Weaver – Mitologia de Lobisomem: o Apocalipse

Weaver, a Essência da Ordem, a Tecelã da Padronização. Nascida para criar criar a ordem a partir do caos, para dar significados ao que não significava nada, tecer padrões onde não havia nenhum.

Uma das três forças primordiais que regem a mitologia do mundo de Lobisomem: O Apocalipse, enlouquecida em seu trabalho incessante de padronizar a tudo que existe.

Qual o papel da Weaver no Apocalipse das Lendas? Como ela enlouqueceu a Wyrm? O que os Garous pensam a seu respeito?

 

A TRÍADE

Como mencionado no post da Wym, a Weaver é uma das três forças primordiais responsáveis pela Tellurian como a conhecemos.

Seu papel era o de organizar, padronizar, moldar e significar a energia bruta de vida gerada Wyld.

Onde antes havia o caos ilógico, as teias da Weaver deram forma, sentido, ordem e significado. O que não era nada, passou a ser algo.

No caminho entre a constante geração de energia da Wyld e a constante destruição do que existia pela Wyrm, a Weaver um dia enlouqueceu.

Em sua loucura, tentou padronizar absolutamente tudo o que existia, inclusive a destruição que a Wyrm precisava causar para trazer novas vidas e formas.

Hoje a Weaver é a mais poderosa da Tríade. Mas o que isso de fato significa?

A Wyld é uma força bruta da criação sem freios, uma inesgotável fonte de energia que está o tempo todo transbordando energia em excesso. Tal energia não tem forma, sentido, aplicabilidade. Ela simplesmente está lá.

A Weaver tem o trabalho de moldar essa energia constante, lhe dando formas físicas e materiais, concedendo funções, sentidos, significados, motivos para existir.

Mas nada é eterno, e assim como novas criações surgem, velhas criações precisam morrer para dar espaço ao novo. Esse é o papel da Wyrm.

Contudo, algumas Lendas afirmam que a Weaver queria também colocar Ordem e Padrão nas funções da Wyrm, o que fez com que essa ficasse presa nas teias de padrão e, sem poder destruir e cumprir seu papel, acabou enlouquecendo.

É interessante observar que, por tentar padronizar a Wyrm, a Weaver acabou por criar um problema para si.

Enlouquecida, a Wyrm agora busca por um padrão específico: a destruição sistêmica e absoluta de tudo que existe, inclusive da própria Weaver.

A Weaver e sua teia

WEAVER – A TECELÃ DA ORDEM

Primeiramente, precisamos ter em mente que, por ser uma “força absoluta”, uma entidade acima das nossas concepções mundanas de divindade, entender de fato a Tríade e suas significâncias já é, em si, uma certa loucura (e nesse momento estamos aqui, flertando com a loucura da Weaver!).

A Weaver não necessariamente é uma força positiva ou negativa, mas pode ser considerada como uma inevitabilidade da existência.

Seu objetivo é a padronização sistêmica de tudo que existe.

E padrões podem evoluir, mudar e se adaptar às novas realidades que o cercam, e nesse sentido, a Weaver se adapta e se molda aos padrões que possam fazer sentido.

Sua vasta e enorme influência está em praticamente tudo o que existe hoje.

Dogmas, Tecnologia e  Ciência são as principais ferramentas para a padronização de tudo que existe.

Com elas, a Weaver moldou o padrão de sociedades, culturas, estruturas e tudo que existe no plano físico ou mundano.

Sua representação mais conhecida é a de uma Aranha, embora algumas vezes possa também ser representada por outros tipos de insetos e similares.

Weaver, DeviantArt de Sylvanor

A CANÇÃO – A LÍNGUA DA WEAVER

Uma das características mais interessantes no que se refere à Weaver é a “Mente de Colmeia” de seus seguidores.

Em palavras cruas, é como se todas as criaturas, espíritos e entidades que servem/veneram à Weaver tivesse “uma única mente coletiva”.

É como se uma “estação de rádio permanente” ligasse todos os seres, que compartilham entre si sentimentos, informações e muito mais.

Garous que se voltaram à Weaver (com um grande destaque aos Andarilhos do Asfalto) podem ter alguns vislumbres da Canção.

