A partir desse mês, essa coluna irá propor aventuras para meu RPG autoral, o Brazil’s Struggle, disponível num preço camarada aqui. No caso específico do Brazil’s Struggle, as aventuras são chamadas de “missões”, dada a natureza do tema do jogo. Deve-se notar que o jogo se passa num Brasil distópico (dá o “z” ao invés do “s”) e, ainda que inspiradas por momentos reais, nomes de pessoas, locais e situações parecidas são mera coincidência.
MISSÃO: CERIMÔNIA DE POSSE
Contexto
O governador Teodoro Sucupira Jr. foi reeleito pela terceira vez. Órgãos de transparência da comunidade internacional apontam fraudes que vão de votos de eleitores já falecidos a ameaças e compra de votos. Nada disso estraga a festa da posse que está planejada para a próxima segunda-feira. Os telejornais e portais de notícias mostram fotos alegres do governador com sua esposa, 45 anos mais nova, a supermodelo ucraniana Ekaterina Gurchkin, e seu vice-governador, o senil Coronel Andrada Fontes.
A célula está reunida no seu típico esconderijo (os jogadores podem escolher um local simples, como a casa herdade de algum parente ou prédio abandonado) enquanto recebem ordens da Mesa Central (caso sejam a Mesa Central, a Missão foi escolhida, pois o governador é uma presença política e econômica a qual age ativamente contra o Movimento Revolucionário).
Tal mensagem da Mesa Central pode ser uma mensagem criptografada através da DeepWeb, uma carta de mala postal ou uma gravação em tecnologia retro, a exemplo de fita cassete. O conteúdo esclarece que é necessária a eliminação do governador para afetar o status quo nesse estado do Brazil.
Os revolucionários tem cinco dias até a posse, sabendo que a mesma se dará no Palácio Itatinga, sede do governo estadual. Assim os revolucionários entram na etapa de Pré-Missão, na qual suas atitudes podem englobar:
Descobrir a planta do palácio;
Conhecer o sistema de CFTV (Circuito Fechado de Televisão, o clássico monitoramento por câmeras, recebido por uma empresa terceirizada em outro prédio, ou ainda numa sala segura local);
Planejar formas variadas de eliminar o alvo (envenenamento, tiro, garrote…);
Disfarces para se infiltrar na festa da posse;
Contatar aliados fora do Movimento Revolucionário;
Rotas possíveis de fuga.
Personagens do Narrador
Note que o mestre terá oportunidade de usar personagens do convívio dos personagens jogadores, de rivais de outras células até ajudantes que concordam com a luta revolucionária, mas não querem integrar o Movimento. A seguir vou explicitar alguns personagens para que você narrador possa usar, caso os jogadores não tenham criado indivíduos que sejam relevantes para essa missão:
Dona Cleide, uma senhora preta, de cabelos grisalhos, entrando na terceira idade, é uma copeira de longa data do palácio do governo. Querida por todos os funcionários, realiza seus serviços com alegria, cantarolando músicas gospel. Entretanto, ela esconde uma forte amargura e desprezo pelas autoridades por ter tido um filho que foi preso como traficante só por morar em área de comunidade. Ela pode ser um contato para permitir a entrada de revolucionários pela cozinha, bem como explicar sobre as principais entradas e corredores do palácio;
Paulo Ventura, homem de meia idade calvo e pardo, na casa dos 40 anos, é o típico pai de família brasileiro, que luta para levar o pão de cada dia. Há alguns anos conseguiu um posto de trabalho estável, com carteira assinada na empresa de segurança que dá apoio à polícia estadual, a qual é responsável pela guarda do palácio do governo. Porém, recentemente, Ventura está taciturno e reativo, pois sua avó faleceu num hospital gerenciado pelo governo de Sucupira Jr. Ventura culpa o governador diretamente pelo ocorrido, e é capaz de fazer vista grossa para conseguir qualquer tipo de vingança;
Borges, um jovem de cabelos sebosos e roupa social amarrotada, é um ávido simpatizante da causa revolucionária. Através das redes sociais conheceu as ações do Movimento Revolucionário, e, apesar da pesada propaganda do Leviatã, entendeu os motivos da revolta. Através da área de Tecnologia da Informação do palácio do governo pode ajudar os personagens jogadores acerca da agenda interna do evento de posse.
Hora da Ação
Com os preparativos que foram possíveis fazer nos dias anteriores cabe aos revolucionários colocar os planos em ação na Missão em Si, na qual recomendo:
Coloque dificuldades pontuais e imprevistos, a exemplo do governador não estar sozinho no banheiro VIP;
Incentive formas criativas de colocar os planos na prática, personagens não jogadores também cometem erros, deixam de conferir credenciais, etc.;
Nao deixe o clima do local fácil, enfatize segurança armada, câmeras e outras complicações;
O mundo continua girando, mesmo quando os personagens jogadores não estão olhando. Assim personagens se movem entre salas, deixando-as vazias ou de repente juntando algumas pessoas em banheiros ou corredores;
Se houverem personagens esperando problemas, faça surgir problemas – não custa muito deixar rolar uns disparos.
