Está é a área dos textos de linhas específicas de jogos. As quais os colaboradores ou convidados do Movimento RPG decidiram dedicar um pouco mais de tempo. Se tiver alguma linha que você tenha intenresse em escrever, envie um e-mail para: contato@movimentorpg.com.br com o assunto Armaría.
Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Bio Hazard – Resident Evil, de Nivaldo “Nvndaemon” Vieira Nascimento, adaptando a incrível série de jogos eletrônicos Resident Evil até aparentemente Resident Evil 4.
Conteúdo do netbook
O netbook Bio Hazard – Resident Evil apresenta as seguintes informações:
Introdução ao RPG e ao Cenário de Bio Hazard/ Resident Evil, descrevendo com riqueza de detalhes o universo da franquia nos videogames até eventos passados em RE 4.
Conceitos Básicos, introduzindo ao leitor todos os principais termos ligados ao RPG e o Sistema Daemon.
Criação de Personagens, organizando todas as etapas na construção de um personagem desde sua concepção e background até na definição de Atributos, Aprimoramentos, Perícias, Kits, Equipamentos e Pontos Heroicos. Entre os Aprimoramentos, vale citar os novos ligados ao universo de Bio Hazard: DNA Positivo, Mutações Progressivas (Evolução), Vírus Injetado, e Infectado.
ACura, com regras para o uso de ervas especiais que atuam sobre o metabolismo do corpo com relação aos vírus especiais do universo de Bio Hazard.
Os Personagens, com uma longa lista de NPCs presentes na franquia.
Os B.O.Ws. (Bio-Organic Weapons), um bestiário de criaturas presentes nos primeiros jogos da franquia.
A descoberta dos Vírus, com informações extras sobre os vírus apresentados neste universo.
Poderes das Armas Biológicas/B.O.W.s, um novo tipo de Poder Sobrenatural.
O Mundo de Bio Hazard/Resident Evil, apresentando entidades importantes do universo como a Umbrella, a Bio-Jet, o Greenpeace e grupos terroristas anti-Umbrella. Na sequência, ainda há uma linha do tempo dos principais eventos dos primeiros jogos da franquia, desde 1953 até 1998.
Ideias para Aventuras, com propostas de aventuras curtas ou longas no universo de Bio Hazard.
Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Bio Hazard – Resident Evil!
Você pode também nos ajudar a movimentar o RPG fazendo parte do nosso Patronato. Mas se não puder, tudo bem! Venha fazer parte da nossa comunidade, começando pelo YouTube por exemplo.
Conforme anunciado em live na Twitch nessa última terça-feira, dia 27/09, a Jambô Editora lançou a “nova versão” do maior RPG brasileiro: Tormenta20 – Jogo do Ano.
Foram dois anos desde o lançamento da primeira edição de Tormenta20, e após inúmeros feedbacks de uma gigantesca comunidade, que diga-se de passagem é bem ativa, chega a versão atualizada do sistema.
Tormenta20 – Jogo do Ano não é um novo jogo e nem um novo sistema, mas sim o bom e velho Tormenta20 revisado com o feedback da comunidade, correções em alguns desbalanceamentos, leves atualizações de conteúdo ou descrição de habilidades, classes, talentos, raças, magias e afins.
Nas palavras de Guilherme dei Svaldi, conforme postado nas redes sociais da Jambô: ” o jogo em si é o mesmo. O novo livro é compatível com qualquer material que já tenha saído e quem tem o básico antigo pode continuar o usando. Há mudanças? Sim, claro, em quase três anos conseguimos aprimorar o jogo. Esse é um processo natural e bom. Mas dá para continuar com o antigo! A maior parte das mudanças só serão sentidos por quem realmente é mais “regreiro” e se preocupa com um balanceamento muito afinado e situações limítrofes de regras. E esse pessoal já estava acompanhando a Dragão, o STR e/ou a Errata e já estava a par de muitas das alterações. Já o pessoal mais casual pode misturar os dois livros sem problemas.”
Mudanças Em Tormenta20 – Jogo do Ano
Bom, editorial é uma coisa que muita gente passa batido e não lê. Confessa vai, você também dá seus pulos de editoriais, né? Pois bem… é justamente no editorial do livro que está uma das principais mudanças sobre ele: “NENHUM MATERIAL LANÇADO ANTERIORMENTE SE TORNA OBSOLETO“.
