Paladinos em Ghanor – Devoções de Ghanor para T20

ATENÇÂO: A postagem abaixo terá spoilers do cenário de Arton (principalmente os mangás Holy Avenger, os livros Deusa no Labirinto, Flecha de Fogo e a Trilogia da Tormenta) e do cenário de Ghanor (Principalmente os três livros que, até essa postagem,  existem; O Garoto-Cabra, Herdeiro do LeãoO Melhor Amigo do Homem e os Nerdcast RPG Ghanor Episódios 1, 3 e 5).

Tormenta20 A Lenda de Ghanor são jogos irmãos, os dois utilizam a mesma base do sistema de Tormenta20, mas há alguma diferenças entre os jogos que talvez deixe alguns jogadores confusos na hora de utilizar coisas de Ghanor RPG em Tormenta20. Mas hoje e durante as próximas semanas, vamos brincar de sincretismo religioso mais uma vez e falar de devoções, principalmente sobre um assunto polêmico em ambos os cenários: Paladinos!

Os Paladinos dos Cenários

Paladinos sempre são um ponto de controversa no RPG. De que são personagens chatos de se jogar, de que são muito certinhos, que estragam grupos, etc… No próprio Nerdcast de RPG, o personagem Ártimus, o Paladino Renegado, é colocado como um personagem que atrapalha o caos do grupo. Tanto que, no episódio seguinte devido a falha do grupo em salvar a Princesa e o futuro plano deles de tomar o lugar dela, o Ártimus saiu da party e foi viver sua vida, aparecendo como participação especial reagindo a derrocada do Devorador de Mundos original.

Quando saiu o livro Crônicas de Ghanor, Ártimus aparece, novamente sendo citado como Paladino. E temos um pouco mais de conhecimento sobre a sua vida. Descobrimos que ele fazia parte da Ordem de Agia Daelin, uma ordem/associação já praticamente extinta, apenas como Ártimus como seu ultimo membro. Ele não tem fé nos deuses ou nos santos, mas nos preceitos de sua ordem e no que ela acredita, isso torna Ártimus um herói do Bem e da justiça. Mas, infelizmente, o único exemplar oficial da classe em Ghanor, confirmado novamente no fim do Nerdcast de RPG episódio 5, em que, novamente, ele é chamado de Paladino.

Grandes frases de grandes homens a frente do seu tempo.

Hild, a Paladina não oficial

Em Ghanor, tirando o exemplo acima, não temos mais nenhuma menção a Paladinos. No próprio livro, ele é usado como referência para a classe Cavaleiro, já que Paladinos por si não existem em regra no livro de Ghanor, mas existe outra candidata que, talvez, possa ser considerada.

Na quadrilogia da Lenda de Ruff Ghanor, existe a personagem Hild. Hild Osso-Oco é uma personagem que foi praticamente adotada por Ruff Ghanor, como uma guerreira selvagem e simplória. Mas com o tempo, ela começa a se apegar não apenas a Ruff, mas também a se apegar a sua  nele. Durante o terceiro livro, O Melhor Amigo do Homem, Hild encontra um poder renovado em sua fé, mas não de maneira Escolástica como os clérigos do cenário, mas quase literalmente uma escolhida  de Ruff Ghanor, O Santo dos Pés Descalços.

No final de sua saga, é muito fácil considerar Hild uma Paladina do Santo dos Pés Descalços, dessa vez mais próximo do que entendemos como Paladino em Arton; Um guerreiro escolhido pelos deuses (nesse caso, santos) para defender o Bem.

Os Paladinos em Arton

Em Arton, a figura da classe Paladino é uma das coisas centrais do cenário. Holy Avenger, o mangá que trouxe a maior visibilidade do cenário é a do Paladino de Arton, um guerreiro com os 20 rubis da virtude encrustados em seu corpo que enfrentava os maiores vilões do cenário, até ser corrompido e se voltar contra os deuses. Em Arton, a figura da bondade do Paladino é, se não sempre, quase sempre questionada entre os personagens e pelo mundo.

Na Trilogia da Tormenta, o Paladino de Thyatis Gregor Vahn é outro paladino caído em desgraçado. Perdido na futilidade da vida, ele se juntou ao vilão Crânio Negro e trouxe a Tormenta para Arton. No livro A Deusa No Labirinto, o tema do Paladino é indiretamente (e muitas vezes diretamente) muito questionado. Temos a figura dos Paladinos de Tauron, o deus da Força, que era um deus que propagava a escravidão antes da sua derrocada na mão de Aharadak. Na Flecha de Fogo, é citada a existência de guerreiros santos do deus Thwor, mas nada é confirmado.

