dragões da areia, são os mais conhecidos do continente de Recchá. Por isso são considerados, erroneamente, os mais comuns. Vivem em lugares áridos, semiáridos, desérticos e litorâneos quentes, coincidindo com grande parte dos territórios humanos (Império Recchá e Yuruon Kenvah). Suas escamas possuem quase todas as variações de amarelo, com algumas partes em preto. Seus corpos são mais esguios que dos demais dragões, sendo extremamente adaptados e funcionais para se locomoverem sob a areia. Auxiliando-os nas suas habilidades de camuflagem e combate de emboscada. Territorialistas e muito poderosos fisicamente, tiveram muitos confrontos com humanos e algumas outras espécies. Figurando uma das maiores guerras da história do continente: A Guerra Amarela. Onde a mais poderosa família dracônica amarela foi dizimada após séculos de combates contra os humanos.

Bélico

Os dragões bélicos são os mais temidos generais e lutadores num campo de batalha. Suas escamas são foscas e variam do marrom escuro ao negro. Entretanto, quando expostos a luzes fortes, como a do sol, suas escamas se tornam muito brilhantes e refletivas. Gostam de força e acreditam que somente seres fortes devem viver. Porém, seu conceito de força leva em consideração o quanto aquela pessoa ou criatura se esforça para ser forte e melhorar. Assim, um dragão bélico pode considerar um poderoso, porém preguiçoso dragão, seja fraco; enquanto um pequeno kobold, sobrevivente de inúmeras batalhas, seja considerado um valoroso e forte aliado. Por essa razão é o tipo de dragão que mais faz acordos com outras criaturas, especialmente humanoides. Em combate procuram fortalecer seus aliados para, em seguida, utilizar a combinação de sua fúria, sopro e presença aterradora no intuito de debandar os inimigos mais fracos e, assim, se concentrar nos inimigos mais poderosos.

Cinza

Os dragões cinzas vivem em áreas pantanosas e manguezais. Sua coloração tende a se mesclar com o ambiente no qual vivem e fazem seus covis. Assim, seus tons de cinza e verde se mesclam à vegetação em decomposição, as quais também se prendem as suas escamas. Quando se tornam jovens os dragões cinzas deixam o lar de seus pais e partem para conquistar algum covil pelas proximidades. Tornando comum uma mesma família, com vários membros, dominando uma única e grande região. Os dragões cinzas são antissociais e isolacionistas, excluindo o convívio com sua família e durante os períodos de acasalamento. Por isso, usam do ambiente e de armadilhas (de preferência não mágicas, para dificultar sua detecção) contra quaisquer criaturas as quais considerem como intrusas. Possuem apetite especial por hidras, as caçando e devorando todas suas cabeças, exceto uma, permitindo, assim, que a hidra se regenere. Tornando-as uma fonte quase ilimitada de comida ao dragão. Gostam, também, de gemas e moedas, desprezando obras de arte.

Feérico

Os dragões fadas se assemelham a grandes borboletas quadrúpedes. São multicoloridos ou, então, possuem uma única cor muito brilhante. São menos inteligentes e astutos que os demais dragões, bem como são muito brincalhões, desatentos e impertinentes. Preferem a companhia de outros seres feéricos e animais. Seus tesouros, quase sempre, são constituídos por obras de arte, as quais eles começam a guardar desde filhotes.

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Quebra-cabeças – Aprendiz de Mestre

Tranquilos Aprendizes de Mestre? Quebra-cabeças fazem sucesso pois desafiam nossa capacidade de raciocínio e intelecto. No RPG são desafios para os jogadores muito mais do que para os personagens. Entretanto, desafios difíceis demais se tornam chatos e podem trancar uma aventura, enquanto desafios simples demais serão totalmente esquecíveis para seus jogadores.

