Interpretando um gênio em GURPS – Ecos da Banestorm

Este artigo com uma reflexão sobre a interpretação de gênios em GURPS foi feito originalmente no blog GURPS Hexágono. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda inclui a sugestão do uso da Navalha de Ockham como recurso discursivo, dicas de costumes e hábitos de indivíduos geniais, e estratégias para o Mestre ajudar na interpretação do gênio. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

Personagens com altos níveis de Inteligência (IQ) não são tão comuns, pelo menos não com esta característica em evidência. Interpretar uma inteligência abaixo da sua é fácil e geralmente também muito engraçado, mas quando a IQ do personagem supera a sua eis que surge o verdadeiro desafio. Como pensaria um ser de inteligência superior a sua?

Vou tentar citar modos, não de pensar como um gênio (seria rico se soubesse essa fórmula), mas de parecer pensar como um. São dicas puramente interpretativas, ou seja, o sucesso das tarefas do seu personagem perante os desafios também depende de você. Mas vamos ao que interessa.

Teorias

O que, creio eu, é comum numa mente geniosa e única são as teorias mirabolantes e a criatividade de pensar “fora da caixa”. Um gênio não se deteria por regras situacionais.

Boa parte das limitações de uma situação são impostas por nós mesmos então, o primeiro passo para ver através dos olhos de um “Gênio” é se libertar de regras que não foram impostas pelo Mestre. Se o Mestre não disse que algo é impossível, por que não sugerir que tentem?

Não é por que a solução proposta é improvável que ela será impossível, um gênio não se importa com este tipo de erro.

Uma falha ainda é uma descoberta, como disse Thomas Edson “Eu não falhei, encontrei 10 mil soluções que não davam certo.”.

Abuse das teorias, por mais improváveis que sejam afinal, o gênio do jogo é você.

Quem vai discutir?

O “Método Científico” é uma conjunto de regras pra se solucionar um problema com a ciência.
Consistem em 6 fases:

  • Observar o problema.
  • Listar os fatos envolvidos.
  • Criar hipóteses ou soluções para o problema.
  • Escolher a hipótese mais provável.
  • Testar a solução proposta.
  • Criar novas hipóteses caso o resultado seja negativo.

Ou seja, você observa o problema proposto pelo Mestre e pergunta sobre todos os fatos envolvidos com ele, depois cria possíveis soluções e as testa com cálculos (um teste de Inteligência e o Mestre diz se funcionaria ou não) ou testa tentando realmente realizá-las. Se ainda não resolver o problema crie novas soluções baseadas nas falhas da primeira tentativa.

Mesmo que não funcione para resolver o problema do grupo, ainda assim você terá interpretado como um gênio, não é verdade?

Se expressando como um gênio

Falar como um gênio não é difícil, afinal ninguém deve ser capaz de entender a maioria do que ele diz. Use palavras compridas ou até invente-as, se te perguntarem diga que pertence a outro idioma ou é um termo científico de outra cultura (que você também pode inventar na hora), quem irá contradizê-lo?

Escolha o modo mais complicado, comprido e até confuso de dizer ou responder algo. Deixe o modo simples de dizer pra quando perguntarem:

O que? Repita por favor.

Misture assuntos diversos numa mesma frase, como se sua mente fervilhasse teorias e ideias a cada milésimo de segundo, volte atrás no que disse mesmo que não tenham entendido da primeira vez, as ideias são tantas que a cada segundo surge uma nova mais adequada para o momento.

Por fim, dê sua verdadeira teoria (que como disse antes será a mais simples ou a mais improvável) usando a forma confusa de explicá-la primeiro e guardando a simples para quando as dúvidas surgirem.

Anote antes numa folha, várias palavras complicadas e frases sem sentido e as combine durante o jogo, anotar algumas filosofias ou trechos de livros intelectuais diversos também pode ser interessante, afinal, que gênio não cita livros complexos durante o jantar?

Este artigo com uma reflexão sobre a interpretação de gênios em GURPS foi feito originalmente no blog GURPS Hexágono. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda inclui a sugestão do uso da Navalha de Ockham como recurso discursivo, dicas de costumes e hábitos de indivíduos geniais, e estratégias para o Mestre ajudar na interpretação do gênio. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

Sailor Moon – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Sailor Moon, de “Cleron o Andarilho”, adaptando aspectos desta obra de sucesso para o Sistema Daemon.