O Paladino de Arton era o herói supremo de Arton, até sua derrocada

Olhando para a regra

Sobre regra, temos tipos diferentes de guerreiros sagrados dos deuses de Arton. Além dos Paladinos comuns, temos os Campeões do Aleátorio, guerreiros santos de Nimb e os Tiranos do Terceiro, personagens meio-dragão, servos de Kallyandranoch. Não são considerados Paladinos, mas são outros tipos de guerreiros sagrados destes deuses. Em Tormenta20, os únicos deuses permitidos para Paladinos são; Azgher, Khalmyr, Lena, Lin-Wu, Marah, Tanna-Toh, Thyatis e Valkaria. Por regra, os outros deuses não podem ter paladinos, não tem um motivo ou regra especifica para isso, os deuses permitidos são muito diferentes entre sí, então, se um jogador seu quiser fazer um personagem paladino de um deus não permitido, permita. Em questão de regra isso não altera muita coisa.

Usando Paladinos em Ghanor

No livro de regras de A Lenda de Ghanor, não há regras especificas para paladinos, o que não significa que você não pode usar a classe Paladino do livro de Tormenta20 no cenário de Ghanor. A maneira mais simples de fazer é fazendo um Paladino do Bem, um paladino não afiliado a nenhum deus especifico, mas defendendo o Bem como um todo, não precisando seguir nenhuma Obrigação e Restrição, mas também não recebendo nenhum poder concedido. Assim, um personagem não teria nenhuma ligação de devoção e poderia ser jogador normalmente.

Possivelmente, esse seria a forma mais próximo de Ártimus, um guerreiro sagrado que defende o Bem e que segue o Código do Herói. Como tivemos a revelação no Episódio 5 do Nerdcast de RPG Ghanor que Ártimus é o homem mais bondoso de Ghanor no momento.

Paladinos dos Santos

Uma alternativa é permitir Paladinos dos Santos, ou seja, que os Paladinos em Ghanor possam seguir as Normas e recebam os poderes concedidos dos Santos do cenário que o Clérigo pode escolher. Seria a versão mais próxima, mesmo que não seja uma realidade atual do cenário (Ou talvez seja, no caso de Hild).

Paladinos que usam não o poder divino vindo de fazer o bem, mas seguindo o ideal de um dos santos do cenário. A regra seria a mesma da devoção dos clérigos, mas usando os poderes de Paladino do Tormenta20.

Regra Alternativa: Votos Sagrados

Outra possibilidade é, como fizemos na máteria sobre Druidas em Ghanor, adaptar regras de 5e para Ghanor, como o cenário tem certa inspiração no cenário de Dragonlance, podemos pegar algumas coisas do RPG mais jogado do mundo e ter liberdade criativa para construir em cima. Paladinos com Votos Sagrados, além do Código do Herói, recebem poderes divinos de um voto sagrado que fazem para eles mesmos ou para alguém. Baseado nos Votos Sagrados dos Paladinos de 5e, podemos substituir o poder Abençoado por Voto Sagrado.

Voto Sagrado

Você soma seu Carisma no seu total de pontos de mana no 1º nível. Além disso, faz um voto sagrado que definem a sua diretriz como Paladino. Você recebe um poder concedido pelo Voto, mas deve ser a norma dele. Ainda como alternativa, você pode ser um paladino do bem, lutando em prol da bondade e da justiça como um todo. Não recebe poderes concedidos, mas não precisa seguir nenhuma Obrigação & Restrição (além do Código do Herói). Cultuar o bem conta como sua devoção.

Voto dos Antigos

Você se devota a defender a alegria e o prazer acima da lei e do caos,  defender a realidade da corrupção dos pecados e dos demônios.

Norma. Você é proibido de causar dano de trevas, usar magias ou habilidades de necromancia ou usar a perícia Intimidação. Além disso, não pode utilizar ou se beneficiar de itens com o aprimoramento Mortifice.

Poder Concedido. Você aprende e pode lançar a magia Controlar Plantas ou Acalmar Animal como uma magia divina. Se aprender essa magia novamente, ela custa -1 PM. Além disso, você recebe resistência a magia arcana +5.

Voto da Conquista

Você é devotado a vitória, a vencer a qualquer custo, a glória da batalha e a subjugação de seus inimigos. Você é devotado a grandes generais e filosofias de batalha.

Norma. Você não pode ser subjugado por aqueles mais fracos do que você. Em termos de regra, não deve ser derrotado ou fugir de combates contra criaturas com ND menor do que o seu nível, caso esteja enfrentando mais de um inimigo, considere aquele com o maior ND.

Poder Concedido. Quando faz um ataque contra uma criatura com uma condição de Medo, a sua margem de ameaça aumenta em 2.

Da moral, dos santos ou de algum voto sagrado. De onde vem o poder do seu Paladino?
Voto da Coroa

Você é devotado a um rei ou a uma civilização. Você defende os ideais daquele que serve ou de onde você veio, defendendo a sua cultura e a comunidade pela qual veio.