Pós Missão
Agora, de volta à casa segura, a célula pode respirar fundo e o narrador pode desenvolver a partir das consequências do que deu certo e o que deu errado na Missão em Si, agora na etapa de Pós Missão:
Pessoas se feriram? (Além do Sucupira Jr., é claro) Narre os feridos tendo sido levados a hospitais, com ferimentos graves ou até óbitos;
De que forma políticos alinhados com o Leviatã capitalizaram o atentado ao governador reeleito?
Personagens jogadores se machucaram? Precisam de ajuda médica?
A Mesa Central entra em contato para receber um relatório detalhado?
Os personagens jogadores foram comprometidos? Seguranças podem fazer retratos falados ou fornecer dvd’s de gravação dos revolucionários nos corredores do palácio?
Distribua Pontos de Revolução de acordo com as ações que os personagens jogadores tomaram no decorrer da Missão em Si.
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Após aprofundarmos nossa compreensão sobre a complexidade das “Religiões sem Deuses”, explorando como sistemas de crença podem moldar sociedades sem a necessidade de divindades antropomórficas, é imperativo que voltemos nosso olhar para outro pilar fundamental do worldbuilding: as fronteiras invisíveis que definem o espaço e o comportamento em um mundo. Assim como a fé pode guiar ou restringir, a cultura e a superstição erguem barreiras tão impenetráveis quanto montanhas ou oceanos, delineando zonas proibidas, malditas ou sagradas onde ninguém ousa pisar.
Este artigo se propõe a desvendar a arte de criar essas regiões evitadas por razões culturais e mitológicas, e como sua existência afeta não apenas o mapa físico, mas também a psique coletiva e o comportamento social dos habitantes. A coerência na construção dessas “zonas de exclusão” é crucial para que o mundo pareça vivo e autêntico, evitando que tais elementos pareçam forçados ou arbitrários. Vamos, portanto, explorar estratégias para surpreender e engajar o grupo, mantendo a lógica interna do mundo intacta, mesmo diante de tabus e tradições que desafiam a razão aparente.
1. O Tabu da Origem: Lugares Onde a Criação se Corrompeu
Imagine um local onde, segundo a mitologia, a própria criação do mundo foi marcada por um erro primordial, um ato de traição cósmica ou uma maldição ancestral que nunca se apagou por completo. Apesar de fisicamente acessível, esse lugar carrega um estigma tão profundo que as pessoas evitam até mencionar seu nome. Afinal, muitos acreditam que a corrupção original ainda habita suas entranhas.
Por exemplo, considere uma floresta antiga onde os primeiros deuses, segundo as lendas, travaram uma batalha tão violenta que rachou o próprio tecido do cosmos. Desde então, a terra nesse local pulsa com discórdia. Árvores crescem tortas como se tivessem testemunhado horrores indescritíveis, e o ar vibra com tensão.
A entrada nesse território permanece estritamente proibida. Aqueles que ousam cruzar seus limites desafiam não apenas o medo popular, mas um tabu que molda gerações. Os habitantes locais enxergam esses transgressores como portadores de desgraça. Além disso, os anciãos perpetuam o temor ao recontar a história, sempre com novos detalhes sombrios, garantindo que o medo nunca se apague completamente.
2. A Terra Amaldiçoada: Onde a Tragédia Deixou sua Marca
Alguns lugares guardam cicatrizes de pragas, guerras ou rituais que terminaram em desastre. Esses eventos marcaram a história e o solo, visto como amaldiçoado. Muitos acreditam que apenas estar ali atrai infortúnios.
Por exemplo, uma cidade dizimada por uma doença misteriosa permanece em ruínas silenciosas, lembrando a fragilidade da vida. Lendas afirmam que os ventos entre as construções quebradas carregam sussurros de vozes antigas.
Poucos ousam atravessar seus limites, relatando visões perturbadoras e sombras sem origem. Esses testemunhos reforçam a crença de que o lugar é assombrado, perpetuando a memória do horror.
3. O Santuário Profano: Onde o Sagrado Foi Violado
Ao contrário dos locais amaldiçoados por tragédias, alguns lugares nasceram sagrados, mas foram corrompidos por atos de maldade. Templos que irradiavam devoção passaram a exalar temor após sua profanação. Por exemplo, imagine um santuário dedicado a uma divindade benevolente, depois tomado por um ritual sombrio que maculou seu altar.