Conhecendo seu grupo

A primeira questão a ser pensada antes de preparar um quebra-cabeça para seu grupo é o quanto seu grupo é acostumado a eles. Por isso escolha quebra-cabeças simples para grupos desacostumados. Como sugestão simples, deixo ideias de quebra-cabeças de posicionamento de estátuas ou agrupamento e correspondência de itens com cores. Grupos mais preparados podem ser confrontados com quebra-cabeças mais complexos e em várias etapas como puxar alavancas em aposentos separados ou acionamento simultâneos de botões ou similares. Porém, não basta só conhecer seus jogadores. Tens que saber escolher…

Quebra-cabeças condizentes

Os quebra-cabeças são melhores caso eles se alinhem ao tema da campanha, aventura ou da situação enfrentada pelo grupo. Seria muito estranho um quebra-cabeça de inundação no meio de um deserto. Ou um quebra-cabeça muito difícil que parece ser instalado ou mantido por relés bandidos. É interessante seguir o assunto da masmorra. Se é um templo perdido, é legal que o quebra-cabeça seja algo relacionado a deuses ou a religião que construiu aquele templo. Isso não tem muitos segredos ou dicas a serem dadas, mas sim o cuidado de ser condizente consigo mesmo. O que é importante, também, é escolher o tipo de desafio condizente à situação. Vamos ver alguns tipos:

  • Desafios lógicos: envolvem números e padrões. São uma grande parte dos nossos quebra-cabeças e, talvez, os que mais nos lembramos.
  • Desafios físicos: são interação com objetos, como alavancas e acionamentos de mecanismos. Podem ser associados a outros quebra-cabeças, como os desafios lógicos.
  • Desafios sociais: esses possuem uma pegada de alguns RPGs eletrônicos, ao estilo de precisarem conseguir alguma dica ou informação com algum personagem para, assim, descobrirem algo que permitirá que outro NPC possa dar outra informação, passagem ou objeto que o grupo busca. Ou seja, os NPCs são como peças de um quebra-cabeça.
  • Desafios criativos e/ou éticos: esse aqui é interessante para debates filosóficos ou religiosos dentro do mundo. Seriam algo como o questionamento se você deve ou não puxar a alavanca de um trem para salvar 5 pessoas e, assim, matar uma ou, então, não fazer nada e condenar 5 pessoas à morte.

Exemplos

Para finalizar, vamos a alguns exemplos de quebra-cabeças:

9 Estátuas

Nove estátuas estão num quadrado, dispostas como se fosse num teclado numérico e não possuem linhas diagonais. Ao tocar numa das estátuas, linhas ligando-a as outras estátuas próximas se acendem. Entretanto, quando se mexer numa estátua que esteja com essa linha acesa, ela se apagará. O objetivo é ligar todas as linhas entre as estátuas.

Enigma das cores

Um painel na parede, ao lado de uma porta, possui blocos de diferentes cores. É necessário acertar a sequência para entrar. Para esquentar a situação, você pode por inimigos se aproximando ou que, a cada falha, haja uma rajada ou raio que atinja quem estiver tocando no painel.

A Charada do Tempo

Escolha algumas charadas sobre tempo e horário. Os jogadores deverão marcar os horários no relógio para liberar a passagem. Há várias outros exemplos, mas a questão aqui é direcionar suas ideias para ampliá-las. Aproveitando, pesquise na internet e, assim, você encontrará muitas outras sugestões.  


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Projeto Elfrin – As nações do leste

Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos mais sobre as nações na região leste de Recchá: Conclave do Limbo, Deldohe, Parime e Prasnono. Com exceção de Deldohe, estas são as nações mais isoladas do continente.

Conclave do Limbo

Uma nação repleta de pântanos, chuva, bruxas e mortos-vivos. Apesar de seu tamanho é parcamente povoada. E não possui outras cidades além da capital Gau. Há muitas vilas e pessoas vivendo isoladamente em conformidade com as eternas e constantes chuvas e com as criaturas que habitam os charcos e rios da região.