Norma. Você sempre deve vestir uma peça de roupa ou adorno que te remeta a sua terra natal, não pode ficar mais que uma semana sem utilizar está peça de roupa. Jamais pode negar que veio da sua terra de origem ou ficar longe dela por um período superior a 2d6+3 meses.

Poder Concedido. Você tem um enorme conhecimento da linhagem real da qual serve ou da nação pela qual veio, e isso te ajuda a entender a geografia e historia desses locais. Você recebe +2 em testes de Sobrevivência, Religião e Nobreza. Esse bônus aumenta em +5 se você estiver dentro ou pesquisando sobre o seu país de origem.

Voto da Glória

Você é devotado a um senso de glória através de atos de heroísmo. Você treina de maneira árdua para que você e seus companheiros atinjam seus destinos finais.

Norma. Você não pode se vangloriar por coisas que não merece. Muito menos aumentar seus feitos ou atribuir ações que não foram suas para conquistar algo. Em termos de regra, não pode herdar Domínios ou receber outros benefícios a escolha do mestre sem ter sido por realizar alguma missão ou conquistar algum mérito por aquilo.

Poder Concedido. Uma vez por rodada, você pode gastar 5 PM para realizar uma ação padrão adicional. Se tiver a habilidade Surto Heroico, o custo desta habilidade diminui em -2 PM.

Conclusão

Nada no cenário de Ghanor impede a existência de Paladinos, a única questão é; De onde vem os poderes deles? Da “bondade”? Dos Santos? Talvez o próprio voto de defender o bem seja o que incute nele os poderes de Paladino?

Não sabemos, mas o que sabemos é que permitir Paladinos em sua mesa de Ghanor não deveria ser um problema e, se é, alguma coisa você não entendeu.


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Texto e Arte da Capa: Gustavo “AutoPeel” Estrela

Revisão: Isabel Comarella

Bárbaros da Lemúria – Taverna do Anão Tagarela #105

Bárbaros da Lemúria é um RPG que vai ser trazido para o Brasil pelo pessoal da Nozes Game Studio, e ele trás uma pegada completamente diferente para aquela galera que curte um RPG de Espada e Feitiçaria. Vem conhecer mais deste fenômeno que bateu a meta em 48h nesta taverna.

A Taverna do Anão Tagarela é uma iniciativa do site Movimento RPG, que vai ao ar ao vivo na Twitch toda a segunda-feira e posteriormente é convertida em Podcast. Com isso, pedimos que todos, inclusive vocês ouvintes, participem e nos mandem suas sugestões de temas para que por fim levemos ao ar em forma de debate.

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Bárbaros da Lemúria

‎Host: ‎ Karyna Cedryan

‎Participantes:‎‎Douglas Quadros ‎| Karyna Cedryan | ‎‎Raul Galli | Jonas Picholaro

Arte da Capa:‎‎ ‎‎Raul Galli.‎

De Olho no Nerdcast RPG – Perifacon2023

No painel sobre o Nerdcast RPG, tivemos uma conversa muito interessante com Alexandre Ottoni, do Jovem Nerd. Conversando sobre a trajetória do Nerdcast RPG, a trajetória pessoal dos criadores do site, de tudo que eles cresceram desde a primeira edição do programa até ele tomar o tamanho que tem hoje, sendo um dos maiores financiamentos coletivos do Catarse quando fizeram a Coleção Cthulu, com diversos livros ao redor dos cenários de Fantasia Medieval, Cyberpunk e Horror Cósmico.

A evolução do Jovem Nerd e do Nerdcast RPG

Durante o papo, foi conversado não só sobre RPG, mas sobre a evolução dos criadores. Se você ouvir o Nerdcast RPG 1: O Bruxo, a Princesa e o Dragão, ele teve um envelhecimento muito estranho, não em questão técnica, isto o site Jovem Nerd sempre teve primor em qualidade, mas em questão de falas que, hoje em dia mais do que antes, não encaixam mais. E, muito emocionado, Alexandre Ottoni falou sobre a mudança de cabeça e de visão que ele e os demais membros do programa tiveram com o tempo e como isso impacta nos programas atuais.

A primeira capa, onde tudo começou no “longínquo” ano de 2011

Futuros Lançamentos

Durante a conversa, também foi falado sobre os futuros lançamentos de Ghanor: Sabemos que temos o quarto livro da Quadrilogia A Lenda de Ruff Ghanor, cujo título ainda não foi anunciado, como As Máscaras do Metamorfo, livro da Karen Soarele sobre o Metamorfo Ruprest tentando confrontar seu problema com identiidade. Mais informações sobre isto podem ser vistas no hotsite de Ghanor.

Livro-Jogo?

