Fox Osborne é um personagem interpretado por Victor Alonso, para a one shot Chuva de Sangue no sistema Chamado de Cthulhu. Para aprender a criar seu personagem, você pode acessar este link!
Os elementos apresentados aqui podem ser usados por mestres que queiram incorporá-los nas suas próprias campanhas ou apenas serem lidos como inspiração para suas próprias criações.
Fox Osborne é um ex-detetive particular, desgastado por anos lidando com figuras públicas envolvidas em casos banais de adultério e hipocrisia. Cansado desse tipo de trabalho, passou a recusar novos clientes e afundou lentamente em um ciclo de bebida e amargura.
Buscando uma mudança real em sua vida, Fox decidiu ingressar na polícia, acreditando que ali poderia fazer alguma diferença. Com o tempo, porém, percebeu que o sistema é mais resistente do que imaginava — e que, para provocar transformações reais, talvez fosse necessário jogar pelas regras erradas. A corrupção, para ele, não é um grande problema… desde que ninguém descubra.
Como interpretar
Um homem que não nega suas origens e confia no que vê, mesmo quando não consegue explicar. Sempre valoriza o descritivo acima das conclusões apressadas e carrega sua máquina fotográfica a tiracolo como extensão do próprio olhar. Registra tudo o que pode — inclusive aquilo que não lhe é favorável — porque acredita que a verdade, antes de qualquer julgamento, precisa ser observada e documentada.
Mote
Determinado a mudar de vida, ele está sempre tentando mostrar serviço e se destacar, mesmo quando isso exige ir além do que lhe é confortável. Nem sempre consegue, mas a tentativa constante revela sua vontade genuína de fazer diferente — ainda que, às vezes, tropece no próprio limite.
A Princesa é uma variante do Nobre. O que parece ser um pouco mais que uma origem, a princesa é um título empoderado pela circunstância. Nem todas as “princesas” são essa variante, mas esta variante canaliza, desenvolve e empodera os arquétipos de uma princesa. Portanto, pela majestade que vem com o cargo de princesa, essa variante é forjada.
Disclaimer
A variante de Nobre, a Princesa, é baseada na classe homebrew feita para 5e pelo usuário do reddit impersonator/Lucky Ferret e publicado no GM Binder. A ideia da classe foi traduzida para o sistema Tormenta20, mas a ideia original vem totalmente do autor do Homebrew para 5e.
Seu Título
Princesas são inerentemente dependente de seus título para serem, bem, princesas. Ou seja, se ela perder seu título, ela caí. Se ela se tornar rainha, ela ascende.
Preste atenção as regras variante de como ela deve ascender ou cair. Enquanto várias de suas características dependem dela possuir o título de Princesa, as criaturas não precisam saber que ela é uma para serem afetadas por suas habilidades.
Variante da variante: Princesa de Outra Forma
Muito da classe original para 5e e esta variante foi feito pensando no conceito literal de princesas de histórias de fantasia, mas isso não precisa ser a única forma de ser executada. Se você tiver outro personagem social que usa sua personalidade como um talento persuasivo, então teste! Essa variante pode ser usada como um príncipe, um diplomata ou um simples aristocrata.
Princesas aventureiras? Temos.
Princesa
“Uma verdadeira princesa não lidera forçando os outros a se ajoelhar a ela, mas inspirando outros para se erguerem com ela.” – Celestia, Princesa de um pequeno reino em Namalkah
A donzela em perigo, com seu longo cabelo e vestes imaculadas, aguardando para ser resgatada. Nesse caso, sua passividade e vitimismo aparente são na verdade uma estratégia, mesmo que ela não saiba, já que seu destino é tecido para ser inevitavelmente resgatado, protegido e reivindicado.
Vamos pensar: na floresta, uma mulher habita com suas três tias. Seus lábios rosados, seu cabelo dourado e sua voz divina denunciam a majestade inerente. Sua tias, quando ela completa dezoito anos, revelam seu destino: ela é uma princesa, e é hora de reclamar seu direito.
A princesa guerreira monta em seu cavalo, com a regalia da guerra e da graça. Digna e o epítome da gentileza, essa realeza fortalecida pela batalha se reduza a deixar sua terra ser ameaçada pelos seus rivais. Então, ela saca sua espada e emite um grito de guerra antes de avançar para o campo de batalha.
Características de Classe
Pontos de Vida. Uma princesa começa com 12 pontos de vida + Constituição e ganha 3 PV + Constituição por nível. Pontos de Mana. Como uma nobre básica (veja Tormenta20 JdA, pág. 79). Perícias. Adestramento (Car) ou Diplomacia (Car), Vontade mais 4 a sua escolha entre Adestramento (Car), Atuação (Car), Cavalgar (Des), Conhecimento (Int), Cura (Sab), Diplomacia (Car), Enganação (Car), Fortitude (Con), Guerra (Int), Iniciativa (Des), Intimidação (Car), Intuição (Sab), Investigação (Int), Jogatina (Car), Luta (For), Nobreza (Int), Ofício (Int), Percepção (Sab), Pontaria (Des) e Religião (Sab). Proficiências. Nenhuma.
Tabela: A Princesa
Nível
Habilidade de Classe
1º
Autoconfiança, linhagem real
2º
Destinada, palavras afiadas (2d6), poder de nobre
3º
Armadura dos aliados, poder de nobre
4º
Confiança real, poder de nobre
5º
Poder de nobre, presença aristocrática
6º
Palavras afiadas (4d6), poder de nobre
7º
Poder de nobre
8º
Poder de nobre
9º
Poder de nobre
10º
Palavras afiadas (6d6), poder de nobre
11º
Poder de nobre
12º
Poder de nobre
13º
Poder de nobre
14º
Palavras afiadas (8d6), poder de nobre
15º
Poder de nobre
16º
Poder de nobre
17º
Poder de nobre
18º
Palavras afiadas (10d6), poder de nobre
19º
Poder de nobre
20º
Poder de nobre, semblante sublime
Perils & Princesses já trouxe algo parecido a tona.
Habilidades de Classe
Autoconfiança
Como a nobre básica.
Linhagem Real
Você recebe uma linhagem real, que reflete a sua descendência real ou as tradições passadas adiante para você. Nesse sentido, sua linhagem é o que te faz única como princesa.
Por conta disso, você recebe um benefício no nível 1 e pode escolher poderes de linhagem ao invés de poderes de classe. Escolha uma das linhagens abaixo.
Princesa de Conto de Fadas. Você aprende e pode lançar uma magia arcana de evocação ou encantamento de 1º círculo (atributo-chave Carisma).
Princesa Guerreira. Você se torna treinada em Luta ou Pontaria e recebe proficiência com armas marciais, armaduras pesadas e escudos, +3 PV e +1 PV por nível. Além disso, recebe um poder de combate a sua escolha e cujos pré-requisitos cumpra.