Dito isso, podemos seguir adiante sem a preocupação de que tudo tenha se perdido. Obviamente que algumas mudanças são mais notórias e óbvias que algumas outras que são quase imperceptíveis dentro do contexto geral. Talvez a maior mudança de todas se quanto ao sistema de Atributos e seus modificadores. A partir de agora os Atributos foram substituídos apenas pelos seus modificadores (o que, na minha humilde opinião, ficou bem melhor).
Outra mudança é a “reforma monstrográfica” que deixou as fichas de monstros e heróis mais distinta e mais dinâmica. A vida de todas as pessoas que pretendem se aventurar narrando ou criando desafios para os mais intrépidos grupos está mais fácil que antes!
Uma mudança também pode ser notada quanto à equipe criativa: Rogério Saladino, um dos autores originais e fundadores do mundo de Tormenta, deixa oficialmente a equipe para se dedicar a novos ares (e diga-se de passagem, está a todo o vapor!), Em seu lugar, Rafael Dei Svaldi ocupa a cadeira criativa e assim tanto o sistema quanto o mundo de Tormenta seguem vivos e vibrantes!
As Mudanças Obrigam a Comprar O Jogo Novamente?
Essa é uma dúvida comum, e a feliz resposta é que não. Todas as pessoas que compraram a edição Física pelo site da Jambô, ou participaram do financiamento coletivo, ou compraram a versão em PDF do site da editora, receberam a versão em PDF atualizada de grátis.
Para baixar, basta acessar o site da editora, acessar sua conta, ir na seção DOWNLOADS e está lá o seu donwload do PDF. Só baixar e ser feliz!
Para mim, isso é como comprar uma edição física de um game de PS4 (video-game que eu tenho no caso) e sair uma atualização em DLC pro jogo. Não anula minha mídia física, que está ali bonitinha! E mesmo que saia uma edição física atualizada, a minha física ainda pode ser igualmente jogada ou atualizada digitalmente. Pelo menos para a minha pessoa, não faz diferença!
Claro que se quiser ter o livro atualizado na sua prateleira para usar fisicamente (coisa que eu também amo) nada te impede! Inclusive, a editora já abriu a pré-venda para a edição física. Já a edição em PDF já está liberada para quem comprou a original, ou para quem deseja realizar a compra agora.
Uma lista completa das mudanças vai sair na edição da Dragão Brasil, e uma live no YouTube também retirou muitas dúvidas da galera. Confiram nos links como assinar a Dragão Brasil ou a live que rolou.
E se quiserem mais notícias, acompanhem a Taverna do Anão Tagarela com a presença de Karen Soarele (e euzinho) pra falar sobre o assunto!
Este artigo com a adaptação de Steins;Gate para 3D&T foi feito originalmente no blog Amálgamas RPG. Veja o artigo na íntegra clicando aqui. Para outros posts da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.
HUUUOOOOOHAHHAHAHAAH!!!! HUUUOOOOOHAHHAHAHAAH!!!! Ops… Adiantei-me de mais… Mesmo tratando de enredos que tratam de alteração temporal devemos começar pelo começo. Isso mesmo, hoje falaremos na saga de Kyouma Hououin através das linhas temporais, o anime Steins;Gate! <<Este post contém spoiler do anime>>.
Steins;Gate é uma adaptação da visual novel de mesmo nome, que veio ao ar, no Japão, na temporada de verão de 2011, e chamou atenção por sua qualidade tanto técnica quanto de roteiro. Mas como não me considero apto a fazer análises profundas da parte técnica, vamos falar mais sobre o enredo desta obra.
Conclusões sobre o anime
O anime se desdobra muito, com a inserção de outros personagens e se destaca pelo “feeling” de visual novel nos momentos que todos os aspectos da situação mudam a partir de uma decisão do protagonista. O desenvolvimento dos personagens e suas caracterizações também são um ponto alto nesta obra, e mesmo aqueles que venham a não gostar de Steins;Gate como um todo, irão encontrar algo que prenda a atenção em seus episódios. Nós recomendamos, acima de tudo, para aqueles, assim como eu, que são “tarados” por aspectos temporais, assistam e descubram!
Brinde Extra: Para aqueles que já assistiram o anime, e gostaram tanto que ficaram curiosos com o mistério não revelado, disponibilizando imagens do futuro de Barrel Tittor e sua esposa que se encontram neste site, mas atenção isto é spoiler GRANDE, se não assistiu ainda pense bem antes de sair clicando.