Quando pudemos perguntar coisas no painel, consegui perguntar sobre a influência dos livro-jogos na vida dos criadores e se teremos, no futuro talvez, algum livro-jogo do cenário.

A resposta foi incerta, mas foi um talvez considerável que, pelo menos para mim, me dá esperanças de termos algo no futuro relacionado a livro-jogo. Mesmo que nenhuma outra informação tenha sido dada.

Atualmente, parece que tudo em Ghanor mudou

Conclusão

O papo, tirando a parte do livro-jogo, não teve nada muito revelador, mas foi um momento de poder ouvir mais sobre os bastidores e ficar hypado com o futuro do cenário de Ghanor. Está saindo jogo de celular rogue-like, mais livros e só o futuro sabe o que mais virá do Nerdcast RPG por ai! Até lá, você pode acompanhar postagens sobre Ghanor e Tormenta20 na

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Texto e Arte da Capa: Gustavo “AutoPeel” Estrela

Revisão: Isabel Comarella

Foto da Capa: Robert Silva

Aquecimento de Roleplay – Dicas de RPG # 111

Descubra como melhorar suas sessões de RPG com o Aquecimento de Roleplay! Neste episódio do Dicas de RPG com Gustavo Estrela, também conhecido como AutoPeel, exploramos essa técnica que mergulha os jogadores profundamente em seus personagens. Antes de iniciar sua aventura, o Mestre ou um jogador pode fazer perguntas aos personagens, como ‘Do que seu personagem tem medo?’ ou ‘Qual o melhor presente que seu personagem já recebeu?’. As respostas ajudam a desenvolver a personalidade dos personagens e podem até influenciar eventos futuros na história. Guarde as respostas em um caderninho para uso posterior. Não deixe de conferir 10 perguntas sugeridas na descrição deste episódio para enriquecer suas sessões de RPG. Faça seus jogadores se sentirem mais conectados aos seus personagens e à história!

As Perguntas:

1- Para onde o seu personagem espera ir no pós vida?
2- Se o seu personagem soubesse que ele vai morrer em até um mês, como ele passaria o resto da vida?
3- Quais são os hobbies e interesses do seu personagem fora do arquétipo dele?
4- Pelo que o seu personagem gostaria de ser lembrado?
5- O que o seu personagem diria que é o melhor traço dele?
6- Qual é o pesadelo mais frequente ou mais recente do seu personagem?
7- Qual memória o seu personagem mais quer esquecer?
8- Com qual outro personagem do grupo o seu personagem acha que tem mais em comum?
9- Se o seu personagem pudesse voltar no tempo e mudar algo na sua vida, o que seria?
10- Como o seu personagem se sente guardando segredos do resto do grupo?

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Criação de Personagem

Voz: AutoPeel
Edição do Podcast: Senhor A
Arte da Capa: Raul Galli

Músicas:

Music by from Pixabay

Democratizando a Cultura Pop – Perifacon2023

A Perifacon é um evento bem emblemático pra mim, tudo porque o local aonde o evento começou foi na minha quebrada, na Fabrica de Cultura do Capão Redondo. Na época, não consegui ir. Tinha algum compromisso na época e não consegui. Em 2022 consegui ir e, agora em 2023, estamos em mais uma edição da Comic-Con da Quebrada, o evento que está Democratizando a Cultura Pop.

Sobre o Evento

Perifacon nasceu com o objetivo de democratizar o acesso a cultura pop para os ambientes de periferia, com uma convenção com a entrada completamente gratuita e com divulgação de artistas que vem destes lugares periféricos.

Perifacon 2023

A Perifacon 2023 foi no Centro de Formação Cultural da Cidade Tiradentes. Próximo ao Terminal Guaianases, um local bastante grande. Quando cheguei com meus amigos a primeira reação foi de espanto com o tamanho do local, que provavelmente foi o maior local aonde o evento ocorreu até hoje.

Vamos abordar alguns pontos do evento. Como estávamos em equipe reduzida, vou focar em como foi a minha experiência no evento.

Já próximo ao inicio do Evento, a fila já estava enorme

Palco Potência Tech

O Palco Potência Tech era um ponto mais afastado do evento, no ultimo andar do Centro de Formação Cultural, aonde tinha uma grande arquibancada que dava no palco do evento.

Tivemos shows de DJs como DJ Braza Boys, DJ Gui Tintel, um Slam de musica e outros eventos não relacionados com música, como transmissão de clipe aniversário de Free Fire e Desfile de Cosplays comemorando os 100 anos da Warner.

Mas o principal evento do palco foi, sem duvida, o show do MC Rashid. Mas que ocorreu mais ao fim do evento.

Stormtrooper DJ você só vê na Perifacon

Sala de Bate-Papo

Este espaço foi marcado por conversas mais simples em um espaço menor se comparado com o Paínel, mas ainda tivemos assuntos muito interessantes sendo abordados. Flávia Gasi abriu o espaço debatendo Política vs Games junto com Turmalina Nogueira e Tainá Felix.