Assim como a própria Weaver, o contato com a Canção pode enlouquecer um Garou ou outro ser.

 

SERVOS DA WEAVER

Incapaz de “gerar vida”, a Weaver pode apenas prender em seu padrão outras formas de vida já criados.

Geralmente fazendo uso de tecnologias, ciência, religião e outras formas de “padronização do pensamento”, a Weaver pode incluir em suas tropas desde humanos muito empenhados em seus caminhos até Garous e outros seres metamorfos que sucumbiram à Canção ou à loucura do padrão.

Alguns dos lacaios da Weaver, sejam no plano físico ou na Umbra, podem incluir:

  • Geomídeos – modelo inorgânico de energia pura da Weaver que habita a Umbra, geralmente possuindo forma geométricas fractais ou complexos padrões matemáticos;
  • Elementais Modernos – formas novas de entidades elementais mais modernas, como Vidro, Metal e Plástico.
  •  Espíritos Aranha – responsáveis pelo trabalho duro na Umbra, tecem as teias de padrão e ordem que geram as cidades no mundo físico.
  • Autômatos – espíritos sem vontade própria que são “programados” pela Canção para tarefas específicas e menores.
  • Filhos de Ananasa – seguimento dos Ananasi que acreditam que a Weaver é a Grande Avó Aranha e mãe da Rainha Ananasa.
  • Drones – semelhante aos Fomori, são humanos ou criaturas possuídas por espíritos da Weaver de forma definitiva.
O Livro da Weaver para 2ed

GAROUS E A WEAVER

Certamente a Weaver será uma presença marcante de alguma forma em toda história de Lobisomem: O Apocalipse.

E um mundo onde a própria urbanização e a civilização são consequências dos atos da Weaver, é quase impossível não envolve-la, nem que seja como uma metáfora, nas histórias.

Como uma força absolutamente neutra que busca apenas fazer aquilo para o qual existe, a Weaver pode ser tanto uma poderosa aliada como uma mortífera inimiga.

Como usar, fugir ou ignorar a Weaver em uma sessão é com vocês!

 

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado de conhecer mais sobre a Weaver!

Confiram o Off-Topic desse mês (que também envolve um pouco de Lobisomem), acompanhem nossas lives de RPG às sextas na Twitch e sigam o MRPG nas redes pra não perderam nada!

 

Xamã Inimigo – Falhas Críticas #60

O grupo estava lutando contra um exercito de orcs dentro os quais um Xamã conjurava seus encantamentos na direção dos aventureiros. Tamurel, O Mago Vermelho estava compenetrado utilizando suas magias para anular as do Xamã inimigo. Tudo ia muito bem, o grupo avançava na direção do Xamã e a batalha parecia chegar ao fim.

Botina acabou se ferindo e resolveu recuar utilizando acrobacia para não levar ataques de oportunidade… . Ao passar pelo Mago do grupo, o Guerreiro desastrado esbarra durante suas piruetas e quebra a sua concentração do conjurador.

Neste exato momento, o Xamã havia aberto um portal abaixo de Tamurel, que na queda lança sua última magia de dissipar, fechando o portal com seu corpo no meio.

* = Falha Crítica ou 1 no dado.


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Xamã Inimigo

Texto de: Douglas Rodrigues da Silva.
Adaptação de: Douglas Quadros.
Arte de: Estúdio Tanuki.

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Ni-Guarás – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta dois netbooks. Um deles é Ni-Guarás, feito por Flavio “Spider Neo” Araújo, na verdade uma adaptação e contextualização de diversas matérias na Dragão Brasil impressa, sendo elas a Universidade dos Lobos (DB #13), Ni-Guarás (DB #51 e #52) e do encarte Temporada de Caça (DB #58). O outro é Lobisomem-Guará, feito por Brunno “Lobo de Diamante” Silva.