Desde o ocorrido, os sacerdotes o abandonaram. Suas colunas foram cobertas por vegetação, e os viajantes evitam a área, não por medo de maldição, mas por respeito à sua queda. O templo virou símbolo de luto espiritual. Sua história é contada em cânticos murmurados nas vilas vizinhas.
Assim, o medo não vem do sobrenatural, mas do arrependimento. Ele lembra que até o sagrado pode ser destruído, e que algumas cicatrizes, mesmo invisíveis, permanecem.
4. A Zona de Quarentena Cultural: Onde o Diferente é Perigoso
Algumas fronteiras não surgem por forças sobrenaturais, mas sim por divisões culturais profundas. Certas regiões tornam-se interditadas não por maldições, mas por tabus e preconceitos. Por exemplo, um deserto onde nômades praticam sacrifícios pode causar repulsa em vizinhos agrícolas, cuja fé condena o sangue derramado. Assim, forma-se uma barreira invisível, mas intransponível.
A ausência de diálogo aprofunda esse abismo. O desconhecimento gera distorções, e o medo transforma rituais simbólicos em ameaças. Autoridades religiosas ou políticas reforçam a separação, tornando o contato moralmente errado.
Essas barreiras moldam o mundo de forma sutil e poderosa. Elas impedem trocas, alianças e perpetuam rivalidades. Em campanhas de RPG, explorar tais divisões oferece dilemas éticos, revelações e chances de reconciliação, ou de conflito.
5. O Labirinto da Loucura: Onde a Realidade se Distorce
Em mundos de fantasia, a realidade nem sempre permanece estável. Alguns lugares são evitados não pelo perigo físico, mas porque ameaçam a sanidade de quem os atravessa. Nessas regiões, as leis naturais se distorcem e o pensamento racional começa a ruir.
Uma floresta ancestral, por exemplo, pode conter árvores que sussurram segredos esquecidos, capazes de invadir a mente dos mais resistentes. As sombras ganham vida, e o tempo flui de forma incerta, um passo pode durar uma hora ou um ano.
Aqueles que retornam raramente o fazem ilesos. Muitos voltam mudos, perturbados ou incapazes de distinguir sonho de realidade. Suas memórias, fragmentadas, viram lendas sussurradas, sempre acompanhadas de alertas.
Esses locais desafiadores oferecem aos mestres e escritores uma ferramenta poderosa. Servem como testes extremos para os corpos e mentes dos personagens, além de levantarem questões sobre a realidade e seus limites, temas ideais para o centro de uma saga ou campanha.
6. O Limiar dos Espíritos: Onde os Mortos Residem
Em muitas culturas, certos lugares marcam o limite entre o mundo dos vivos e dos mortos. Cemitérios antigos, campos de batalha esquecidos e cavernas sagradas costumam ser vistos como domínios espirituais. Por isso, sua entrada costuma ser proibida, para evitar a ira dos antepassados ou a perturbação dos mortos.
Por exemplo, um pântano coberto por névoas eternas pode ser evitado por viajantes, pois, segundo as lendas, os espíritos dos guerreiros caídos ainda vagam por ali. Cruzar a área sem reverência é visto como um convite à morte.
Além disso, ritos de proteção e oferendas reforçam o tabu. Essas práticas expressam um respeito profundo por tradições antigas. Assim, a reverência aos mortos molda a relação com o espaço, mantendo regiões sagradas preservadas.
Esses lugares evitam o esquecimento e alimentam o imaginário com histórias e mistérios que servem como base para grandes narrativas.
7. A Terra Proibida: Onde o Poder é Demais
Alguns lugares não inspiram medo, mas sim respeito profundo pelo poder que guardam. O perigo, nesses casos, não surge de ameaças imediatas, mas da ambição de quem ousa se aproximar. Por isso, muitas culturas impõem restrições severas a regiões onde o poder supera a compreensão humana.
Uma montanha, por exemplo, pode abrigar um dragão ancestral adormecido. A criatura não representa uma ameaça direta, mas todos evitam o local para não acordá-la. Da mesma forma, uma ruína selada por magia pode conter um artefato de poder descomunal. Guardiões mantêm o local inacessível para impedir que forças adormecidas sejam libertadas.
Existem também vales onde a magia flui de modo caótico. Nesses lugares, a realidade se comporta de forma instável. Portais surgem sem aviso, criaturas aparecem do nada e feitiços reagem de modo imprevisível. Por isso, a entrada é proibida, não por superstição, mas por precaução.
Um exemplo clássico é uma torre cercada de lendas sobre magos que desapareceram ao manipular forças proibidas. Embora o tempo tenha passado, os selos mágicos continuam reforçados. Assim, o respeito ao poder molda o mundo, as tradições e as defesas coletivas.