Conteúdo do netbook

  • Personagens, apresentando as regras específicas para a criação de personagens neste universo.
  • Star Seeds ou Cristais Estelares, explicando o que são as star seeds em suas variações: Star Seed Normal e True Star Seed.
  • Sailor Guardians, introduzindo as personagens como um aprimoramento, nas variações de 3 pontos (quando os planetas guardiões estão entre Mercúrio e Júpiter) ou 5 pontos (quando são entre Saturno e Plutão).
  • Aprimoramentos, com todos os principais aprimoramentos de livros e netbooks consagrados do Sistema Daemon.
  • Perícias, descrevendo todas as perícias já conhecidas do Sistema Daemon.
  • Poderes, apresentando os poderes possíveis de serem adquiridos pelas Sailor Guardians, divididos em:
    • Poderes Neutros (podem ser adquiridos por qualquer Sailor Guardian);
    • Poderes Celestiais (podem ser adquiridos apenas de acordo com o planeta regente – ou, caso possa ser adquirido por qualquer planeta regente, terá efeitos variados de acordo com o planeta),
  • Tabela de Avanço de Nível das Sailors, estruturando a evolução por nível de personagens Sailor Guardians.
  • Sailors, com a ficha completa das personagens Sailor Moon, Sailor Vênus, Sailor Mercúrio, Sailor Marte, Sailor Júpiter, Sailor Plutão, Sailor Netuno e Sailor Urano.

Você pode baixar estes netbooks aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Sailor Moon!

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Vilões dos Superamigos para 3D&T Alpha

Como você já viu em edições passadas da Revista Tokyo Defender, foram apresentadas as galerias de vilões de todos os membros principais da Liga da Justiça e Superamigos. Se quiser localizar e conhecer as 163 fichas de vilões, clique em cada nome abaixo:

Porém, na infância de muitos de nós existia o desenho animado Superamigos, composto por mais cinco super-heróis, cuja presença nos quadrinhos ficou limitada demais para gerar lembrança, ou mesmo feita de maneira diferente do personagem que víamos na animação.

E mais: tanto na animação como nos quadrinhos, muitos deles nem mesmo tiveram um único, unzinho, só um arquivilão para chamar de seu. Eles só existiam ali por questão de adição de diversidade – afinal, da lista que passamos, só havia três mulheres (Mulher Maravilha, Mulher-Gavião e Jayna) e seis homens brancos (Superman, Batman, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Zan), além de um homem afrodescendente (Ciborgue) e um homem verde!

Nesse netbook, vou resolver esse problema garimpando lá no fundo das obras da DC Comics e garantir uma galeria minimamente respeitável para cada um deles. Caso o super-herói realmente tenha seus vilões, eles serão indicados no texto. Os super-heróis cuja galeria de vilões será apresentada neste netbook são:

  • Vulcão Negro / Raio Negro
  • Samurai / Dragão do Vento
  • Rima, a Garota da Selva
  • El Dorado
  • Chefe Apache / Grande Sombra / Manitou Raven
  • Vixen
  • Jet
  • Tuatara
  • Borboleta de Ferro

No entanto, este artigo e este netbook não são apenas para falar de Superamigos e Guardiões Globais. Você deve estar acompanhando o que ocorre na Palestina, e toda a escalada bélica que infelizmente piora a cada dia. Centenas de milhares de inocentes são feridos ou mortos, e muitos mais sobrevivem com inenarráveis traumas em verem tudo o que tinham na vida, objetos, brinquedos, amigos, emprego, família, lar, desaparecendo de uma hora para a outra. Por isso mesmo, a super-heroína Borboleta de Ferro está nesta lista, como minha maneira limitada de homenagear e apoiar este povo.

Você pode baixar estes netbooks aqui mesmo: Clique aqui para iniciar o download do netbook.

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Anarquistas em Trevas – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook sobre anarquistas do século XIX Archonan, de Ivan Luiz “Slayer”. Este netbook apresenta informações para a nova sociedade secreta chamada Archonan, contextualização sobre os movimentos anarquistas do século XIX especialmente na Europa, e uma lista de personagens ligados à sociedade secreta.

Conteúdo do netbook

O netbook apresenta o seguinte conteúdo:

  • Archonan, apresentando detalhadamente esta nova sociedade secreta e ainda com a contextualização histórica para sua fundação.
  • Personagens, com uma lista de NPCs com histórico e ficha de personagem: Paulo de Oliveira, Richard Standford, Verônica Galdini, e Max/Mike Sterenlicht.

Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para grandes netbooks como Archonan!

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Vampiros-Bruxos Upires em UVG

Você viu recentemente nossa resenha sobre o incrível UVG – Pradarias Ultravioletas, à venda pela RetroPunk, agora é hora de conhecer uma raça vampírica chamada Upires, ou bruxos arcoirenses. Se não viu nossa resenha, clique aqui para ler e entender um pouco mais sobre essa novidade antes de conhecer esta ameaça das pradarias.