Princesa Plebeia. Você se torna treinada em um Acrobacia e Ladinagem ou um Ofício a sua escolha. Se escolher Ofício ou Ladinagem, recebe os Instrumentos do Ofício escolhido ou uma gazua. Além disso, recebe o poder Especialista como se fosse uma ladina.
Destinada
No 2º nível, você recebe um benefício que reflete como você está destinada a grandeza. Escolha uma das opções abaixo.
Companheiro Animal
Você recebe um companheiro animal como uma druida com o seu nível de princesa (veja Tormenta20 JdA, pág. 62) ou um mascote como uma treinadora com o seu nível de princesa (veja Heróis de Arton, pág. 19). Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
Destino Eminente
Suas escolhas são escoltadas pelo próprio destino, percebendo você ou não. Uma vez por teste, você pode gastar 3 PM para rolá-lo novamente. Se tiver o poder Sortudo, o primeiro uso de Sortudo em um teste custa –1 PM.
Grito de Guerra
Você recebe a habilidade Gritar Ordens como uma nobre básica, seus aliados afetados recebem +1d12 na sua próxima rolagem de dano contra um alvo até o fim da rodada. Pré-requisito: Princesa Guerreira.
Guarda de Conto de Fadas
Você tem um guarda místico que te protege. Escolha se a criatura é uma fada (arcana), celestial ou abissal (divina). Você pode lançar uma magia de 1º círculo arcana (se escolher fada) ou divina (se escolher celestial ou abissal) a sua escolha. Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
Influência das Ruas
Você adiciona mais duas perícias que seja treinada entre as suas perícias que seja Especialista e recebe o poder Contatos do Submundo. Pré-requisito: Princesa Plebeia.
Virtude de Coração
Você fez um voto de Virtude, que segue a risca e que lhe concede poderes. Você recebe o poder Curar pelas Mãos como se fosse uma Paladina com o seu nível de Princesa e recebe uma Virtude Paladinesca (para quaisquer efeitos que tenham como alvo habilidades de Paladino, considere suas habilidades de Princesa). Se descumprir a virtude escolhida, você perde todos os seus PM e só pode recuperá-los a partir do próximo dia (veja Tormenta20 JdA, pág. 82-83).
Uma princesa usa todos os artifícios ao seu dispor
Palavras Afiadas
No 2º nível, você recebe esta habilidade como uma nobre básica.
Poder de Nobre ou de Linhagem
A partir do 2º nível, você recebe esta habilidade como uma nobre básica ou um poder de linhagem.
Armadura dos Aliados
No 3º nível, aliados servem como proteção extra contra o perigo. Uma vez por rodada, quando é alvo de um ataque, você pode gastar 3 PM para uma criatura voluntária adjacente a você seja o alvo do ataque no lugar.
Confiança Real
No 4º nível, você se torna confiante da sua condição e isso te inspira não se rebaixar aos demais. Você recebe resistência a efeitos mentais e medo +5 e redução a psíquico 5.
Presença Aristocrática
No 5º nível, você recebe esta habilidade como uma nobre básica.
Semblante Sublime
No 20º nível, a CD para resistir a sua Presença Aristocrática aumenta em +5 e você pode gastar +2 PM para usar Palavras Afiadas contra todos os alvos que possam te ver e te ouvir em alcance curto. Além disso, recebe um beneficio a mais dependendo da sua Linhagem Real.
Princesa de Conto de Fadas. Criaturas que falharem por 10 ou mais no teste de resistência a sua Presença Aristocrática ficam desprevenidas até o fim da próxima rodada.
Princesa Guerreira. Criaturas que falharem por 10 ou mais no teste oposto das suas Palavras Afiadas são consideradas vulneráveis ao próximo dano causado pelo seus aliados até o fim da rodada.
Princesa Plebeia. Você aprende e pode lançar a magia Alterar Destino sem gastar PM. E, uma vez por cena, você pode lançá-la sem gastar PM.
Princesas vem em todos os tipos e jeitos.
Poderes de Linhagem
A partir do 2º nível, ao invés de um poder de nobre, você pode escolher um poder de linhagem, ou seja, um poder que está conectado a sua linhagem real que foi escolhida.
Ataques Coordenados
Uma vez por rodada, quando ataca uma criatura que já tenha sofrido dano essa rodada, você soma +1d12 na sua rolagem de dano. Além disso, quando ataca uma criatura, pode gastar 3 PM para um aliado adjacente ao mesmo alvo faça um ataque contra ele como uma reação. Pré-requisito: 3º nível de Princesa, Princesa Guerreira.
Arsenal Mágico
Você aprende duas magias arcanas de 1º ou 2º círculo. Você pode escolher este poder quantas vezes quiser. Pré-requisito: Garota Mágica.
Cabelo Dourado
Seu cabelo é sobrenaturalmente lindo. Ele cresce a taxa de 30cm por semana. Então, uma vez por semana, você pode cortar um pedaço do seu cabelo que pode vender por T$ 50 para cada 30cm de cabelo.
Após um mês, seu cabelo para de crescer, mas passa a conceder os bônus de um escudo pesado com um encanto a sua escolha, que você não precisa empunhar, mas também não pode arremessar ou atacar com ele. Se cortar o seu cabelo, ele deixa de conceder o bônus de escudo e de encanto até crescer novamente. Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
Companheiro Animal Mágico
Seu companheiro animal se torna infundido com o espírito de um celestial, uma fada ou um abissal. Também, você recebe o poder Companheiro Animal Mágico (Tormenta20 JdA, pág. 62) como se fosse uma druida com seu nível de Princesa. Pré-requisito: Destinada (Companheiro Animal), 8º nível de Princesa.
Destruir a Moral
Uma vez por rodada, quando você ou um aliado leva um inimigo a 0 PV ou menos, você pode usar Palavras Afiadas como uma reação contra uma criatura em alcance médio que considere a criatura derrotada como um aliado. Pré-requisito: 10º nível de Princesa.
Fascínio Real
Você aprende e pode lançar a magia Enfeitiçar (atributo-chave Carisma) como uma arcanista com o seu nível de Princesa. Além disso, uma criatura que falhe por 10 ou mais no teste de resistência contra essa magia aumenta uma categoria de atitude em relação a você (mesmo que a magia se dissipe).
Se aprender novamente qualquer uma dessas magias, seu custo diminui em –1 PM. Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
Diferentes tipos mesmo.
Garota Mágica
Você soma seu Carisma no seus PM totais e recebe três magias de 1º círculo arcanas (atributo-chave Carisma). Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
Guarda Sábio
O conhecimento da sua criatura guarda se revela para você. Ela pode responder perguntas quando você a chama.
Em termos de regra, você aprende e pode lançar as magias Augúrio e Lendas & Histórias. Pré-requisitos: 10º nível de Princesa, Princesa de Conto de Fadas, Destinada (Guarda de Conto de Fadas).