Conteúdo do netbook “Ni-Guarás”

Diversas informações são adaptadas e contextualizadas para o cenário de Arkanun e Trevas, com as seguintes informações:

  • Origem dos Ni-Guarás de acordo com as lendas de Lycaon e da Arcádia, mas incluindo a participação de Tupã e outras entidades ameríndias.
  • Descrição dos deuses ameríndios que se relacionam com os Ni-Guarás.
  • Descrição das tribos de Ni-Guarás, sendo elas os Ituboré, os Tupã-Cuí, os Anque e as Sombras da Mata.
  • Apresentação dos Mauri, monstros lupinos vitimados pelo ritual chamado Maldição do Lobo Negro.
  • Novos Aprimoramentos, incluindo Meio-Guará.
  • Listagem e explicação dos Poderes Guará.
  • Introdução dos Poderes da Fé utilizados pelos Tupã-Cuí e por outros devotos das religiões ameríndias.
  • Pequeno grimório com Rituais Mágicos para serem utilizados por feiticeiros ameríndios.
  • Contextualização da USP como ambiente para aventuras, sob o nome de Universidade dos Lobos.
  • Um impressionante e interessante bestiário com 16 criaturas folclóricas.

Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download.

Conteúdo do netbook “Lobisomem-Guará”

Este netbook apresenta uma visão diferenciada destes metamorfos brasileiros com o seguinte conteúdo presente na obra:

  • Origem dos Lobisomens-Guará dentro da perspectiva de Hi-Brazil, incluindo a existência da lobeira, ou fruta-do-lobo.
  • Descrição da metamorfose dos Lobisomens-Guará em homem, fera, besta fera e lobo-guará.
  • Novos Aprimoramentos para aventuras em Hi-Brazil envolvendo Lobisomens-Guará.
  • Kits para Lobisomens-Guarás (chamados aqui de Classes de Prestígio em vez de Kits) incluindo Arqueiro Guará e Clérigo Guará.
  • Listagem e explicação dos Poderes Guará.
  • Listagem e explicação das Fraquezas Guará.
  • Rituais arcanos ligados a Lobisomens-Guará de Hi-Brazil.

Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download.

Estes netbooks podem funcionar em combinação com os cenários de Santa Cruz e Hi-Brazil com facilidade. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Ni-Guarás e Lobisomens-Guará!

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Reinventando a Roda – Off-Topic #26

Saudações Rpgista! Deixa te fazer uma pergunta: já se viu reinventando a roda?

“Mas que papo é esse?“, você deve estar se perguntando…

Bom, vamos bater um papo e eu explico melhor a ideia!

 

CONHECENDO A RODA

Primeiramente, o que seria a Roda?

Tida como uma das mais importantes invenções da humanidade, que proporcionou em efeito dominó o avanço das tecnologias, formação das cidades, meios de transporte e por aí vai…

Acredita-se que a roda foi inventada por volta 3500 a.C. na Mesopotâmia (região onde hoje fica a Turquia).

De sua origem, feita em madeira reforçada, até os dias de hoje, com os mais variados tipos de material, tamanhos e utilidades, a roda não só sofreu inúmeras reinvenções, como também continua indispensável e útil de muitas maneiras a serem ainda reinventadas.

“Mas o que isso tem a ver com RPG, caramba?” – você deve estar aí se perguntando (e me xingando)!

Bom… o RPG é, de certa forma, uma roda!

A ideia de contar histórias, interpretar papéis, representar e atuar, está na humanidade desde muito antes da própria ideia do RPG surgir.

Teatro, música, poesia e até mesmo o hábito de passar a cultura verbal são ferramentas que a humanidade usou desde sempre para passar adiante conhecimento, cultura e história.

O RPG é uma das adaptações que esse hábito sofreu ao longo das eras e da história, e é plausível pensar que ainda mude mais com o tempo!

Piteco, o Inventor da Roda. Será?

USANDO A RODA

Bom, agora que conhecemos a roda, como a utilizamos?

A roda permitiu a humanidade transporte mais rápido, e de maiores cargas.

Foi utilizada em veículos simples e depois em máquinas e aparatos tecnológicos.

Desde então, usa-se a roda em praticamente todos os tipos de aparatos de maquinário, nem que seja como uma simples porca, ruela ou disco!

Originado, primariamente, dos War Games, e unindo uma maior liberdade narrativa e interpretativa, o RPG pode ser usado em muitas formas diferentes, sendo hoje a principal delas como hobbie e diversão.