Além dos mortos-vivos e de bruxas muito poderosas, um dos grandes perigos são os dragões laranjas. Embora sejam os menores dentre os dragões, são extremamente mortíferos por causa de seu potente veneno.

A capital foi construída em formato de pirâmide de degraus seguindo a estrutura central da cidade que esconde segredos poderosos sobre a espécie dos atemporais e do próprio mundo.

Deldohe

Terra dos anões lunares. Localizada mais ao centro sul do continente, a terra é cercada por montanhas e entrecortada por vales, escarpas e formações rochosas diversas. Sendo um dos mais fiéis aliados do Império, Deldohe conta com poucos povos selvagens em seu território. Todos foram “empurrados” para montanhas longínquas ou para os fundos de grandes cavernas.

Mesmo assim, era costumeiro que as diversas tribos gigantes atacassem as localidades na divisa entre Deldohe e Parime até que, 20 anos atrás, houve o Grande Conflito Gigante. Onde as forças imperiais e aliados conseguiram lidar com um grande (nos dois sentidos) exército gigante que havia tomado quase toda região da divisa entre as duas nações.

A manutenção dessa importante região e de Deldohe como aliado custaram todo o oeste do Império, a atual nação de Yuruon Kenvah.

Parime

Terra de gigantes. Aqui tudo é enormemente maior do que se esperaria de coisas grandes. Os gigantes dourados crescem devagar, porém nunca param de crescer. Dinossauros e outros seres que geralmente são grandes, aqui são colossais.

Isso é tão intenso que o Império conseguiu melhorar sua economia apenas com um acordo onde os gigantes dariam as sobras de mineração deles em troca de que os humanos lidassem com os “problemas pequenos”.

 

Prasnono

A nação mais isolada de todas em Recchá. Esta ilha é o lar dos genasis, que em Recchá são meio elementais. O local teria sido escolhido pelos próprios deuses elementais como um local de refúgio para todos os genasis.

A ilha é centrado no vulcão Krakakk e possui belas paisagens que nenhum estrangeiro viu e tenha saído da ilha para falar sobre. No vulcão os genasis realizam rituais de oferenda em agradecimento à vida guardada pelos seus deuses.

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Armadilhas diferentes – Aprendiz de Mestre

Tranquilos Aprendizes de Mestre? Armadilhas são uma parte importante e característica dos RPGs. Quase todos os sistemas possuem uma listagem com exemplos de armadilhas. O que geralmente consiste em buracos no chão, setas na parede e uma ou outra magia engatilhada para explodir os aventureiros.

Entretanto, nem sempre tais armadilhas geram a tensão no jogo que se deseja. Os jogadores dizem que estão procurando armadilhas, fazem alguns testes e pronto! Tá tudo resolvido. Não houve tensão, preocupação ou estratégias para resolver a armadilha.

Funções das armadilhas

Isso em si não é um problema. A questão é que as armadilhas não podem ser sempre um mero inconveniente entre os aventureiros e seus objetivos, seja chegar ao chefão ou localizar tesouros.

Primeiramente é importante pensarmos que uma armadilha é posta por alguém para exercer uma função específica. Geralmente tal função é proteger um local onde é o covil de algum monstro ou vilão ou então, os tesouros deles. É como colocar cacos de vidro em cima dos muros.

Então, um bom meio de alterar uma armadilha é alterar sua função. Por isso, ao invés de fazê-la para proteger algo, e se ela servisse para ataque ou de isca para capturar aventureiros curiosos ou incautos?

Para exemplificar isso, falarei de uma armadilha que fiz há algumas sessões para meu grupo mais experiente.

Eles perambulavam em busca de uma pessoa pelos esgotos de Popei, capital de Diacli. Uma cidade perigosa e cheia de pessoas de índole duvidosa. Entretanto, num dos tantos corredores subterrâneos eles avançaram incautelosamente. Assim, os dois primeiros do grupo caíram num alçapão. Na verdade era um mero buraco no chão com 6 metros de profundidade.