Lábios como Rosas
Seus lábios estão em um constante vermelho profundo, que jamais fica ressecada. Uma vez por rodada, você pode gastar uma ação padrão e 1 PM para mandar um beijo para uma criatura adjacente.
Ela fica sob o efeito da magia Velocidade com aprimoramento para fazer uma ação de movimento adicional por turno por 1d4 rodadas. Criaturas só pode ser afetadas por essa habilidade uma vez por cena. Pré-requisito: 5º nível de Princesa, Princesa de Conto de Fadas.
Maquinar Defesas
Uma vez por rodada, você pode convencer seus aliados a reagir de uma maneira que beneficie ou os atrapalhe. Quando uma criatura em alcance curto faz um teste de resistência, você pode gastar 3 PM para convencê-la a reagir de outra maneira, trocando a perícia do teste de resistência dela.
Você pode, por exemplo, convencer uma criatura que é alvo de uma Bola de Fogo a resistir ao seu dano (trocando Reflexos por Fortitude) ou que o calor é psicológico (trocando Reflexos por Vontade).
Contra criaturas involuntárias, você deve passar em um teste de Diplomacia oposto a Intuição do alvo. Pré-requisito: 15º nível de Princesa, Princesa Plebeia.
“Sei que você vai querer ser uma de nós”
Ninguém Fica Para Trás
Uma vez por rodada, você pode usar a magia Curar Ferimentos. Este não é um efeito mágico, mas vem da sua capacidade de convencer as pessoas a continuarem lutando.
Além disso, se uma criatura alvo da magia estiver caído, pode se levantar como uma reação (apenas uma vez por cena). Pré-requisito: Princesa Guerreira.
Olhos Como o Oceano
Seus olhos são de um azul profundo, tão azul que parecem as ondas do oceano. Pensando nisso, você aprende e pode lançar a magia Hipnotismo como se fosse uma arcanista com o seu nível de Princesa.
Quando uma criatura falha por 10 ou mais no teste de resistência contra a magia, ela fica atordoado por 1 rodada antes de ficar fascinada. Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
Pessoa de Acessos
Tirando um tempo para perceber seu oponente, você pode descobrir suas fraquezas e explorá-las.
Por conta disso, uma vez por rodada, você pode gastar uma ação padrão para fazer um teste de Diplomacia ou Enganação contra a Intuição de um alvo em alcance curto. Se passar, conta como um teste de Identificar Criatura (Tormenta20 JdA, pág. 121) com CD igual ao resultado do teste de Intuição do alvo. Pré-requisito: Princesa Plebeia.
Voz de Encanto
Quando você canta ou fala, soa como um encantamento verbalizado pela sua voz. A CD das suas habilidades de Princesa aumentam em +2. Pré-requisito: Princesa de Conto de Fadas.
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Por último, mas não menos importante, se você gosta do que apresentamos no MRPG, não se esqueça de apoiar pelo Pix ou através do Catarse.
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Se liga na Área de Tormenta, o espaço especial dedicado apenas à Tormenta20 e o que remete a ele! E acompanhe também as outras sessões, por favor!
Os elementos apresentados aqui podem ser usados por mestres que queiram incorporá-los nas suas próprias campanhas ou apenas serem lidos como inspiração para suas próprias criações.
Faruk é um arcanista kliren, originário de um asteroide que caiu em Arton. Ao perceber a rara oportunidade que aquele novo mundo lhe oferecia, decidiu aprimorar suas habilidades arcanas e passou um período estudando na Academia Arcana, onde teve contato com teorias, métodos e práticas que jamais conheceria em seu lar de origem.
Após alguns semestres de estudo, Faruk sentiu que o conhecimento acadêmico já não era suficiente. Buscando colocar à prova tudo o que aprendera, escolheu o caminho da aventura como forma mais direta e honesta de evolução. Assim, encontrou trabalho em uma cidade ao sul de Deheon, encarando essa missão como seu primeiro verdadeiro teste prático das próprias capacidades arcanas.
Como interpretar Faruk Ibn Ladin
Faruk é um cientista arcano movido por uma curiosidade insaciável e por um desejo constante de testar os limites da magia. Ao interpretá-lo, pense em um “cientista maluco do bem”: alguém que faz perguntas invasivas sem perceber, cria justificativas mirabolantes para experimentar novas magias e poções, e enxerga o mundo como um grande laboratório em potencial.
Ele não é maligno nem cruel, mas sua forma direta, pouco convencional e excessivamente analítica de lidar com as pessoas frequentemente o torna incompreendido — e, às vezes, visto como perigoso por quem não entende suas intenções.
Mote
Encontra motivação no estudo da magia, em descobrir seus mistérios e suas maravilhas. Pretende chegar ao nível de grandes arquimagos de seu tempo, como era Talude e como é Vectorius. Além de trazer mais Klirens para dentro de Arton para não viverem vidas vazias no Éter Divino
Frase
“Podemos ver como seu corpo aguenta a magia de eletricidade!”
Douglas Quadros, Jujubinha, Miguel Souza e Gustavo Estrela falam sobre Arquivos Secretos nessa taverna. Venha conhecer mais sobre esse projeto de Ordem Paranormal, saiba quais são os conteúdos esperados para as próximas edições e entenda como ele pode acrescentar cada vez mais na sua mesa de RPG.
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
Depois de explorarmos, em Resistência Cultural, como artistas desafiam narrativas impostas e mantêm viva a chama da identidade coletiva, surge uma pergunta inevitável: o que acontece quando o sistema que precisava ser resistido simplesmente desaparece?
Quando impérios caem, quando catástrofes mágicas devastam continentes ou quando deuses deixam de responder, o mundo não termina. Pelo contrário, ele recomeça.
O colapso não representa apenas destruição. Ele também abre espaço para retorno, reorganização, reinvenção e disputa por novos sentidos. Povos sobreviventes precisam redefinir estruturas políticas, crenças espirituais, economias e relações sociais. Assim, o verdadeiro drama não está apenas na queda, mas principalmente no retorno.
Explorar o renascimento da civilização permite criar cenários ricos, cheios de tensão, esperança e conflito. Afinal, reconstruir é sempre mais complexo do que destruir.
1. O Vazio de Poder e a Disputa Imediata
Quando um império ruí, o primeiro elemento que surge é o vazio.
Sem autoridade central, líderes locais, generais sobreviventes e figuras carismáticas competem por legitimidade.
Além disso, antigas rivalidades reaparecem, pois ninguém mais teme a punição imperial. Esse momento inicial define o rumo da reconstrução.
2. Memória como Ferramenta de Reconstrução
Após o colapso, as pessoas recorrem à memória coletiva para orientar decisões.