Mas dou destaque as duas conversas seguidas que tivemos sobre projetos sociais para levar a cultura pop, com Claudia Sales, Gabriela Borges, Luís Eduardo e Jonatas Varela e sobre o Lajota, um selo de web comics do Coletivo O Corre. Ambos com a mediação da professora, influencer e pesquisadora de cultura geek Juliana Oliveira.

Painéis

Neste espaço, tinha um espaço mais aberto e amplo aonde tivemos coisas incríveis. Uma delas foi a abertura do evento pela UNICEF, uma das principais patrocinadoras.

Conversas sobre Aranhaverso com o dublador brasileiro do Miles Morales, o Cadu Paschoal. Participação da Iron Studios, uma das maiores empresas de Action Figures criada no Brasil. Especial de 60 anos da Turma da Mônica e conversa sobre os personagens favoritos da Warner, em comemoração aos 100 anos da empresa.

Mas uma das conversas mais legais foi o painel com Load Comics e Jovem Nerd falando sobre A Lenda de Ghanor e o Nerdcast RPG.

Esse papo foi muito bom! – Foto: Robert Silva

Salas de Desenvolvimento e Marcas

Na Perifacon tivermos diversos espaços que não necessariamente tinham temas que passavam, mas são espaços para exposição de produtos, protótipos e jogos. Vamos falar delas agora.

RPG e Jogos de Mesa

Na parte de jogos de mesa e RPG, tivemos diversos jogos criados pelo pessoal periférico, o que é sempre muito bom!

Um dos destaques foi Axé, a energia dos orixás, um jogo de agrupamento de cores para fazer a manutenção da energia dos jogadores. E um outro jogo de organizar um carnaval com trio elétrico e tudo, que se chama Galo da Madrugada.

No local havia testes para os jogos de tabuleiro, porém não encontrei mesas de RPG para one shots curtas, o que foi uma pena, porque haviam RPG interessantes lá como o Mojubá.

Lojas e Editoras

Na parte de lojas e editoras, tínhamos editoras já consolidadas do mercado fazendo sua presença lá, como a Editora Devir concedendo um quadrinho gratuito lá e com quadrinhos como Lazarus. Outras editoras lá

No mesmo local, um grande destaque para a Maloca Games, que trouxe vários jogos nacionais e afrogames para o evento e era nítido o brilho dos olhos das pessoas vendo os produtos da editora.

Tinhamos também produtores de artesanato geek diverso e com preços acessiveis, um exemplo que fiquei bastante tempo vendo é a Loja Bifrost, que estava com uma placa do Dragão Branco de Olhos Azuis que quase me fez levantar mais uma parede em casa para colocar.

O stand da Maloca Games estava em chamas!

Games & Devs

Nesta parte, tivemos diversos jogos eletronicos dos mais simples até os mais complexos em exposição e para teste das pessoas. Deste espaço tem dois focos que chamaram a minha atenção:

Princesa das Nuvens

Um jogo dungeon crawler de um Guarda Real querendo salvar uma princesa de uma torre em cima das nuvens, Mega Charmoso e que executou muito bem em sua simplicidade a gameplay. Aonde o jogador deve proteger a princesa no centro das criaturas que vem atacar.

Você pode jogar o jogo na sua ultima atualização neste link.

Simples, divertido e MUITO charmoso!
Diesel Legacy: The Brazen Age

Um jogo de luta 2×2 não convencional; Todos os combatentes dividem a mesma tela, em lanes diferentes aonde o combate acontece ao mesmo tempo e, mesmo caído, os personagens podem afetar no combate. Lembra muito os antigos Fatal Fury que tinham uma mecânica parecida, mas era apenas 1v1.

O jogo está atualmente em Open Beta e você pode acessar o site do jogo aqui

Beat Em Up, personagens interessantes e MUITO CAOS. O que mais dá pra pedir?

Conclusão

A Perifacon é um evento muito especial. Não apenas por acontecer nas periferias e nas quebradas, mas porque é um espaço em que vemos pessoas tiveram um contato muito superficial com a cultura pop conhecendo aquilo de maneira mais clara.

No evento, conheci uma das organizadoras do local, que estava embasbacada.

“Eu nunca vi algo do tipo, normalmente o local é tão vazio, mas aqui está cheio”

Normalmente esses Centros de Formação Cultural, Fabricas de Cultura e SESCs longe do centro, próximos da periferia são pouco visitados e suas atividades pouco conhecidas, por uma questão de falta de divulgação e também pelo abandono do Estado mesmo. Eventos como a Perifacon trazem a visão destes locais para o publico e eles se tornam, enfim, conhecidos.