Fichas
Para não passar em branco, na parte de RPG, iremos colocar adaptação destes personagens para imaginá-los em uma mesa de jogo, e até mais, El Psy Congroo!
Este artigo com a adaptação de Steins;Gate para 3D&T foi feito originalmente no blog Amálgamas RPG. Veja o artigo na íntegra (incluindo as fichas dos outros personagens) clicando aqui. Para outros posts da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.
Bom meu povo. Victor que vos fala outra vez, continuando os textos sobre Changeling: O Sonhar, vou falar hoje sobre os Boggans, o primeiro Kith que o livro traz, e seguirei nessa sequência. Se alguém quiser conferir, coloquei a lista no post anterior.
Pois bem, falarei agora sobre os Boggans[BÔ-gãs].
Boggans
O livro diz “o maior prazer do boggans é o trabalho”. Isso, por si só, já diz muito sobre eles. Gostam de rotina, empregos seguros e corriqueiros. Nada que os tire da rotina é bem visto. Gostam de serem reconhecidos pelo seu trabalho e honestidade. São hospitaleiros e adoram ajudar os outros, muito prestativos mesmo. Os viajantes são sempre bem-vindos em suas casas, e acabam adorando encontrar um boggan pelo caminho.
Porem, há os que também se aventurem pelas estradas para prestar ajuda ao que encontram. Esses, em geral, são os Estouvados. Os boggans Seelie são abnegados e altruístas, com uma enorme compaixão em seus corações. Já os Unseelie são movidos por oportunismo. Contudo, a Corte não importa, e sim o trabalho. O auxilio às pessoas traz a graça e a glória. Mas não se enganem, eles não são submissos: gostam de ajudar, mas reconhecem o próprio valor e têm orgulho disso.
Aparência
Costumam ser baixos e gostar de boa comida, por isso, acabam obesos em sua maioria. Têm olhos brilhantes e grandes narizes e sobrancelhas grossas. Os calos são uma marca registrada em suas mãos com dedos ágeis. É isso que nos diz o livro, mas podemos dar nosso próprio estilo sem fazê-los perder a identidade.
O estilo de vida depende muito mais da idade do boggan. Em geral, os Infantessão brincalhões e farristas, sempre fazendo uma zorra onde há outros trabalhando. Os Estouvadossão impelidos a aventura, e assim que se apegam ao grupo, passam a cuidar dos outros. Cuidam da comida e aprovisionamentos. Já os Rezingõesadotam residências que tendem a ser eternas se lá tiverem afazeres.
Direitos Inatos
Artesanato: São exímios artesãos e fazem seu trabalho com tanto esmero que nenhum boggan sofre falha crítica em testes de Ofícios. Conseguem fazer o trabalho bem mais acelerado se não estiverem sendo observados.
Dinâmica Social: São ótimos em relacionamentos porque conhecem a fundo a dinâmica de um lar, e nesse ponto, acho que o livro se supera no aspecto de ludicidade. Diz exatamente assim: “os Seelies captam pequenos indícios, como olhares discretos de futuros amantes; os Unseelies tendem a perceber conspirações e rivalidades.” Eles revelam a dinâmica social de um grupo com um teste de Percepção + Empatia (ou Lábia). Dificuldade 5 a 10, a cargo do narrador e da questão em si. Os Direitos Inatos funcionam tanto com Changelings como também com mortais e desencantados.
Fraquezas
O Chamado dos Necessitados: É tão inata a vontade de ajudar que um boggan, quando se depara com um necessitado, precisa passar por um teste de Força de Vontade (dificuldade 8) para não precisar ajudar.
Mote: Segundo o livro: “Ora, o que aconteceu com você meu amigo? Aqui, sente-se peto do fogo que eu vou te trazer algo quente para você beber. Por favor, conte-me tudo…”
Um pouco da visão dos boggans em relação aos outros Kiths.
Assim, encerro o texto sobre Boggans, na próxima falarei sobre Exus [e-XUS], os grandes viajantes.
Desejo a todos boas rolagens.
Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Trappers e Armadilhas, de Junior_Jr e X-Daemon, baseados na matéria “É uma Armadilha!” da Dragão Brasil 75, escrita originalmente por Marcelo Cassaro sob o pseudônimo de Paladino. Este netbook, assim como a matéria original da DB 75, é na verdade uma adaptação do jogo eletrônico Deception III: Dark Delusion, protagonizado pela Trapper chamada Reina.