Upires (Para-Humanos)

Vampíricos, vaidosos e vibrantes como a febre de uma estrela em colapso. Eles trocam alma por eternidade e luz por opacidade.

Nos Jardins Incandescentes das Decápoles, os Upires se parecem com onixes quase inteiramente opacos. Imortais sem Ka e com seu Ba ocultado em jarros repletos de minhocas cantoras, eles são bruxos decadentes que se alimentam da força espiritual dos outros – seja pela magia ou pelo beijo. Não têm reflexos nem sombra, mas se projetam em sombras através de capas, anéis, lantejoulas e gestos dramáticos.

Desprovidos de alma, sua presença é fria, ainda que vistosa. Encantam, amaldiçoam, dançam e se alimentam de Ka alheio para sustentar seus rituais e manter a aparência jovem.

1d10 Rumores
1 Cada jarro de minhocas guarda o nome verdadeiro do Upir.
2 As minhocas sussurram memórias de vidas roubadas.
3 Upires não sonham. Se o fazem, é sempre com o mesmo lugar: uma gruta vazia cheia de espelhos partidos.
4 Upires podem trocar de corpo, desde que levem consigo o jarro e um espelho lapidado com sua imagem.
5 Nenhum Upir pode atravessar uma linha reta de sal misturado com neon pulverizado.
6 A cada século, devem ensinar sua feitiçaria a um mortal – ou apodrecem por dentro.
7 Eles se organizam em duplas excêntricas chamadas “Casais de Luar”.
8 Um Upir apaixonado começa a recuperar o Ka – e isso o torna vulnerável.
9 Algumas minhocas são traidoras: armazenam Ba de outros seres, e não do próprio Upir.
10 Upires não têm reflexo porque seu Ba está em outro lugar: dentro da minhoca que o observa.
Nomes:

Velokh Olho de Seda, Irma do Quarto Vazio, Prugo do Pálido Cair, Trezin Herdeiro Rubro, Chama Seca de Dangay.

Upires como Heróis

Upires são mais do que mortos-vivos; são imortais desalmados que sorvem a essência psíquica do mundo à sua volta. Não possuem Ka. Se o recuperam, morrem ou se tornam outra coisa.

  • Filactéria Viva (Jarro de Minhocas): O Ba do Upir está escondido em um recipiente específico (mínimo $3.000). Se esse objeto for destruído, o Upir perde carisma, sorte, presença e a maioria de suas magias, definhando até virar pó de arco-íris. Carregar o jarro fora do corpo é arriscado, mas necessário.
  • Sem Ka: Upires começam com valor 0 em Aura e não podem usar esse atributo. Ataques e magias que afetem a alma ou espírito causam dano direto à Resistência.
  • Absorver Ka: O Upir não pode se beneficiar de medicina ou magias de cura. No entanto, ao ferir alguém com um ataque corpo a corpo, pode rolar 1d6. Em resultado 5-6, recupera 1d4 Pontos de Vida.
  • Feitiços Arcoirenses: Upires lançam magias ligadas a luz, desejo, deterioração e disfarce (comprados como perícias).
  • Jovialidade Vampírica: Se não absorver Aura alheia ao menos uma vez por semana, o Upir começa a envelhecer, ficando visivelmente murcho, acinzentado e esquecendo feitiços.
  • Deslumbramento Imortal: São mestres da performance social. Ao tentar seduzir, impressionar ou ludibriar um público, podem rolar Carisma com vantagem caso estejam em plena luz ou sob holofotes.

Se você busca uma experiência de RPG que te desafie a pensar fora da caixa, que valorize a exploração e a narrativa colaborativa em um cenário verdadeiramente único, UVG – Pradarias Ultravioletas é a sua próxima grande aventura! O site da RetroPunk tem mais informações, veja mais clicando aqui.

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Culto a Nidhogg em GURPS – Ecos da Banestorm

Este artigo com a apresentação do Culto a Nidhogg foi feito originalmente no blog O Velhinho do RPG. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda inclui a figura de Nidhogg nas tradições judaico-cristãs, o uso do Culto a Nidhogg em outros sistemas além do GURPS, mais detalhes sobre o Culto como rituais, práticas, recursos e aliados, e uma aventura pronta conectada a estes cultistas. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

Esses últimos meses tenho me dedicado a narrar aventuras one-shots, em um espaço cedido pelo Shopping Mestre Álvaro que fica próximo a minha casa, na região da Grande Vitória/ES, para que os jogadores possam conhecer mais sistemas e cenários diferentes de RPG. Para poder facilitar meu trabalho tive a ideia de replicar uma dica que já dei neste blog sobre usar a mesma história atravessando vários sistemas diferentes (para saber mais clique AQUI), continuando a trama e trocando apenas os cenários e as regras. Com isso criei um adversário para estas aventuras: o Culto a Nidhogg, e passei e usá-lo nas tramas das aventuras one shots que estou narrado. Vou explicar agora do que se trata esse culto e como você pode usá-lo em suas histórias.