Que mais eventos como a Perifacon tragam visibilidades a esses espaços, e que eles sejam cheios de ideias frescas de um povo que por muito tempo não foi visto, mas agora está sendo.


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Texto e Arte da Capa: Gustavo “AutoPeel” Estrela

Revisão e Foto da Capa: Isabel Comarella

Vaesen – Taverna do Anão Tagarela #104

Vaesen é o novo sucesso da Retropunk, um RPG financiado em 30 minutos que em breve vai estar nas mãos dos RPGistas brasileiros. Conheça tudo sobre este cenário de Horror Nórdico nesta Taverna do Anão Tagarela.

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Vaesen

‎Host: ‎‎Douglas Quadros.‎‎ ‎

‎Participantes:‎‎Douglas Quadros ‎| Karyna Cedryan | Mateus Herpich | Pedro Feio

Arte da Capa:‎‎ ‎‎Raul Galli.‎

100% financiado – financiamentos de sucesso

Este final de semana foi especial. Não só pelo dia dos pais como pelo sucesso de alguns financiamentos coletivos. Mostrando que essa é uma fórmula de sucesso no mercado brasileiro de RPG.

Primeiro temos o financiamento de Vaesen, um RPG de horror nórdico trazida ao Brasil pela Retropunk. O público demonstra sua confiança na editora ao bater a meta base de R$30.000,00 em apenas 30 minutos. Se deseja saber mais sobre Vaesen veja nossa live com o pessoal da Retropunk.

Temos, também, o pessoal da RPG com Nozes que financiou em dois dias o RPG de Bárbaros da Lemuria. Visto que a alguns anos atrás outra editora falhou em trazer esse RPG para nosso mercado.

Lembramos, também, do sucesso mais que esperado do financiamento de 3DeT Victory, o qual foi financiado em menos de um dia. Parabéns a todos os envolvidos pelo sucesso em seus financiamentos e fiquem atentos a outras novidades.


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Criação de Personagem – Dicas de RPG #110

Saiba como construir personagens valiosos para o seu Storytelling de forma rápida e precisa.

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Criação de Personagem

Voz: Jaque Machado
Edição do Podcast: Senhor A
Arte da Capa: Raul Galli

Músicas:

Music by from Pixabay

Valansia – Taverna do Anão Tagarela #103

Valansia é o cenário oficial de Old Dragon 2ª Edição, um cenário fantástico pensado para você explorar e literalmente torna-lo único. Entenda tudo isso nessa Taverna do Anão Tagarela, que trouxemos Antônio Pop, um dos criadores do cenário.

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Valansia

‎Host: ‎‎Douglas Quadros.‎‎ ‎

‎Participantes:‎‎Douglas Quadros ‎| Karyna Cedryan | Antônio Pop | ‎ ‎‎Raul Galli

Arte da Capa:‎‎ ‎‎Raul Galli.‎

Regras de Devoção e os Druidas – Devoções de Ghanor para T20

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Tormenta20 A Lenda de Ghanor são jogos irmãos, os dois utilizam a mesma base do sistema de Tormenta20, mas há alguma diferenças entre os jogos que talvez deixe alguns jogadores confusos na hora de utilizar coisas de Ghanor RPG em Tormenta20. Mas hoje e durante as próximas semanas, vamos brincar de sincretismo religioso e misturar as devoções de Ghanor com as devoções de Tormenta20!

É preciso ter fé?

A regra de devoção é uma regra opcional. Como descrito na página 96 de Tormenta20 JdA; “Você pode se tornar devoto na construção de seu personagem ou sempre que subir de nível. Porém, só pode ter uma devoção e não pode mudá-la (exceto sob critério do mestre)”. Com exceção de personagens Clérigos, Druidas ou Paladinos, que são automaticamente devotos de algo quando escolhem a classe. Em Tormenta20, a escolha de você ser devoto ou não é totalmente do jogador.

Mas como funciona a regra de devoção em Tormenta20?

Antes de se tornar devoto de uma divindade, tem alguns passos a se seguir; primeiro, você deve ler as Crenças e Objetivos daquela divindade. Não é algo em regra, mas ajuda na sua interpretação, é uma linha guia do que aquele deus representa e tem como objetivo. Depois, seu personagem deve estar na lista de devotos permitidos por aquela divindade. Por exemplo: O deus samurai da Honra, Lin-Wu, tem como devotos permitidos apenas Anões, Cavaleiros, Guerreiros, Nobres e Paladinos.

Portanto, eu não posso fazer uma Medusa Arcanista devota de Lin-Wu, porque nem a raça Medusa nem a classe Arcanista está na lista de devotos permitidos da divindade. Alguns mestres ignoram essa regra, mas é assim que ela funciona. Mas tem algumas coisas que burlam essa regra.