8. O Refúgio dos Proscritos: Onde a Sociedade Não Alcança
Paradoxalmente, certas regiões tornam-se tabu não por forças místicas, mas por abrigarem os rejeitados da sociedade. Essas zonas de exclusão surgem como resultado direto da marginalização. Uma floresta onde bandidos e exilados se escondem transforma-se em um labirinto de emboscadas e regras próprias. Quem entra deve lidar com códigos impostos pelos habitantes, não pelas leis civis.
De forma semelhante, uma ilha dominada por piratas pode prosperar longe da autoridade, criando seu próprio sistema de lealdade e comércio. Para os povos do continente, ela representa caos e desordem. A simples menção do nome causa temor, não por maldição, mas porque ali o controle desaparece.
Além disso, túneis subterrâneos sob grandes cidades abrigam guildas de ladrões, mercadores de informação e facções secretas. Quem se aventura por esses caminhos corre o risco de não retornar. O medo do desconhecido, aliado à ausência de controle institucional, reforça o isolamento desses refúgios.
Assim, o tabu surge da ameaça concreta de violência e anarquia. Ao evitar tais lugares, a sociedade tenta se afastar não de monstros, mas da face sombria de si mesma.
9. O Vazio Esquecido: Onde a Memória se Perdeu
Certas regiões causam inquietação, não por maldições ou lendas ativas, mas porque foram excluídas da memória coletiva. Ninguém fala delas. Ninguém as nomeia. O esquecimento age como uma muralha mais sólida que pedra ou ferro. Imagine uma cidade que desapareceu dos mapas, livros e conversas. Quando alguém tenta mencioná-la, recebe apenas olhares vazios, como se as palavras não tivessem sentido.
Além disso, vales inteiros onde civilizações sumiram sem deixar ruínas compreensíveis alimentam esse silêncio. Viajantes que os exploram retornam confusos, incapazes de descrever o que viram ou sentindo que algo além da compreensão humana foi testemunhado. A ausência de marcos históricos e o silêncio ancestral sugerem que algo terrível ocorreu, algo esquecido para proteger a sanidade coletiva.
Por outro lado, algumas ruínas permanecem visíveis, marcadas por horrores tão profundos que a verdade foi suprimida. Autoridades as cercam com proibições, rotulando-as como perigosas, sem maiores explicações. Ao investigar, descobre-se que a barreira real não são patrulhas ou cercas, mas a sensação opressiva de ausência, de uma história apagada intencionalmente.
Assim, o esquecimento se torna a última forma de proteção. Não há monstros ou maldições. O perigo habita o vazio, pois ele desafia a memória, a razão e a própria resistência. Como sussurram alguns, certas verdades foram enterradas, não por medo, mas por escolha.
10. O Ponto de Convergência: Onde Mundos se Encontram
Em muitos mundos, certos pontos tornam-se frágeis, permitindo que planos distintos se toquem. Nesses locais, a barreira entre dimensões se afina, criando portais naturais entre o plano material e outras esferas. Por isso, são evitados, seja por medo, seja por respeito ao desconhecido.
Em uma planície isolada, ergue-se um antigo círculo de pedras. Em noites específicas, essas pedras brilham com luz própria e emitem um canto ancestral. Nesses momentos, um portal para o Reino das Fadas se abre por instantes. Apesar de relatos sobre maravilhas e bênçãos, o medo predomina. Acredita-se que cruzar o limiar significa não retornar, ou voltar mudado demais.
Camponeses locais deixam oferendas discretas e evitam o lugar ao anoitecer. Superstições falam de crianças levadas, viajantes desaparecidos e sonhos inquietantes que assolam quem acampa por perto. O folclore, assim, funciona como proteção coletiva.
Dessa forma, essas fronteiras se mantêm resguardadas, não por muralhas, mas por histórias passadas ao pé do fogo, advertências que preservam, ao longo das gerações, o temor e o fascínio por aquilo que existe além do véu da realidade.
Conclusão
As fronteiras invisíveis do seu mundo são tão importantes quanto as montanhas e rios que você desenha no mapa. Elas são as cicatrizes da história, os ecos da crença e os reflexos do medo e do respeito. Ao criar essas zonas proibidas, malditas ou sagradas, você não apenas adiciona profundidade e mistério ao seu cenário, mas também influencia diretamente o comportamento dos personagens e a dinâmica social.
A coerência é a chave: cada tabu, cada superstição, cada lenda deve ter raízes profundas na cultura e na história do seu mundo. Ao invés de simplesmente dizer que um lugar é perigoso, mostre por que ele é temido, quais histórias o cercam e como essas histórias moldam a percepção e as ações dos habitantes. Assim, suas fronteiras invisíveis se tornarão elementos narrativos poderosos, transformando o mapa em um tabuleiro de lendas e o comportamento social em um reflexo das crenças mais profundas de seu povo.