Porém, tal armadilha servia de local de caça para um pequeno grupo de devoradores de mente. Portanto um deles estava usando ilusão no chão para que assim as vítimas pudessem ser capturadas. Enquanto outro devorador, aguardava uma vítima cair para usar sua magia de Muralha de Energia e “tampar” o buraco, que ainda mantinha a magia de ilusão.

Nisso o grupo usou de todos seus recursos para descobrir o que havia acontecido realmente e como escapar da armadilha, enquanto um vapor tóxico preenchia o buraco onde dois personagens estavam. Em momento algum o grupo desconfiou da verdadeira natureza da armadilha e só não houve mortes no grupo porque eles eram nível 14 (D&D) e os devoradores eram nível 7, sem qualquer alteração da ficha básica do Manual dos Monstros.

Ou seja, uma armadilha que era apenas para ser um mero incômodo acabou demandando a sessão toda e fez um grupo experiente passar um forte aperto.

Monstros como armadilhas

Outra alternativa é utilizar monstros como armadilhas. O jeito mais fácil e clássico são mímicos. Mas com um pouco de criatividade é possível usar outros monstros também.

Pegando como exemplo o mímico, eu utilizei uma versão alterada dele. Ao invés de utilizar a típica forma de baú, coloquei o mímico ao estilo de escada. Isso instigou apenas um dos jogadores que desejava investigar um possível andar superior, enquanto os demais queriam “platinar” o andar. Assim, ele fez seu personagem subir pela escada e antes que visse algo foi engolido pelo mímico.

Neste caso o personagem só sobreviveu, pois também não alterei o nível do monstro e a discrepância entre ambos era absurda. Entretanto, isso serviu de aviso para o que viria a seguir.

O “senhor” daquela masmorra aonde estavam presos, conversou com eles e, ao invés de enfrentá-los, liberou o caminho e disse que era só sentar no trono que eles escapariam. Entretanto, ao sair da sala o grupo percebeu que se tratava de uma armadilha e só com o sacrifício de um personagem que teria que ficar na masmorra, os demais poderiam sair.

Outro exemplo de monstro como armadilha são os golens. Intercale estátuas comuns com golens de pedra e verão os jogadores ficarem paranoicos ou descuidados rapidamente.

Por hoje é isso pessoal. Haveria muitos mais exemplos, porém creio que estes são suficientes para instigar a criatividade de vocês, mestres.

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Lidando com imprevistos – Aprendiz de Mestre

Tranquilos Aprendizes de Mestre? Hoje falaremos sobre imprevistos que mudam a direção de uma campanha. Tais imprevistos são aquilo que os jogadores estão acostumados a fazer para destruir horas e horas de planejamento e preparo dos mestres.

Há duas opções para lidar com isso. A primeira é se preparar antecipadamente e cortar ou diminuir quaisquer dessas possibilidades. A outra é abraçar as decisões dos jogadores e ver no que vai dar, descobrindo a história juntamente com eles.

Seguindo a trilha do trem

Ao escolher esse caminho, o narrador precisará se preparar muito mais. Visto que terá que pensar e preparar cada curso de ação possível. Ou então, criar contingências para quando os jogadores levarem seus personagens a lugares não pensados previamente.

Por exemplo, os jogadores podem levar seus personagens para uma sala no fundo da masmorra que você não preparou nada. Você pode simplesmente dizer que não tem nada lá mesmo e pronto.

Entretanto, essa solução nem sempre será possível ou coerente. Dizer que um comerciante ou chefe da guilda não está em seu local de trabalho pode funcionar uma vez, mas não várias vezes. E, embora esse recurso permite, se bem aplicado, dar tempo para que o narrador se prepare adequadamente para a próxima sessão, ela também gera certa frustração aos jogadores. Dando a sensação de que eles não estão livres no mundo e estão seguindo um roteiro.