QUEM É NIDHOGG?

Nidhogg, ou Níðhöggr, é uma figura conhecida na mitologia nórdica, descrita como um dragão ou uma serpente gigantesca. Seu nome pode ser traduzido como “O Percutor da Malícia” ou “Aquele que Golpeia com Ódio”. Nidhogg é conhecido por roer as raízes mais profundas da Yggdrasil, a árvore do mundo que conecta os nove reinos da cosmologia nórdica. Acredita-se que ele tenta destruir a árvore, que é fundamental para a estrutura do universo. Essa ação simboliza a constante ameaça de destruição e o ciclo de morte e renovação.

Nidhogg vive em Niflheim, o mundo inferior dos mortos, próximo ao poço de Hvergelmir, onde corpos condenados sofrem tormentos eternos, e desempenha um papel vital no mito nórdico, particularmente na cosmologia e na escatologia. Durante o Ragnarök, o apocalipse nórdico, Nidhogg ascenderá de Niflheim à Midgard, o mundo dos homens, trazendo consigo os corpos dos mortos para a batalha final. Este evento marca o fim do mundo conhecido e o início de um novo ciclo de existência.

A lenda de Nidhogg possui diversas interpretações ao longo do tempo. Originalmente, ele representa as forças destrutivas da natureza e a inevitabilidade da morte e decadência. No entanto, alguns estudiosos sugerem que a descrição de Nidhogg e seu papel no ciclo de destruição e renovação pode ter sido influenciada por conceitos cristãos introduzidos na Escandinávia durante a cristianização.

AS AVENTURAS

Durante o mês de Maio usei cenários e sistemas que tivessem ligação com os Mitos de Cthulhu. Usei a ideia do Culto de Nidhogg para fazer um fio condutor entre as histórias que iria contar.

Usei ainda o culto de Nidhogg em outras duas one-shots. Uma de GURPS Conan, mostrando que o culto à criatura e sua vinda para a Terra aconteceram na Era Hiboriana, na região de Stygia, famosa por adorarem Set, o Deus Serpente, e outras divindades em forma de cobra. A aventura procurava explicar como o contato de um guerreiro de Vanaheim com o culto fez com que ele levasse a crença nessa divindade para seu povo, traçando a origem da crença nórdica em Nidhogg. A outra aventura foi em GURPS Voodoo: The Shadow War, onde os jogadores eram guerreiros vodu que combateram adoradores de Nidhogg em New Orleans.

USANDO O CULTO A NIDHOGG

Vou deixar abaixo algumas das anotações que fiz para desenvolver a ideia do Culto a Nidhogg para que vocês possam usá-lo em suas aventuras. Lembrando que ele pode ser atemporal e usado em qualquer universo (de D&D a Shadowrun) usando um pouco de criatividade e modificando o que desejaram na descrição abaixo.

Nome do Culto: Os Devotos de Nidhogg (para o público em geral se chamam Culto a Ouroboros).

Descrição Geral: Os Devotos de Nidhogg são um culto secreto e antigo dedicado à adoração de Nidhogg, o dragão/serpente que rói as raízes de Yggdrasil. Eles acreditam que, ao acelerar a destruição da árvore do mundo, podem trazer o Ragnarök mais cedo, resultando na purificação do mundo e no início de uma nova era sob a liderança de Nidhogg. Este culto opera nas sombras, manipulando eventos para provocar caos e destruição, alinhando-se com o desejo de Nidhogg de corroer as fundações do cosmos.

Líder do Culto: Nome: Eirith, a Corruptora Descrição: Eirith é uma antiga bruxa viking que, através de visões perturbadoras, recebeu a missão de servir a Nidhogg. Ela é um mulher de aparência desgastada, com longos cabelos cinzas e olhos que brilham com uma intensidade quase febril. Eirith possui um profundo conhecimento das artes necromânticas e é capaz de se comunicar com os mortos. Dizem que ela tem vários séculos de existência, e troca de corpo com mulheres mais novas de tempos em tempos.