Conteúdo do netbook
O netbook Trappers e Armadilhas apresenta as seguintes informações:
Trapper, descrevendo este Kit com sua contextualização e informações de como se tornar um (a palavra Trapper não possui uma palavra com sonoridade agradável em português, como armadilheiro, tocaieiro ou emboscador, e por isso se manteve como no original inglês).
Armadilhas, com a listagem das armadilhas básicas que um Trapper consegue criar magicamente, nas categorias:
Armadilhas de Teto: Pêndulo, Rocha e Vaso.
Armadilhas de Parede: Parede Deslizante, Parede Magnética e Seteira.
Armadilhas de Piso: Armadilha de Urso, Mina Terrestre, Piso Aspirador e Piso-Mola.
Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Trappers e Armadilhas!
Você pode também nos ajudar a movimentar o RPG fazendo parte do nosso Patronato. Mas se não puder, tudo bem! Venha fazer parte da nossa comunidade, começando pelo YouTube por exemplo.
Este artigo apresentando novos Kits para Magos em 3D&T foi feito originalmente no blog Portal Lendas. Veja o artigo na íntegra clicando aqui e conheça os Kits restantes. Para outros posts da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.
Você que ainda gosta de jogar Tormenta usando o 3D&T e tá carente de regras do cenário, temos uma novidade: de vez em quando vamos estar postando aqui algumas coisas relacionadas ao sistema, como aventuras, regras, fichas, etc. E, para começar, pegamos as Especializações de magos do Manual do Arcano TRPG e passamos para 3D&T, como kits de personagem.
Para saber mais sobre kits de personagens 3D&T você precisa comprar o Manual do Aventureiro Alpha, que contém todas as regras detalhadas bonitinhas… Vamos lá!
Abjurador
Pré-requisitos: A1, capacidade de lançar magias
Função: Tanque
A magia é vista por muitos como a forma de ataque suprema, mas esses conjuradores a veem como um escudo perfeito. Os abjuradores são magos especializados em magias de proteção ou anulação e tomam a frente do combate onde armaduras e escudos não são o suficiente.
Proteção Adaptável: seu personagem aprende as magias de Armadura Extra contra todos os danos físicos e de energia.
Bloquear: quando sofrer um ataque seu personagem pode fazer um teste de (sua Armadura – Força/PDF do inimigo), se passar nenhum dano é sofrido.
Anulador: como uma ação padrão seu personagem pode anular uma magia gastando metade de seu custo em PMs.
Adivinho
Pré-requisitos: Insanidade, capacidade de lançar magias
Função: Controlador
Com ou sem bolas de cristal esses magos são capazes de “ver” muito além do que você imagina. Estudar o futuro é algo perturbador, por isso esses magos tem ataques mentais que vão dês de um desânimo crônico, pois tudo é muito previsível até uma paranoia de que existem entidades que protegem o futuro e colocaram sua cabeça a prêmio.
Premonição: gastando 1 PM e fazendo um teste de Habilidade seu personagem pode refazer seu turno assim que o termina.
Paranoia: Seu personagem nunca sofre um ataque surpresa e recebe H+2 pra iniciativas.
Bola de Cristal: enquanto estiver com sua bola de cristal ser personagem pode lançar as magias: Farejar Tesouro,Leitura de Lábio, Presença Distante, Sentidos Aguçados, Visão do Passado Recente e Visão do Passado Remoto por metade dos PMs e não precisa conhecer essas magias para usá-las.
Este artigo apresentando novos Kits para Magos em 3D&T foi feito originalmente no blog Portal Lendas. Veja o artigo na íntegra clicando aqui e conheça os Kits restantes. Para outros posts da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.
Ananasi, os metamorfos aracnídeos do Mundo das Trevas, herdeiros e crias da Grande Rainha Ananasa. Qual papel desempenham no Apocalipse que se aproxima? Qual sua relação com os Garous e demais raças metamórficas? Que mistérios e segredos essa raça guarda e protege?
Talvez os metamorfos mais distantes de Luna, com sangue frio e atitudes calculistas, sua devoção à grande Rainha Ananasa e sua visão particular de mundo os colocam no meio dos principais conflitos do Mundo das Trevas.
Ananasi
Luna abençoou quase todas as raças metamórficas do Mundo das Trevas. Quase.
Ao contrário das outras raças, os Ananasi ganharam sua forma, função, habilidades e poderes da Grande Rainha Ananasa, um espírito aranha ancião criado pela própria Weaver. Sua missão é salvar sua rainha, aprisionada pela Weaver, e restaurar o equilíbrio da Tríade.