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Esta é a ficha de Caminho RPG 2.0, criado por Douglas Quadros a partir do Caminho RPG de Fernando Fenero e Silvio Haddad. A versão editável da ficha foi desenvolvida por Diemis Kist baseada na original desenvolvida por Raul Galli.
Caminho RPG é um sistema genérico recheado de mecânicas para a narradora e seus jogadores decidirem quais usar. Neste sistema existem poucas regras padrão (chamadas de regras mestre) e muitas regras opcionais, por este motivo, aconselhamos você baixar gratuitamente e imprimir, a planilha de regras do Caminho RPG através do link. Assinale as regras que seu grupo vai usar para que não fique confuso para novos jogadores, e sejam felizes.
Nesse fim de semana (21 e 22 de junho) rolou o DOFF 2025, e temos uma pancada de coisas para conversar sobre o evento. E uma delas é sobre a como foi narrar no DOFF.
No DOFF fui convidado para narrar e foi uma das melhores experiências que eu já tive. Nos dois dias de evento narrei 5 aventuras ao todo, sendo dos sistemas Wilderfeast e Vileborn. Ambos me propuseram conhecer pessoas novas e apresentar esses sistemas para pessoas que até mesmo não tinham muita prática jogando RPG
Os sistemas foram marcantes cada um de sua forma:
Wilderfeast
Percebi que a galera estava bem entusiasmada com a ideia geral do que era a aventura. Onde consiste em terem que rastrear e acabar com uma criatura infectada pelo vírus do frenesi. Além disso, com grandes reviravoltas, consegui no fim passar o sentimento que eu gostaria para os players. Uma breve jornada onde um grupo de pessoas poderia desfrutar de uma boa refeição após uma caçada bem sucedida
Vileborn
A experiência foi diferente, pois o sistema consiste em um clima mais melancólico e sombrio tratando de temas mais pesados. Porém, até mesmo por ser uma mesa pública e não conhecer os players de antemão, optei por uma aventura mais tranquila. Dessa forma, fui para o lado mais sombrio do que pesado e no fim, assim como na mesa de Wilderfeast, o resultado foi extremamente positivo, chegando a um ponto onde os players interessados no sistema falaram que gostariam de adquirir ele quando lançasse.
No fim, ambos os sistemas foram extremamente divertidos de se narrar, e também teve aquela emoção de mestrar para pessoas desconhecidas e para aqueles que não tem experiência com RPG. Foi mais do que memorável e sem dúvida é algo que eu gostaria de repetir futuramente.
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Nesse mês de Julho, nos perdemos uma figura icônica da cultura pop: o vocalista da banda Black Sabbath, Ozzy Osbourne. Na postagem de hoje, vamos prestar homenagem ao vocalista e príncipe das Trevas do heavy metal fazendo a ficha da sua versão no universo de Ghanor: Ozzy de Osbourne.
Disclaimer
Às vezes, a gente tem alguns disclamers a mais, mas hoje não. Normalmente, todas as matérias, regras e parte de lore são baseados no universo de Ghanor porém é tudo fictício. Mas nesse caso, tanto ficha quanto personagem são baseadas em uma pessoa que existiu e foi icônica na terra. Qualquer semelhança com pessoas reais, vivas ou mortas, não é mera coincidência.
Mas, ainda, tudo nessa postagem é conteúdo de fã para fã, e não é oficial da Jambô Editora ou do grupo Jovem Nerd. Além disso, a postagem contém spoilers da quadrilogia A Lenda de Ruff Ghanor, do Nerdcast RPG: Ghanor e de outras obras dentro do universo.
CAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAOS
Ozzy de Osbourne, Príncipe das Trevas de Utteria
O príncipe de Utteria durante a Era do Terremoto, Ozzy de Osbourne governou por alguns anos ainda novo, sendo manipulado pela Dama de Ferro. Parte de um plano planejado por sua mãe, o príncipe Ozzy foi derrotado diversas vezes, tanto pelo Rei Ruff Ghanor I quanto por um grupo de aventureiros. A última vez que foi visto foi contra o último Devorador de Mundos, onde foi, novamente, derrotado.
Mas, até o momento, nada impede que o Príncipe de Utteria pudesse voltar, junto de seus irmãos ou não, vindo de algum ritual macabro que o invoque. Talvez por alguma espécie de Sabá Negro.
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Se liga na Área de Tormenta, o espaço especial dedicado apenas à Tormenta20 e o que remete a ele! E acompanhe também as outras sessões, por favor!
Saudações rpgistas! Dessa vez, ao ver o filme do Quarteto Fantástico me senti inspirado para propor uma possibilidade para sua mesa: e se todos os personagens forem de uma mesma família?