Hierarquia do Culto:

  1. Eirith, a Corruptora (Líder Suprema);
  2. Profanadores das Raízes (Sacerdotes Principais);
  3. Portadores do Caos (Agentes de Campo);
  4. Cultistas de Niflheim (Membros Iniciados.)

Objetivos do Culto:

  1. Destruição de Yggdrasil: Realizar rituais que enfraqueçam as raízes de Yggdrasil, usando magia negra e sacrifícios.
  2. Provocação do Ragnarök: Semear discórdia e guerra entre os reinos (países) para acelerar a chegada do Ragnarök.
  3. Coleta de Corpos: Sacrifício de pessoas para alimentar Nidhogg e fortalecer sua influência.
  4. Espalhar a Fé: Recrutar novos membros e infiltrar-se em sociedades influentes para espalhar a adoração a Nidhogg.

Este artigo com a apresentação do Culto a Nidhogg foi feito originalmente no blog O Velhinho do RPG. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda inclui a figura de Nidhogg nas tradições judaico-cristãs, o uso do Culto a Nidhogg em outros sistemas além do GURPS, mais detalhes sobre o Culto como rituais, práticas, recursos e aliados, e uma aventura pronta conectada a estes cultistas. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

Bruxaria – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Bruxaria, de Daniel Martins Ferreira. Este netbook apresenta um estudo aprofundado e histórico sobre a como a bruxaria era vista nas nações europeias e colônias americanas na Idade Moderna, adicionando informação útil para os cenários Arkanun, Santa Cruz e Trevas.

Conteúdo do netbook

O netbook apresenta o seguinte conteúdo:

  • Introdução: Bruxas, Morfologia, Sabá e Feitiçaria, com uma explicação superficial dos termos a serem abordados ao longo do netbook e a exposição dos principais temas a serem discutidos.
  • 1. Bruxaria e Conceitos, descrevendo a origem dos termos “bruxaria”, “maleficium”, “bruxo” e “bruxa” de acordo com as condições para esta acusação e seu papel nas comunidades rurais.
  • Sabá: Raízes Profundas, contextualizando o que eram chamados “complôs” compostos por leprosos, judeus ou muçulmanos, os antigos ritos necromânticos, a tradição dos benandanti, efeitos da esquizofrenia e plantas alucinógenas sobre o imaginário da época e até mesmo a história original de Cinderela tendo elementos de bruxaria.
  • Estudos de Caso, entre eles os Andarilhos do Bem (benandanti) e a Bruxaria Inglesa  (onde bruxos atuavam até mesmo como uma profissão na sociedade, ligada a curandeiros).

Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Bruxaria!

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Pântanos Marrons em UVG

Você viu recentemente nossa resenha sobre o incrível UVG – Pradarias Ultravioletas, à venda pela RetroPunk, agora é hora de pensar em caravanas nos perigosos pântanos marrons deste mundo psicodélico. Se não viu nossa resenha, clique aqui para ler e entender um pouco mais sobre essa novidade antes de ver a descrição de elementos de aventuras pantanosas.

Monstros dos Pântanos Marrons

Canais sombreados e matagais densos significam que os encontros com os horrores residentes dos Pântanos Marrons tendem a ocorrer a curta distância, 2d6 x 3 metros, a menos que o grupo seja surpreendido, caso em que o encontro ocorre à distância preferida dos monstros (alcance corpo a corpo, exceto para os Coletores, que usarão armas à distância a 24 metros). Monstros com capacidade de ataque surpresa atacarão, capitalizando sua vantagem, a menos que indicado o contrário.

1D8 Ameaça dos Pântanos Marrons
1 Macacos Vampiros (1D6/3): Montanhas de agressividade, pelo branco fedorento e carne rosa-clara. Predadores alfa de quatro braços dos Pântanos Marrons, sempre famintos por sangue fresco e domínio. Macacos Vampiros não têm medo e chegam estrondosos e ululantes.
2 Escravo Maligno (1): Alegre, com cantigas em seus lábios murchos, este eremita louco ainda veste a vestimenta apodrecida de um marinheiro ou explorador, trapos pendurados em uma estrutura murcha.
3 Homens Mortos (2D6): Cadáveres confusos e trôpegos; ossos envoltos em farrapos de um uniforme naval, cartilagem enegrecida pelo sol, usando botas de explorador ou nus e transformados pelo mar. Os mortos não têm necessidades, apenas uma raiva furiosa. No entanto, eles podem ignorá-lo.
4 Carniceiros (1D6+2): Homens agachados em couro de viajante, cota de malha enegrecida. Cada um com uma peliça de pele de carneiro. Com olhos duros e cautelosos com os manguezais, eles rastejam e observam.
5 Ursos-Coruja (1D6/2): Bolas gordas de pelo cinza e penas rosadas com bicos curvos. Menores que muitas subespécies, os Ursos-Coruja dos Pântanos Marrons são bem alimentados e numerosos.
6 Macacos da Peste (2D6): Gritando das árvores, verde-acinzentados com bocas de foices de marfim, os macacos são os olhos de entidades malignas quase divinas, atormentados pela fome.
7 Hulda do Mar (1D6/2): Cantoras lânguidas de melodias encantadoras que nidificam ao longo de canais lamacentos, as Huldas não são predadoras, mas sim cheias de travessuras, curiosidade e crueldade selvagem.
8 Pássaros Zumbidores (1 enxame): Beija-flores inchados até o tamanho de um pardal – cada um como um carbúnculo refletindo um vermelho furioso e verde-acinzentado frio. Eles enchem o ar com canções monótonas e buscam afogar seus bicos irregulares em sangue quente com um propósito singular.