Clérigos e Humanos

Clérigos podem ser devotos de todos os 20 Deuses do panteão ou do Panteão como todo, porém quando são devotos do Panteão eles são impossibilitados de usar armas que causam dano diferente de Impacto e não recebem poderes concedidos.

Humanos podem ser devotos de qualquer um dos 20 Deuses, independente de qual classe esse humano for.

Humano Clérigo do Panteão: Poderia ser tudo, decidiu não ser nada

Aharadakk, Thwor e Valkaria

O deus da Tormenta, Aharadakk, o deus dos Goblinoides, Thwor e a deusa da humanidade, Valkaria são as três divindades que permitem membros de qualquer raça e classe como devotos.

Aharadakk porque a Tormenta, a tempestade rubra que assola Arton, aceita tudo e todos para fazer parte de dela. Valkaria aceita qualquer tipo de aventureiro como seus devotos. Thwor… é um pouco mais complicado.

O Caso Duyshidakk

Thwor aceita qualquer raça ou classe como devoto, mas em teoria é o mais restrito dos deuses. Thwor exige que seus devotos sejam duyshidakk, um duyshidakk é um membro aceito do povo Goblinoide, ele é considerado e tratado como um goblinoide e se esforça trazer a realidade do Mundo Como Deve Ser a Arton. Toda visão sobre os Goblinoides, duyshidakks e no que eles acreditam está melhor descrita no romance A Flecha de Fogo, que você pode comprar com o cupom mrpg10 e ganhar 10% de desconto na compra.

Jabá de oportunidade, por essa você não esperava!

E o que eu ganho virando Devoto?

Quando você se torna devoto de uma divindade maior, você recebe um poder concedido daquela divindade. Caso seja um Clérigo, Druida ou Paladino, recebe dois poderes concedidos. Mas em troca, tem que cumprir as Obrigações e Restrições daquela divindade, uma lista de coisas que seu personagem não pode fazer. Caso faça, ele perde todos os PM até o fim do dia, só podendo recuperar no dia seguinte. Uma segunda infração na mesma aventura faz seu personagem perder novamente todos os PM e só poder recuperá-los após cumprir um penitência, uma tarefa ou missão divina concedida pela Igreja daquele deus.

As Obrigações e Restrições de cada deus são muito diversas, vão desde não poder usar um tipo de equipamento, até não pode fazer um tipo de ação, não pode usar um tipo de perícia ou até ter a possibilidade de ficar confuso no inicio de um combate.

Em Ghanor, os deuses não vem te salvar.

A Devoção em Ghanor?

Em Ghanor, as coisas funcionam um pouco diferente. Em Ghanor, personagens que não sejam Clérigos não podem ser devotos. No cenário de Ghanor, aonde os deuses desistiram de sua criação, as Igrejas não oram apenas a deuses, mas a Santos.

Os Santos não são deuses, são mortais que em algum momento fizeram um feito extremamente importante no mundo. Como ajudar viajantes perdidos, infiltrar um local que assola a vida de fiéis, fortalecer o comércio, alimentar os pobres ou defender a terra. O que torna um mortal um santo é algo ainda misterioso, mas de qualquer maneira há devotos que seguem as diretrizes destes santos.

Os Clérigos seguem Normas que definem o que é um proibido que um devoto de um santo fazer, é a mesma regra das Obrigações e Restrições de T20, mas limitada apenas a Clérigos.

Os 20 Deuses e os 5 Santos

Comparado aos 20 deuses de Arton, há apenas 5 santos em Ghanor. Possivelmente, pensando em historia, como a fé em Ghanor era muito restrita na época da trilogia de A Lenda de Ruff Ghanor, talvez tenham existido outros santos que sejam menos conhecidos pelos plebeus e até pela própria Igreja, como era o São Arnaldo, permitindo a existência de santos menos ortodoxos para os clérigos serem devotos. Então, caso queira criar o seu próprio santo, com regras e poder concedido próprio, fique a vontade que o cenário te dá essa possibilidade. E falando nele…

O Cenário importa

Agora que entendemos as diferenças entre cada jogo, antes precisamos deixar algo bem claro: O Cenário que você está jogando sua campanha importa neste caso. Em Ghanor, seria bastante incomum um aventureiro não clérigo ter poderes concedidos pelos santos, na verdade, fora de grandes centros religiosos o poder sagrado é algo bem raro. Ghanor é um lugar aonde os deuses desistiram da criação e os santos mantêm a chama da esperança viva.

Então, se você me perguntar se você deveria liberar a regra de devoção para personagens não Clérigos ou Druidas em Ghanor, a minha resposta seria clara; Não.

Lógico, a mesa é sua, você faz da maneira que quiser. Mas em Ghanor o poder divino é muito limitada a um certo número de fiéis que dedica a sua vida aquilo, não liberada a qualquer mortal. Liberar poderes de devoção para qualquer tipo de devoto é problemático para o cenário, seria melhor jogar em Arton.