Anciãos contam como era a vida antes do império, enquanto sobreviventes reinterpretam o passado para justificar novas estruturas.
Dessa forma, a memória não apenas preserva tradições, mas também molda projetos futuros.
3. Catástrofes Mágicas e Ecossistemas Transformados
Quando a queda envolve magia descontrolada, o próprio ambiente muda.
Florestas podem ganhar consciência, mares podem ferver eternamente e regiões inteiras podem se tornar zonas instáveis.
Assim, a reconstrução precisa considerar não apenas política e economia, mas também um mundo natural profundamente alterado.
4. O Desaparecimento dos Deuses
Se deuses deixam de responder, a fé entra em crise.
Templos perdem autoridade, sacerdotes questionam dogmas e novas interpretações surgem.
Enquanto alguns abandonam a religião, outros tentam reinventa-la, adaptando antigos símbolos a uma realidade sem milagres visíveis.
5. Comunidades Autosuficientes
Sem redes comerciais amplas, vilas e cidades aprendem a sobreviver sozinhas.
Agricultura local, trocas diretas e cooperação comunitária substituem sistemas centralizados.
Esse modelo fortalece laços sociais, mas também limita crescimento e inovação.
6. O Retorno do Conhecimento Perdido
Bibliotecas queimadas, academias destruídas e mestres mortos deixam lacunas profundas.
No entanto, aprendizes sobreviventes reúnem fragmentos de saber e começam a reconstruir tradições intelectuais.
Assim, o conhecimento retorna de forma diferente, muitas vezes menos arrogante e mais adaptado à nova realidade.
7. Novas Identidades Culturais
Sem o império impondo uma identidade dominante, culturas locais florescem.
Dialetos reaparecem, rituais antigos voltam a ser celebrados e símbolos regionais ganham importância.
Esse renascimento cultural fortalece pertencimento, embora também possa gerar conflitos entre grupos vizinhos.
8. Economia de Sobrevivência e Inovação
Inicialmente, a economia gira em torno da sobrevivência.
No entanto, conforme a estabilidade aumenta, inventores e artesãos começam a criar soluções adaptadas ao novo mundo.
Assim, tecnologias simples podem evoluir rapidamente, especialmente quando combinadas com fragmentos de magia remanescente.
9. Mitificação do Colapso
Com o passar do tempo, as pessoas transformam o colapso em mito.
Alguns narram a queda como punição divina, enquanto outros a descrevem como libertação necessária.
Essas narrativas influenciam profundamente como a nova geração enxerga o passado e constrói o futuro.
10. A Segunda Civilização
Por fim, quando estabilidade, memória e inovação se combinam, surge uma nova civilização.
Ela não replica o império antigo, mas aprende com seus erros.
Ainda assim, carrega sementes de futuros conflitos, pois toda ordem eventual enfrenta o risco de repetir excessos.
Conclusão
O retorno da civilização não acontece de forma linear nem pacífica. Ele exige adaptação, confronto e criatividade coletiva.
Quando impérios caem ou deuses silenciam, o mundo não entra apenas em ruína, mas em transformação.
Para o worldbuilder, esse momento representa um campo fértil de narrativas. Personagens podem nascer em meio ao caos, liderar reconstruções ou questionar se vale a pena restaurar o que existia antes.
No fim, talvez a verdadeira força de uma civilização não esteja em sua grandeza, mas na capacidade de se reerguer após a queda. Porque impérios podem desaparecer, deuses podem calar, mas a vontade de organizar o mundo sempre retorna.
Depois de explorarmos como iniciar uma campanha em meio ao caos, é inevitável reconhecer que nem todo caos é planejado. Em Começo no Caos, o conflito surgiu como ferramenta narrativa estratégica. No entanto, em muitas mesas, o desastre aparece de forma inesperada: uma sessão que perdeu ritmo, um conflito entre jogadores, uma decisão que gerou frustração coletiva ou até um erro de condução que abalou o clima da campanha. Diante disso, surge a pergunta inevitável: como retomar a história depois que algo claramente deu errado?
Antes de mais nada, é importante aceitar que sessões ruins fazem parte do processo criativo. Nenhuma mesa funciona perfeitamente o tempo todo. Ainda assim, a diferença entre uma campanha que se encerra prematuramente e outra que amadurece está justamente na forma como o grupo reage ao tropeço. Portanto, retomar não significa fingir que nada aconteceu; ao contrário, exige diálogo, ajustes conscientes e reconstrução gradual de confiança e ritmo.
Reconheça o problema com clareza
Quando uma sessão deixa frustração no ar, ignorar o desconforto só prolonga o desgaste. Por isso, o primeiro passo consiste em reconhecer abertamente o que não funcionou. Se o combate foi desbalanceado, se a narrativa ficou confusa ou se alguém se sentiu apagado, esses pontos precisam ser mencionados com maturidade.
Além disso, quando o mestre assume sua parcela de responsabilidade, a tensão diminui naturalmente. Muitas vezes, o simples reconhecimento já restaura parte da confiança que havia sido abalada.
Diferencie conflito narrativo de conflito pessoal
Nem todo desastre nasce da história. Às vezes, a tensão surge entre pessoas, e não entre personagens. Nesse contexto, identificar a origem do problema se torna essencial. Um jogador frustrado com a própria decisão pode projetar essa insatisfação na narrativa.
Portanto, separar o que pertence à ficção do que pertence à dinâmica social ajuda a resolver o impasse com mais precisão e menos ruído emocional.
Reforce os acordos da mesa
Depois de um conflito, expectativas podem ficar desalinhadas. Por esse motivo, relembrar o contrato social da campanha ajuda a restabelecer equilíbrio. Não é necessário formalizar uma reunião extensa; contudo, uma conversa franca pode alinhar novamente objetivos, limites e estilos de jogo.
Quando todos compreendem o que esperam da experiência, a retomada se torna mais segura e consciente.
Transforme frustração em desenvolvimento narrativo
Se uma decisão desagradou parte do grupo, talvez seja possível integrá-la de forma mais significativa. Por exemplo, um personagem que sofreu uma derrota pública pode encontrar, na sessão seguinte, uma oportunidade concreta de redenção.
Dessa maneira, a narrativa deixa de carregar apenas frustração e passa a oferecer crescimento. Assim, o erro ganha função dramática.
Reduza a escala para recuperar o ritmo
Após um momento tenso, iniciar com algo mais simples costuma ajudar. Uma sessão focada em interações menores, exploração leve ou conflitos controlados permite que o grupo respire. Esse tipo de abordagem reorganiza a energia da mesa e prepara terreno para desafios maiores posteriormente.
Consequentemente, o ritmo volta a se estabilizar sem pressão excessiva.
Valorize pequenas conquistas
Em vez de mergulhar imediatamente em novos grandes conflitos, introduza pequenas vitórias. Um NPC reconhece o esforço do grupo, uma missão curta é concluída com sucesso ou um mistério secundário é resolvido de forma satisfatória.