Sinais de perigo nos Pântanos Marrons

1D8 Avisos e sinais
1 Uma clareira de 3 metros escavada no manguezal com força bruta. Troncos esmagados, quebrados, pisoteados, arrancados e arremessados ​​para o alto da copa das árvores ou despedaçados pela força bestial. Estrondo rítmico – a batida no peito dos Macacos-Vampiros ecoa no ar abafado.
2 Flutuando em uma poça de lodo lamacento ou amarrado a um feixe de troncos de manguezal, há uma exibição de ossos, bugigangas e gravetos esculpidos. Um santuário, exaltando um rosto de folhas e um vulcão. Uma voz rouca canta mal uma canção de marinheiro, palavras repetidas, versos quebrados.
3 Espalhado pelo manguezal curvado pela passagem, como uma mancha nos riachos e canais, está um novelo de gordura imunda, um rastro fácil de seguir de lodo rançoso com a doçura da putrefação. O manguezal está silencioso: os gritos dos pássaros silenciados, o farfalhar dos animais ausente.
4 Sigilos esculpidos recentemente em troncos de árvores ou madeira morta aparecem com mais frequência; contrabandistas e piratas do Oceano de Grama Branca os reconhecem como o Sinal do Bucaneiro – um sistema de direções e informações simples conhecido pelos párias das costas alaranjadas.
5 Enormes marcas de garras esculpiram profundos lamaçais nas margens dos riachos e nos canteiros de lírios. As árvores próximas têm a casca rasgada como se fossem usadas para afiar uma foice enorme. Um pio estranho ecoa de todos os lados, emitindo um rosnado profundo.
6 O corpo jaz encolhido, pálido e sem sangue, marcado por centenas de perfurações. Os pertences do morto estão rasgados e espalhados por toda a cena, salpicados de excrementos de melena pegajosa. Gritos rítmicos, zombeteiros, desesperados e repetidos. Coro respondendo coro da solidez da folhagem.
7 Ao longo da margem, um aglomerado de feixes baixos, pequenas cabanas rústicas de juncos vivos e amarrados, com uma entrada voltada para a água lamacenta. Uma canção sem sentido, alta e doce, flutua etereamente ao longo do curso d’água – triste, consciente, seu significado um pouco além da compreensão.
8 Um trecho do manguezal foi desnudado, a árvore nua, árida e pálida – despojada de folhas, cascas e flores. Um zumbido estridente e de dentes batendo inquieta o ouvido.

Clima nos Pântanos Marrons

O clima básico nos Pântanos Marrons é quente, abafado e enervante. O fedor sobe das águas sombreadas e lentas de milhares de canais. O fluxo se divide sem parar, avançando por seu estuário coberto de vegetação com uma carga turva da magia da frota pestilenta e da rica sujeira do pântano, apesar da filtragem do manguezal.

Esse clima muda repentinamente, soprando dos mares com chuva forte ou brisas salgadas suaves – raramente perigosas, mas frequentemente inconvenientes. Alguns resultados exigem que se busque abrigo.

Os efeitos climáticos duram um período específico antes de retornar ao clima básico ou até que um novo resultado climático os substitua. Isso pode significar encontrar uma ruína abrigada ou construir um abrigo rápido – qualquer coisa que proteja do clima ou permita uma pequena fogueira. Até mesmo uma canoa virada ou um matagal denso e uma capa pesada fornecerão proteção suficiente.

