Bem-vindo à sua nova designação, capitão. Sua missão contínua é explorar estranhos novos mundos, buscar novas formas de vida e novas civilizações, e audaciosamente ir aonde ninguém jamais esteve…
Star Trek: Aventuras o leva até a Fronteira Final da Galáxia, onde novas descobertas esperam por exploradores audazes da Frota Estelar. Seus deveres podem leva-lo às fronteiras dos espaço conhecido, a colônias da Federação precisando de ajuda, às fronteiras de poderes galácticos vizinhos ou ao centro de fênomenos interestelares. Sua nave e sua tripulação representam o melhor que a Frota Estelar e a Federação Unida dos Planetas têm a oferecer, e você, mais do que nunca, é necessário.
No vasto e impiedoso cenário de Nova Jordana, onde o sol abrasador banha a terra árida e as sombras dançam em harmonia com o vento, encontra-se um mundo mergulhado em mistérios e escuridão. Em meio às cidades poeirentas, os xerifes lutam para manter a ordem enquanto criaturas sobrenaturais espreitam nas sombras e lendas assombram os sonhos dos corajosos.
Neste livro de RPG ousado e arrepiante, embarque em uma jornada épica através das entranhas do Velho Oeste. Explore saloons enfumaçados, minas abandonadas e cemitérios assombrados. Enfrente pistoleiros sobrenaturais, lobisomens sedentos de sangue e xamãs sombrios com pactos demoníacos. O destino de Nova Jordana está em suas mãos, e cabe a você escrever sua própria lenda nesta terra perigosa.
Esta é a ficha de Mutant Ano Zero. A versão editável da ficha foi desenvolvida por Diemis Kist baseada na original.
Mutant: Ano Zero é um RPG pós apocalíptico, desenvolvido pela editora sueca Fria Ligan, sob licença da Paradox Entertainment.
É claro que um dia o mundo vai acabar. Sempre foi apenas uma questão de tempo. Quando acabasse, a Terra iria parar, a natureza invadiria as cidades arruinadas e os ventos uivariam pelas ruas desertas, transformadas em verdadeiros cemitérios.
Mesmo assim, a vida continua a existir. Na Arca, um pequeno assentamento na fronteira de uma cidade já morta, o Povo vive. Vocês são a cria da humanidade, mas já deixaram de ser humanos. São verdadeiros mutantes, aberrações. Seus corpos e mentes tem poderes incríveis, mas isto lhe torna instável, frágil.
Em A Lenda de Ghanor RPG, fomos introduzidos às regras de Domínio, onde os personagens podem conquistar e coordenar domínios próprios, cuidando de uma população (ou ganhando coisas dela) e administrando o território.
EPIFANIA: Deuses em Nós é um RPG multigênero e sem fatores randômicos, um RPG que não usa dados nem qualquer outro acessório que os substitua. Nele cada jogador encarna um deus que foi aprisionado no Simulacro, uma existência mortal onde ele reencarnou por centenas de anos ignorando sua verdadeira natureza e poder, a mais perfeita prisão sem grades.
Os personagens dos jogadores estão despertando ou despertaram recentemente de seu aprisionamento, e agora querem ascender e reaver o seu lugar no Multiverso.
As Chaves da Torre RPG é um jogo narrativista em que os jogadores se unem para contar uma história colaborativa sobre abandono e esquecimento. Eles assumem o papel de personagens apagados da memória e da história do mundo por uma entidade manipuladora cujos intentos são inexplicáveis: a Torre.
Ao se tornarem Esquecidos eles se tornam pessoas irrelevantes, invisíveis para os olhos de quem os esqueceu. Ao mesmo tempo seus olhos se abrem para um Mundo Esquecido, de coisas, pessoas e lugares abandonados antes deles. Um local tão fantástico quanto misterioso, habitado pela magia ancestral de animais falantes e pela corrupção hedionda de Pesadelos – e mais tantas criaturas marcantes.
O livro apresenta tudo que você precisa para jogar: da ambientação, até as regras e também conselhos com dicas para condução do jogo e criação de conteúdo para sua mesa.