Enquanto as outras raças metamórficas lutam por Gaia, para os Ananasi salvar Gaia é apenas uma consequência de sua grande missão. Os fins justificam os meios, e alianças podem ser feitas em prol de um grande objetivo maior em comum.
Sociedade AnanasiOs Ananasi reconhecem a si mesmos como Damhán. Os Damhán não são dotados de Fúria de Luna, e por isso não sentem o Frenesi. Na verdade, seu comportamento difere em muito das outras raças metamórficas por esse detalhe. Como sociedade, tendem a ser mais soturnos, frios, calculistas, introspectivos e analíticos.
Sua regeneração de danos e ferimentos seguem o padrão humano, entretanto, Damháns podem se valer de poderes do sangue para vários efeitos, e entre eles a regeneração. Além disso também podem exalar conscientemente feromônios que atraem sexualmente e instilar veneno por suas glândulas (e esse veneno varia de acordo com a aranha base).
Damháns também não se dividem em augúrios ou tribos, e sim em Aspectos e Facções, totalizando 9 combinações diferentes. Cada uma dessas combinações é chamada de Cabala.
As Formas Ananasi
Os Damhán possuem várias formas diferentes, assim como as outras raças metamórficas:
Hominídeo – A forma humana em sua aparência, mas longe de uma forma humana comum em sua biologia. Mesmo nessa forma, as características aracnídeas como posição e quantidades de órgãos são preservadas.
Lilian– A forma de combate, equivalente ao Crinos dos Garous. Essa forma varia pra cada Damhán, que podem ter vários braços e corpo humanóide, ou apenas o torso aracnídeo como uma espécie de centauro.
Pithus– A forma aracnídea. É maior, mais pesada e mais robusta que sua equivalente natural do mundo normal.
Crawlerling (Rastejadora)– Uma forma exclusiva dos Damhán, utilizada para entrar na Umbra. O Damhán torna-se uma espécie de enxame de aranhas que formam um grande corpo maior.
Araneid – A forma semelhante à Glabro dos Garous, porém só pode ser aprendida em postos mais elevados e atravéns de rituais.
As Facções Ananasi
Myrmidon – a facção dos guerreiros. Aprendem combates armados e artes marciais, assim como táticas de guerrilha quando necessários, e agem com energia em prol da Grande Rainha.
Viskr – a facção dos juízes e místicos. Aprendem rituais, magias, segredos ocultos e são os ponderadores de conflitos. Estão entre os que mais interagem com outras raças metamórficas, nem que seja para aprender seus segredos.
Wyrsta – a facção dos questionadores. São aqueles que questionam, filosofam, buscam aprender os segredos e desejos da Grande Rainha, além de testarem os Damhán.
Aspectos Ananasi
Como raça e sociedade, os Damhán se prestam a servir e proteger a Grande Rainha Ananasa acima de tudo, e restaurar o equilíbrio da tríade na sequência.
Em busca desse equilíbrio, os Damhán podem se perder em qual das três faces da tríade se voltam mais, e isso os divide em três Aspectos diferentes, cada um deles ligado à uma das faces da Tríade.
Tenere -os dedicados à Weaver. São os que melhor controlam suas emoções e sentimentos, além de desejarem restaurar a glória da Weaver antes de toda essa loucura.
Hatar -os servos da Wyrm. Assim como os Tenere, veneram a face original a Wyrm, sua face destruidora e controladora dos excessos, e não a atual força corruptiva e insana.
Kumati – os nascidos da Wyld. São criativos, dinâmicos, mais extrovertidos que o comum pra sua raça, e parecem gostar de mudanças e novos desafios.
Usando Ananasi em Jogo
Não é nada difícil ou impossível colocar Ananasi no Brasil pra jogar, dado o grande número de espécies de aracnideas que temos nas nossas terras. Mais precisamente são cerca de 3.203 espécies divididas em 72 famílias.
A Tarântula-Golias-Comedora-De-Pássaros (Theraphosa blondi) é a maior das aranhas viventes na Terra e habita a região da Amazônia. Sua interação com as raças metamórficas das Américas é muito presente e influente, e pode ou não conflitar diretamente com os Garous.
Os próprios suplementos Changing Breeds e Rage Across Amazon já dão algumas dicas de como colocar Ananasi em jogo, mas nada que seja tão complexo. Nós bem sabemos o quão comum é encontrar aranhas aqui pelo Brasil, mesmo nas áreas mais urbanas. E vale ressaltar que os Ananasi preferem as áreas de maior influência da Weaver!