1D8 Clima
1 Uma brisa amena. Pelas próximas 2d6 horas, uma brisa salgada refresca e acalma. Todos os efeitos de exaustão são reduzidos em dois pontos ou níveis.
2 Nuvens negras e grossas se aproximam do mar, lançando chuvas suaves pelas próximas 2 horas.
3 Nevoeiro marinho. Por 4 horas, uma névoa densa paira sobre os manguezais, abafando o som e escondendo tudo. Se o grupo se mover, os próximos testes de exploração resultarão em perda de direção com 1, 3 ou 6 em 1d6.
4 Tempestade violenta. Dura 2d6 horas. A chuva com o vento sopra lateralmente, arrancando galhos e folhas, relâmpagos estrondosos, trovões ribombando. Procure abrigo ou sofra um ponto/nível de exaustão para cada segmento de movimento.
5 Calor mortal. Até o próximo resultado climático, o calor assume um caráter opressivo, o ar parado sufoca e até mesmo a sombra é insuportável. Qualquer pessoa usando armadura pesada perde 1 PV por exaustão a cada 2 horas.
6 Céu nublado. 3d6 horas de céu cinza escuro. Chuva ameaçadora e promissora. Qualquer rolagem de tempo durante este período será chuva (2, 4, 7 ou 8 em 3d6) – use o resultado de chuva mais próximo da rolagem.
7 Chuva sombria. Dura até o próximo resultado de tempo. O solo rapidamente se transforma em lama fria e canais transbordantes entopem com água e vegetação arrancada. Cada segmento de movimento requer o dobro do tempo para ser percorrido (4 ou 6 horas).
8 Chuva venenosa. Dura 2 horas. Dragadas da vileza dos Pântanos ou de outro sumidouro tóxico, gotas grossas chiam na copa das árvores, descolorem as águas e derretem a carne. Encontre abrigo ou sofra 1d6 de dano e teste de Aura para evitar perder/danificar equipamentos de madeira e couro (armaduras, arcos, flechas).

Eventos aleatórios nos Pântanos Marrons

1D8 Eventos
1 Uma névoa que se ergue da terra, sinistra e com cheiro de podridão, se funde em visões fantasmagóricas: marinheiros nadando e se afogando no ar, exploradores perdidos e desesperados, caçadores agachados – toda a história dos Pântanos Marrons se desenrola por ecos irracionais do passado.
2 Rachando e fervendo à distância, uma erupção de corais em alto-mar emerge explosivamente como uma nova torre. Uma visão impressionante da costa, mas apenas o ruído da violência à distância mais para o interior.
3 Os manguezais se aquietam, os pássaros silenciam repentinamente e, ao redor, as folhas se movem e balançam de forma não natural, a lentilha-d’água se agita e gira, as flores se curvam e os tentáculos se abrem. Ao redor, a natureza se funde brevemente em Rostos Verdes estrelados com lábios frondosos que sorriem e zombam.
4 Os caminhos e canais serpenteiam levando a um hipnótico beco sem saída, onde a única maneira de seguir em frente é voltar atrás – 2 horas extras de viagem adicionadas ao segmento.
5 Rações estragadas. Um fedor vem das mochilas, alguns vermes ou mofo horríveis devastam seus suprimentos. Metade de suas rações está podre, inútil e intragável.
6 As águas turvas derretem uma fenda, ou uma canoa rasga o fundo em uma obstrução oculta. Um animal de carga quebra um membro, pisando mal na lama. Perca um animal de carga ou uma pequena embarcação em um desastre, caso contrário, alguém escorrega e cai: lamacento, mas ileso.
7 Um peso melado surge das profundezas do pântano, borbulhando até a superfície e espalhando temporariamente um bálsamo de lassidão mágica. Os pensamentos de todas as criaturas involuntariamente se voltam para a mortalidade e a solidão, e o próximo encontro não atacará independentemente da reação (recuar ou afastar o grupo).
8 Escondido, pendurado em uma bolsa entre os galhos, amarrado nos juncos ou revelado pela queda de uma margem de riacho: 1d6-2 frascos de óleo, 1d6-2 rações em conserva, 18 metros de corda ou outros suprimentos úteis.