O que, isoladamente, não tem problema. Entretanto, se houver outras situações em sua campanha que levem a esse entendimento, pode ser que seus jogadores se sintam coadjuvantes e não protagonistas do jogo. Por isso, use com moderação.

A arte do improviso

Outra possibilidade é você ser bom em improviso e conseguir pensar em perigos, armadilhas, monstros e NPCs quando seus jogadores forem para lugares não previstos. O que pode ser muito comum se você for esse tipo de narrador.

A questão aqui é que, além de você depender muito de sua criatividade e conhecimento do sistema que esteja narrando, muitas coisas podem não se encaixar com o que está ocorrendo na sessão. Isso pode, muitas vezes, gerar uma sensação estranha de que seu mundo não possui coesão. Em casos mais acentuados, a percepção de seus jogadores é de que a campanha não anda ou não possui um objetivo claro.

Entretanto, há um forma de misturar as duas opções acima e que, na prática, é a forma que a maioria dos narradores conduzem suas mesas. Por isso, vamos ver…

Uma forma misturada

Seja em maior ou menor grau, todos os narradores que conheço narram mesclando um preparo prévio e aberturas simples nessa preparação para encaixar certos elementos de improviso. A questão é não transparecer que aquilo foi um imprevisto e, para demonstrar isso não vejo melhor maneira do que citar um exemplo dentre tantos que eu já vivi e narrei.

Começarei com o mais recente e que, por ventura, ontem mesmo teve um grande desfecho. O sistema usado é Old Dragon 2 e nele os itens mágicos são muito raros e quase nunca estarão à venda. Entretanto, no cenário de Elfrin a capital Recchá tem tudo que pode existir no mundo. E como os jogadores queriam itens básicos, como armas e escudos +1 e outras coisas simples, eu permiti que eles viajassem do condado que administram e fossem até a capital.

Porém, no dia da sessão eu não tinha preparado tudo o que eu precisava para a viagem e resolvi rolar um encontro aleatório fácil para o nível deles (embora nada seja fácil em OD2). O monstro “escolhido” foi um cubo gelatinoso e, na noite anterior à viagem, eu rolei um dado para ver qual personagem seria atacado pelo cubo enquanto dormia.

Minha intenção era preencher o tempo da sessão e deixar claro que a saída de todos os personagens principais do condado para irem à capital, geraria uma brecha na segurança da vila. Assim, como previ, o personagem sorteado conseguiu lidar facilmente com o cubo, porém ficou paranoico e chamou todos os outros para lhe ajudar na investigação de como um cubo gelatinoso conseguiu chegar aos seus aposentos.

Grandes consequências para pequenas investigações

A investigação chegou aos porões semi inundados do castelo e a descoberta de mais um cubo. Com a decisão majoritária do grupo em investigar os túneis alagados e descobrir a origem dos cubos, visto que alguns ainda pensavam ser obra de algum mago rival.

Com o auxílio de magia descobriram um templo dedicado a um deus antigo em formato de polvo. O templo estava abandonado e alagado, porém ainda possuía armadilhas e coisas do tipo. Em várias partes eu nada mais tinha feito do que circulado a área para designar armadilhas ou tesouros. Assim, surgiu uma região com água barrenta e com pouca luminosidade o que fez que os jogadores avançassem poucos metros numa sessão inteira.

Em outro momento um bauzinho permitiu trazer um tesouro dedicado ao deus antigo e que ativava uma uma armadilha de soterramento.

Tudo improvisado! Mas tudo também pensado anteriormente. Bem como a saída da masmorra que os levou a outra parte do mapa onde há uma neblina permanente. Ali o grupo tentou se teleportar, porém eu narrei que eles conseguiram ir até uma vila (que era o que eles queriam), porém não à vila onde residiam.

Os jogadores não perceberam meus vários improvisos. Não porquê sou fenomenal, mas sim porque eu havia engatilhado certas informações e poderia gerenciá-las conforme a necessidade.