Não vou me ater a explicar demais os Ananasi agora pois, assim como os Bastet, eles tem sua complexidade e merecem uma abordagem melhore mais caprichada (além de serem minha raça favorita do Mundo das Trevas)! Então, quem sabe logo em breve, né?
Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Mortal Kombat, de Rodrigo Vaz Linn “Lamazuus”, adaptando o admirável universo de MK até os eventos narrados em Mortal Kombat 4/Gold, a edição do jogo recém-lançada na data em que este netbook foi criado.
Conteúdo do netbook
O netbook Mortal Kombat apresenta as seguintes informações:
A História, narrando todos os principais eventos revelados até a época do lançamento do jogo Mortal Kombat Gold e da série de TV Mortal Kombat: A Conquista.
Os Mundos, com uma breve descrição de Edênia e Outworld, Netherealm, Terra e o reino Shokan.
Tipos de Campanha, explicando as regras para se jogar com personagens lutadores e os graus de poder que envolvem ser um personagem neste universo.
Novos Aprimoramentos, incluindo novas versões de alguns já conhecidos e a adição de alguns como Defesas Múltiplas, Disparo de Energia e Membros Extras.
Novas Perícias, descrevendo Disparo de Energia como perícia para o uso do Aprimoramento de mesmo nome, e muitas novas Manobras de Combate.
Novos Kits, sendo eles Kombatente e Ninja Lin-Kuei.
Novas Regras, para que os personagens possam lutar como nos jogos eletrônicos – são propostas regras para atordoamento, imobilizar, breaker, Fatality e recuperação.
NPCs Principais, com as fichas e breve histórico de Liu Kang, Johnny Cage, Sonya Blade, Sub-Zero, Scorpion, Jax, Reptile, Tanya, Jarek, Kai, Reiko, Rayden, Fujin, Quan-Chi, Goro, Noob Saibot e Shinnok, e apenas o histórico de todos os personagens que apareceram nas edições anteriores de MK.
Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Mortal Kombat!
Você pode também nos ajudar a movimentar o RPG fazendo parte do nosso Patronato. Mas se não puder, tudo bem! Venha fazer parte da nossa comunidade, começando pelo YouTube por exemplo.
Este artigo sobre o gênero Harém em 3D&T foi feito originalmente no blog 3D&T SEVEN. Veja o artigo na íntegra clicando aqui. Para outros posts da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.
Já vou avisando para os pervertidos de plantão que o objetivo aqui não é descrever aventuras eróticas nem nada do gênero. Falarei, sim, de um gênero de mangá que pode servir de modelo para campanhas bastante interessantes: o harém. Mencionado inclusive no Manual 3D&T Alpha, esse subgênero normalmente conta a história de um protagonista masculino que vive comédias românticas cercado de mulheres bonitas – ou vice-versa, protagonista feminina cercada de belos homens.
O subgênero enfatiza bastante a comédia e o romance, que normalmente são difíceis de manter em longas campanhas. Estamos, afinal, acostumados ao nosso RPG com bastante ação! (você não?)
Harem No Jutsu
Antes de tudo, vamos expandir um pouco os conceitos. Mangás e animes do subgênero harém costumam ser comédias românticas, mas não precisam ser totalmente desprovidos do tipo de ação que tanto apreciamos no RPG. Uma abordagem interessante é ter um plot que envolva muita ação. As situações cômicas e as confusões românticas deveriam aparecer como adorno à trama, não como o prato principal.
Por exemplo, numa aventura estilo harém num cenário de fantasia medieval, a protagonista pode ser uma maga/guerreira de poder considerável, amaldiçoada pela deusa do amor a ser cortejada e “perseguida” por outros homens. Aí entram os personagens jogadores. A guerreira/maga aproveita o auxílio que seus “pretendentes” lhe dão para tentar buscar uma cura para a maldição. Aí seguem-se aventuras e mais aventuras, temperadas por inevitáveis situações cômicas e românticas envolvendo os jogadores e a NPC em questão.
Como assim, o NPC é o personagem principal?!?
Mestrar esse tipo de aventura de harém em 3D&T pode parecer difícil a princípio, mas, se você seguir alguns passos simples, o esforço será recompensador, tanto para o mestre quanto para os jogadores. O primeiro passo é deixar claro para os jogadores que, embora eles também sejam protagonistas, a história vai girar em torno de um NPC.