Esses momentos restauram entusiasmo e mostram que a campanha ainda oferece recompensas emocionais.
Ajuste decisões quando necessário
Em determinadas situações, uma escolha tomada sob tensão pode ser revista. Embora isso não deva se tornar regra, ajustes pontuais podem salvar a experiência coletiva. Caso um erro estrutural tenha prejudicado o equilíbrio, corrigi-lo com transparência demonstra comprometimento.
O essencial, nesse processo, é preservar a confiança do grupo.
Reequilibre desafios e expectativas
Se o problema surgiu por excesso ou falta de dificuldade, o mestre pode recalibrar desafios. Combates podem ser ajustados, recompensas podem ser melhor distribuídas e oportunidades podem ser ampliadas. Assim, o jogo recupera sua sensação de justiça e progressão.
Ao agir dessa forma, a campanha ganha estabilidade e coerência.
Escute antes de justificar
Depois de uma sessão problemática, a tentação de explicar cada decisão é grande. Contudo, ouvir tende a ser mais produtivo do que justificar. Quando jogadores se sentem escutados, a tensão diminui e a colaboração se fortalece.
Essa postura demonstra maturidade e reforça o caráter coletivo do RPG.
Encare o desastre como aprendizado
Por fim, toda sessão difícil oferece lições importantes. Talvez o ritmo tenha sido acelerado demais. Talvez expectativas não tenham sido alinhadas com clareza. Independentemente da causa, refletir sobre o ocorrido transforma o erro em crescimento.
Quando o grupo reconhece esse aprendizado e o incorpora à campanha, o desastre deixa de representar fracasso e passa a marcar evolução.
Conclusão
Campanhas não se definem pela ausência de conflitos, mas pela capacidade de supera-los. Sempre que algo desmorona, surge a oportunidade de fortalecer a mesa por meio do diálogo, da escuta e de ajustes conscientes. Portanto, reconstruir não é sinal de fraqueza narrativa; pelo contrário, demonstra maturidade criativa.
No fim das contas, o verdadeiro papel do mestre não consiste apenas em conduzir momentos épicos, mas também em sustentar a história quando ela vacila. E, quando essa reconstrução acontece com intenção e colaboração, a campanha retorna mais sólida, mais consciente e muito mais preparada para os próximos desafios.
Continuando nossa caminhada na adaptação de Darkest Dungeon, hoje trazemos algumas dicas para você adaptar A Enseada, como um Buraco em Oblívio RPG, da Editora New Order.
Caso você não saiba do que se trata Oblívio, pode conferir a nossa resenha sobre o sistema neste artigo, e caso queira fichas prontas para jogar a aventura que vamos falar hoje você pode encontrar um grupo pronto acessando aqui.
“ESTAS CAVERNAS ENCHARCADAS DE SAL ESTÃO REPLETAS DE PESADELOS PELÁGICOS – DEVEM SER ELIMINADAS!” – O Narrador, darkest dungeon
Conhecendo a Enseada
A enseada é um ambiente nada agradável, uma mescla de ruínas e tuneis que se conectam aos esgotos da cidade, o subterrâneo da mansão na colina e ao mar. Água fétida e salobra por todo lado, e das sombras saltam os horrores antigos das profundezas.
Um lugar típico onde a Escuridão se manifesta, e de onde ela se espalha. Neste caso, o inimigo é um horror ancestral das profundezas do mar, cuja presença deturpa tanto a fauna marinha, quanto o coração humano.
Dentre todos os ambientes de Darkest Dungeon, escolhi a Enseada para adaptar por causa das mecânicas de seu Chefão: A Sereia, cujas mecânicas tem o potencial de tornar a dinâmica do combate bastante interessante.
Como Jogar
Para jogar uma aventura na Enseada, basta seguir as orientações da seção Criando Buracos do playtest de Oblívio [que você pode encontrar na pagina do financiamento coletivo deles acessando aqui], com as seguintes alterações:
Quando realizar o “3º Passo – Funde o Buraco” não utilize o baralho de missões. Ao invés disso a missão do grupo se torna:
“Encontrar e Eliminar a Sereia”. O grupo deve explorar o Buraco até encontrarem uma Carta de Encontro no qual a ameaça sorteada seja de Grau 4 ou maior, ou uma Carta de Objetivo. Assim que isso ocorrer, substitua a Ameaça de Grau 4 ou mais, ou a carta de Objetivo, por um combate com a Sereia.
Sempre que o grupo tirar uma Carta de Encontro, role na tabela como instruído, entretanto substitua as ameaças que forem roladas na tabela por outras de Grau equivalente, listada na tabela a seguir, na mesma quantidade. As fichas dessa novas ameaças estão apresentadas logo em seguida neste mesmo artigo.
Grau
Ameaças
1
Larva Marinha, Ferrão das Profundezas, Garoupa Pelágica, Guardião Pelágico
2
Xamã Pelágico
3
Uca Maior
4
A Sereia
Lista de fichas as novas Ameaças
Larva Marinha [Grau 1]
Visualmente a larva marinha parece mais nojenta do que ameaçadora, mas não se engane. A concha desse caramujo super desenvolvido é mais dura do que parece, e basta um cuspe dele para deixar sua Persona com o estômago embrulhado.
Posicionamento preferido: as primeiras casas da fileira de inimigos.
Salmoura (Ação Regular). Dano: 1d4 de Estresse. Alcance: Absoluto.
A Larva Marinha ataca um alvo em até Alcance Absoluto causando 1d4 PE e obrigando ele a fazer um teste de Esforço, se falhar ele fica Botando para Fora [mazela].
Tabela de recompensa da Larva Marinha
1d6
Recompensa
1
Nada
2 a 4
1 Combustível
5 a 6
1 Escudo leve ou pesado (50% de chance cada)
Ferrão das profundezas [Grau 1]
Apesar de seu aspecto gelatinoso, essa aberração sobrenatural que se assemelha a uma água vida é a forma quase física das toxinas mais nocivas que o mar já produziu. Seria ela uma criatura ancestral dos mares profundos, ou talvez uma manifestação resultante da presença de um horror ancestral? Ninguém sabe confirmar.
Posicionamento preferido: as ultimas casas da fileira de inimigos.
O Ferrão das Profundezas ataca um alvo em até Alcance Absoluto causando 1 PE, além disso o próximo teste do alvo para resistir a Ferida [mazela] é feito com Dificuldade Aumentada.
O Ferrão das Profundezas ataca um alvo em até Alcance Absoluto causando 1d4 PE, e obrigando ele a fazer um teste de Esforço, se falhar ele ganha uma Ferida [mazela].