Jogar RPG é se aventurar por sistemas, cenários, mundos e histórias das mais diversas.

Usamos o RPG, principalmente quem está começando agora a se aventurar por esse mundo, em muitas partes tal qual a descrição das regras/cenários/sistemas nos guiam.

Isso é um erro? De forma alguma!

Mas é a única forma de jogar? Também não!

Um dos principais pontos do RPG é justamente a sua liberdade criativa e imaginativa! Tudo é possível nas histórias de RPG, basta usar a imaginação e a criatividade!

A Longa Jornada da Roda – LINK DA MATERIA

REINVENTANDO A RODA

Reinventar a roda não é “fazer a roda novamente”, mas sim encontrar novas maneiras de usar a roda, ressignificar sua utilidade,  muitas vezes até mesmo repensar sua forma!

Originalmente um grande arco de madeira resistente, usado como um “pneu” pra veículo, a roda mudou muito ao longo da história.

Ganhou relevos dentados se tornando uma roda dentada, e posteriormente integrando um conjunto com outras rodas dentadas formando uma engrenagem.
Foi feita de material que poderia receber gravação de informações na sua superfície muito lisa, e de acordo com o material recebeu funções e nomes diversos como disco rígido e disco de vinil.

Feito de pedra e com um ornamento no centro, posicionado de maneira reta ao chão, se tornou um relógio solar.

Inúmeras “reinvenções” da roda existiram ao longo da história, e é possível que você esteja usando alguma nesse exato momento!

Reinventar o RPG é simples: faça diferente com o mesmo material que tens!

Pegando como exemplo a campanha que narrei aqui no MRPG de Lobisomem o Apocalipse, “Mar de Mortos”. O livro básico já dá todo o material necessário para criar historias no jogo.

Mas criar histórias ara pessoas veteranas às vezes é um desafio. Porém, o que pode mudar, se alterarmos alguns pequenos detalhes?

Que rumos desconhecidos podem surgir quando mudamos o que as pessoas já conhecem do cenário?

Pra isso, mudei a história para o Brasil (pouco explorado nos materiais oficiais), adaptei eventos recentes (como as rupturas das barragens em MG e a pandemia), e fiz a correlação dos mitos originais dos livros com a mitologia nativa brasileira.

Resultado: ao mesmo tempo que foi familiar às pessoas veteranas, também estava tudo com aquele gostinho de “coisa nova”.

Pronto, reinventando a roda sem muito esforço!

Reinventando um cenário de RPG? Pode-se dizer que sim!

REINVENTE SUA RODA

Agora que conversamos sobre essa analogia do RPG com a  roda, que tal você também reinventar sua roda?

Experimente permitir misturar classes e raças, crenças e mitos, histórias reais e fictícias.

Olhe para aquele “não é permitido…” ou “não existem…” que consta no livro, e se pergunte: “mas e se…?“.

Pronto, roda reinventada!

Espero que tenha curtido essa ideia, deixa ai nos comentários se pretende colocar em prática, e como sugestão, que tal ouvir o Taverna do Anão Tagarela dessa semana sobre Preconceito? Conheça também o Projeto Ágato, um cenário bem divertido para 3D&T!
Então é isso, fique bem, se cuide, beba bastante água, e até o próximo Off-Topic!

Cavaleiros de Grifos – Falhas Críticas #59

O grupo estava passando por uma fortaleza cheia de Cavaleiros de Grifos, a imponente patrulha aérea do reino. Aproveitando que os nobres cavaleiros estavam aparentemente conversando, Botina deu a ideia de pedir informação aos guerreiros alados.

No meio da conversa Kall, o ladino, começa a rir do capacete do general dos Cavaleiros de Grifo, capacete este que possuía a forma da cabeça de uma águia, o capitão não gostando da zombaria começa a discutir com o sorrateiro ladino.

Após horas de conversa totalmente desnecessária tentando mostrar quem era mais poderoso, o general propõe um encerramento para o debate. Se Kall conseguisse acariciar a cabeça do grifo o qual ele montava, ele assumiria em praça publica que Kall era superior e que o capacete era ridículo. Do contrário, o ladino deveria usar o capacete enquanto limpava as fezes deixadas pelos grifos no local de descanso.