É bastante recomendável que esse NPC tenha uma ficha de personagem, e que ele progrida como se fosse um personagem jogador normal, ou seja, ele compartilha das recompensas de PEs dadas aos personagens jogadores. O nível de poder desse NPC pode variar de acordo com os seus desígnios, ou aquilo que for melhor para seu plot, mas é importante evitar poderes excessivos – a menos que o NPC aja como uma espécie de “salva-vidas” constante para o grupo.
Outro ponto importante é que o grupo e o NPC devem ter convivência constante. Seja por estudar juntos, frequentarem o mesmo dojo de artes marciais ou serem um grupo de aventureiros – eles devem ter a proximidade e contato mútuos para gerar comédia e romance.
Em caso de dúvida, ligue para o Disque-Deusa
Uma possibilidade bem comum é haver brigas entre personagens pelo “direito” de se dar bem de forma romântica com o NPC no gênero harém. Ainda outra opção é haver brigas entre jogadores pelo mesmo motivo. Pode parecer evidente, mas é bom deixar claro em alto e bom som para seus jogadores: o objetivo final não é “ganhar” o NPC – é criar histórias divertidas.
Se você esquecer desse detalhe, vai experimentar uma nova forma de RPG competitivo entre mestre e jogadores, que provavelmente não será nada divertida para nenhum dos envolvidos. Se os jogadores estiverem cientes de que o objetivo não é vencer a corrida pelo amor do NPC, e sim participar da corrida, todos estarão prontos para admitir ao final da campanha quem foi o melhor nesse objetivo e deveria receber o “prêmio”. Isso vai exigir maturidade por parte de seus jogadores. Ei, eu não disse que seria fácil!
Referências legais para ter mais ideias a respeito ficam por conta de séries como Oh My Goddess! (Ah! Megami-sama), A.I. Love You (Ai Ga Tomaranai), Love Hina e Tenchi Muyo (opções de mangás shounen ou seinen, com protagonista masculino e harém feminino), ou Fushigi Yuugi, Meine Liebe, Fruits Basket e Ouran High School Club (opções de mangás shoujo, com protagonista feminina e harém masculino).
Para entender o conceito de Pacto e a vantagem de mesmo nome, visite o artigo original clicando aqui.
Este artigo sobre o gênero Harém em 3D&T foi feito originalmente no blog 3D&T SEVEN. Veja o artigo na íntegra clicando aqui. Para outros posts da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.
Os mortais que servem aos vampiros são muitas vezes deixados de lado por jogadores e narradores. Porém, são seres com um potencial imenso para sua crônica. Vamos falar um pouco mais sobre eles hoje.
O que são Carniçais
Carniçais são mortais que, ao consumir sangue vampírico, desenvolvem poderes menores. Alguns chegam a possuir um ou outro poder das disciplinas cainitas, mas todos têm em comum uma resistência sobrenatural (ainda que menor que a dos vampiros) e a interrupção do envelhecimento.
Os poderes dos carniçais só funcionam enquanto ele tiver algum resquício de sangue vampírico em seu organismo. Por isso, a grande maioria dos carniçais está diretamente ligada a um vampiro específico, geralmente conhecido como domitor. Isso quer dizer que quase todo carniçal será submisso ao laço de sangue com alguém (existem exceções, falaremos delas).
Existem inúmeros tipos de carniçais, talvez mais até do que de vampiros (que costumam gravitar em torno dos estereótipos de clã). Vamos dividi-los em três grandes tipos básicos.
Tenho certeza que vários narradores que estão lendo já fizeram crônicas inteiras em que todos os carniçais eram seguranças ou motoristas. Não se preocupe, vamos dar um jeito nisso!
Candidatos ao abraço
Às vezes os membros gostam de “testar” candidatos ao abraço por um tempo antes de, de fato, criar um novo vampiro. Isso tende a ser mais comum em cidades onde a restrição ao abraço é enfatizada, mas também pode variar de clã para clã e de indivíduo para indivíduo.
Esse tipo de carniçal tende a absorver muito do estereótipo do clã, e às vezes até frequentar a sociedade vampírica ao lado de seu domitor. Não é raro ver casos onde um membro sente algo por um mortal, seja paixão, afinidade ou mera curiosidade, e acaba trazendo-o para seu séquito de carniçais, aliados e servos.