O Sistema Mosaico possui regras intuitivas e simples, mas com profundidade para contar histórias densas e cheia de significado. Utilizando dados de seis faces (d6) coloridos os conflitos são resolvidos a partir do resultado de cada cor – que significa uma forma de agir. Além disso, com cartas customizadas os jogadores Protagonistas assumem temporariamente o papel de Narrador e também podem inserir elementos na história – detalhando aquilo já apresentado ou trazendo novas ideias para a aventura.
Ele pode ser jogado de três formas: em grupo com um narrador, em grupo sem um narrador e sozinho. As cartas servem também como a ferramenta Oráculo para construção das cenas durante o jogo.
É um jogo de RPG totalmente brasileiro que assume a estética do Realismo Mágico. Foi o primeiro jogo produzido pelos autores Arthur e Ramon, e viabilizado a partir de um Financiamento Coletivo onde foi arrecadado o suficiente para produzí-lo e iniciar as atividades da Editora Caleidoscópio.
Esta é a ficha de Caminho RPG 2.0, criado por Douglas Quadros a partir do Caminho RPG de Fernando Fenero e Silvio Haddad. A versão editável da ficha foi desenvolvida por Diemis Kist baseada na original desenvolvida por Raul Galli.
Caminho RPG é um sistema genérico recheado de mecânicas para a narradora e seus jogadores decidirem quais usar. Neste sistema existem poucas regras padrão (chamadas de regras mestre) e muitas regras opcionais, por este motivo, aconselhamos você baixar gratuitamente e imprimir, a planilha de regras do Caminho RPG através do link. Assinale as regras que seu grupo vai usar para que não fique confuso para novos jogadores, e sejam felizes.
Jogadores de Vampiro têm o estereótipo de gostarem de desenvolver bastante seus personagens. O famoso clichê de escrever cinquenta páginas de background e entregar pro narrador. Mas será que isso contribui de fato para enriquecer a experiência de jogo?
Hoje, portanto, vamos expandir um pouco nosso Guia de Construção de Personagens. Nele, aprendemos a montar a ficha e alguns conceitos iniciais. Vamos então ver como poderemos expandir esses conceitos em ganchos interessantes para contribuir com a narração e a construção da sua crônica.
Mortais
O Vampiro 5a Edição usa um sistema de Pilares, onde cada personagem precisa listar uma série de mortais que ajudam a ancorar a humanidade do vampiro. Porém, o que tenho notado, é que esse é um recurso valioso para o background do personagem muitas vezes negligenciado nas crônicas. Até porque muitos narradores preferem focar mais na sociedade vampírica do que em mortais comuns.
Na hora de fazer a ficha, muitos jogadores se resumem a listar alguns nomes de mortais e associá-los às convicções. Mas isso pode ser enriquecido elaborando um pouco mais a relação entre o vampiro e esses mortais. Escrever um breve parágrafo sobre como seu personagem conheceu e se interessou por esses mortais e, principalmente, o que sente em relação a cada um deles. Isso já pode servir para dar mais ideias para o narrador e os outros jogadores.
Da mesma maneira, outros personagens secundários, como aliados, contatos, carniçais e demais mortais que não sejam representados por uma vantagem podem receber tratamento semelhante. Assim, sempre que seu personagem falar com um carniçal ou com um contato, essa relação parecerá mais viva.
“Capítulo 27: Como eu conheci o delegado.”
Membros
Uma das características essenciais de Vampiro: a Máscara é a riqueza de descrições sobre a sociedade vampírica. Cada novo membro criado tem automaticamente uma relação com no mínimo um outro vampiro: seu criador.
Isso também é algo muitas vezes negligenciado por jogadores novatos e veteranos: criar um novo vampiro é sempre um ato proposital e consciente. Por esse motivo, o senhor de um personagem realizou o abraço com uma intenção em mente. Ele tinha planos, objetivos e desejos para com o neófito. Caso contrário, provavelmente ele seria um carniçal ou só mais uma vítima. Portanto, dentro das supostas “cinquenta páginas” de background, reservar algum tempo para detalhar a relação senhor-neófito é um dos capítulos mais importantes.
“Capítulo 5: O primeiro encontro com meu futuro marido.”
Seguindo-se a isso, esse mesmo senhor tinha relações com outros membros da sociedade vampírica. Aliados e inimigos, amantes e odiadores, todos fazem parte da vida de um membro que está há alguns anos vivendo entre vampiros. Exatamente por esse motivo, cada membro provavelmente vai ter alguma opinião ou visão sobre seu personagem simplesmente por ser cria de quem é.