Kall confiante de sua agilidade, aceita o desafio! Então o narrador pede um teste de destreza puro, para verificar se o ladino conseguia tocar a cabeça do animal, que era extremamente arisco, antes do grifo bica-lo.

Kall com seus 18 de destreza e confiança extrema lança o dado e… .  Por fim infelizmente o ladino tentando ser mais rápido que a criatura acaba sem querer acertando um dos olhos do grifo que automaticamente entra em fúria e bica a mão do ladino, ficando com seus dedos de suvenir.

* = Falha Crítica ou 1 no dado.


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Cavaleiros de Grifos

Texto de: Joice Lima de Souza.
Adaptação de: Douglas Quadros.
Arte de: Estúdio Tanuki.

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Noturnos – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta o netbook Noturnos, feito pelo icônico autor DevilsCry, tradicional do fórum Daemon.

Este netbook é na verdade uma adaptação e contextualização do suplemento Noturnos do cenário nacional Era do Caos.

Conteúdo do netbook

De acordo com a contextualização realizada pelo autor, Noturnos ficam como uma categoria de seres sinistros ligados às trevas e ao mundo dos mortos, indivíduos que retornam da morte para cumprir uma missão ou devido a sentimentos atormentados que os impedem de atingir outra fase no ciclo das reencarnações:

  • Espectros são aparições disformes e tenebrosos, sem corpo tangível.
  • Três Noturnos corpóreos citados no netbook são os Justiceiros (renascem após a negociação com um espírito totêmico para cumprir uma missão importante aos interesses do Totem), Curingas (sem nenhuma compreensão do porquê de estarem de volta ao mundo dos vivos, apenas com uma tatuagem ou item místico como pista para descobrirem sua misteriosa missão) e Elementais (voltam ao mundo físico através da atuação direta da Mãe-Natureza, que os vincula a cada um dos 6 Caminhos Elementais).
  • Poderes Noturnos são apresentados para as quatro raças de Noturnos.

Você pode baixar este netbook aqui mesmo na Biblioteca Arkanita. Clique aqui para iniciar o download. E continue acompanhando as postagens semanais da Biblioteca Arkanita para outros grandes netbooks como Noturnos!

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Cortejos do Panteão Artoniano para 3D&T

O artigo original analisando os cortejos do panteão artoniano para 3D&T foi publicado no blog 3D&T a Bordo. Clique aqui para acessar o conteúdo original. Para ver os outros artigos da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.

Na mitologia greco-romana, os deuses do Olimpo eram muitas vezes acompanhados por um grupo de entidades que serviam à divindade. Estes grupos eram formados por deuses menores, seres feéricos, herois lendários, criaturas míticas e outros seres inumanos. O nome deste grupamento de servidores de um dos deuses olímpicos era Cortejo, séquito ou comitiva.

No mundo de Arton, os grandes deuses do Panteão possuem seus Cortejos, compostos por criaturas existentes na própria Arton, em seus Mundos divinos, e em outras localidades. Porém, os Cortejos se agrupam e reagrupam de acordo com objetivos específicos declarados pela divindade maior. Por essa razão, os deuses podem possuir mais de um Cortejo ao mesmo tempo, e o utiliza em locais e situações diferentes. Uma dessas situações é a da criação dos Agentes do Cortejo.

Agentes do Cortejo

De forma semelhante aos Escolhidos dos Deuses, os Agentes do Cortejo são criaturas mortais que são abençoadas por um Cortejo específico. Cada uma das entidades que formam o Cortejo cede ao Agente uma capacidade especial. Em regras, a soma das capacidades especiais cedidas ao Agente do Cortejo é sempre igual a 4 pontos de Personagem.

No entanto, todas as capacidades cedidas pelas entidades só se ativam quando o Agente invoca o poder do Cortejo, através de um acrônimo formado pelas letras iniciais dos membros do Cortejo. Com isso, um evento sobrenatural baseado em algum elemento atinge o Agente e lhe permite acessar as capacidades especiais em uma Forma Alternativa.

SHAZAM?