Tabela de recompensa do Ferrão das Profundezas
1d6
Recompensa
1
Nada
2 a 4
1 Recurso
5 a 6
1 Estimulante
Garoupa Pelágica (Grau 1)
Essas criaturas aparentemente híbridas de peixe e gente são os principais guerreiros dessa estranha civilização que habita os dutos e tuneis que conectam os subterrâneos ao mar.
Podemos ainda considerá-los como “lobisomens marinhos”, uma vez que, segundo sua historia no jogo, quando esse povo morde um humano, essa pessoa lentamente se transforma em um deles.
Posicionamento Favorito: A Garoupa pode ocupar qualquer posição da linha de inimigos, apesar de que seu ataque varia a depender de qual a posição que ela ocupa.
O Garoupa Pelágica ataca um alvo em até Alcance Longo causando 1d6+2 PE, e o forçando a fazer um teste de Esforço, se falhar o alvo ainda é puxado, trocando de lugar com o aliado à sua frente, podendo chegar no máximo a primeira posição na fileira dos heróis.
O Garoupa Pelágica não pode usar a Pesca Submarina se estiver nas duas primeiras casas da fileira de inimigos.
Tabela de recompensa da Garoupa Pelágica
1d6
Recompensa
1
Nada
2 a 4
1 Lâmina Curta
5 a 6
1 Corda
Guardião Pelágico [Grau 1]
Acredita-se que esses guardas eram polvos comuns, mas que foram transmutados de sua natureza simples em criaturas horrendas. O que não se sabe ainda é se foram intencionalmente criados pelos rituais dos Xamãs Pelágicos, ou se apenas são mais uma das consequências da manifestação de um horror ancestral no mundo.
O Guardião Pelágico ataca um alvo em até Alcance Longo causando 1d4+2 PE, e forçando o alvo a realizar um teste de Esforço, se falhar ele ganha uma Ferida [mazela].]
Barreira de Cracas (Ação Regular).
O Guardião Pelágico aumenta a própria proteção em +2 e então escolhe um de seus aliados, enquanto sua proteção estiver aumentada todo ataque ou habilidade de um inimigo que escolha aquele aliado como alvo é redirecionado ao Guardião Pelágico. Ele só pode usar essa habilidade novamente quando perder os bônus de proteção.
Tabela de recompensa do Guardião Pelágico
1d6
Recompensa
1
Nada
2 a 4
1 Lâmina Curta
5 a 6
1 Escudo Pesado
Xamã Pelágico [Grau 2]
Os xamãs pertencem a mesma espécie de criaturas das profundezas meio gente meio peixe que os Garoupas, mas enquanto eles se especializaram como linha de combate, os Xamãs são líderes religiosos que lidam com o oculto e realizam rituais macabros para algum horror ancestral das profundezas, o qual eles veneram como uma divindade.
Se essas preces macabras são ouvidas ninguém sabe, mas é fato que tais rituais aumentam a presença desse horror ancestral na superfície, de forma que acredita-se que eles tenham algum envolvimento, seja ele direto ou não, na deturpação que fez surgir criaturas como os Guardas Pelágicos, Larvas marinhas e outras mais.
Posicionamento Favorito: Xamãs Pelágicos preferem sempre a última casa da fileira de inimigos, onde podem usar seus feitiços em segurança.
Onda Estressante (Ação Regular). Dano: 1. Alcance: Absoluto.
O Xamã Pelágico causa 1 PE, que não podem ser evitado ou reduzido, no torso de até dois alvos em até Alcance Absoluto, caso não esteja na ultima posição da fileira o xamã se desloca uma casa em direção ao final da fileira de inimigos. Ele não consegue usar essa habilidade se estiver na primeira casa.
Chamado das Profundezas (Ação Regular). Alcance: Absoluto.
O Xamã Pelágico escolhe um outro aliado em até Alcance Absoluto, ele ganha +2 de proteção, aumenta todo dano causado em 2, o próximo teste que realizar tem Dificuldade Reduzida. Ele não consegue usar essa habilidade se estiver na primeira casa da fileira de inimigos.
Brisa Marinha (Ação Regular). Alcance: Absoluto
O Xamã Pelágico evoca as brisas do mar para envolver um aliado em até Alcance Absoluto curando 2d4+6 pontos de estresse do alvo. Ele não consegue usar essa habilidade se estiver na primeira casa da fileira de inimigos.
O Xamã Pelágico ataca um alvo em até Alcance Adjacente causando 1d4+1 PE.
Tabela de recompensa do Xamã Pelágico
1d6
Recompensa
1
2 Ração
2 a 4
1 Recurso
5 a 6
1 Bomba a escolha do jogador
Uca Maior [Grau 3]
Esse crustáceo blindado possui uma defesa robusta e um ataque sangrento. Embora ninguém saiba ao certo qual sua origem exata, é evidente que surgiram como consequência de algum tipo de corrupção antinatural.
Posicionamento Favorito: Os Uca Maiores preferem as primeiras casas da fileira de inimigos, tanto pelo seu tamanho avantajado, quanto pelo uso de suas habilidades ofensivas e defensivas.
O Urca Maior ataca um alvo em até Alcance Médio causando 2 PE causando uma Ferida [mazela], além disso, enquanto estiver sofrendo com essa mazela, o alvo reduz toda cura que receber em 2.
Pancada da Maré (Ação Regular). Dano: 2d4+2. Alcance: Curto.
O Urca Maior ataca um alvo em até Alcance Curto causando 2d4+2 PE e obrigando o alvo a fazer dois testes de Esforço, se falhar no primeiro ele fica Sem Reação [mazela], se falhar no segundo ele é empurrado uma casa para trás na fileira das personas e fica No Chão [mazela].
Tabela de recompensa do Uca Maior
1d6
Recompensa
1
1d4 Ração
2 a 4
1d4 Recuso
5 a 6
1 Kit de Reparos
A Sereia [Grau 4]
Uma jovem apaixonada que foi servida de sacrifício humano aos horrores das profundezas por aquele a quem amava, mas que retorna em uma nova forma, destinada a seduzir os incautos com seu canto e arrastá-los para sua morte nas águas salobras da enseada. Essa é a origem, e a sina da sereia, e é seu dever pará-la de uma vez por todas.
Posicionamento Favorito: Embora a Sereia possa usar suas habilidades de qualquer posição ela prefere ficar no final da fileira de inimigos sempre que possível.
Atributos fixos:
Carne
Força
Fuga
Determinação
Mente
5
0
6
5
4
Dano: 3. Proteção: 6. Velocidade: 7. Limite de Estresse: 40/ 3 Regiões. Tamanho: Médio / 2 Casas. Conhecimentos especializados: Social e Emocional.
Habilidades:
Canção do Desejo (Ação Extra). Alcance: Absoluto
A Sereia assume o controle de um alvo, ele passa a ocupar uma posição à frente ou atrás da Sereia como lhe for melhor e passa agir como um aliado dela usando seus ataques contra as Personas.