Assim, unindo aleatoriedade, preparação e algumas anotações, obtive um grupo de jogadores felizes mesmo com seus personagens em maus lençóis.

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Projeto Elfrin – As nações do sul

Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos mais sobre as nações na região sul de Recchá: Reino das Ruínas, Crosantiv, Alveare e Diacli.

Reino das Ruínas

Talvez o mais antigo local povoado continuamente em toda Recchá. O Reino das Ruínas é assim chamado pela sua enorme quantidade de ruínas dos tempos de glória da nação cronista. Algo ocorreu e uma catástrofe em todo continente se abateu, muitos acreditam que os próprios cronistas tenham feito isso. Porém, nem eles nem ninguém se lembram dos tempos anteriores à catástrofe.

Obcecados por conhecimento, os cronistas mantém a maior e mais secreta biblioteca do mundo. A segurança de tal biblioteca é uma das maiores do mundo, inclusive superando as defesas dos maiores palácios e bancos.

É um local pouco povoado e cheio de mistérios, ruínas e artefatos de todos os tipos.

 

Crosantiv

Lugar de muitas florestas misteriosas e fantásticas. Crosantiv é um dos lugares mais inexplorados de Recchá, fazendo com que pouquíssimos lugares além de sua capital Boa Vista sejam povoados. Embora possua lugares belíssimos onde muitas outras raças vem descansar e turistar, Crosantiv é palco de uma disputa ancestral por suas duas principais espécies nativas: arbóreos e ologos.

Ambas espécies são dependentes de espécies humanoides e disputam esse recurso numa “guerra” silenciosa e oculta. Em Crosantiv também há a maior floresta feérica de todo continente. Embora isso não seja muito impactante para um local cheio de cavernas mágicas e onde a fauna e flora se misturam e criaturas fofas são mortais e seres aberrantes podem ser muito amigáveis.

 

Alveare

Lar da miríade, uma espécie de insetos sencientes que vivem em Colônia. São ótimos construtores e possuem uma forma de viverem e pensarem coletivamente. Apenas a capital Serin está acima da superfície, quase todas as demais estruturas e comunidades miríade vivem debaixo da terra.

A superfície é repleta de montanhas nevadas, um planalto gélido e um grande vale repleto de minérios e metais coloridos, onde o Império retira muitas de suas riquezas. Porém nada disso importa à miríade se eles puderem continuar se reproduzindo, se alimentando e cuidando dos seus e da Rainha.

 

Diacli

Nação localizada no extremo sul do continente. Lar dos fungis e de bárbaros humanos que vivem da venda de diversos tipos de substâncias entorpecentes. Mesmo em meio a muito gelo e neve, o principal rio da nação nunca se congela. Alguns teorizam que seja algo mágico, ou um fonte termal que se localiza embaixo de quase todo rio. Entretanto, o que realmente permite que o rio nunca congele é uma criatura que vive no fundo do rio.

Embora a capital Opei esteja em meio a neve eterna da região, mais ao sul, outra região abriga as ruínas ao redor do Grande Cogumelo e a cidade de Bozuni. Cidade esta que sim parece usufruir de um clima temperado por meio de acontecimentos mágicos inexplicáveis. Aqui só os mais fortes ou os mais espertos sobrevivem, seja nos ermos gelados ou em meio às cidades tumultuosas.

 

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Projeto Elfrin – As nações do norte

Tranquilos, pessoal? Hoje falaremos um pouco mais sobre as nações de Recchá, focando nas nações do norte: Raká-trak, Yuruon Kenvah, Baaso e Ezper. O Império Recchá, embora faça parte da região norte do continente já foi abordado neste texto.

O continente de Recchá pode ser dividido de duas maneiras principais. A primeira pode ser dividida em região norte (Raká-trak, Yuruon Kenvah, Império Recchá, Baaso e Ezper), região leste (Conclave do Limbo, Deldohe, Parime e Prasnono) e região sul (Reino das Ruínas, Crosantiv, Alveare e Diacli).