Paisagem dos Pântanos Marrons

1D8 Paisagem
1 O manguezal sem trilhas se abre para uma cúpula baixa de solo firme, enevoada por insetos fervilhantes. Milhões de plantas carnívoras perfumam a colina baixa com um incenso doce e almiscarado e a cobrem de vermelho, dourado e verde vibrante.
2 Acima das copas das árvores, os mastros inclinados de um naufrágio imponente, trepadeiras enfeitadas e cobertos de flores oferecem um ponto de referência conveniente. Abaixo, um navio de pedra, emaranhado, afundado, cheio de lama e perdido no manguezal.
3 Austera, branca desbotada e rosa-clara salpicando seu exterior irregular, uma espiral morta de coral errante se projeta na copa, testemunho da lenta acreção dos Pântanos Marrons.
4 Riachos e canais convergem, fluindo mais rápido e agitando-se em um redemoinho estrondoso.
5 Abrindo-se para uma ampla piscina sem árvores, iluminada pelo sol pleno e coberta de nenúfares. Flores rosas, brancas, azul-claras e amarelas irrompem da piscina junto com o coaxar estridente de sapos gordos cuja pele é da cor de sangue seco.
6 Coberta de trepadeiras, infestada de lagartos e retornando ao pântano, vime apodrecido e cabanas de barro caindo aos pedaços, erguidas sobre palafitas, marcam uma aldeia sobre a lama abandonada.
7 A floresta morta atravessa um canal envenenado pela magia afogada. Raízes e galhos brancos como ossos do manguezal morto criam uma teia frágil que brilha contra o pântano escuro.
8 Uma praia oferece uma rara pausa no manguezal, a luz do sol brilha na água e caranguejos azuis e alaranjados brincam na areia quente.

Se você busca uma experiência de RPG que te desafie a pensar fora da caixa, que valorize a exploração e a narrativa colaborativa em um cenário verdadeiramente único, UVG – Pradarias Ultravioletas é a sua próxima grande aventura! O site da RetroPunk tem mais informações, veja mais clicando aqui.

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Fairy Tail – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Fairy Tail, de “Cleron o Andarilho”, adaptando aspectos desta obra de sucesso para o Sistema Daemon.

Conteúdo do netbook

  • Personagens, apresentando as regras específicas para a criação de personagens neste universo.
  • Lista de Perícias, descrevendo todas as perícias já conhecidas do Sistema Daemon.
  • Aprimoramentos, com todos os principais aprimoramentos de livros e netbooks consagrados do Sistema Daemon, além de outros mais específicos para Fairy Tail como Companheiro Animal.
  • Magia, apresentando regras para a utilização de Magia no universo de Fairy Tail, inclusive com uma proposta de desmembramento do caminho Humanos nos caminhos Mente e Corpo (embora a listagem de Elementos Secundários inclua Humanos + Metamagia como “Outras Raças”). Também inclui regras para fichas de criaturas invocadas e os tipos de personagens:
    • Dragon Slayer Primeira Geração, Dragon Slayer Segunda Geração, Dragon Slayer Terceira Geração, Godslayer, Requip, Take Over Animal Soul, Take Over Beast Soul, Take Over Satan Soul, Magia Espiritual Celeste.
  • Lacrimas, descrevendo a aparência e efeitos de cada lacrima apresentada no mangá e anime. São descritas também as Chaves dos doze signos zodiacais.
  • Feitiços Especiais, com quatro novos feitiços extraídos de Fairy Tail para o Sistema Daemon.
  • Novas Regras de Combate, apresentando regras para defesa de magia, contra-ataque de magia, atributos da magia e poder supremo.

Você pode baixar estes netbooks aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download do netbook. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Fairy Tail!

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Gerador de Tesouros para GURPS – Ecos da Banestorm

Este artigo com o Gerador de Tesouros para GURPS foi feito originalmente no blog GURPZine. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda inclui as tabelas de gemas, joias e itens mágicos. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

Este gerador de tesouros é uma tradução (com adaptações) de “D6 Dungeon Tables”, encontrado no site Dungeon of the Three Fools. O autor criou essas tabelas usando apenas dados de 6 faces visando usá-las em seus jogos de GURPS. Eu fiz umas pequenas adaptações, apenas para facilitar seu uso. Use isto menos como um sistema e mais como um guia, e sinta-se livre para adaptar como quiser.

01 – Moedas

Consulte “Ouro e Prata” em MB, 2ª ed., pág. 190 ou MB, 4ª ed., pág. 515 para tamanho, peso e razão de valor entre as moedas de cobre, ouro e prata.

Nível
Prata
Ouro
1 1d6 x 10 1d6 x 10
2-3 1d6 x 20 1d6 x 10
4-5 1d6 x 50 1d6 x 20
6-7 1d6 x 100 1d6 x 50
8-9 1d6 x 200 1d6 x 100
10-12 1d6 x 500 1d6 x 200
13+ 1d6 x 1000 1d6 x 500

Este artigo com o Gerador de Tesouros para GURPS foi feito originalmente no blog GURPZine. Veja o artigo na íntegra clicando aqui, que ainda inclui as tabelas de gemas, joias e itens mágicos. Para outros posts dos Ecos da Banestorm, clique aqui.

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