A sereia só pode controlar uma Persona por vez por meio dessa habilidade, e sempre que receber estresse o alvo pode fazer um teste de Emocional, se passar ele recupera seu autocontrole e volta para a fileira das personas na primeira ou ultima casa, como preferir. Ao final de cada rodada, enquanto estiver sendo controlado, o alvo recebe 1 PE em seu torso.
Caso o grupo decida fugir, se o alvo ainda estiver sob controle da Sereia, ele não os seguirá, se perdendo para sempre e eventualmente se transformando em mais uma das criaturas da Enseada. Caso deseje continuar jogando o jogador deve criar uma nova Persona quando a testemunha julgar coerente.
Maré Alta (Ação Extra).
A Sereia invoca uma criatura das profundezas para servi-la e protegê-la. Role na tabela abaixo, a criatura surge em sua posição favorita, ou a mais próxima da mesma que for possível. Se a sereia já tiver usado a Canção do Desejo neste turno, ela usa esta habilidade com sua Ação Regular ao invés do normal.
1-2 – Ferrão das Profundezas
3-4 – Guardião Pelágico
5-6 – Garoupa Pelágica
A Sereia só pode ter um aliado invocado por essa habilidade simultaneamente.
Queda de Pressão (Ação Regular). Dano: 3. Alcance: Absoluto.
A Sereia ataca quaisquer alvos em Alcance Absoluto os obrigando a fazer um teste de Emocional, cada alvo que falhar recebe 3 PE.
Devorar (Ação Regular). Dano: 2. Alcance: Longo.
A Sereia ataca uma alvo em alcance longo causando 2 PE e uma Ferida [mazela].
Tesouro:
Concha da sereia Tamanho: 1 Espaço.
Esse item é considerado um Equipamento Corrompido e pode ser usado como um colar ou amuleto. A Persona que o estiver utilizando rola um dado adicional em todos os testes para Resistir à mazelas, além de reduzir em 1 todo estresse direcionado ao torso da Persona.
É sobre isso!
Espero que tenham gostado, e deixem nos comentários o que acharam, com foi a experiência de vocês narrando ou jogando essa aventura!
Meus agradecimentos a Wiki de Darkest Dungeon onde pude tirar minhas duvidas sobre as mecânicas das criaturas, as paginas deles foram bem completas e uma mão na roda para essa adaptação.
Nos vemos no próximo mês galera e, seja no RPG ou no seu dia a dia, sejam a Luz que combate a Escuridão!
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A Sereia na Enseada – Darkest Dungeon em Oblívio RPG
Texto e capa: Maykon Martins. Revisão: Raquel Naiane.
Em Ghanor, os anões (e talvez outras raças?) que se tornam os melhores em seus ofícios são abençoados/amaldiçoados com a imortalidade. Para a maioria dos anões a primeira vista é uma benção, já que suas vidas, já longevas, se tornam eternas, até que o tempo se prova ser o maior inimigo desses anões.
A imortalidade vinda da perfeição em um oficio traz a solitude, e então a depressão para diversos anões. Alguns procuram de toda maneira uma forma de encontrarem a morte, como a anã Alma (que dizem estar viva até os dias de hoje). Outros ficam insensíveis, indiferentes, vendo a possibilidade de outro humano os superarem como uma questão de tempo, e agora eles tem todo o tempo do mundo.
No Santos Escritos de hoje, trouxemos a distinção Melhor Anão do Mundo, para personagens que queiram abençoar ou amaldiçoar seus personagens anões com a imortalidade.
Mas o que é uma Distinção?
Para mais detalhes de como Distinções funcionam, adquira a Revista Dragão Brasil – Especial Ghanor (carinhosamente chamada de Zamir Brasil) com o código mrpg10 para entender melhor como distinções funcionam.
Ser o melhor do melhor do mundo é complicado.
Admissão
Para começar, você tem que ser um anão. Há controvérsias se essa maldição se estende a alguma outra raça, Alma chegou a teorizar que gigantes também seria abençoados (ou amaldiçoados, na visão dela) por essa capacidade. Mas até o momento só se tem conhecimento de anões que sejam capazes de se tornar imortais pelo esforço.
Sendo um anão, a maioria dos anões que se tornam imortais dessa maneira atingem essa capacidade naturalmente, apenas por puro interesse no ofício que empregam. Porém, há uma quantidade considerável de anões que pretendem se tornar os melhores do mundo para alcançar a imortalidade.
Escolha um ofício
Primeiramente, o campo em que o anão deve ser o melhor tem que ser algo incontestável. Coisas muito vagas ou específicas normalmente não atingem a imortalidade dos anões. O anão precisa ser o melhor em um campo abrangente de um ofício.
Citando dois exemplos, Thondin era o melhor ferreiro do mundo, não existia um “melhor ferreiro de espadas” que também era imortal, ou um “melhor ferreiro de martelos”. Alma é a melhor herbologista do mundo, não existe um anão que é o “melhor herbologista em remédios para dormir”.
Tenha a melhor perícia
Definido o campo, o anão precisa ter a perícia relacionado ao campo como sua melhor perícia. A maioria das vezes será um Ofício, mas pode ser outras perícias a critério do mestre.
O melhor acrobata do mundo pode ter Acrobacia, o melhor corredor do mundo pode ter Atletismo, o mais resistente anão do mundo pode ter como sua maior perícia Fortitude.
Em termos de regra, o anão deve ter um valor na perícia definido igual ou maior que 10 no nível 5 ao 6. Maior que 14 dos níveis 7 ao 14 e maior que 20 dos níveis 15 a diante. Normalmente, a únicas perícias incapazes de se usar são perícias relacionadas a teste de ataque: Luta e Pontaria.
Prove que é o melhor
Com isso, o anão deve fazer um feito que prove a sua superioridade no campo. Se for um ferreiro, fazer a melhor arma do mundo. Caso seja uma herbologista, fazer um remédio cura tudo usando apenas ervas e plantas. Se for um corredor, fazer a maior distância possível sem se cansar. Feito isto, o anão já vai ser admitido a distinção e alcançará a imortalidade…
Para vencer o oponente
Se já não houver um anão melhor que ele. Se for o caso, o anão pode ser dar por vencido e acreditar que seus esforços foram bons, mas não tem como ganhar sempre, mas caso não se sinta por vencido, deve encontrar o melhor anão naquele campo e derrotá-lo. Normalmente isso envolve superar o anão em seu campo (já que matá-lo está fora de questão) ou o indivíduo que ocupa esse título, que ai sim pode ser morto.
Mas muitas vezes, destruir sua moral para desistir de executar seu ofício pode ser uma estratégia válida, depende do alvo.
Com o melhor anterior derrotado (e normalmente morto), o anão candidato finalmente pode alcançar a imortalidade… Parabéns?