Em Arton, porém, os deuses amam suas criações (a maioria) e são bastante ativos no dia a dia das pessoas, é um mundo muito mais otimista que Ghanor, que é muito mais frio. Dito isso, para prosseguirmos, vamos precisar adequar cada um a realidade do outro. Mas vamos fazer isso um passo de cada vez, então para dar um gostinho, vou começar pela classe com o menor número de devoções possíveis: O Druida.

Como você traduziria um deus Artoniano para um santo de Ghanor?

Os Deuses de Druidas

Em Tormenta20, há apenas três deuses que podem ser usados por Druidas: Allihanna, Oceano e Megalokk. Allihanna já é traduzida na forma da personificação da Natureza da classe Druida, porém os dois outros deuses ficam de fora do cenário. Como regra opcional, você pode conceder ao Druida de Ghanor recebe um poder concedido e cada outro aspecto que os druidas podem adorar recebem poderes diferentes e tem normas diferentes, como veremos abaixo. Todos os druidas abaixo seguem a mesma lista de magias do Druida, como visto na página 135 de A Lenda de Ghanor RPG.

Devoto da Natureza

Os devotos da Natureza permanecem como são no livro de A Lenda de Ghanor RPG, a diferença é que eles recebem no nível 1 o poder Compreender os Ermos, que você pode ver na página 132 do Tormenta20 JdA.

Abaixo, altere o texto da habilidade Devoto da Natureza pelo texto da devoção e adicione o poder concedido.

Devoto do Mar

Você possui uma conexão especial com o Mar e com os rios. Você não pode se manter afastado de mares, rios e oceanos por mais de um mês e só pode utilizar armaduras leves e as armas azagaia, lança, tridente, arpão e rede, sendo considerado proficiente com todas elas.

Anfíbio. Veja em Tormenta20 JdA pg. 132

Devoto do Instinto

Você é extremamente interligado com seus instintos primitivos e naturais, rejeitando a sociedade civilizada e se entregando a ferocidade. Você é proibido de usar perícias baseadas em Inteligência ou Carisma (exceto Adestramento e Intimidação) e não pode preparar uma ação, escolher 10 ou 20 em testes e lançar magias sustentadas (pois são ações que exigem foco).

Presas Primordiais. veja em Tormenta20 JdA pg. 135

Druida das Estrelas… Aonde eu já vi isso?
Devoto das Estrelas

Você possui uma conexão especial com as estrelas e com os mistérios que residem além do céu. Você não pode descansar coberto sem ter contato com as estrelas e deve se banhar com a luz das estrelas pelo menos uma vez a cada 1d4 meses.

Mapa Estelar. Você aprende e pode lançar Orientação uma de suas magias de Druida. Além disso, enquanto estiver debaixo da luz das estrelas, suas rolagens de dano causam +1d8 pontos de dano de luz adicional.

Devoto do Fogo

Você possui uma conexão especial com o fogo, com a energia que existe dentro do fogo e com sua capacidade de restauração. Você não pode fazer testes de resistência para receber metade ou negar dano de fogo e não pode apagar chamas e incêndios. Pode salvar criaturas afetadas pelo fogo, mas nunca extinguir as chamas que consomem.

Vontade do Fogo. Você aprende e pode lançar a magia Explosão de Chamas e pode aprender as magias da Tradição Elemental do tipo fogo como magias divinas da sua lista de Druida. Além disso, recebe redução a frio 5.

Devoto dos Espíritos

Você possui uma conexão especial com os espíritos e com as almas perdidas nos pontos entre os mundos e os planos. Você não pode causar dano letal, perda de vida ou condições a criaturas do tipo Espírito, com exceção de enfeitiçado, fascinado e pasmo (fornecer bônus em dano também é proibido). Além disso, não podem profanar tumbas ou utilizar itens que estavam no corpo de pessoas mortas ou na posse de mortos-vivos. Para utilizar um objeto de um morto, ele deve ser passar devidamente por um Rito de funeral (veja a perícia Religião, em A Lenda de Ghanor pg. 83).

Infusão Espiritual. Você aprende e pode lançar a magia Curar Ferimentos como uma das suas magias de Druida. Além disso, você recebe +2 em Misticismo para Identificar Criaturas do tipo Espírito.

Conclusão

Nas próximas semanas, vamos abordar outras possibilidades da devoção em Ghanor. Muito mais limitada, porém ainda possível. Possivelmente, os próximos posts vamos abordar um assunto polêmico quando o livro de Ghanor saiu, que são os Paladinos e vamos adaptar o Panteão de T20 para Santos de T20.

Mas isso é no futuro, hoje não.


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Texto e Arte da Capa: Gustavo “AutoPeel” Estrela

Revisão: Isabel Comarella

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