Sim, o Agente do Cortejo foi inspirado em SHAZAM, o mortal que recebeu os poderes de Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio. Porém, entre seus inimigos existe Adão Negro, que também grita SHAZAM para invocar os poderes de deuses egípcios (Shu, Heru, Amon, Zehuti, Aten e Mehen). Entre seus inimigos, vale mencionar IBAC (que adquire poderes ligados a Ivan o Terrível, [Cesare] Bórgia, Átila o Huno, e Calígula) e também SABBAC (cujas iniciais são ligadas a Satã, Aym, Belial, Belzebu, Asmodeus e Craeteis).

Para Arton, o importante é que o Cortejo seja composto por entidades que seguem um deus maior do Panteão, e uma das iniciais será a de um dos próprios grandes deuses.

Conheça o histórico do personagem Thuruk Oggam, que se transforma em um Agente do Cortejo de Hullaimm ao gritar SHAZAM e invocar os poderes das divindades Salmoni, Hullaimm, Altair, Zakharov, Anilatir e Mezbah, clicando aqui. No mesmo link, conheça seu arqui-inimigo Piriflegeton, o Minotauro que atua como Agente do Cortejo de Cilhatta.

O artigo original analisando os cortejos do panteão artoniano para 3D&T foi publicado no blog 3D&T a Bordo. Clique aqui para acessar o conteúdo original. Para ver os outros artigos da Megaliga Tokyo Defender, clique aqui.

Potência – Disciplinas de Vampiro: A Máscara

Potência foi, por muito tempo, a disciplina mais simples de Vampiro: A Máscara. Assim como Rapidez, teve mudanças de regras em várias edições, mas manteve-se relativamente consistente com o tempo, até ser totalmente reformulada no V5. Hoje, vamos falar um pouco sobre essa disciplina.

Background

A ideia da superioridade vampírica sobre os humanos se manifesta de diferentes maneiras. Força sobre-humana é a mais simples e direta delas. Além de ser a disciplina tradicional dos Brujah, clãs realmente monstruosos possuem essa disciplina entre suas linhagens, como os Nosferatu e os Lasombra. Isso cria um distanciamento simbólico muito interessante entre os superpoderosos cainitas e os frágeis mortais que servem como alimento.

Potência sempre foi muito utilizada para combate, porrada e peleja. Porém, outras ações físicas podem se beneficiar de força ampliada, como saltar, escalar, erguer peso ou até esculpir mármore. As regras da 5ª edição tenta separar esses poderes para usos mais específicos. E falando nelas…

“Sério mesmo que tu vais reclamar que o pessoal usa Potência só pra porrada?”

Poderes (V5)

Em termos de regras, vamos falar sobre a edição mais recente. Muita coisa mudou na forma como o sistema aborda as disciplinas. Praticamente todas têm opções diferentes de poderes nos vários níveis. Várias disciplinas foram combinadas, alguns poderes exclusivos de clã foram incorporados em outras disciplinas e por aí vai.

Potência mudou bastante na nova edição. Anteriormente, cada ponto simplesmente dava um sucesso extra em ações físicas, com variações de cada edição em relação ao gasto de sangue e a natureza desse auxílio. No V5, cada nível traz poderes individuais, e isso também aconteceu para as outras disciplinas físicas, Celeridade e Fortitude. Vamos ver então como ficou a Potência.

Nível 1

Lethal Body causa dano letal com ataques desarmados, mas afeta apenas os mortais. Bom começo para os porradeiros de plantão. Para os demais, Soaring Leap permite ao cainita saltar vários metros sem a necessidade de pegar impulso.

“Então eu posso dar dano letal com porrada, é? Que tal isso, então?”

Nível 2

Prowess é o poder básico da Potência “das antigas”. Com um Rouse Check, você adiciona seu nível de potência em danos de ataques desarmados e testes de força. Simples e prático, é o único poder disponível para este nível.

O interessante do V5 é que seu sistema permite pegar poderes de níveis anteriores ao aumentar a pontuação de sua disciplina. Então, teoricamente, seria possível chegar a Potência 5 sem pegar este poder, um dos mais importantes e característicos da disciplina. É no mínimo inusitado.