Converse com o narrador sobre quem serão os principais NPCs da crônica e pense em como traçar algumas relações entre eles e seu personagem. Assim, na hora de preencher o mapa de relações da crônica (teremos um texto sobre isso em breve), você terá uma noção muito melhor de como explorar isso na história do seu personagem em termos de roleplay.
Cenário
Por último, cada cidade possui sua própria história, seus locais, suas idiossincrasias e vicissitudes. Conversar com o narrador a respeito de pontos importantes do plot da crônica pode dar excelentes ideias sobre como amarrar o background do seu personagem à própria cidade.
“Capítulo 13: O acidente no cinema e suas repercussões.”
Já conversei na minha série By Night, que retrata como criar cenários para suas crônicas, como o ponto mais importante quando se está desenvolvendo a cidade onde a história vai se passar é criar bons ganchos para os personagens. Para os jogadores, a mesma essência é válida: desenvolver melhor as relações do personagem com o ambiente e os personagens secundários dá ao mestre recursos para que ele possa criar uma experiência mais pessoal e dramática para os jogadores.
Então, se sua crônica gira em torno de um príncipe traidor que desertou para os Anarch, pense em como isso afetou seu personagem diretamente ou indiretamente. O novo príncipe vai honrar a concessão de seu domínio da mesma maneira que o antigo? A presença de um justiçar da Camarilla na cidade, junto com empresas de fachada que ele trouxe, pode atrapalhar seus negócios? Existe o risco do antigo príncipe e seus aliados próximos descobrirem que você era um espião desde o começo?
Por Fim
Jogar RPG é uma tarefa em conjunto. Não é dever exclusivamente do narrador divertir os jogadores, nem vice-versa. Cada um é responsável em cooperar com ideias, ganchos e cenas dramáticas para que todos se divirtam. Essa é a receita para criar uma crônica verdadeiramente memorável!
Opa, aqui é Gustavo Estrela, o AutoPeel, e hoje vamos dar uma primeira visão para um debate; Devemos criar a lore do personagem antes ou depois das fichas?
Muitos jogadores costumam pensar seus personagens antes de fazer a ficha, deixando eles frustrados com as limitações que aquilo pode trazer quando coloca o personagem no papel. Hoje vamos falar sobre isso e dar argumentos para você criar o seu personagem depois de terminar a ficha.
O Dicas de RPG é um podcast semanal no formato de pílula que todo domingo vai chegar no seu feed. Contudo precisamos da participação de vocês ouvintes para termos conteúdo para gravar. Ou seja, mande suas dúvidas que vamos respondê-las da melhor forma possível.
Portanto pegue um lápis e o verso de uma ficha de personagem e anote as dicas que nossos mestres vão passar.
Esta é a ficha de Beyond the Wall and Other Adventures, trazido para o Brasil pela Tria Editora. A versão editável da ficha foi desenvolvida por José Lima a partir da ficha original do jogo disponibilizada pela editora para ser hospedada no Movimento RPG.
Beyond the Wall and Other Adventures é um RPG old school, com regras inspiradas nas primeiras versões do D&D (especialmente o B/X), que fornece um conjunto de regras e orientações para juntar um grupo de amigos e enviá-los em sua primeira grande aventura, assim como nos romances que crescemos amando.
Este simples RPG de fantasia fornece a um grupo de jogadores todas as ferramentas necessárias para jogar uma aventura emocionante em uma única noite, sem preparação prévia e sem complicações. Inspirado nos trabalhos de Ursula K. LeGuin, Susan Cooper e Lloyd Alexander, este é um RPG simples, que fornece aos jogadores todas as ferramentas necessárias para jogar uma aventura emocionante em um único dia, sem precisar de qualquer preparação prévia, tanto por parte dos jogadores quanto do mestre. É só sentar e jogar, sem complicação.
Qualquer pessoa com um mínimo de experiência com sistemas d20 já está praticamente pronto para jogar com as regras de Beyond the Wall (se for algum OSR então, sabe praticamente 100%), e quem nunca jogou aprende em pouquíssimos minutos.