Em todo grupo de RPG, os laços entre personagens são uma parte vital da história e nada traz mais laços para esses personagens se eles forem de uma mesma família! Jogar com uma família como grupo de aventureiros pode transformar a narrativa, adicionando camadas de drama, cumplicidade, rivalidade e emoção que nenhum contrato de guilda ou missão paga consegue replicar.
Seja uma trupe de irmãos tentando honrar o legado de um clã caído, pais e filhos fugindo de uma maldição ancestral, ou até mesmo uma família improvisada unida por escolhas e não por genética, explorar esse tipo de relação no RPG abre portas para outros tipos de histórias.
Com isso em mente, vou compartilhar ideias, dicas e inspirações para você montar sua própria campanha e grupo familiar, onde os monstros podem até vir de fora, mas os conflitos mais perigosos podem surgir no almoço de domingo.
Vamos por passos para definir cada uma das escolhas e como o grupo vai interagir vai ser bem importante para o enredo.
Tipo de Família
Decida se os personagens são:
Família de sangue: pais, filhos, irmãos, avós, primos, etc.
Família adotiva ou encontrada: órfãos criados juntos, uma matriarca que adotou todos, sobreviventes que viraram clã.
Família disfuncional: com rivalidades, mágoas, e reconciliações possíveis.
Família nobre ou clã tribal: com reputações a manter e um legado a proteger.
Isso dá a base emocional do grupo! Nesse momento é importante que cada personagem saiba adotar o seu papel. Um filho, por exemplo, pode se rebelde, mas evidentemente existe um nível de hierarquia familiar entre o filho e o pai por isso os jogadores tem que estar ciente de como essa brincadeira vai ser desenrolar.
Passado Compartilhado
Construa juntos eventos importantes da história familiar:
Um parente desaparecido ou sequestrado?
Uma dívida de sangue ou uma maldição ancestral?
Um império que a família perdeu e quer retomar?
Ter um objetivo em comum vai fazer a família ser mais unida e progredir melhor na trama. Nada une mais as pessoas do que uma ameaça externa!
Use Vínculos Familiares em Regras
RPG ainda é um jogo com regras! Então use os laços familiares como gatilhos para vantagem, por exemplo bônus quando protege um parente ou mesmo crie interações únicas entre cada um dos membros (quando a filha e o pai atacam juntos seus ataques ganham algum dano extra especial, quando a mãe protege o filha ganha alguma defesa diferente e assim por diante) e faça com que esses poderes sejam melhores quantos mais eles trabalharem essas relações entre eles.
Sistemas com mecânicas de relacionamento (como Fate, Dungeon World ou For the Queen) funcionam muito bem. Em D&D ou Tormenta20, você pode criar poderes de legado familiar, itens herdados ou tradições mágicas de clã e muito mais.
Abrace o Drama Familiar
Família também briga, né? Abrace o novelão mexicano! Você pode usar as seguintes ideias para mover o plot:
Um personagem pode ser o filho favorito?
Um irmão invejoso pode fazer acordos secretos com o melhor dos planos, mas acabar sendo enganado?
O pai pode ser rígido e autoritário e acabar por pressionar demais o restante?
Um tio desaparecido pode retornar como vilão?
Um ex namorada do pai ou da mãe pode também voltar como vilã ou pior, como aliada!
Essas tramas alimentam o roleplay e podem ser ferramentas para você utilizar nos momentos corretos.
Ganchos de aventuras
Por fim deixo com vocês algumas ideias de como começar aventuras e campanhas que se misturem com o fato de o grupo ser uma família:
Um membro desaparecido retorna mudado… ou corrompido.
A herança da família foi roubada por um traidor.
A linhagem possui um poder adormecido que agora está sendo caçado.
Uma guerra entre famílias rivais ameaça explodir e uma família que seus ancestrais tinham derrotado volta por vingança
O grupo descobre que tem laços com criaturas míticas (como dragões, fadas, demônios antigos…).
Disclaimer: Todo tipo de família é válida, dois pais, duas mães, três figuras parentais, tanto faz! Família existe em todos as formas e formatos, o importante é que esses laços, de uma forma ou outra, moldam a gente e pode ser legal ver isso moldando as suas história de RPG também!
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Demônios de Luna. Filhos Desmortos. Vyrkolas. Pálidos. Muitos são os nomes dados a essas estranhas criaturas, que fazem parte de dois mundos distintos sem pertencer a nenhum. Hoje, vamos falar um pouco sobre os raros lobisomens que sobrevivem (mais ou menos) ao abraço de um vampiro.
Quem abomina os abominados?
Vampiros e lobisomens são inimigos eternos. Enquanto os garou dedicam suas vidas à proteção de Gaia, o espírito do mundo e da natureza, vampiros são praticamente um escárnio em relação à ordem natural do planeta. Vampiros são um sintoma do desequilíbrio da Wyrm, a força que representa a morte e a destruição dentro da sua cosmovisão.