Nível 3

Brutal Feed permite sugar todo o sangue de um alvo em apenas um turno, causando dano agravado no processo. É um poder extremamente letal se usado em combate. Spark of Rage, amálgama com Presença, faz uma pessoa ou uma multidão ficarem furiosas e pode causar testes de Frenesi. Uncanny Grip permite usar a força bruta para ser automaticamente bem sucedido em testes para escalar.

Nível 4

Draught of Might permite compartilhar os poderes de Potência com qualquer um que beba seu sangue. Poderes parecidos também aparecem nas demais disciplinas físicas nesse nível.

Nível 5

Earthshock cria uma onda de choque que força todo mundo num raio de 5m a fazer um teste para não cair. Pode ou não ser combinado com um superhero landing. Fist of Caine permite causar dano agravado a mortais e outras criaturas sobrenaturais com as mãos nuas. Combinado com Prowess, torna Potência uma disciplina extremamente letal para os brigadores da noite.

Ok, talvez Potência tenha um certo direcionamento para o combate mesmo.

Por fim

As disciplinas em Vampiro dependem muito da criatividade do usuário para serem realmente eficientes. Citamos aqui alguns dos usos mais comuns, mas fique à vontade para comentar abaixo os usos criativos que você já tenha feito ou presenciado. E não esqueça de ver também os outros materiais da Liga das Trevas.

Bom jogo a todos!

Gigantesca Espada – Falhas Críticas #58

Os aventureiros estavam no território de uma antiga batalha entre gigantes e dragões que acontecera a muitos e muitos anos. O local estava repleto por destroços e ossadas, contudo, um objeto se destacava dos demais. Uma gigantesca espada cravada no chão, com a lâmina escura claramente de um metal de um reino distante.

Kall, o ladino do grupo, decide tentar retirar uma parte do metal desta espada alegando que o material valia muito dinheiro. E então deu inicio o processo de raspagem e durante duas horas ininterruptas, ou quase afinal seus companheiros tentavam convence-lo que o que ele havia conseguido já era suficiente, o metal da espada já estava bem desgastado.

O narrador, pede para que Kall faça um teste de percepção… . Em seguida pede um teste de destreza….

Quando Kall se dá conta a espada já está caindo em cima de seu corpo devido ao desgaste do metal e mesmo com sua agilidade avançada o ladino não é rápido o suficiente pois estava cego pela ganância e acaba preso embaixo da espada.

* = Falha Crítica ou 1 no dado.


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Gigantesca Espada

Texto de: Alexandre Lima de Souza.
Adaptação de: Douglas Quadros.
Arte de: Estúdio Tanuki.

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Organização Vaticano e Projeto Paladino – Biblioteca Arkanita

Esta semana, a iniciativa da Biblioteca Arkanita apresenta dois netbooks sobre o mesmo tema: Organização Vaticano e Projeto Paladino, ambos por Ricky D!. Esta dupla de netbooks expande a atuação do Vaticano tanto no cenário de Invasão como de Arkanun/Trevas.

Conteúdo dos netbooks

O netbook Organização Vaticano apresenta informações extras sobre o que já se conhece da Umbra Domini em livros como Invasão, Inquisição e Clube de Caça, com as seguintes novidades:

  • Breve passagem sobre a história real da fundação do Vaticano.
  • Informação extra sobre a fundação e operações da Umbra Domini.
  • Tipos de munição especial para combater criaturas sobrenaturais.
  • Kits de personagem, incluindo Agente de Campo da Umbra Domini, Cyber-Templário, Inquisidor, Caçador de Demônios do Vaticano e Exorcista.
  • A oração do exorcismo como curiosidade.
  • Regras adicionais para nocaute.

O netbook Projeto Paladino providencia informações extras sobre a Organização Vaticano, o netbook original:

  • Introdução da raça Nephelin, descrita pelo próprio autor como aberta à melhor adequação a cada mesa, incluindo recrutamento e treinamento.
  • Introdução da divisão especial Equipe Ômega, formada pelos grandes guerreiros e decisores da Umbra Domini.
  • Novos kits de personagem: Paladino e Agente Ômega.
  • Equipamento sagrado para as missões da Umbra Domini, incluindo alguns itens muito interessantes como a Bíblia Sagrada Especial, Crucifixos Sagrados e a Espada de Luz, entre tantos outros.

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