A segunda maneira é em leste (Raká-trak, Reino das Ruínas, Yuruon Kenvah e Crosantiv), centro (Baaso, Império Recchá, Alveare, Deldohe e Diacli) e oeste (Ezper, Conclave do Limbo, Parime e Prasnono).

 

Raká-trak

O território da nação de Raká-trak engloba a Ilha Bumerangue e todas as milhares de ilhas localizadas ao oeste do continente. Porém, essa classificação é extremamente imperfeita e desagrada aos popeianos (os residentes na capital Popei). Pois, para eles, a designação raká-trak é utilizada para designar os piratas e criaturas incivilizadas que atormentam o mar entre eles e o continente.

Desta forma, os popeianos designam que seus domínios são somente a cidade de Popei, seus arredores e uma rota segura até o continente. Tal rota segura é devidamente cobrada para que navios comerciais possam ser escoltados pelos avançados navios popeianos.

Regiões de Raká-trak e Yuruon Kenvah

Algo que os telássios de Popei não falam é que, além deles renegarem qualquer administração sobre todas as demais cidades e vilas de sua nação, há uma cidade nos confins do oceano onde telássios selvagens guerreiam constantemente contra os “traidores da superfície” e os navios que navegam por tais águas.

 

Yuruon Kenvah

A segunda nação humana. Formada há 20 anos, depois de um golpe bem sucedido. Os barões das três grandes cidades (Feny, Pomertau e Rocuis) se rebelaram contra o Império enquanto este se ocupava de uma guerra contra uma confederação de tribos de gigantes.

Em questão de poucas semanas as três cidades e seus domínios conseguiram estancar a produção e envio de vários bens para a Capital Recchá, o que acabou forçando a assinatura do acordo de paz. Com o acordo Recchá conseguiu manter e vencer a guerra contra os gigantes e de suprimentos, especialmente de muitos minérios. Em contraparte Yuruon teve sua independência e autonomia reconhecidas.

Porém, nesses 20 anos a tensão de uma guerra civil tem aumentado cada vez mais. Sendo muito mais uma questão de quando ocorrerá do que se ocorrerá. E nisso a espionagem e a preparação para a guerra entre as três grandes cidades é enorme, bem como de agentes externos, como o Império e Baaso. Portanto, esta é uma nação que está prestes a sofrer com uma guerra total.

 

Baaso

Lar ancestral dos halflings. Daqui se exportam muitos grãos, flores e muitos rebeldes. Baaso possuía cinco clãs, entretanto o clã que vivia nas montanhas acabou sendo destruído pelas forças imperiais. Houve alguns sobreviventes, porém estes se diluíram entre os demais clãs. Após isso as forças de Baaso conseguiram expulsar o Império de seus territórios e repeliram todas as demais tentativas.

Desta forma, Baaso é a única nação que ainda está oficialmente em guerra contra o Império. Isso, entretanto, não impede que as duas nações comercializem seus produtos, utilizando Ezper como um intermediário oficial.

Como Baaso é uma força monetária enorme, possuindo grandes bancos pelo mundo, consegue manter e treinar muitos rebeldes para atuarem contra as forças imperiais.

 

Ezper

Mais uma nação que teve uma de suas tribos destruída pelo Império. Entretanto os felídeos ainda possuem 41 tribos e a tribo teve todos seus integrantes mortos, não 

havendo qualquer um sobrevivente. Os felídeos são um povo livre e até mesmo caótico. Sendo os mercenários mais comuns entre as demais nações e não possuindo uma força militar coesa.

Sua pouca organização pode ser expressada pelo fato que, mesmo sendo muito mais numerosos que as demais raças, quem governa Ezper são os elfos amarelos. Embora o passado com o Império sempre foi tumultuoso, atualmente são aliados. Inclusive dividindo a administração da cidade Portal do Guardião.

 

 

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