“Sim, eu tenho garras e dentes que causam dano agravado, mas vou ficar aqui atirando com a pistolinha.”
Por isso, lobisomens costumam tentar destruir vampiros assim que pousam os olhos neles. Ainda assim, ocasionalmente, essa violência pode levar ao aparecimento desses seres amaldiçoados. Às vezes a busca se dá por vontade própria, como quando lobisomens ostracizados por seus pares buscam o beijo amargo da imortalidade; às vezes como uma forma de punição doentia imposta a um inimigo caído.
Com quantas mordidas se faz um lobisomem?
O processo de transformação de um lobisomem é extremamente doloroso e muitos acabam morrendo. Para metamorfos de coração puro, talvez a morte seja rápida e indolor. Para os demais, seu organismo e sua força espiritual rejeitam o sangue vampírico com intensidade. Quando isso acontece, o corpo do garou expulsa a vitae vampírica por todos os meios possíveis, resultando em hemorragias dolorosas e violentas.
“Coração puro? Não, não, eu só queria ficar aqui em paz cuidando do meu filho.”
Justamente por isso que muitos vampiros utilizam o abraço como forma de punição para inimigos garou. Disputas entre vampiros e lobisomens, quando se tornam físicas, geralmente acabam sendo desfavoráveis para os primeiros. Justamente por isso, quando os imortais conseguem sair por cima, o ressentimento pode levar a esse tipo de coisa. Naturalmente isso inflige máculas ao vampiro que faz essa crueldade.
Mas além desses casos, alguns vampiros poderosos podem desejar ter um lobisomem a seu serviço. Para um ancião, abraçar um lobisomem pode ser uma clara demonstração de poder. Claro que esse tipo de coisa pode ser muito mal visto dentro da sociedade vampírica, mas é o tipo de coisa que ninguém em sã consciência vai apontar o dedo na cara e falar, por razões óbvias.
Solidão e Política
Porém, a grande maioria das abominações são solitárias e até um tanto depressivas. Para um lobisomem, o pertencimento à sua sociedade e a luta em defesa de Gaia são o ponto central da sua existência e afastar-se disso, voluntária ou involuntariamente, causa uma imensa dor. E por mais que alguns lobisomens possam ser tolerantes e até compreensivos com um colega que foi vítima dessa atrocidade, a grande maioria deles vai desprezar e ostracizar tal indivíduo.
Entre vampiros a coisa não é muito melhor. Um pálido pode encontrar algum pertencimento entre os membros mais baixos da sociedade vampírica, nem mesmo o anarch mais compreensivo e inclusivo do planeta vai deixar de ter medo ao lado de um ser que pode se transformar em uma máquina de matar de três metros de altura cheia de garras, dentes e fúria.
Pouco resta aos pálidos além da solidão. A melhor das hipóteses provavelmente será encontrar alguma espécie de vínculo no laço de sangue com algum ancião que vai utilizar sua capacidade de infligir dano nas suas disputas políticas dentro da sociedade vampírica.
Nem uma abominação ventrue escapa da solidão. Harold Goodston que o diga.
Por Fim
Esse texto trouxe um pouco da visão a respeito das abominações do ponto de vista da sociedade vampírica. Como não podia ser diferente, esse texto vai continuar na coluna do Edu FIlhote sobre Lobisomem. Até lá, não esqueça de ler nosso post comemorativo de 3000 posts!
Igor Detona, Jujubinha e Miguel Souza falam sobre Fabula Última nessa taverna. Venha conhecer um pouco sobre esse sistema baseado de JRPGs como Final Fantasy, Chrono Trigger e Persona. Entenda como ele funciona, saiba um pouco sobre suas mecanicas únicas e como fazer seu personagem se destacar no mundo que será criado por você.
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
Igor Detona, Jujubinha e Miguel Souza falam sobre Fabula Última nessa taverna. Venha conhecer um pouco sobre esse sistema baseado de JRPGs como Final Fantasy, Chrono Trigger e Persona. Entenda como ele funciona, saiba um pouco sobre suas mecanicas únicas e como fazer seu personagem se destacar no mundo que será criado por você.
A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
A Capycat Games anuncia o lançamento de Vileborn, RPG que promete sacudir a cena de fantasia sombria. Com financiamento coletivo acontecendo neste momento, o jogo combina temas cruéis como amadurecimento forçado, preconceito e monstros internos com mecânicas inovadoras. Prepare-se para uma análise profunda desse fenômeno que esta sendo um sucesso!
O Mundo de Egas: Sob o Manto da Escuridão
Há exatamente cinco anos, o céu de Egas começou a escurecer. O sol tornou-se uma lembrança pálida, o frio congela até a alma, e os Malditos emergiram de seus esconderijos. Vampiros, lobisomens, feéricos e outras criaturas agora confrontam um império à beira do colapso.