Eu sou o melhor, do melhor do mundo
Marca da Distinção: O Melhor do Mundo
É terrível, senhor! A impossibilidade da morte…
Você é imortal. Sempre que “morre”, não importando o motivo, volta a vida após 3d6 horas. Enquanto for o melhor no seu ofício e não for superado por qualquer um, o anão mantém esse poder e os demais poderes desta distinção. Caso seja superado, perde todos os seus PM por uma semana e perde acesso a todos os poderes da distinção.
Especialidade da Casa
Quando faz um teste da sua perícia especializada, seu bônus de treino é dobrado. Se tiver o poder Especialista, você pode gastar 1 PM para triplicar seu bônus de treino. Exemplo: Sou o melhor Armeiro do mundo e estou no nível no nível 7, quando faço um teste de Ofício (Armeiro), ganho +4 no teste. Se eu gastar 1 PM, ganho +8 no teste. Pré-requisitos: Foco em Perícia com a sua especialização, Int 2.
Especialização Automática
Quando faz um teste da sua perícia especializada, pode escolher 10 em qualquer teste e pode escolher 20 em situações em que poderia escolher 10. Pré-requisito: Especialidade da Casa.
Incapaz de Falhar
Quando usa Foco em Perícia com a perícia em que é especializado, ao invés de rodar dois dados e usar o melhor resultado, você roda um número de dados igual ao seu atributo-chave na perícia e escolhe o melhor entre eles. Pré-requisito: Especialidade da Casa.
Produtividade Sobrenatural
Você gasta 10 minutos e 1/20 do preço original para consertar itens relacionados a sua perícia especializada, uma categoria de tempo a menos para fabricar um item relacionado a sua perícia especializada (1 hora para consumíveis. 1 dia para não consumíveis; 1 semana para itens superiores e/ou mágicos). Além disso, não sofre penalidade para fabricar duas unidades de itens consumíveis em 1 hora e a CD dos usos de perícia para Identificar itens relacionados a sua perícia especializada e para sustento diminuem em –10. Se você for treinado em outra perícia que não ofício, você só recebe a segunda parte do poder. Pré-requisito: Incapaz de Falhar.
Sem Medo da Morte
Você recebe imunidade a efeitos de medo e continua consciente após chegar aos pontos de vida negativos. Além disso, quando chega ao valor de PV negativo para que “morra”, você ainda permanece de pé por 1 rodada antes de ficar inconsciente.
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Se liga na Área de Tormenta, o espaço especial dedicado apenas à Tormenta20 e o que remete a ele! E acompanhe também as outras sessões, por favor!
Douglas Quadros, Gustavo Estrela e Edu Filhote falam sobre Jogadores Que Não Falam nessa taverna. Venha saber o motivo de alguns jogdores ficarem mais calados na mesa de RPG e entenda como ajudá-los a interagir mais com o grupo, seja você mestre ou outro jogador!
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
Urbana Bellica é um RPG de Fantasia Urbana do Brasil pela Editora Nozes Game Studio.Ele foi lançado como financiamento coletivo, em 2022. Escrito por Sérgio “o Alquimista“ Gomes, e utiliza o sistema Nefastus, desenvolvido primeiramente para o Into the Madness, As 7 Baladas do Oeste, O Reino, Ymortis e, agora, para o Urbana Bellica.
Ilustrações: David Lewis Johnson, FunctionalNeighbour, GrandFailure, K_Rume, Kit8, PixelCityBros, Sean_Izaakse, Jeshield, Sérgio “O Alquimista” Gomes (Unsplash, Pexels e Graffiti Studios, fotomanipulação), Stock Art (Adobe, Freepik, Dreamstime), (a)u$tral3;
Arrecadou um total de R$ 5.522,00 reais no financiamento coletivo de 20/09/2022;
Muitos livros e material de suporte: Livro das ordens místicas, Livro de Agmatoth, mapa final, marca páginas, Neon-Shi Senso, UB Caos e Ordens, UB fast-play, UB ficha de personagem editável.
O que você precisa para jogar Urbana Bellica
Você precisa de dados de 4, 6, 8, 10, 12 e 20 faces (ou você pode usar um aplicativo de simulação de dados), papel e lápis. E o livro de regras, claro.
Sistema? Nefastus, Role 1d20 + modificador do atributo pertinente e compare o resultado à dificuldade estabelecida para a ação.
Também precisa que um dos jogadores seja o Senhor da Guerra. O interessante é que o livro sugere que a cada sessão, este papel mude.
O que você pode ser em URBANA BELLICA
Fox Mulder, para Urbana Bellica
Um humano, ou um Filho do Índigo
Com 4 atributos básicos:
Corpo;
Agilidade;
Astucia;
Presença.
Depois de definir atributos, escolha a origem geral:
Apátrida;
Burguês;
Estrangeiro (Ilegal e Imigrante); e
Periférico.
Ou ainda, variantes:
Muviano;
Neandertal;
Melhorado.
E claro, anão, gnomo, elfo, entre outras opções. Passando por personalidade, motivação e finalmente NOME.
Ainda tem função: combativa, generalista e especialista, como por exemplo:
Dana Scully para Urbana Bellica
O Senhor da Guerra e o jogo
Temos também bastante leitura para o mestre, com orientações e dicas. A sessão do Mestre com:
Zonas de Combate;
Cobertura;
Danos;
Fome e Sede;
Fogo e Ácido;
Sufocamento e Afogamento;
Stress e Colapso Nervoso;
Cura;
Condições;
Salto, Objetos e Queda;
Crítico, Movimento, Audição;
Valentia e Iluminação.
Pontos fortes de Urbana Bellica
Se você curte fantasia medieval, mas quer variar, com uma pegada mais urbana, mais livre na imaginação e narração, e com muito material de suporte já escrito, preço acessível, MODO SOLO (abençoado seja!), e ainda com Fast Play gratuito? (ainda vem mais por aí…)
ACHOU!
Entretanto, temos pontos fracos de Urbana Bellica?
Achei o início um pouco panfletário demais, honestamente.
Também me pareceu muito “aberto” no começo. Porém, acredito que o talento do criador e as páginas seguintes depois compensam. Também super adequado pra jogar com tartarugas ninjas, ou Ladybug.
Se você é iniciante, pode “assustar um pouco” a quantidade de informações, além do que o gênero fantasia medieval ainda é o mais famoso, e não será tão fácil atrair jogadores.
Arquivos X – Urbana Bellica
Minha impressão pessoal
É um RPG com uma proposta direta e acessível em termos de preço, mas a linguagem é um pouco rebuscada para iniciantes. Com muito material de apoio. E eu sei que vem mais por aí (só não posso te dizer minhas fontes).
Ainda assim, pode ter um nível mais “pesado” de regras, se você quiser.
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