Exemplos clássicos desse tipo de aproximação são: o carniçal artista que um toreador mecenas usa para impressionar seus pares. Um jovem empresário e político que está na lista do suborno de uma importante ventrue, mas que mostra-se cada vez mais ousado e confiável. Um lutador de boxe clandestino que trabalha para seu contratante Brujah. O enfermeiro do sanatório que secretamente trabalha para a médica malkaviana. A moradora de rua que conta tudo para o xerife nosferatu. A médica que desvia material de laboratório (e até algumas coisas menos ortodoxas) para a Tzimisce poder fazer seus experimentos tranquilamente. E a lista segue.
Servos
Nem todos os carniçais são recrutados por afinidade. Alguns são apenas peças no tabuleiro de uma disputa muito maior. São o chão de fábrica que faz, na prática, a sociedade cainita funcionar.
Esse tipo de carniçal se distancia bastante dos estereótipos de clã, e também não gozam dos “privilégios” do tipo anterior. Em geral, não possuem uma relação de intimidade com seus domitores, e a confiança só vai até os limites do laço de sangue que os mantém unidos.
Geralmente toda a equipe de apoio de um membro entra nessa categoria: seguranças, motoristas, funcionários e até políticos, policiais, jornalistas, criminosos, bonecos-de-sangue e outras coisas assim. Porém, perceba que os carniçais dessa categoria cruzam as fronteiras do que seria esperado de determinado clã. Um toreador pode muito bem manter como carniçais uma mafiosa brutamontes para protegê-lo, um militar linha-dura com cargo na câmara de vereadores local e um ativista que mantém uma ONG próximo ao domínio da primigênie nosferatu, se isso for importante para os planos dele.
O fato é que criar esse tipo de carniçal dá margem para personagens e NPCs muito diferentes do esperado. Um mortal influente em qualquer esfera da sociedade pode acabar enredado na disputa entre clãs completamente antagônicos. É a chance de criar um mortal bacana e cheio de personalidade, e depois dar a ele aquele “temperinho” sobrenatural.
“Ou móveis. Meu amigo Tzimisce disse que carniçais dão ótimos móveis.”
Independentes
Este é o tipo mais raro de carniçal, e também o que mais luta para manter sua existência como tal. Este carniçal provavelmente começou em uma das duas categorias anteriores, mas encontrou sua liberdade de alguma forma. Ou negociando com seu domitor, ou traindo-o, ou qualquer outra possibilidade.
Carniçais independentes são considerados perigosos pela sociedade cainita, principalmente pela Camarilla (embora alguns Anarch respeitem tais seres). São mortais com conhecimento sobre sociedade cainita com a possibilidade de agirem durante o dia livremente. Praticamente quebras de máscara ambulantes.
Aliás, vale dizer que, pela fria letra da lei, TODO carniçal é uma quebra de máscara, uma vez que eles ainda são mortais. Porém, a verdade é que isso é simplesmente ignorado pela sociedade vampírica em favor da comodidade de construir alianças dentro da sociedade humana.
Carniçais independentes ainda precisam continuar consumindo sangue vampírico, então precisam se relacionar com a sociedade vampírica de uma forma ou outra. Existe o clássico tropo do carniçal independente que caça vampiros, usado na nossa crônica Temos Medo e Estamos Sozinhos. Mas claro que há outras possibilidades. Carniçais que atuam como mercenários, vendendo seus serviços a qualquer vampiro que possa pagar com um pouco de dinheiro e sangue, podem render personagens especialistas muito interessantes, verdadeiros soldados de elite para povoar sua crônica. Em uma crônica que se passa na antiguidade, por exemplo, já criei uma sacerdotisa independente que servia a comunidade cainita local, selecionando e treinando mortais para se tornarem carniçais de outros vampiros.
Carniçais independentes também não estão subordinados à Camarilla, ao Sabá ou aos Anarch, permitindo-os transitar livremente entre todas as camadas da sociedade vampírica (limitados apenas pela sua própria moral). Percebe por que esse tipo de carniçal é considerado perigoso?
“Vai demorar muito ainda? Tenho um outro freela às dez…”
Por fim
É fácil, ao jogar Vampiro, focar demais na sociedade cainita e esquecer como os mortais são afetados pelos jogos de poder que acontecem nas sombras. Por outro lado, há uma camada inteira de potenciais personagens extremamente ricos e complexos transitando logo abaixo dos olhos e presas imortais que costumam ser os protagonistas da noite. Pensar neles um pouco mais pode enriquecer muito sua crônica.