Os Maculados – Protagonistas Amaldiçoados
Você não é herói, mas um sobrevivente. É um Maculado: meio humano, meio escuridão. Recrutado à força pela Ordem Crepuscular, seu destino é lutar contra a Escuridão enquanto luta contra si mesmo. Três conflitos definem sua existência:
Sua Herança Sombria corrói sua humanidade.
A Igreja da Iluminação incita o ódio contra você.
Seus mentores te veem como ferramenta descartável.
“Jovem demais para entender o mundo, velho demais para acreditar em salvadores” – Mentor Edgon.
As Heranças Sombrias
Ainda era criança quando sua linhagem corrompida se manifestou, subvertendo sua vida e afastando você das pessoas que amava.
Cada Herança Sombria é mais que poderes, é um conflito existencial.
SANGUÍNEO. Poderes dos Vampiros, sentidos aguçados e uma sede de sangue. PREDADOR. Instinto animal dos metamorfos e uma eterna luta contra a fúria primal. ASSOMBRADO. Se comunica com mortos, invoca espíritos e possui uma personalidade estranhamente distante. SOMBRIO. Manipula as sombras e lida com a fome delas pelo medo. VENTUROSO. A magia das fadas, aventuras e brincadeiras com a sorte de maneiras perigosas. SELVAGEM. Controla a natureza, empatia com animais e possui uma rejeição pela civilização. AGOURENTO. Herdeiro da Feitiçaria, pactos obscuros e uma visão de mundo limitada a trocas equivalentes.
Os Malditos
Os Malditos não são só inimigos, são espelhos distorcidos das Heranças Sombrias. Cada categoria traz desafios únicos:
VAMPIROS
Metáfora: Hipocrisia das elites. Perigo: Manipulação psicológica, jogos de poder. Exemplo: Um conde vampiro que oferece proteção em troca de sacrifícios humanos.
METAMORFOS
Metáfora: Luta entre instinto e razão. Perigo: Fúria incontrolável em ambientes selvagens. Exemplo: Um lobisomem que ataca um vilarejo.
CAÍDOS
Metáfora: Culpas do passado. Perigo: Assombrações que exploram traumas. Exemplo: Fantasma de uma vila massacrada que atrai viajantes para sua morte.
FEÉRICOS
Metáfora: Pactos e consequências. Perigo: Acordos distorcidos que corrompem a alma. Exemplo: Fada que “ajuda” aldeões em troca de suas memórias afetivas.
SOMBRAS
Metáfora: Medo internalizado. Perigo: Amplificação de emoções negativas. Exemplo: Entidade que transforma o ódio entre irmãos em violência física.
SILVESTRES
Metáfora: Natureza vs. civilização. Perigo: Bestas corrompidas em florestas mortas. Exemplo: Trolls que capturam madeireiros para “purificá-los”.
AMALDIÇOADOS
Metáfora: Preço da feitiçaria. Perigo: Maldições e cultos que distorcem a realidade. Exemplo: Bruxa que adora a Escuridão organizando cultos a entidade.
O Sistema de Testes Simples, mas Intensos
Escolha uma Abordagem (Força, Vontade, Influência, Razão, Precisão, Subterfúgio):
1 – Junte dados:
1 dado básico (tamanho da Abordagem: d6 a d10)
+1 dado se usar Personalidade (ex: “Astuto”, “Teimoso”)
+1 dado se usar Treinamento (ex: “Furtividade”, “Persuasão”)
2 – Role e Mantenha o maior resultado;
3 – Compare com a Dificuldade.
O Dado da Escuridão
Geralmente, apenas os Maculados rolam dados, e seus sucessos e complicações moldam o curso da história. No entanto, há momentos em que os Maculados devem enfrentar a Escuridão diretamente. Nessas situações, o Mestre de Jogo rola um dado especial que eleva a tensão, adicionando tanto perigo quanto emoção. Esse é o único d12 do jogo, chamado de Dado de Escuridão usados:
Enfrentando Malditos Usando Herança Sombria
Efeitos:
Adiciona complicações catastróficas;
Aumenta poder mas acelera a corrupção;
Pode desencadear Perda de Controle (seu monstro interior assume).
Uma Obra Prima de Fantasia Sombria
Vileborn não é só um RPG é uma experiência. Ele força perguntas incômodas como: “Até onde você iria para proteger quem te odeia?”; “Vale a pena salvar um mundo que te rejeita?”; “Como não se tornar o monstro que dizem que você é?”. Com mecânicas que tencionam cada escolha e um cenário que sangra atmosfera, uma combinação perfeita.
Vileborn esta em financiamento coletivo pela CapycatGames, clique neste link para acessar a pagina e conhecer mais deste novo RPG narrativo.
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